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	<title>politica-internacional &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/politica-internacional/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "politica-internacional"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 11:16:24 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Rodada de Doha: negociações se aceleraram, diz Amorim]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1077</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 10:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de um início “em câmera lenta”, as negociações sobre a Rodada de Doha de liberalizaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um início “em câmera lenta”, as negociações sobre a Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial começam a “acelerar-se” nesta quarta-feira, na avaliação do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.</p>
<p>Com a chegada de seu principal aliado, o ministro indiano de Comércio, Kamal Nath, o Brasil ganha mais força para continuar insistindo em suas posições na tarde desta quarta-feira, durante um debate restrito convocado pelo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy.</p>
<p>Além de Amorim e Nath, também participam da reunião os negociadores da União Européia, Peter Mandelson, e dos Estados Unidos, Susan Schwab.</p>
<p>“É preciso deixar claro que jamais estaríamos onde estamos agora, inclusive com essa oferta dos Estados Unidos, se não fosse pelo G20″, afirmou Amorim.</p>
<p><strong>“Ofertas melhores”</strong><br />
Na terça-feira, os Estados Unidos ofereceram reduzir a US$ 15 bilhões o limite para seus subsídios agrícolas.</p>
<p>Juntos, Brasil e Índia deverão insistir em que a proposta americana é “um bom começo, mas não o suficiente”, segundo palavras de Nath, que reproduzem a mesma mensagem já passada por Amorim.</p>
<p>“Não esperamos que o início seja o fim. Esperamos ofertas melhores e realistas em relação a sua aplicação”, disse o ministro indiano.</p>
<p>“Eles lançaram a bola, mas ela não passou do meio de campo. A bola ainda está no campo deles (dos americanos)”, disse Amorim.</p>
<p>Os dois aliados também pressionarão por manter fora do acordo sobre bens industriais as chamadas cláusulas anti-concentração, que os países mais ricos querem incluir para limitar o nível de flexibilidade com o qual os países em desenvolvimento poderiam proteger determinados setores da indústria na hora de aplicar os cortes de tarifas.</p>
<p>“Elas (as cláusulas) seriam uma forma de causar a erosão da indústria nos países pequenos. Não podemos esquecer que os países em desenvolvimento enfrentaram muitas dificuldades para se industrializar e outros países não serão capazes de se industrializar por causa dos fluxos comerciais internacionais”, disse Nath.</p>
<p>“Se (os países mais ricos) querem que isso seja o determinante do acordo, que assim seja”, afirmou o ministro indiano.</p>
<p><strong>Cronograma</strong><br />
Apesar das evidentes diferenças, Amorim disse acreditar que será possível chegar a um acordo até o final desta semana e que está disposto a permanecer em Genebra o tempo que for necessário para isso.</p>
<p>“Isso é um processo de negociação. É claro que há muitos pontos de discórdia, mas eu não vejo crise nenhuma”, afirmou.</p>
<p>Segundo o porta-voz da OMC, Keith Rockwell, “as negociações chegaram a um nível mais intenso nas últimas horas e avançam minuto a minuto”, mas ainda é incerto se o cronograma, que previa o final das reuniões para o sábado, poderá ser mantido.</p>
<p>Os negociadores devem receber um novo texto, com as propostas revisadas, nesta sexta-feira e deverão avaliá-lo e elaborar suas respostas antes chegar a uma conclusão conjunta.</p>
<p>“Eu não descarto a possibilidade de que tenhamos que estender até a semana que vem”, admitiu Rockwell.</p>
<p>Fonte: Terra</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El pacifisme nordamericà, incomprès ]]></title>
<link>http://cinicat.wordpress.com/?p=206</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 05:55:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinicat</dc:creator>
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<description><![CDATA[No s&#8217;entén que al sí de la societat catalana es respiri sovint un antiamericanisme tan exage]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No s'entén que al sí de la societat catalana es respiri sovint un antiamericanisme tan exagerat. No hi sé veure més raons que les de la manipulació i negar-se a veure els esforços per la pau que fan els americans arreu del món.</p>
<p>Ara mateix s'està estudiant a Ginebra el tema de les armes de fragmentació que la majoria dels països voldrien eliminar. Els EEUU comparteixen la preocupació pel que fa als danys col·laterals d'aquestes armes, i per això proposen mesures per a reduir-ne l'impacte. </p>
<p>Aquestes serien algunes de les declaracions oficials del representant dels Estats Units (la traducció és meva), que són prou eloqüents per a veure l'esperit pacifista que inspira la política del seu país:</p>
<p>" Vam elegir no participar en el procés d'Oslo perquè no recolzem la prohibició general de les bombes de fragmentació"</p>
<p><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;">"Des del nostres punt de vista segueix essent una arma justificada si s'utilitza adequadament"</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;">"Les bombes de fragmentació tenen una important i legítima funció militar"</span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"> "Les millors tècniques són un aspecte important d'una estratègia general (dels EUA) per a atendre les preocupacions humanitèries relacionades amb l'ús de les bombes de fragmentació"</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;">"Les noves armes amb fusibles sensors, han millorat els sistemes d'orientació per a millorar l'exactitud i la capacital addicional d'autodestruir-se si no aconsegueixen localitzar el seu objectiu"</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;"><span style="font-size:12pt;color:#444444;font-family:&#34;">És perfectament raonable, doncs,que els Estats Units es neguin a la prohibició d'aquestes armes. </span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Países emergentes têm razões para temer reflexos da crise dos EUA, diz Paul Krugman]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1073</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 21:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[São Paulo - Embora os Estados Unidos não estejam diante de uma catástrofe, existem várias razõe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo - Embora os Estados Unidos não estejam diante de uma catástrofe, existem várias razões para que o mundo fique preocupado com os reflexos da crise financeira norte-americana sobre suas próprias economias, diz o economista Paul Krugman. “Vários países sofrem por atrelar sua política monetária à economia norte-americana”, assinalou.</p>
<p>De acordo com Krugman, o nível de emprego e a produção industrial dos Estados Unidos estão caindo, ao passo que a percepção interna da crise aumentou. Isso segundo ele, afetará diversos países, incluindo Brasil, China e Rússia, onde "provavelmente haverá um desaquecimento da economia"</p>
<p>“O enfraquecimento foi bom para as exportações norte-americanas”, afirmou ele, durante o Fórum CPFL Energia: crise financeira internacional e crescimento da economia brasileira, realizado hoje (23), em São Paulo. “Com o dólar mais fraco, os preços sobem. Só que isso não é o mais importante. O ponto é que a política monetária norte-americana afeta outros países.”</p>
<p>Para o economista, até o momento, os Estados Unidos não enfrentam uma crise inflacionária, diferentemente de outros países, onde a crise financeira norte-americana e a alta do preço do petróleo já provoca o aumento da inflação e a redução dos níveis de crescimento da atividade econômica.</p>
<p>Krugman reconhece na atual crise financeira internacional, desencadeada pelo desaquecimento da atividade econômica norte-americana, indícios de quase todas as demais crises já vividas pelos Estados Unidos.  A novidade, acrescenta ele, é que durante o recente <em>boom</em> imobiliário instituições norte-americanas como as grandes companhias hipotecárias, a exemplo das financiadoras imobiliárias Fannie Mae e da Freddie Mac, passaram a atuar como bancos, sem, no entanto, estar sujeitas as mesmas regulamentações. “Demos a essas instituições muitos direitos sem que elas tivessem as mesmas restrições. É necessário fazer algo a respeito disso”.</p>
<p>Krugman também defendeu a produção brasileira de etanol. Para ele, o combustível obtido principalmente a partir da cana-de-açúcar não tem influência decisiva sobre a alta dos preços dos alimentos. “A Europa sim está retirando terras [<em>da produção de alimentos</em>] para a produção de combustível.”</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Brasil e Trinidad e Tobago assinam termos de cooperação na área energética ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1071</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 21:54:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, assinou hoje (23) com o gover]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, assinou hoje (23) com o governo brasileiro um memorando de entendimento para cooperação na área energética entre as empresas petrolíferas dos dois países. A medida abre ao Brasil a possibilidade de importar gás natural liquefeito.</p>
<p>Manning foi recebido no início desta tarde (23) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É a primeira visita de um chefe de governo de Trinidad e Tobago ao Brasil.</p>
<p>Também foram assinados acordos na área de serviços aéreos e de tributação, para evitar a dupla cobrança e prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre a renda.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o estreitamento das relações entre a América do Sul e o Caribe. "Esse processo de aproximação regional passa necessariamente pela conclusão de um acordo econômico e comercial entre o Mercosul e a Caricon [<em>Mercado Comum e Comunidade do Caribe</em>]", afirmou.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Lula diz que "não tem acordo" em Genebra sem flexibilização de países ricos ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1069</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 21:53:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (23) que não haverá acordo se nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (23) que não haverá acordo se não houver flexibilização nas negociação da Rodada Doha, que ocorrem atualmente na Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra.</p>
<p>"Se não houver uma efetiva diminuição dos subsídios dos Estados Unidos e se não houver uma efetiva flexibilização para o mercado agrícola europeu não tem acordo e cada um que arque com sua responsabilidade", disse, após almoço com o primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, no Palácio do Itamaraty.</p>
<p>Lula afirmou que os americanos e europeus "acham que os países emergentes têm que se subordinar à lógica deles" e estão habituados a um tempo em que "não tinha negociação, eles impunham o que eles queriam e os outros eram obrigados a aceitar". Mas atualmente, segundo Lula, "é preciso levar em conta a existência dos países emergentes".</p>
<p>Segundo Lula, durante as negociações da Rodada Doha, cujas reuniões ocorrem em Genebra, Suíça, os países que integram o G20 têm demonstrado aos Estados Unidos e à Europa disposição em fazer concessões em relação aos produtos industriais.</p>
<p>O presidente manifestou apoio à atuação do ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, nas negociações da rodada. "O Celso Amorim é um extraordinário negociador, portanto, penso que estamos em boas mãos". Amorim se envolveu em uma polêmica em Genebra ao comparar a negociação dos países ricos sobre a Rodada Doha com a propaganda nazista (uma mentira dita mil vezes torna-se verdade).</p>
<p>Lula disse ainda que um caminho para amenizar a crise alimentar o mundo é incentivar os países mais pobres a plantarem mais alimentos. "Para os países mais pobres plantarem alimentos é preciso que haja perspectiva de mercado, para eles venderem seus produtos", completou o presidente. Durante as negociações, os Estados Unidos propuseram redução dos subsídios agrícolas para US$ 15 bilhões. O G20, grupo de países em desenvolvimento, liderado pelo Brasil e Índia, havia pedido um limite de concessão de subsídios de, no máximo, US$ 13 bilhões.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre comics presidenciales...]]></title>
<link>http://perdidoenargentina.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:11:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduardoblake</dc:creator>
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<description><![CDATA[Otra novedad de la campaña presidencial estadounidense:
IDW Publishing, empresa de cierta importanc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Otra novedad de la campaña presidencial estadounidense:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.idwpublishing.com/">IDW Publishing</a>, empresa de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IDW_Publishing">cierta importancia</a> en el mercado norteamericano de historietas, anunció que publicara especiales biograficos sobre <a href="http://www.barackobama.com/">Barack Obama</a> y <a href="http://www.johnmccain.com">John McCain</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://perdidoenargentina.wordpress.com/files/2008/07/idw-presidential_material.jpg" alt="Comics sobre Obama y McCain" width="464" height="359" /></p>
<p style="text-align:justify;">Lo interesante, más alla de ser otra demostración de la relevancia que estas elecciones estan tomando en el seno de la sociedad norteamericana, es que estos comics estarán disponibles para celulares, a través del servicio <a href="http://m.gocomics.com/">GoComics</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Para leer más sobre el tema, pueden dirigirse a <a href="http://blog.newsarama.com/2008/07/22/mccain-and-obama-comic-book-politics/">Newsarama</a> o al sitio del <a href="http://thecaucus.blogs.nytimes.com/2008/07/22/the-candidates-comically-drawn/">NY Times</a>, o visitar el <a href="http://www.presidentialcomics.com/">sitio oficial</a> del comic.</p>
<p style="text-align:justify;">Este es el segundo proyecto reciente que vincula las elecciones presidenciales norteamericanas con las historietas. Hace poco tiempo, <a href="http://www.dccomics.com/">DC Comics</a> <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://blog.newsarama.com/2008/07/22/mccain-and-obama-comic-book-politics/">anunció</a></span></span> la producción de una miniserie de cuatro partes, DCU Decisions, donde sus famosos héroes tomaran posiciones políticas, sean republicanas, demócratas o independientes, y respaldarán a candidatos ficticios. Más que interesante y extraño a la vez...</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter"><img class="aligncenter" src="http://perdidoenargentina.files.wordpress.com/2008/07/t_posterfinal.jpg" alt="" width="250" height="315" /></div>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil e Trinidad e Tobago firmam acordos de cooperação ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1059</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 13:14:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os governos do Brasil e de Trinidad e Tobago assinam nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#979d9f;">Os governos do Brasil e de Trinidad e Tobago assinam nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, acordos nas áreas de energia e de serviços aéreos e a convenção para evitar dupla tributação, prevenir evasão fiscal e incentivar o comércio e o investimento bilaterais. </span></p>
<p><span style="color:#979d9f;"><br />
Os documentos serão firmados durante encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o primeiro-ministro do país caribenho, Patrick Manning, às 12h15.<br />
Esta é a primeira visita de um chefe de governo de Trinidad e Tobago ao Brasil. Logo após a cerimônia, Lula e Manning participam de almoço no Itamaraty.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="color:#979d9f;">Fonte: JB Online</p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil pedirá que subsídios dos EUA não passem de US$ 13 bi]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1057</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:14:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
<guid>http://comexgui.wordpress.com/?p=1057</guid>
<description><![CDATA[O Brasil vai pressionar os Estados Unidos a reduzir ainda mais o limite sobre seus subsídios agríc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vai pressionar os Estados Unidos a reduzir ainda mais o limite sobre seus subsídios agrícolas para que não passem dos US$ 13 bilhões propostos no texto atual das negociações da Rodada Doha. </p>
<p>“Poderíamos iniciar negociações se eles chegarem ao nível mais baixo contemplado. Dentro do politicamente viável, US$ 13 bilhões se aproxima do razoável”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ao deixar a sede da Organização Mundial de Comércio (OMC) depois de um longo dia de reuniões.</p>
<p>Nesta terça-feira a negociadora comercial americana, Susan Schwab, melhorou sua oferta de corte da ajuda doméstica para US$ 15 bilhões - a anterior era de US$ 17 bilhões -, mas Amorim recordou que o G20 pedia um corte para US$ 12 bilhões.</p>
<p>Segundo o chanceler, a reunião desta terça-feira serviu para um intercâmbio de explicações entre os diferentes negociadores.</p>
<p>“Mostramos (aos Estados Unidos) que a proposta é o mesmo que duas vezes o que eles gastaram este ano e mais ou menos US$ 2,5 bilhões mais que a média (dos subsídios concedidos) desde 2002, incluindo 2008″, disse Amorim.</p>
<p>Amorim comparou a oferta de Schwab a uma jogada de futebol americano: “Eles lançaram a bola, mas não suficientemente longe.”</p>
<p><strong>Indústria</strong><br />
No capítulo de bens industriais, foi o Brasil quem deu explicações sobre as limitações que enfrenta para fazer novas concessões.</p>
<p>“A cobrança é nossa, de que as pessoas têm que entender o que a gente quer dizer”, afirmou o chanceler.</p>
<p>E a mensagem, segundo ele, é clara: “Cláusula de anti-concentração é uma má idéia”.</p>
<p>Essas cláusulas, que os países mais ricos querem incluir no acordo, limitariam o nível de flexibilidade com o qual os países em desenvolvimento poderiam proteger determinados setores da indústria na hora de aplicar os cortes de tarifas.</p>
<p>Pouco antes, o comissário europeu de Comércio, Peter Mandelson, comentou que o ponto negativo da reunião foi a resistência de “certos negociadores” em aceitar a atual proposta para o capítulo industrial.</p>
<p>“Mas acredito que até o final da noite esses pontos foram superados”, disse.</p>
<p>Para Amorim, a intensidade do dia de reuniões é um bom sinal da disposição geral para se chegar a uma conclusão. “Alguns podiam ter ido embora, mas todo mundo continuou aqui negociando”, explicou ele.</p>
<p>Os sócios da OMC continuarão expondo suas dificuldades e possibilidades de avanço na jornada de quarta-feira, que promete ganhar novo fôlego com a chegada do ministro indiano de Comércio, Kamal Nath.</p>
<p>Na sexta-feira o diretor geral da OMC, Pascal Lamy, deve circular entre os negociadores um novo texto, com as propostas revisadas. Mas, apesar de a reunião estar programada para concluir no sábado, ninguém se atreve a dizer se o cronograma poderá ser cumprido.</p>
<p>“É mais importante concluir (o acordo) que simplesmente ter um deadline específico e preciso. Mas claro que não podemos estar aqui para sempre”, disse Amorim.<br />
Fonte: Terra</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Proposta americana detona nova crise]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1053</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:13:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
<guid>http://comexgui.wordpress.com/?p=1053</guid>
<description><![CDATA[Com exigências sobre os mercados emergentes e sem nenhum efeito prático para reduzir as distorçõ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com exigências sobre os mercados emergentes e sem nenhum efeito prático para reduzir as distorções no comércio agrícola, o governo americano apresenta uma oferta de corte de subsídios para tentar salvar a Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas, diante da insatisfação de países emergentes, acabou detonando uma verdadeira guerra na reunião de mais de sete horas de ontem, colocou a entidade à beira de uma crise e obrigou uma reformulação de todo o processo da semana crucial da Rodada de Doha.<br />
A Casa Branca diz que aceitaria um teto de US$ 15 bilhões por ano na distribuição de recursos a seus fazendeiros, com a condição de que as tarifas de importação nos países emergentes fossem retiradas para bens industriais. Mas Washington foi atacado pelo Brasil e outros países emergentes, que acusam os americanos de estarem reciclando uma oferta antiga e de manipularem o impacto da medida nos próximos anos. A reunião em Genebra para tratar da oferta se transformou em um palco de acusações e colocou o processo em risco.<br />
O encontro acabou em um caos e a solução foi cancelar as reuniões de hoje. O diretor da OMC, Pascal Lamy, alertou que as negociações poderiam durar 15 dias. Os países optaram por fazer consultas bilaterais para tentar solucionar a crise. Para quinta-feira, a conferência sobre serviços também foi adiada, numa demonstração de que os problemas são sérios.<br />
Por enquanto, o Itamaraty não decretou o fracasso do processo e espera que os americanos façam novas concessões nos próximos dias. Antes do encontro, o chanceler Celso Amorim tentava manter otimismo. “Estamos decepcionados com a oferta. Mas é um começo.”<br />
Ao final, o clima era bem diferente. “Estamos nos movendo em câmera lenta. É melhor que uma paralisia. Mas a proposta americana ainda não foi suficiente para iniciar negociações sérias. Continuamos em desacordo”, disse Amorim. “É uma oferta decepcionante”, afirmou Jorge Taiana, ministro das Relações Exteriores da Argentina, país que está pressionado a fazer concessões no setor industrial. “As pessoas riram ao ouvir a proposta”, disse o embaixador da Índia, Vjal Singh Bhatia. Quem gostou foi o senador Tom Harkin, presidente da comissão de agricultura do Senado americano. “A proposta representa cortes reais.” Harkin é senador por Iowa, estado conhecido pela produção de milho e bilionários subsídios.</p>
<p>Países teriam de abrir seus mercados<br />
O corte proposto ontem na reunião pelos norte-americanos para os agricultores vem repleto de condicionalidades. A principal é a abertura dos mercados dos países emergentes para bens industriais exportados pelos países ricos. Uma das principais é de que os países emergentes abram seus mercados. Foi nesse ponto que a reunião entrou em crise.<br />
Países emergentes deixaram claro que não pagariam com aberturas comerciais pela suposta concessão dos americanos. O governo argentino foi um dos mais duros e disse que uma liberalização não estava em seus planos. O Brasil também evitou falar em aberturas. “Não fizemos concessões”, disse o chanceler Celso Amorim, que insistiu não haver motivo para abrir mais o mercado brasileiro diante do que estava ganhando na agricultura. Mas diplomatas que estavam na sala interpretaram algumas falas do chanceler como mensagens codificadas de que o País está disposto a negociar.<br />
“Os governos terão de tomar decisões difíceis. Essa oferta não vem sem condições. Precisamos agora de acesso a mercados e queremos reciprocidades”, disse Susan Schwab, representante de Comércio da Casa Branca.<br />
Para Amorim, a proposta definirá o que o Brasil oferecerá em outros setores. “Os subsídios definem o nível de ambição de liberalização da Rodada de Doha. Portanto, espero que não seja a proposta final, pois o nível de ambição que vemos é muito baixo.” Para Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, as declarações de Susan ainda são um recado à Argentina de que não adianta insistir em cortes abaixo de US$ 13 bilhões nem em manter sua indústria protegida.<br />
Susan insistiu que a oferta representa cortes reais nos subsídios. Mas, se ontem Amorim resistia em aceitar a oferta, parte da razão é o fato de que a Rodada de Doha mudou de preço para o Brasil. Há um ano, a diplomacia brasileira deu sinais de que estaria disposta a aceitar um teto de US$ 15 bilhões. Publicamente, Amorim insistiu em US$ 13 bilhões como teto. Mas, nos bastidores, a percepção é de que a posição não passa de uma tática negociadora para obter mais.</p>
<p>Casa Branca quer impedir disputas na OMC<br />
O governo americano quer um armistício para assinar um acordo de corte de subsídios que impediria até mesmo que o Brasil questionasse nos tribunais internacionais a ajuda que os produtores de etanol recebem nos Estados Unidos e que distorcem os mercados. A Casa Branca afirmou ontem que apenas aceitaria reduzir seus subsídios se recebesse uma imunidade total em termos de disputas comerciais. Mas deixou o setor privado brasileiro preocupado diante da falta de limites específicos de subsídios por produtos.<br />
Há menos de um mês, o Brasil venceu uma das disputas mais polêmicas da Organização Mundial do Comércio (OMC). A entidade, a pedido do Itamaraty, condenou os subsídios ao algodão e agora poderá dar o direito ao Brasil de retaliar os americanos.<br />
Agora, Washington quer um compromisso dos governos que impeça países de abrirem novas disputas comerciais contra seus produtos agrícolas. Essa é uma das condições impostas pelos americanos para que aceite limitar seus subsídios. “Se essa proposta de US$ 15 bilhões for de fato aceita, queremos que não haja mais disputas comerciais”, disse Susan Schwab, representante de Comércio dos Estados Unidos. “Seria impossível retornar aos Estados Unidos e chegar com um acordo que possibilite que disputas sejam abertas e acabem reduzindo ainda mais os subsídios.”<br />
Na prática, a proposta americana criaria uma moratória de disputas comerciais e o Brasil seria impedido de questionar os programas. O Itamaraty tem, na gaveta, uma das maiores disputas já preparadas contra os americanos, questionando mais de 80 programas de subsídios agrícolas.<br />
Com a moratória nas disputas, os americanos estariam ainda confortáveis para não serem monitorados em seus programas de ajuda nem na manobra de fundos de um setor para outro. Para André Nassar, diretor do Icone, a proposta de uma moratória seria inaceitável. Já parte do governo acredita que poderia até aceitar, com a condição de que uma bela compensação fosse dada. Para especialistas, a insistência em uma moratória demonstraria que os americanos não garantem que vão respeitar os novos limites.<br />
Na avaliação do Ministério da Agricultura, uma questão central será o teto que será colocado para cada um dos principais produtos que recebem subsídios. Hoje, grande parte vai para açúcar, algodão, milho, soja, leite e trigo. O temor do governo é de que um volume excessivo vá para apenas um produto em um ano específico.<br />
Para a Oxfam, organização de combate à pobreza mundial, o pedido de imunidade “é um reconhecimento de que vão quebrar regras no futuro”.</p>
<p>Sugestão não surpreende, diz especialista em relações internacionais<br />
A proposta apresentada pelos Estados Unidos na OMC de limitar os subsídios agrícolas anuais em US$ 15 bilhões já era esperada e nenhum avanço em reduzir a ajuda aos agricultores do país deve acontecer antes de 2010. A avaliação é da professora de Relações Internacionais da Unesp, Cristina Pecequilo, especialista em política americana.<br />
Segundo ela, a posição do governo americano nas negociações é bastante clara há alguns anos, sempre na direção de deslegitimar as reivindicações dos países emergentes. “É uma guerra velada que se intensificou na reunião de Cancún, no México, por conta da criação do G-20″, disse.<br />
De acordo com a professora, a declaração do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que acusou os países ricos de usarem técnicas de desinformação dos nazistas nas negociações, foram tiradas do contexto e não deveriam ter sido exploradas pelos negociadores. “Mas faz parte do jogo”, disse.<br />
Segundo a especialista, em favor dos benefícios internos dos países, a tática de travar o comércio internacional deve continuar tanto por parte dos Estados Unidos como da União Européia. “A diplomacia dos países emergentes já está cansada.”<br />
Cristina acredita que a Rodada de Doha será interrompida este ano sem qualquer acordo. “Podemos esperar apenas algumas declarações de intenção mais fortes no encerramento”, explicou.</p>
<p>China quer barreiras para produtos brasileiros<br />
A China quer proteções contra o aumento das exportações brasileiras de produtos agrícolas para seu mercado. Ontem, representantes do governo chinês se reuniram com o chanceler Celso Amorim, em Genebra, e deixaram claro que barreiras serão necessárias para impedir uma invasão repentina da produção brasileira.<br />
A proposta faz parte dos debates na Organização Mundial do Comércio (OMC), e os chineses alertam que precisam de um mecanismo de salvaguardas quando o volume de importação atingir um nível preocupante. Pequim fez o mesmo alerta ao governo americano.<br />
Amorim garantiu que seria difícil para o Brasil aceitar esse mecanismo. O Itamaraty insiste que será necessária uma maior abertura do mercado chinês para impedir que o déficit comercial do País com Pequim se amplie ainda mais nos próximos meses.<br />
Amorim alertou o governo chinês que, caso o déficit comercial do País com Pequim não seja reequilibrado, as pressões protecionistas podem surgir no Brasil. Somente em janeiro deste ano, o déficit brasileiro atingiu US$ 882 milhões, quase metade de todo o déficit ao longo do ano passado, de US$ 1,8 bilhão. Hoje, a China já disputa com a Alemanha o título de maior exportador do planeta e poderá fechar o ano na nova posição.<br />
Em janeiro, as vendas da China ao Brasil aumentaram 94%, somando US$ 1,5 bilhão. Enquanto isso, as vendas brasileiras não chegaram a US$ 700 milhões. A solução seria que a China se abra mais a nossos produtos, como carnes, e volte a comprar aviões.<br />
O chanceler também insistiu na necessidade de mais investimentos chineses no País e os dois países trataram de eventuais visitas dos chefes de Estado em dezembro. Na avaliação de Amorim, investimentos maiores da China no Brasil também poderiam contrabalançar o déficit comercial entre os dois países.<br />
O Brasil, que por anos manteve superávit com a China, hoje se encontra na mesma posição de americanos e europeus, que não sabem mais o que fazer para impedir que o buraco nas contas com Pequim aumente.<br />
No ano passado, a China teve superávit recorde de US$ 262 bilhões com o resto do mundo, o maior já acumulado por um só país. Nos EUA, o déficit já chega a US$ 250 bilhões.</p>
<p>Movimentos sociais ameaçam protestos caso haja acordo<br />
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e demais movimentos sociais ameaçam ocupar estradas, prédios públicos e fazendas se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar o acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC).<br />
O Itamaraty garante que vai manter altas as tarifas para nove produtos agrícolas como forma de acalmar os produtores familiares, entre eles trigo, milho, arroz e feijão. Mas os representantes dos movimentos sociais garantem não aceitar nenhum acordo. “Por enquanto, estamos dialogando. Mas vamos passar à briga se o governo insistir no acordo”, disse o coordenador nacional de Política Agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), Gilmar Pastorio.<br />
O agricultor foi um dos seis representantes de entidades sociais do setor rural que foram a Genebra acompanhar as negociações da Rodada de Doha. “Estamos aqui para atrapalhar e evitar a qualquer custo que haja um acordo”, afirmou Pastorio.<br />
Nesta semana, o representante viajará a Dourados (MS) para falar a 5 mil colonos sobre os impactos da Rodada de Doha. “Se o governo não nos ouvir, vamos usar nossas táticas, que todos conhecem. Temos de ter o direito de nos proteger e garantir a segurança alimentar do Brasil.”<br />
A Fetraf representa 4 milhões de pequenos produtores. “Mas o governo Lula prefere sair em defesa do agronegócio e de meia dúzia de milionários da soja.” Segundo ele, o Brasil destruiu a produção de trigo e outros produtos nos anos 1990 com a criação do Mercosul. “Éramos auto-suficientes em trigo nos anos 1980 e isso foi trocado por benefícios na indústria”, disse Pastorio.<br />
Ele afirma que o governo agora precisa fazer manobras para conseguir pagar as dívidas dos pequenos agricultores. Ele alerta que 50% das exportações agrícolas brasileiras vêm da produção familiar. “De onde Perdigão e Sadia compram seus produtos? Quem é que acorda às 5 da manhã para dar alimentos aos porcos?”, questiona.<br />
O Brasil vai propor na OMC a manutenção de barreiras à produção do trigo, milho e leite para tentar conter as importações e defender os interesses de pequenos produtores. Hoje, o País produz apenas 37% do trigo consumido. O restante é importado, principalmente da Argentina. Cebola, tomate, mandioca, arroz e alho também serão mantidos com tarifas altas.</p>
<p>Brasil e EUA discutem medidas de segurança no comércio bilateral<br />
A Receita Federal realizou ontem reunião com o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos para “reforçar a parceria entre os dois países e intensificar a troca de informações nas práticas de comércio internacional”. A secretária-adjunta da Receita, Clecy Lionço, informou que a reunião serviu para reforçar, de um lado, a necessidade de uma prestação mais ágil de informações entre as aduanas dos dois países e, de outro, a importância de se ampliar a segurança em todas as etapas da cadeia de comércio exterior.<br />
A secretária-adjunta explicou que o primeiro ponto foi reforçado pelo Brasil, que tem como uma das grandes preocupações os produtos embarcados de Miami, que a Receita identifica como um dos pontos de risco elevado de embarque de mercadorias com fraudes fiscais para o Brasil. Clecy ressaltou a necessidade de que, mesmo sem prejuízo das regras de sigilo, haja maior presteza na transmissão de informações ao Fisco brasileiro.<br />
A secretária informou, que no lado americano, o destaque foi o pedido para que haja maior atenção à segurança logística. Segundo ela, a tendência, hoje, é de que é necessário ter atenção a todos os elos da cadeia, desde o produtor de um país até a chegada ao consumidor do outro. Clecy Lionço lembrou que, nesse esforço de segurança, a Receita brasileira está comprando scanners para inspeção não-invasiva de mercadorias.<br />
Segundo ela, a visão das aduanas é de que o setor privado também precisa participar do processo destinado a dar maior segurança ao comércio. “As empresas precisam se certificar de que estão promovendo um transporte seguro para suas mercadorias e de que nenhum outro produto será colocado junto com elas”, disse Clecy. Ela explicou que, depois dos atentados de 11 de Setembro, os Estados Unidos aumentaram muito sua preocupação com esse item, pois lutam para evitar entrada de bombas ou de material para fabricação ilegal desse tipo de arma.<br />
Clecy disse ainda que, no encontro de ontem, nenhuma medida concreta foi adotada. Ela destacou a existência de acordo de cooperação aduaneira entre Brasil e EUA desde 2005 e informou que a reunião teve por objetivo somente estreitar os laços entre os dois parceiros. “O objetivo é ampliar o combate a fraudes e tornar o comércio internacional mais ágil e seguro”, disse. Participaram da reunião o secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, e o secretário do Departamento de Segurança Nacional dos EUA, Michael Chertoff.<br />
Fonte: Jornal do Comércio (RS)</p>
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<title><![CDATA[Países desenvolvidos querem limitar flexibilidade solicitada pelo Mercosul]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1049</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:11:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os países desenvolvidos aumentaram ontem a pressão para limitar a flexibilidade para o Mercosul pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os países desenvolvidos aumentaram ontem a pressão para limitar a flexibilidade para o Mercosul proteger suas indústrias num acordo na Rodada Doha. Eles insistiram em só aceitar que o bloco proteja 12% de suas linhas tarifárias industriais, comparados aos 16% pedidos pela Argentina para poder acomodar as sensibilidades de cada país.</p>
<p>Os Estados Unidos apresentaram proposta por acordos setoriais, oferecendo uma espécie de “bonus” como estímulo para quem aceitar eliminar ou reduzir substancialmente as alíquotas dos setores negociados. Pelo bônus, teriam 1a 2 pontos nos coeficientes para reduzir menos as tarifas no resto. Os emergentes são contra.</p>
<p>Os países continuaram fortemente divididos após sete horas de negociações agrícola e industrial no “green room” (reunião ministerial restrita), com cobranças recíprocas e manutenção de posições. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reclamou que a negociação está lenta demais, mas logo acrescentou ser “melhor um começo em câmara lenta do que paralisia total, assim podemos continuar a discordar”.</p>
<p>Pascal Lamy, diretor da OMC, mudou o formato das negociacões a partir de hoje, agora em pequenos grupos ou bilaterais. A negociação de serviços foi empurrada para sexta-feira.</p>
<p>Peter Mandelson, o comissário europeu de comércio, disse que um dos momentos ruins foi quando “um ou dois países”, Argentina e Índia, pareceram rejeitar o texto de base da negociação industrial, mas que as coisas teriam entrado nos eixos mais tarde.</p>
<p>Pela manhã, quando Lamy mencionou aceitação dos parâmetros fixados pelos textos dos mediadores agrícola e industrial, o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Jorge Taiana, contestou: “Isso não é verdade dentro de Nama [o texto para a liberalização industrial]”.</p>
<p>As cobranças dos países desenvolvidos continuaram fortes por uma cláusula “anti-concentração” na área industrial, para os emergentes não protegerem todo um setor, como automotivo. “No geral, o tabuleiro não se mexeu”, resumiu um negociador já a meia-noite em Genebra. (AM)<br />
Fonte: Valor Econômico</p>
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<title><![CDATA[Què se n'ha fet de LINGUAMÓN?]]></title>
<link>http://cinicat.wordpress.com/?p=204</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 06:29:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinicat</dc:creator>
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<description><![CDATA[Diuen els mitjans de comunicació que una entitat privada, com és Linguapax, assessorarà el Govern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Diuen els mitjans de comunicació que una entitat privada, com és Linguapax, assessorarà el Govern del Paraguai en matèria de gestió de la diversitat lingüística.</p>
<p>Però, i què se n'ha fet d'aquell projecte que va sortir del fracassat Fòrum de les Cultures, i que s'anomenava LINGUAMÓN o Casa de les Llengües? Alguns ja s'han afanyat a dir que seria més lògic que un assessorament d'aquest tipus es fes des de l'àmbit institucional i no des d'una ONG. Però, no. Des de la Generalitat és té molt clar que el protagonisme és de la societat civil, i per això els deixen portar tota la iniciativa.</p>
<p>Després del Fòrum bé s'havia de simular que en treien grans conclusions, i en va sortir aquest projecte que, com el Fòrum, ningú per a què serveix. Però sí que serveix; serveix per poder tenir una institució tan generosa que cedeix el protagonisme a la societat civil. Complicat, però ben enginyós.</p>
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<title><![CDATA[Oferta dos Estados Unidos de corte de subsídios agrícolas não é suficiente, diz Amorim ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1045</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:35:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (22) em Genebra, na Suí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (22) em Genebra, na Suíça, sede da Organização Mundial do Comércio (OMC), que a proposta de redução de subsídios agrícolas apresentada pelos Estados Unidos ainda não é “suficiente”, segundo informações da BBC Brasil.</p>
<p>Representantes de mais de 30 países estão reunidos na sede da organização para tentar fechar um acordo nas negociações da Rodada Doha.</p>
<p class="western">O G20, grupo de países em desenvolvimento liderado pelo Brasil e pela Índia, havia pedido aos Estados Unidos um limite de concessão de subsídios de, no máximo, US$ 12 bilhões, no entanto, a secretária de Comércio Exterior norte-americana, Susan Schwab, ofereceu US$ 15 bilhões hoje.</p>
<p class="western">A secretária disse que essa oferta é um “ grande avanço” nas negociações e acredita que a nova oferta poderá trazer uma “redução significativa” às concessões de subsídios. A última oferta americana foi de US$ 17 bilhões, mas essa oferta foi recusada pelo G20.</p>
<p class="western">Schwab disse ainda que esta nova oferta está condicionada a uma proposta de maior abertura dos mercados dos países em desenvolvimento nas áreas de bens industriais e serviços.</p>
<p class="western">Fonte: Agência Brasil</p>
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<title><![CDATA[Todos somos Aerolíneas Argentinas]]></title>
<link>http://luduran.wordpress.com/?p=1464</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:47:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>luduran</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Tener una aerolíneas &#8220;de bandera&#8221; es el sueño de todo Estado Nacional, es una marca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1465" src="http://luduran.wordpress.com/files/2008/07/aerolineas.jpg" alt="" width="460" height="234" /></p>
<p><strong>Tener una aerolíneas </strong><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aerol%C3%ADnea"><strong>"de bandera"</strong></a><strong> </strong>es el sueño de todo Estado Nacional, es una <strong>marca distintiva</strong> que desde 1950, en el gobierno de Juan Perón, nuestro país poseyó bajo la denominación <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aerol%C3%ADneas_Argentinas">Aerolíneas Argentinas</a> y que 40 años después, en 1990, el gobierno de Menem privatizó a manos de Iberia, que luego la cedió al Grupo Marsans, fueron 18 años que acumularon una deuda de 900 milones de dólares y pusieron a la empresa al borde de su extinción, hasta que ayer el gobierno de la Presidenta Kirchner...<strong>" reestatizó" </strong>para ponerla en valor y luego incorporar <strong>"nuevos capitales privados", </strong>previa aceptación por el Congreso Nacional de esta operación, <strong>deficitaria</strong> para el Estado Argentino.</p>
<p><strong>Hasta aquí los hechos</strong>, en el fondo a todos nos alegra, tener soberanía sobre una empresa de transporte, comunicación e integración aérea nacional e internacional, produce orgullo nacional, pero caben algunas consideraciones, esto sucede en plena crisis del oficialismo, en un escenario de derrota y de falta de credibilidad de la figura de la Presidenta Kirchner, menos del 20% de imagen positiva, pero es valorable el gesto realizado, puede servir para estabilizar la gestión presidencial o puede ser un nuevo traspié, esto está por verse.</p>
<p>Y está por verse por que el gesto <strong>debe ser rodeado de otros elementos,</strong> un cambio de estilo de gobierno y de elenco ministerial sólido y eficiente, de no ser así la reestatización de Aerolíneas, será una cortina de humo, estará envuelta de sospechas de negociados y se convertirá en una <strong>luz de bengala, </strong>son momentos de humor social desfavorable para Cristina, requiere de mucha paciencia y de gestos de grandeza, hoy más que nunca tiene vigencia el dicho...<strong>"al cojo hay que verlo caminar".</strong></p>
<p><strong>El discurso de la presidenta de ayer</strong>, tiene un aspecto a destacar...<strong>" la tirada de huevos a los que trabajan en aerolíneas argentinas"</strong> y fue clara, deben trabajar, ser responsables y no romper las guindas con conflictos histéricos, como muchas veces lo han hecho y lo siguen haciendo..."todos somos Aerolíneas, pero no boludos"...<strong>Bien, presidenta !!!</strong></p>
<p><strong>Ha empezado un nuevo tiempo político</strong>, todo lo que suceda en los próximos 15 días podrá llevar a <strong>"la gloria o a Devoto"</strong> al gobierno nacional... es un tiempo de saber leer con claridad las causas y los efectos de la crisis que vivimos, todo puede suceder, depende de la <strong>inteligencia emocional </strong>de todos los protagonistas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Las elecciones de la semejanza]]></title>
<link>http://razaparia.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:00:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>razaparia</dc:creator>
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<description><![CDATA[ La escasamente científica disciplina de la ciencia política acertadamente predice que un candida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> La escasamente científica disciplina de la ciencia política acertadamente predice que un candidato con buenas posibilidades de resultar vencedor, sobre todo si pugna por ocupar una función ejecutiva, moverá las piezas de su pensamiento pre-comicial hacia grises posiciones centristas en aras de captar la simpatía de la masa media del electorado. El demócrata Barack Obama había prometido una rauda retirada de las tropas estadounidenses de las arenas de Iraq en caso de ocupar la Casa Blanca; esa osada postura, adecuada para las reñidas elecciones primarias, no lo es tanto a pocos meses de las elecciones generales. Sus seguidores deberán conformarse con un regreso, ora glorioso, ora infame, dilatado de acuerdo a las necesidades bélicas del teatro de operaciones. El republicano John McCain, presentado desde el comienzo de la <img class="alignright" style="border:black 3px solid;margin:6px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3287/2676542410_5e2581e786_m.jpg" alt="ObamaMcCain" width="240" height="203" />hostilidades electorales como un heterodoxo miembro de su partido y ácido crítico de la administración Bush, coquetea con laxas propuestas económicas, ambientalistas e inmigratorias, lo que despertó en múltiples oportunidades las iras de los sectores más reaccionarios del republicanismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Pocos días atrás Obama redobló la apuesta: hizo retirar del sitio web de su campaña duros cuestionamientos formulados a la conducción de la guerra en Iraq (más específicamente, su desaprobación de la escalada de las operaciones contrainsurgencia, conocida como surge en los círculos militares) y advirtió a sus seguidores de color, en un coloquio formal, que deben considerarse responsables de sus destinos aun en medio de la intolerancia y de la discriminación. La maniobra es hábil: desde un extremo liberal, Obama posee extenso espacio para deslizarse hacia un conservadurismo moderado. McCain no puede cabalmente imitarlo; unos pasos más en la jabonosa pendiente del liberalismo  y dejará de ser  considerado un republicano respetable.  Sus asesores aconsejaron un contraataque selectivo: lucir abierto en lo que respecta a los temas pasibles de tratamiento populista y por ello capaces de constituirse en imanes de votos (la desaceleración de la economía, el medio ambiente y la permisividad para con los inmigrantes ilegales, como indicara líneas atrás) y ferozmente cerrado en lo que toca a la política exterior y los tópicos que versan sobre la religión y la vida privada, asuntos nada desdeñables en el arduo proceso de selección del próximo presidente de los Estados Unidos, el cual depende en gran medida del humor de las organizaciones más tradicionalistas de las profundidades de los estados del centro y del sur. <!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="border:black 3px solid;margin:6px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3017/2675722557_173e2837f5_o.gif" alt="Obama" width="160" height="300" />Barack Obama y John McCain parecen estar hoy día batiéndose en un duelo de espejos. Ambos apoyan la ampliación del cerco que divide a los territorios fronterizos de California, Arizona y Texas de sus contrapartes en México. Ambos celebraron, aunque con diferentes picos de euforia, la resolución de la Corte Suprema que reconoce el derecho de los estadounidenses a poseer armas de fuego. Ambos criticaron con acritud otra decisión de la misma Corte, la cual veda la aplicación de la pena de muerte en los delitos que sólo involucren el vejamen de menores de trece años. Ambos, astutamente, se declaran en contra del matrimonio homosexual, pero juran que no buscarán implementar una prohibición constitucional, sino que pondrán la solución final del problema gay en manos de las legislaturas estatales. Los dos han procurado asegurarse la credibilidad de Israel; Obama con mayor ahínco en virtud de las infundadas acusaciones que lo sospechan un secreto adepto al Islam. Los dos indicaron su intención de proveer fondos para la continuación de las investigaciones de laboratorio referidas a las células madre embrionarias, proyecto asombroso en el caso de McCain, puesto que su partido se opone de plano a tales avances de la medicina en consonancia con una plataforma genérica adscripta al conservadurismo religioso.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="border:black 3px solid;margin:6px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3296/2676542534_5eb6d422d4_o.gif" alt="McCain" width="160" height="300" />Tanto uno cuanto el otro afirman poseer plena confianza en la labor de las Fuerzas Armadas y de Inteligencia y se compromenten a hacerlas actuar en el marco de la ley. Cuesta encontrar materia concreta en la que los candidatos estén en franco desacuerdo; no en términos de grado sino de abierta confrontación. Quizás el sempiterno debate sobre el derecho de las mujeres a interrumpir un embarazo sea una de ellas. Obama ha votado, desde su puesto como senador por Illinois, demasiadas veces en favor del aborto como para desdecirse a estas alturas. McCain, también coherente en su permanente negativa, no sorprende a nadie con su retórica pro-life, y por ello la utiliza en raras ocasiones. Por supuesto, una módica manera de destacarse en esta deslucida contienda es acentuar las disparidades cosméticas: McCain no olvida histriónicamente gritar que bajará los impuestos y Obama les recuerda admonitoriamente a los chinos que de querer seguir comerciando con los Estados Unidos sus leyes laborales deberán humanizarse al punto de eliminar la quasi-trata de esclavos a los que el régimen de Beijing recurre para ahorrar costos. El triunfo de cualquiera de ellos, Obama o McCain, implicará una veloz priorización de la política y de la economía sobre la ética, en el caso del demócrata, y de los constreñimientos impositivos imprescindibles para financiar una guerra valuada en doce mil millones de dólares anuales para el republicano.</p>
<p style="text-align:justify;">Plausiblemente, el martes 4 de Noviembre, <em>election day</em> en los Estados Unidos, presentará a los votantes con dos opciones, por primera vez, poco distinguibles. Atrás quedan brechas tan claras como las que separaban a Kennedy de Nixon, a Reagan de Carter o a Bush Jr. de Gore. La Historia, que alza y destruye todas las obras humanas, excelsas o terribles, nos informará a su tiempo si esta sequía de distinciones significa que ha nacido una política más sincrónica, racional y digna de su lugar en la modernidad. O si, por el contrario, en una humareda de apatía y conformismo se extraviará la democracia.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Hadrian Bagration</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[RODADA DOHA - G-20 rejeita tentativa de países ricos de criar cotas agrícolas]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1041</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
<guid>http://comexgui.wordpress.com/?p=1041</guid>
<description><![CDATA[Confrontos entre países desenvolvidos e emergentes, e agora também entre os próprios países em d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confrontos entre países desenvolvidos e emergentes, e agora também entre os próprios países em desenvolvimento, anteciparam as negociações de 35 ministros a partir de hoje em Genebra para tentar salvar a Rodada Doha do fiasco total.</em></p>
<p align="justify">     O G-20, o grupo liderado pelo Brasil, pela primeira vez rejeitou publicamente a tentativa da União Européia (UE), Japão, Suíça e outros protecionistas de criar novas cotas para produtos agrícolas, consideradas um retrocesso no objetivo de liberalização agrícola global.</p>
<p>      O Valor apurou que a UE quer criar cota inclusive para o etanol, o que limitaria a entrada do produto com tarifa menor a cerca de 142 milhões de litros por ano, ou seja, 5% da média do consumo europeu entre 2003-2005. Basta comparar com a cota que a própria UE acenava para o Mercosul na negociação birregional, de 1 bilhão de litros por ano.</p>
<p>      O comissário europeu de Comércio, Peter Mandelson, apareceu em reuniões bilaterais, inclusive com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, com uma posição considerada insustentável para os emergentes.</p>
<p>      Mandelson oferece o mínimo que o texto agrícola na mesa prevê e exige o máximo do que o documento na área industrial propõe, o que é considerado o caminho mais direto para o fracasso se continuar assim nas próximas 48 horas.</p>
<p>      O representante europeu insistiu que a UE já fez demais na agricultura e só aceita aumentar as cotas agrícolas atuais em 4% do consumo doméstico, quando o mediador da negociação sugere que esse volume chegue a até 6% para dar uma compensação mais equilibrada aos exportadores que terão suas vendas limitadas no mercado europeu.</p>
<p>      Com os 4% para a expansão das cotas, a UE empurra também os Estados Unidos a persistir num limite elevado de subsídios domésticos agrícolas. O mediador da negociação agrícola sugeriu que os EUA baixem esses subsídios para algo entre US$ 13 bilhões a US$ 16,4 bilhões. A representante americana, Susan Schwab, já avisou que não chegará ao montante mais baixo. Vários negociadores suspeitam que americanos e europeu fizeram um acordo em torno de US$ 15 bilhões para os subsídios dos EUA.</p>
<p>      O Brasil reuniu ontem o G-110, aliança dos países em desenvolvimento, para sinalizar unidade na negociação e reiterar que o fim das distorções provocadas pelos subsídios gigantescos permanece como a principal tarefa da negociação da Rodada Doha.</p>
<p>      A unidade demonstrada pelos países em desenvolvimento mascara, porém, as divergências entre exportadores e importadores do grupo, quando se chegam aos detalhes. Foi o que ficou claro ontem quando o Paraguai e o Uruguai divulgaram um documento, manifestando a preocupação com o mecanismo de salvaguarda especial que a China, Índia, Indonésia e outros países em desenvolvimento querem ter para frear aumentos súbitos de importações agrícolas.</p>
<p>      Paraguai e Uruguai exemplificaram que a China poderá, com o mecanismo, colocar sobretaxas para algo entre 70% e 80% de suas importações agrícolas. No caso da soja, as importações subiram 48%, e Pequim poderá elevar de 3% para até 18% a tarifa de importação, considerando as propostas na mesa para deflagrar o mecanismo.</p>
<p>      O mais curioso é que o Brasil e a Argentina, os dois maiores exportadores agrícolas do Mercosul, não se juntaram ao Paraguai e Uruguai, quando seu agronegócio também coloca como prioritário evitar que a salvaguarda especial dos pobres aumente as barreiras.</p>
<p>      Negociadores do Brasil e da Argentina argumentaram, porém, que no momento a briga é mesmo contra os subsídios domésticos americanos, principalmente, onde se encontram as maiores distorções. Depois, no decorrer da semana, é que se pode discutir com “os sócios” uma solução para o mecanismo de salvaguarda especial.</p>
<p>      A China mostra-se tão preocupada em garantir o direito de frear importações agrícolas que desta vez enviou dois ministros para a rodada de negociações na OMC, quando normalmente só costuma mandar um vice-ministro ou altos funcionários.</p>
<p>      Os países insistiram que não há racha no G-20, ao mesmo tempo em que a evidência mesmo é de que as posições nacionais vão se manifestar fortemente nas reuniões desta semana entre os ministros.</p>
<p align="right"><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OMC - Alta das commodities abala Doha]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1039</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:45:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
<guid>http://comexgui.wordpress.com/?p=1039</guid>
<description><![CDATA[A alta nos preços de commodities estremece a Rodada Doha e faz os países, incluindo o Brasil, repe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>A alta nos preços de commodities estremece a Rodada Doha e faz os países, incluindo o Brasil, repensarem o que estão dispostos a pagar por um tratado internacional de comércio.</em></p>
<p align="justify">     Entidades internacionais e representantes do setor privado alertaram ontem, em Genebra, que o Brasil teria ganhos mínimos e, em alguns setores, até prejuízo com a Rodada. Os custos apontam que não valeria a pena sequer tentar fechar um acordo na Organização Mundial do Comércio (OMC). Estudo do Banco Mundial mostra que a Rodada geraria ganho de US$ 96 bilhões por ano à economia mundial, menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta. Desse total, só US$ 16 bilhões iriam para os países emergentes, sendo US$ 1,4 bilhão para o Brasil. O setor industrial nacional ganharia US$ 300 milhões. Ainda assim, o setor privado brasileiro ficaria com quase um sexto dos ganhos de todos os emergentes. Só a Índia teria ganhos superiores.</p>
<p>      Em 2001, quando a Rodada foi lançada, o próprio Banco Mundial estimava ganhos de US$ 832 bilhões, dos quais quase US$ 300 bilhões aos emergentes, 20 vezes mais do que os números atuais.</p>
<p>      Roberto Azevedo, principal negociador do Brasil na OMC, admite que hoje a Rodada não tem o mesmo valor que tinha há um ano. Naquele período, com os preços baixos no setor agrícola, os subsídios americanos e europeus impediam a competitividade dos países emergentes e geravam prejuízos. Hoje, com a alta de preços, os subsídios caíram a níveis bem abaixo do que a própria OMC vai oferecer. Na prática, um eventual acordo não teria impacto no volume de subsídios distribuídos. Os americanos hoje dão cerca de US$ 7 bilhões em subsídios. Na melhor das hipóteses, um acordo vai limitar esse valor em US$ 13 bilhões. Significa que a Casa Branca poderia aumentar seus subsídios, e não reduzi-los.</p>
<p>      Estudos da Boston University e da Tufts Univeristy nos EUA mostra que o valor seria menor que a expansão das exportações hoje no Brasil. Estima também que cada pessoa no mundo ganharia apenas um centavo de dólar por dia com o acordo.</p>
<p>      Segundo a projeção, o Brasil ainda perderia US$ 3,1 bilhões ao ano por não poder arrecadar impostos de importação. No cálculo final, a Rodada traria prejuízos. Os países em desenvolvimento ainda perderiam US$ 63 bilhões com o corte na arrecadação de impostos de importação. O Oriente Médio e a África seriam os mais prejudicados.</p>
<p>      Mesmo assim, o governo brasileiro não acredita que haja motivos para que a Rodada não seja fechada. “O que mudou é o preço que vamos pagar”, disse o chanceler Celso Amorim.</p>
<p>      O Brasil avalia que o acordo seria como um seguro, evitando que, no futuro, os subsídios possam subir aos níveis das últimas décadas. Pela lei, os americanos têm o direito de dar US$ 41 bilhões em subsídios por ano. O teto seria uma forma de garantir que as distorções não cheguem a níveis anteriores. Mas diplomatas apontam que Doha foi superada pela realidade internacional e não dá mais resposta aos problemas atuais.</p>
<p>      CRÍTICAS PONTUAIS</p>
<p>      O governo brasileiro afirma estar ciente do que vai ganhar e alerta que as críticas do setor privado são “pontuais” e limitadas a alguns atores e entidades. Nos bastidores, o Itamaraty estima que as cotas existentes sobre carne para a exportação para a União Européia são suficientes. “Já fizemos nossos cálculos”, afirmou Azevedo.</p>
<p>      Já para Pedro Camargo Netto, presidente da Associação de Produtores de Carne Suína, não há nenhum ganho no acordo que está sobre a mesa. Ele alertou o Itamaraty sobre isso em uma reunião há poucos dias.</p>
<p>      O Itamaraty reconhece que o valor da Rodada Doha caiu nos últimos meses diante da alta nos preços internacionais de alimentos e de commodities, fator que gerou maiores ganhos ao Brasil que qualquer redução tarifária nos países ricos.</p>
<p>      Hoje, a alta nos preços é o fator responsável por garantir o superávit na balança comercial brasileira e mesmo na expansão das metas de exportação. Em volumes, as exportações brasileiras tiveram queda de 2% entre janeiro e maio, ao contrário da tendência mundial.</p>
<p>      Em valores, o Brasil tem sido favorecido pela alta nos preços de alimentos, minerais e outras commodities. Graças a isso, as exportações em dólares aumentaram 20%, mesmo com as tarifas e barreiras nos países ricos mantidas no mesmo nível.</p>
<p align="right"><strong>Fonte:</strong> O Estado de São Paulo</p>
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<title><![CDATA[Amorim ataca europeus e vê dia “inútil” de negociações]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1037</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:44:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Marcelo Ninio, de Genebra
Na 1ª fase do encontro da Rodada Doha, brasileiro classifica proposta da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo Ninio, de Genebra<br />
Na 1ª fase do encontro da Rodada Doha, brasileiro classifica proposta da UE de “encenação”</p>
<p>Ministro diz que nova oferta não traz nenhum avanço; expectativa é que os temas principais comecem a ser discutidos hoje na OMC<br />
O primeiro dia da reunião considerada decisiva para quebrar um impasse de sete anos nas negociações comerciais da Rodada Doha serviu como um prenúncio pessimista do que virá no resto da semana. O encontro começou com a União Européia prometendo mais acesso a seus mercados agrícolas, e terminou com o Brasil chamando a proposta de “encenação”. O chanceler Celso Amorim chegou a dizer que a primeira reunião foi “inútil”.<br />
A suposta oferta européia foi feita logo pela manhã pelo comissário de Comércio do bloco, Peter Mandelson. Ele sugeriu que o bloco estaria disposto a aceitar cortes de 60% em suas tarifas de importação sobre produtos agrícolas, o que seria um avanço em relação ao número atualmente na proposta em discussão, de 54%.<br />
Já era noite em Genebra quando os ministros deixaram a sede da OMC (Organização Mundial do Comércio), após cinco horas de reunião. Indagado sobre a proposta européia, Amorim negou que ela represente uma nova concessão.<br />
“Ora, 60%!”, ironizou. “É muito fácil produzir números como 60% ou 90% quando eu escolho os produtos em que ninguém está interessado ou que poucos países exportam. Eu quero saber o que eles vão fazer com frango, etanol, açúcar. É isso que me interessa.” Completou o comentário classificando a oferta européia de “encenação estatística”.<br />
Sobre o primeiro dia de reuniões, o chanceler brasileiro não escondeu sua impaciência com a ausência de discussões substanciais. “Talvez tenha sido uma reunião necessária e nós precisemos passar por isso”, disse Amorim. “Mas do meu ponto de vista foi totalmente inútil, porque não ouvi idéias ou sugestões novas. Vamos ver amanhã [hoje].”<br />
A manipulação de Mandelson ao sugerir que estava oferecendo nova concessão foi logo desqualificada dentro da própria UE. Mariann Fischer-Boel, comissária européia de Agricultura, reconheceu que a proposta não tinha “nada de novo”. O mesmo tom foi usado pela ministra de Comércio da França, país que atualmente ocupa a Presidência da UE. Segundo Anne-Marie Idrac, a diferença entre o número na proposta e o oferecido por Mandelson era uma questão de como calcular os cortes, com ou sem a inclusão de produtos tropicais.<br />
“Houve progresso ou novas porcentagens? A resposta é não. Peter Mandelson esclareceu o que as discussões técnicas mostraram: nada a mais e nada a menos”, disse Idrac, que reiterou a protecionista posição francesa, de que nenhuma concessão adicional deve ser feita em acesso a seu mercado agrícola. “Nossa proposta já é a mais generosa sobre a mesa.”<br />
No fim do dia, Mandelson negou-se a detalhar sua oferta e jogou a pressão para os países em desenvolvimento, dos quais espera cortes maiores em suas tarifas industriais que os aceitos até agora. “Esses cortes precisam dar acesso a mercados na prática, essa é a questão. Nada além disso funcionará. Nada além disso permitirá um acordo”, disse Mandelson.<br />
Ninguém esperava um avanço logo no primeiro dia, mas diplomatas presentes à reunião disseram que o chanceler brasileiro e outros ministros estavam visivelmente impacientes com o tempo excessivo gasto com a apresentação de propostas que todos já conhecem. A expectativa é que os temas principais comecem a ser discutidos hoje, quando será possível avaliar quais as chances de sucesso do encontro. “O jogo começa amanhã”, disse o chanceler de Barbados, Christopher Sincker, um dos 35 ministros que participaram da reunião.</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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<title><![CDATA[Potências econômicas mantêm suas posições em reunião da OMC.]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1028</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:40:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Celso Amorim avalia que texto de negociação industrial força países a fazerem concessões.
A reu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Celso Amorim avalia que texto de negociação industrial força países a fazerem concessões.</p>
<p>A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em que se tenta salvar a Rodada de Doha começou nesta segunda-feira com as principais potências comerciais entrincheiradas em suas posições e reivindicando concessões junto aos demais para superar o bloqueio das negociações. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse na reunião que o texto sobre a negociação industrial é baseado “na lógica de forçar os países, especialmente em desenvolvimento”, a fazer concessões que vão além do que estão preparados.</p>
<p>Os Estados Unidos disseram que esperam “contribuições mais significativas” dos países emergentes, aos quais reivindicam — em uma posição que compartilham com a UE — que diminuam suas barreiras tarifárias para a entrada de produtos industriais e para o comércio de serviços. Por outro lado, os países emergentes, como China, Brasil e Índia, querem a maior abertura possível na agricultura, mas pretendem que se mantenha certa proteção no setor industrial para proteger seus incipientes industriais locais.</p>
<p>Já a representante de Comércio dos Estados Unidos, Susan Schwab, assegurou hoje que seu país quer ser líder nas atuais negociações para desbloquear a Rodada de Doha, mas enfatizou que necessita da ajuda de outras nações. O chanceler argentino, Jorge Taiana, denunciou hoje que o mandato original da Rodada de Doha não está sendo cumprido.</p>
<p>E, a presidente do Conselho de Ministros da União Européia (UE), a francesa Anne Marie Idrac, destacou que os 27 países-membros fizeram ofertas vantajosas para os países em desenvolvimento no âmbito agrícola e que essa é sua última palavra pois eles não estão dispostos a ceder mais.</p>
<p>Da UE é esperado que abra seus mercados às importações agrícolas de países pobres, já que o bloco mantém reservas e sua posição de continuar protegendo produtos que considera sensíveis. Antes do início da reunião, o representante europeu nestas negociações, Peter Mandelson, tinha prometido um corte nas tarifas agrícolas de 60%, contra os 54% anunciados pelo bloco.<br />
Fonte: Zero Hora</p>
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<title><![CDATA[La solidaritat inestimable de l'empresariat català]]></title>
<link>http://cinicat.wordpress.com/?p=201</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 06:08:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinicat</dc:creator>
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<description><![CDATA[Són fàcils les crítiques que des de l&#8217;esquerra sovint es fan als empresaris pel seu afany, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Són fàcils les crítiques que des de l'esquerra sovint es fan als empresaris pel seu afany, diuen, desmesurat de fer diners. I obliden l'enorme tasca social que fan les empreses.</p>
<p>En aquests moments, veient les enormes desigualtats que hi ha al nostre planeta, entre països rics i països pobres, els empresaris han emprès unes campanyes de solidaritat amb el tercer món que superen amb escreix les innocents aportacions, el famós 0'7%, que preconitzen les organitzacions humanitàries.</p>
<p>El que necessiten al tercer món no són almoines sinó possibilitats de crear riquesa. I la millor manera és potenciant-hi la creació d'indústria. I això és el que fan els nostres empresaris: tancar les empreses d'aquí per traslladar-les a països pobres que de ben segur ho necessiten molt més que nosaltres.</p>
<p>Aquesta és la veritable solidaritat amb el tercer món!</p>
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<title><![CDATA[Estados Unidos podem fazer nova proposta para reduzir subsídios na Rodada Doha ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1026</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 19:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - A secretária de Comércio Exterior dos Estados Unidos, Susan Schwab, afirmou hoje (21) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A secretária de Comércio Exterior dos Estados Unidos, Susan Schwab, afirmou hoje (21) que o país está disposto a apresentar uma nova proposta de corte dos subsídios agrícolas para tentar um acordo com os países presentes nas negociações da Rodada Doha, segundo informações da BBC Brasil.</p>
<p class="western">Vários países estão reunidos em Genebra, sede da Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar um consenso no encontro da Rodada Doha, parada em decorrência da negativa dos países desenvolvidos em reduzir os subsídios agrícolas.</p>
<p class="western">Schwab disse que os Estados Unidos reconhecem que podem contribuir com os outros países ainda mais na redução de subsídios na agricultura. Além disso, admitiu que o país tem a responsabilidade de dar mais um passo nas negociações e em contrapartida espera que os países em desenvolvimento também façam novas propostas.</p>
<p class="western">Sobre as declarações do Ministro de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, de que os países desenvolvidos usam práticas nazistas de comunicação para dar a impressão fazer mais concessões do que dizem os países em desenvolvimento, Schwab, se negou a falar sobre o assunto. Contudo, seu porta-voz, classificou de “infeliz” a declaração de Amorim.</p>
<p class="western">Durante abertura da reunião para se fechar um acordo para a Rodada Doha, o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, afirmou que é preciso se chegar a resultados positivos nesta reunião. “Chegou a hora de passar de discursos para negociações”, disse Lamy, segundo informações divulgadas no <em>site</em> da instituição.</p>
<p class="western">Durante toda a semana serão feitas mais reuniões entre os países que participam da Rodada.</p>
<p class="western">Fonte: Agência Brasil</p>
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<title><![CDATA[Países em desenvolvimento acreditam em “resultado substancial” nas negociações de Doha ]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1016</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 19:24:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasília - O G-20, grupo de países em desenvolvimento, declarou em um comunicado conjunto que um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - O G-20, grupo de países em desenvolvimento, declarou em um comunicado conjunto que um “resultado substancial” nas negociações da Rodada Doha deve ser alcançado nas áreas de Apoio Doméstico, Acesso a Mercados e Subsídios à Exportação. Desde sexta-feira (18), países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/19/materia.2008-07-19.8911010487/view" target="_self"><span style="color:#436976;">estão reunidos</span></a> em Genebra, na Suíça, para encontros preparatórios da reunião ministerial que começa hoje (21). Um dos temas a ser tratado nesta reunião são as negociações da Rodada de Doha.</p>
<p>O grupo também afirmou a necessidade dos países desenvolvidos de assumir a responsabilidade na redução dos subsídios agrícolas internos e na melhora do acesso a mercados.</p>
<p>O G-20 e outros grupos de países em desenvolvimento que fazem parte da OMC também divulgaram um comunicado conjunto. No documento, eles afirmam que para que os países em desenvolvimento participem do sistema multilateral de comércio é necessário que a OMC responda às preocupações e necessidades dessas nações. “Principal razão pela qual o mandato de Doha pôs os interesses dos países em desenvolvimento no centro do programa de trabalho”, diz.</p>
<p>Os países também enfatizaram o papel central das negociações agrícolas na Rodada de Doha. E afirmaram que a maioria dos agricultores do mundo encontra-se nos países em desenvolvimento e são estes que mais sofrem com os “subsídios gigantescos que distorcem o comércio e com barreiras que impedem o acesso aos mercados dos países desenvolvidos”.</p>
<p>O grupo se comprometeu ainda a trabalhar construtivamente para que seja possível chagar a um acordo nas modalidades de agricultura até o final da semana. Afirmaram a necessidade de se ter “um processo realmente multilateral, transparente e conduzido de baixo-para-cima”.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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<title><![CDATA[La lógica aplicada a las “False Flag”]]></title>
<link>http://de2008a2012.wordpress.com/?p=148</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 14:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>de2008a2012</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Ayer  ETA, según  los medias mas, puso un artefacto explosivo en Laredo, ciudad turística del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.europapress.es/nacional/noticia-atentado-ayuntamiento-laredo-convoca-concentracion-repulsa-atentado-doce-mediodia-20080721100334.html"><span style="font-size:small;">Ayer <span> </span>ETA</span></a><span style="font-size:small;">, según <span> </span>los medias mas, puso un artefacto explosivo en Laredo, ciudad turística del norte de España.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Lugar donde los vascos menos agraciados económicamente derriban sus estancias vacacionales en verano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Quiero aprovechar esta penosa realidad, para apuntar como puede ser posible que supuestos grupos terroristas ataquen indiscriminadamente a aquellos que compranten sus ideales aunque estos los defiendan por otras vías. Me explico:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">ETA atentando a los vascos, entre otros, que acostumbran a veranear en estas costas cantabras, las FARC secuestrando a gente que contribuye a la ardua tarea del reequilibrio entre la sociedad colombiana…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/HWBOok6tjJs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/HWBOok6tjJs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> <!--more--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.perfil.com/contenidos/2008/01/13/noticia_0010.html"><span style="font-size:small;">Las FARC</span></a><span style="font-size:small;"> , otro movimiento de liberación del pueblo no olvidemos como se llaman el EJERCITO DEL PUEBLO, y nació para equilibrar las igualdades sociales, económicas y políticas <span> </span>existentes en Colombia secuestró a Ingrid que parecía entonces, la única política dispuesta a devolver la dignidad del pueblo colombiano  erradicando a todos los narcotraficantes instaurados en la clase política del País.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.investigar11s.org/"><span style="font-size:small;">El 11S</span></a><span style="font-size:small;">, a pesar de todas las incongruencias que han salido ya a la luz y que gobiernos como los de Japón se han llegado a plantear hasta en sus congresos, obviando la lógica realista que nos ha hecho llegar a la conclusión de que el 11S fue un auto atentado, aún quitándonos eso de la cabeza, piensen en esto que les digo: </span><a href="http://actualidad.terra.es/articulo/html/av2285529.htm"><span style="font-size:small;">EEUU la potencia mundial</span></a><span style="font-size:small;">, el país más fuerte, el más protegido y avanzado tecnológicamente, sufre en su centro neurálgico<span>  </span>económico un Atentado Islamista…¿como pudo ser eso? ¿no les gerena dudas?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.atinachile.cl/tag/banderafalsa"><span style="font-size:small;">El 7J</span></a><span style="font-size:small;">, como puede ser, que semanas anteriores a este atentado, se estuvieran ejecutando pruebas y simulacros contra un ataque terrorista en las líneas de metro??? como es que dos semanas después de habar pasado con éxito estos exámenes de seguridad Ciurana no surgieron efecto??  y tuviesen que sufrir lo que sufrieron. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.atractor.info/atracta/2006/11/08/index.html"><span style="font-size:small;">El 11M</span></a><span style="font-size:small;">….basta solo con nombrarlo para tener dudas sobre lo que nos han contado, y<span>  </span>todo gracias a la politización del argumento sobre los auténticos <span> </span>cerebros de la operación y aquellos que la financiaron, a sabiendas de que ni ETA ni los Islamistas tenían nada que ver… pero es evidente que ni al PP ni al PSOE les interesa dar a conocer  la verdad, y si no vean como han abandonado el barco de los peones negros, al pp, me refiero cuando han visto que la politización dentro del núcleo de personas que estaban buscando la Verdad no les ha cuajado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"><!--YouTube Error: bad URL entered--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Sin duda incongruencias que se han ido dando en la historia</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">¿Porqué los </span><a href="http://www.publispain.com/revista/la-guerra-sucia-contra-eta-el-gal.htm"><span style="font-size:small;">GAL</span></a><span style="font-size:small;"> secuestraban y robaban armas a los<span>  </span>policías? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Quedó claro y difuminado como no!!! pewro la realidad fue que los que pertenecían a este grupo de acción terrorista también lo hacían  al funcionariado publico….pero el consumismo pudo mas que la realidad… y se pasó por alto como se pasó por alto el tema de la colza y tantos y tantos temas a nivel mundial donde la Bandera falsa ha sido el método de acción para encubrír miles y millones <span> </span>de muertes de personas, acciones completamente unilaterales y a la servidumbre de la hermanad.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">¿Que nos queda?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Me niego a pensar y creer que la indignación es el ultimo peldaño. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Fuerza ánimo y mucho amor para todos aquellos que luchemos contra la ocultación y manipulación de la verdad.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Empecemos por abrir los ojos y cantar la verdad a los 4 vientos</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">No a la politización Para la Verdad del 11M</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">[googlevideo=http://video.google.es/videoplay?docid=-1890347560844186436&#38;hl=es]</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercosul não fecha posição sobre limites à importação]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1014</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Paraguai e Uruguai divulgaram comunicado em que manifestaram preocupação com mecanismo em discuss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Paraguai e Uruguai divulgaram comunicado em que manifestaram preocupação com mecanismo em discussão na OMC que autoriza aumentos temporários de tarifas aos países em desenvolvimento para limitar as importações. Brasil e Argentina, parceiros no Mercosul, não assinaram o documento.<br />
O Mecanismo Especial de Salvaguardas (SSM, na sigla em inglês) permitiria que um país aumentasse suas tarifas agrícolas de 25% a 40% para um produto a fim de se proteger de alta súbita das importações. O chanceler paraguaio, Rubén Ramírez Lezcano, um dos signatários da nota, disse que o mecanismo poderia afetar até 50% das exportações dos emergentes à China, por exemplo.<br />
O principal negociador argentino, Néstor Stancanelli, negou que haja divergências sobre o tema. “Não há divisão no Mercosul.” (MN)</p>
<p>Fonte: Folha São Paulo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Venezuela vetará acordo entre EUA e Mercosul]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1010</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:27:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
<guid>http://comexgui.wordpress.com/?p=1010</guid>
<description><![CDATA[Jamil Chade
O governo da Venezuela alerta que vai bloquear qualquer tentativa de acordo comercial en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Jamil Chade<br />
O governo da Venezuela alerta que vai bloquear qualquer tentativa de acordo comercial entre o Mercosul e os Estados Unidos. Nos bastidores, o governo brasileiro vem trabalhando com a possibilidade de se aproximar dos Estados Unidos. Mas com a adesão da Venezuela ao Mercosul, Caracas deixa claro que não vai apoiar a iniciativa.<br />
“Não temos porque ter um acordo (com os americanos) ou a idéia de um projeto como a Alca (Área de Livre Comércio das Américas)”, afirmou ontem em Genebra o ministro de Comércio da Venezuela, Willian Contreras.<br />
Segundo ele, os trabalhos técnicos para adesão da Venezuela ao Mercosul estão “praticamente concluídos”. “Estamos apenas esperando a ratificação por parte do Congresso brasileiro. Espero que isso ocorra logo”, disse. O ministro acredita que a adesão da Venezuela ao Mercosul dará um “novo perfil ao bloco”. “Vemos unir o potencial energético da Venezuela ao potencial agrícola do Brasil”, afirmou.<br />
A Venezuela ainda ataca o acordo que está sendo proposto na Organização Mundial do Comércio (OMC) e insinua que está disposta a bloquear um tratado nas bases. “A OMC está defasada e não dá uma resposta aos problemas do mundo real, como a crise alimentar. Alguns na organização parecem surdos diante de nossos apelos”, disse Contreras, que tem o pomposo título de Ministro do Poder Popular para Indústrias Leves e Comércio.<br />
Questionado se Caracas estaria disposta a vetar sozinha um acordo, respondeu apenas que “o tratado não poderá ser imposto a ninguém”. “Não vamos aceitar chantagem política. Vamos manter nossa soberania.”<br />
Em um encontro que manteve com o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, Contreras ainda deixou claro que não aceitaria que outros países tomassem decisões em seu nome. “Não delegamos a terceiros decisões soberanas”, afirmou o ministro. Para ele, os objetivos originais da Rodada Doha foram “esquecidos”.</p>
<p>Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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<title><![CDATA[Falta de sintonia marca reunião da OMC]]></title>
<link>http://comexgui.wordpress.com/?p=1008</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:27:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Americanos e europeus se uniram para pressionar emergentes.
A Europa oferece a mínima abertura de s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Americanos e europeus se uniram para pressionar emergentes.</p>
<p>A Europa oferece a mínima abertura de seu mercado aos produtos agrícolas brasileiros e exige total acesso ao mercado nacional para seus bens industriais. Enquanto isso, o governo americano impõe condições para apresentar sua proposta de corte de subsídios agrícolas e quer livre acesso para seus veículos, máquinas e têxteis.</p>
<p>Já o Brasil deixou claro que o “preço da Rodada mudou” e que não vai mais pagar o mesmo que estava disposto há um ano. Foi nessa total falta de sintonia que ministros de todo o mundo começaram neste domingo as reuniões para tentar fechar a Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), sete anos após seu lançamento.</p>
<p>— Se essas posições continuarem assim, não teremos um acordo — alertou o embaixador Roberto Azevedo, principal negociador do Brasil.</p>
<p>O Itamaraty já acenou que tem margem de flexibilidade para aceitar uma maior abertura no setor industrial, mas não pode garantir que os demais emergentes e o Mercosul sigam o mesmo caminho. Para negociadores, americanos e europeus se uniram mais uma vez para pressionar os países emergentes para a abertura de seus mercados.</p>
<p>Na reunião entre o comissário de Comércio da UE, Peter Mandelson, e o chanceler Celso Amorim, os europeus pressionaram para que o Brasil reduzisse ao máximo suas barreiras no setor industrial. O objetivo seria garantir certas proteções para setores mais vulneráveis dos países emergentes, mas evitar que toda uma área da economia seja declarada como sensível e fora da liberalização. Amorim indicou que o Brasil teria como adotar uma posição mais flexível, mas que não poderia garantir o mesmo de outros emergentes ou do Mercosul.</p>
<p>— A reunião mostrou que ainda não estamos no ponto de chegar a um acordo — afirmou o chanceler.</p>
<p>A principal queixa do Brasil é de que os europeus pedem uma abertura máxima do país, enquanto oferecem cotas relativamente pequenas para carnes e produtos agrícolas. Pelos cálculos do governo, o acesso oferecido pelos europeus está ainda bem abaixo do que a Rodada Doha deveria gerar como comércio. A União Européia saiu insatisfeita do encontro com o Brasil e insistiu que os emergentes terão de oferecer maiores flexibilidades para que haja um acordo.<br />
Fonte: Zero Hora</p>
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