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	<title>linguistica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/linguistica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "linguistica"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:39:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Papa vai lançar a leitura integral da Bíblia na televisão]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1817</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:37:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>André</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agora sim! Está provado que a televisão pode ser um veículo tanto de humor quanto de extrema viol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:4px;" src="http://ceticismo.net/wp-content/uploads/papa_tv.jpg" alt="" width="250" height="330" />Agora sim! Está provado que a televisão pode ser um veículo tanto de humor quanto de extrema violência. Que o diga o nosso.. quer dizer, dos outros, sumo pontífice Chico Bento XVI.</p>
<p style="text-align:justify;">Como o Império do Mal (ICAR para os íntimos) vê que anda perdendo para malucos televisivos da laia do Silas Malafaia (rima proposital) e do R. R. Soares, o Comandante-em-Chefe do exército das Ovelhinhas do Senhor, Palpatine Ratzinger resolveu bancar o Sílvio Santos da Fé e dará início a um ciclo de leitura integral da Bíblia, durante uma semana seguida, na televisão pública italiana RAI, anunciou esta última nesta quinta-feira (16/07).</p>
<p><a href="http://ceticismo.net/2008/07/17/papa-vai-lancar-a-leitura-integral-da-biblia-na-televisao/">Read more »</a></p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Divulgação de cursos de pós-graduação]]></title>
<link>http://alvaroiriarte.wordpress.com/?p=504</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 11:24:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvaroiriarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postgrados en lingüística aplicada 2008/2009 (España) (y comentario sobre la distribución de la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://discurso.wordpress.com/2008/07/16/postgrados-en-linguistica-aplicada-20082009-espana-y-comentario-sobre-la-distribucion-de-la-informacion/">Postgrados en lingüística aplicada 2008/2009 (España) (y comentario sobre la distribución de la información) « discurso</a><br />
(em <a href="http://discurso.wordpress.com/" target="_blank">Discurso...</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mãos Inábeis]]></title>
<link>http://cutia.wordpress.com/?p=340</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 03:24:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gigi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vocês sabem o que exatamente eu estudo? Pois vou explicar rapidamente: são textos que foram escrit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Vocês sabem o que exatamente eu estudo? Pois vou explicar rapidamente: são textos que foram escritos nos séculos XVII e XVIII por adultos portugueses semi-alfabetizados.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu tive que aprender a ler esses textos na marra, e posso dizer que ficar na frente de uma máquina de leitura de micro-filmes por mais de 4 horas seguidas só pra entender o que diz o manuscrito dá dor de cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">Imaginem uma caligrafia toda torta, bem difícil de entender. É isso. É como pedir para uma vovozinha ler um muro pichado.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://bigeyedeer.wordpress.com/2008/07/15/this-cartoon-wrote-a-sweary-word-on-your-toilet-wall/"><img class="aligncenter" src="http://bigeyedeer.files.wordpress.com/2008/07/graf.gif?w=500&#38;h=402" alt="" width="500" height="402" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Então vocês podem imaginar o tanto que eu ri quando me deparei com esse cartum de cima... :D</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IN TREATMENT - HBO]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=365</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 03:51:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Gabriel Byrne, ator irlandês, vira fenômeno. Byrne representa o Dr. Paul Weston na série In Tre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.files.wordpress.com/2008/07/intreatment.jpg"><img class="size-full wp-image-366 aligncenter" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/07/intreatment.jpg" alt="" width="500" height="192" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Gabriel Byrne, ator irlandês, vira fenômeno. Byrne representa o Dr. Paul Weston na série <strong>In Treatment</strong> (no Brasil, Em Terapia) do canal HBO. O sucesso é tamanho que seu verbete na <em>Wikipedia</em> é apenas um pouco menor que o da Psicanalista Lacaniana Elisabeth Roudinesco. O curioso é que Roudinesco, de fato, existe. Mas Dr. Paul é o personagem principal da série de maior sucesso do público psi e também dos leigos, abarcando - inclusive - espectadores que nunca cogitaram a hipótese de fazer análise e hoje andam revendo suas decisões. Sem falar no 'rebuliço' que o ator anda causando no público feminino.</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira temporada chegou ao fim na última sexta-feira. dia 11 de Julho, completando 43 distribuídas em sessões de 4 analisandos do Dr. Paul e em suas sessões semanais de análise com a Dra. Gina, interpretada pela atriz Dianne Wiest. A segunda temporada só começa a ser gravada daqui a três meses e o lançamento do Box da primeira temporada foi anunciado para Setembro deste ano nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / </strong><a href="mailto:flavia@pontolacaniano.com.br"><strong>flavia@pontolacaniano.com.br</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II COLÓQUIO INTERNACIONAL - ESCRITA E PSICANÁLISE]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=363</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 03:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=363</guid>
<description><![CDATA[28, 29 E 30 DE AGOSTO DE 2008 - UFSC - FLORIANÓPOLIS / SC
&#8220;Sobre a escrita e a psicanálise
A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>28, 29 E 30 DE AGOSTO DE 2008 - UFSC - FLORIANÓPOLIS / SC</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>"Sobre a escrita e a psicanálise</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A escrita, desde Freud e Lacan, esteve presente no desenvolvimento dos conceitos psicanalíticos, seja como produção e transmissão na construção mesma dos conceitos, seja utilizando a escrita literária no <em>fazer </em>psicanalítico. Lacan explorou detidamente alguns conceitos freudianos e propôs novos ângulos de mirada da psicanálise frente à literatura e à escrita, especialmente no que se refere à relação entre gozo e repetição, fundamental para se pensar a clínica psicanalítica. Traço e estilo são algumas noções que enlaçam escrita e psicanálise, além de outros conceitos cruciais como sintoma, inibição, angústia, inconsciente, ato e letra.</p>
<p style="text-align:justify;">Freud se aproximou da literatura e das artes. Lacan, por sua vez, trouxe importantes questões da filosofia para a construção de sua teoria. Sendo assim, consideramos pertinente tomarmos a escrita no âmbito dessa pluralidade de saberes, visto ai mportância das conexões e redes de pesquisa na elaboração de questionamentos, a partir de uma multiplicidade de vozes na sua discussão."</p>
<p style="text-align:right;">O evento conta com a participação dos conceitudados psicanalistas Luciano Elia e Marco Antonio Coutinho Jorge</p>
<p style="text-align:justify;">inscrições: <a href="http://www.nep.ufsc.br">www.nep.ufsc.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charles Melman em Salvador - BA]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=361</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:45:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=361</guid>
<description><![CDATA[A PSICANÁLISE AINDA É SUBVERSIVA?

&#8220;Para Freud, o mal-estar na cultura sustentava a excessiv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>A PSICANÁLISE AINDA É SUBVERSIVA?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/04/melman2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-177" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/04/melman2.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a></p>
<p style="text-align:center;">"Para Freud, o mal-estar na cultura sustentava a excessiva repressão sexual. e, nossa época, quando domina a liberdade dos costumes, a felicuidade na cultura está assegurada?"</p>
<p style="text-align:right;">Charles Melman</p>
<p style="text-align:justify;">01 DE AGOSTO DE 2008</p>
<p style="text-align:justify;">17:00 ÀS 22:00</p>
<p style="text-align:justify;">AUDITÓRIO DO SALVADOR TRADE CENTER / Av. Tancredo Neves, 1632 - Salvador - Bahia</p>
<p style="text-align:justify;">informações: <a href="http://www.espacomoebius.com.br">www.espacomoebius.com.br</a>     <a href="mailto:secretaria@espacomoebius.com.br">secretaria@espacomoebius.com.br</a>   (71) 3358-2051</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CURSO DE FÉRIAS DA UFF - GRATUITO!!!]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:11:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
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<description><![CDATA[
 
postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / flavia@pontolacaniano.com.br
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.files.wordpress.com/2008/07/cursoferias.jpg"><img class="size-full wp-image-359 aligncenter" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/07/cursoferias.jpg" alt="" width="500" height="682" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:right;"><strong>postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / </strong><a href="mailto:flavia@pontolacaniano.com.br"><strong>flavia@pontolacaniano.com.br</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Gane quien gane, no habrá grandes cambios" ]]></title>
<link>http://greentankchile.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:07:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>greentankchile</dc:creator>
<guid>http://greentankchile.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[Entrevista a Noam Chomsky*
Figura destacada de la lingüística del siglo XX y considerado uno de lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>Entrevista a Noam Chomsky*</h2>
<p>Figura destacada de la lingüística del siglo XX y considerado uno de los intelectuales más influyentes de la izquierda estadounidense, Noam Chomsky nació el 7 de diciembre de 1928 en Filadelfia, Estados Unidos. Profesor emérito de lingüística en el Instituto Tecnológico de Massachusetts, Chomsky se ha transformado en uno de los principales críticos de la política exterior de su país, de su dirigencia y en un defensor a ultranza de los derechos humanos. De ahí que en sus numerosos libros, artículos y ensayos políticos, traducidos a más de una docena de idiomas, analice el trasfondo del discurso político y busque sin cesar la verdad detrás del mismo. Aquí, en este diálogo mantenido por correo electrónico cuando faltan pocos meses para las elecciones presidenciales en su país, Chomsky reflexiona sobre los posibles escenarios futuros según quién resulte ganador.</p>
<p> </p>
<p>—Tras el triunfo de Obama en las internas demócratas y desde un análisis de la cuestión racial en particular, ¿a quién cree que irán los votos de Clinton?</p>
<p> </p>
<p>—La elección señaló que Estados Unidos ha alcanzado un nivel de civilización en el cual el poder político no está restringido a hombres blancos. Sin embargo, en este momento las encuestas indican que un número considerable de demócratas registrados no votará por Obama. En parte, principalmente en el Sur, es una cuestión de racismo apenas disfrazado. Es probable que algún segmento de los partidarios de Clinton sienta amargura por el devenir de la campaña, y por el rol del sexismo latente. Por lo tanto, puede que muchos no participen de la elección o que incluso voten por McCain.</p>
<p> </p>
<p>—En términos de posibilidades de éxito, ¿es Obama el mejor contendiente para McCain?</p>
<p> </p>
<p>—Difícil de evaluar. Sospecho que el resultado será determinado en gran parte por la efectividad de la formidable maquinaria difamatoria republicana. Clinton ha pasado ya años de feroces ataques personales, y como consecuencia posee un alto nivel de impopularidad. Obama tiene que enfrentar un racismo latente, además de la propaganda que se le hace con ser musulmán.</p>
<p> </p>
<p>—¿Cree que Clinton será la compañera de fórmula de Obama?</p>
<p> </p>
<p>—Lo dudo. Sospecho que su campaña escogerá alguien con credenciales militares.</p>
<p> </p>
<p>—¿Cuál es el sentimiento de la sociedad hacia la clase política?</p>
<p> </p>
<p>—El ochenta por ciento del público cree que el país es manejado por "unos pocos grandes intereses" y no en beneficio de la población. El 95 por ciento cree que el gobierno debería prestar atención a la opinión pública, una posición explícitamente rechazada por el gobierno de Bush, pero deberíamos tener en cuenta que gran parte de la misma postura es adoptada por diversos teóricos progresistas de la democracia, quienes han argumentado en detalle que el público debe ser a lo sumo "espectador", sin "partícipar de la acción". Si la sociedad acepta su asignado papel como observadora pasiva, hay pocas razones para que la política cambie. Pero este resultado no está grabado en piedra, y si el público se torna energético y activo, como ha sucedido con frecuencia en el pasado, y sucede en otras latitudes, entonces los funcionarios electos tendrán que reaccionar de algún modo.</p>
<p> </p>
<p>—De acuerdo a las encuestas, es muy probable que el próximo presidente norteamericano sea un demócrata. En ese caso, ¿cuáles serán las diferencias sustanciales en materia de política exterior?</p>
<p> </p>
<p>—La administración de Bush está al extremo de un espectro político bastante estrecho. Su agresividad nacionalista y radical ha sido tan extrema que muy rápidamente recibió críticas sin precedente por parte de los círculos principales del establishment. En estos, como en otros asuntos de relevancia, ambos partidos políticos están bien a la derecha de la población general, elemento este último del serio "déficit democrático" en Estados Unidos. No sabemos realmente qué va a suceder, sólo podemos especular. La explicación tiene que ver con la forma en que las elecciones están diseñadas. Los temas son típicamente marginados, lo que refleja una profunda aversión por la democracia y el temor por sus consecuencias por parte de la elite y la dirigencia en general.</p>
<p> </p>
<p>—¿Podría cambiar la posición norteamericana en torno al conflicto en Medio Oriente?</p>
<p> </p>
<p>—En el asunto Israel—Palestina, los candidatos tampoco han proporcionado razón alguna como para aguardar algún cambio constructivo. Obama, el candidato del "cambio" y la "esperanza", declara en su sitio web que "apoya fuertemente la relación entre Estados Unidos e Israel, considera que nuestro primer e indiscutible compromiso en Medio Oriente debe atender a la seguridad de Israel, el aliado más fuerte de Estados Unidos en Medio Oriente". Debe de haber querido significar "aliado íntimo", pero tomando las palabras literalmente, Israel es efectivamente el "aliado más fuerte". Claramente, son los palestinos quienes enfrentan el problema de seguridad más grave de la región; de hecho, enfrentan un problema de supervivencia. Es improbable que las políticas cambien considerablemente.</p>
<p> </p>
<p>—¿Y con respecto a Irak?</p>
<p> </p>
<p>—Es importante tener en cuenta que ni Obama ni ningún precandidato demócrata ha expresado una oposición de principios a la invasión. Por esto quiero decir el tipo de objeción que se expresó universalmente cuando los rusos invadieron Afganistán o cuando Saddam Hussein invadió Kuwait: la condena sobre la base de la postura de que el ataque es un crimen.</p>
<p> </p>
<p>Asimismo, hubo una condena universal a las atrocidades cometidas por los rusos en Chechenia. El crimen no es mitigado por el hecho de que las medidas brutales de Vladimir Putin parecen haber tenido éxito en la restauración del orden. Nadie aplaude a Putin por el gran logro. La crítica de la guerra de Irak, por el contrario, está basada en costos y fracasos; lo que se denomina "razones pragmáticas", una posición que es considerada obstinada, seria, moderada, en el caso de crímenes occidentales. Si el general Petraeus pudiera aproximarse a los éxitos de Putin en Chechenia, probablemente sería coronado rey.</p>
<p> </p>
<p>No es fácil encontrar razones sustanciales para esperar cambios significativos, gane quien gane, aunque es probable que haya un reblandecimiento de la posición extremista de Bush—Cheney (y probablemente de McCain). Obama es considerado el más moderado de los dos candidatos restantes, y su slogan principal es "cambio". Así que atengámonos a él.</p>
<p> </p>
<p>—¿Qué expectativas tiene en torno al conflicto con Irán?</p>
<p> </p>
<p>—Obama exige más disposición para negociar, pero dentro de las restricciones doctrinales corrientes. Su posición pública es que "ofrecerá incentivos económicos y una posible promesa de no pretender ´cambio de régimen si Irán deja de entrometerse en Irak, de ´actuar irresponsablemente al apoyar a grupos militantes chiitas allí y coopera en asuntos nucleares y otros relacionados con el terrorismo".</p>
<p> </p>
<p>Como todos los otros candidatos viables, Obama ha insistido a lo largo de la campaña electoral en que Estados Unidos debe amenazar a Irán con un posible ataque (la frase corriente es: "mantener todas las opciones abiertas"), una violación a la Carta de las Naciones Unidas, si a alguien le importa. Los candidatos tienen la oposición de las tres cuartas partes del público en esta cuestión.</p>
<p> </p>
<p>La opinión norteamericana e iraní sobre la cuestión central de la política nuclear ha sido cuidadosamente estudiada. En ambos países, una gran mayoría sostiene que Irán debería tener los derechos de cualquier signatario del Tratado de No Proliferación: desarrollar energía nuclear pero no armas nucleares. La misma gran mayoría está a favor del establecimiento de una "zona nuclear—armamentística libre en Medio Oriente que incluiría a países islámicos e Israel". Más del 80 por ciento del pueblo norteamericano está a favor de la eliminación de armas nucleares en conjunto. Y seguramente los iraníes coinciden con los norteamericanos en que Washington debería poner punto final a sus amenazas militares y desplegar relaciones normales. En un foro de 2007, en Washington, cuando las encuestas fueron publicadas, Joseph Cirincione, vicepresidente senior para la Seguridad Nacional y Política Internacional del Centro para el Progreso Americano (y asesor de Obama), dijo que los sondeos reflejaban "el sentido común tanto de los norteamericanos como de los iraníes, [quienes] parecían ser capaces de superar la retórica de sus propios líderes para encontrar soluciones de sentido común a algunas de las cuestiones más cruciales".</p>
<p> </p>
<p>Las encuestas sugieren que si Estados Unidos e Irán fueran sociedades democráticas, en las que la opinión pública fuera un factor significativo a la hora de definir políticas de acción, la tan peligrosa confrontación entre Estados Unidos e Irán podría ser resuelta pacíficamente. Las perspectivas, sin embargo, parecen remotas.</p>
<p> </p>
<p>—¿Y qué cree que hará el próximo presidente en relación a Cuba?</p>
<p> </p>
<p>—Este es un caso que presenta cierta similitud al de Irán; dos tercios de la sociedad norteamericana están a favor de entablar relaciones diplomáticas con Cuba, como ha sido desde que los sondeos comenzaron a realizarse 30 años atrás. Pero, como en el pasado, todos los candidatos rechazan esa opción e insisten en que Estados Unidos debe continuar sus esfuerzos para estrangular económicamente a Cuba, en un soberbio aislacionismo, respaldado sólo por Israel y alguna ocasional isla del Pacífico. En ese sentido, Obama es considerado más moderado y se sugiere que probablemente vaya a estar abierto a cambios en la política de su país si La Habana da pasos hacia la apertura y la democracia, una postura que podría parecer promisoria a un observador venido de Marte que ignora los antecedentes de Washington, sobre su pasado y presente, con respecto al apoyo a regímenes tiránicos.</p>
<p> </p>
<p>—¿Cómo imagina que será la relación entre Estados Unidos e Israel con el próximo mandatario?</p>
<p> </p>
<p>—La página en Internet de Obama lo presenta como un superhalcón sobre Israel. "Cree que el derecho de Israel a existir como Estado judío nunca debería ser desafiado." No consta que también demande que el derecho de países de existir como Estados musulmanes (cristianos, blancos) "nunca debería ser desafiado". Durante la guerra del Líbano de 2006, "Obama salió fuertemente en defensa del derecho de Israel a defenderse de incursiones y ataques por parte de Hezbollah", pero no tuvo nada que decir sobre el derecho del Líbano a defenderse de la agresión israelí apoyada por Estados Unidos, que mató a más de 1000 personas y destruyó la mayor parte del país.Hay muchas dudas con la liberación de los rehenes. Parece probable que el gobierno norteamericano, que según todos los informes sabía los pasos con anticipación, haya notificado a McCain de manera que éste pudiera sacar algún provecho político. Ninguno de los dos candidatos ha tenido mucho que decir sobre América latina en general, ni sobre Colombia en particular. Mucho de lo sucedido permanece aún oscuro. Ni siquiera está del todo claro si se trató de un rescate. Sí existe coincidencia general en que el gobierno de Estados Unidos conocía los detalles por adelantado. Y es altamente probable que McCain estuviera informado, y que su visita a Colombia estuviera planeada para ganar capital político.</p>
<p> </p>
<p>*Referente indiscutido de la izquierda norteamericana, se ha transformado en uno de los principales críticos de la política exterior de su país. Sus libros, artículos y ensayos se han traducido en numerosos idiomas.</p>
<p> </p>
<p>Fuente: <a href="http://www.lanacion.com.ar/">www.lanacion.com.ar</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartografiando 'En el camino' de Jack Kerouac]]></title>
<link>http://agaudi.wordpress.com/?p=10330</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 16:18:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jordi Guzman</dc:creator>
<guid>http://agaudi.wordpress.com/?p=10330</guid>
<description><![CDATA[Stefanie Pozavec se ha pegado un enorme trabajo desmembrando En el camino, de Kerouac y desarrolland]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Stefanie Pozavec</strong> se ha pegado un enorme trabajo desmembrando <a href="http://agaudi.wordpress.com/2008/06/04/jack-kerouac-en-el-camino/" target="_blank"><strong>En el camino</strong></a>, de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jack_Kerouac" target="_blank"><strong>Kerouac </strong></a>y desarrollando posteriormente un mapa en donde se pueden visuallizar en forma de árbol todos los capitulos (en este caso de la primera parte del libro) los cuales ha subdividido en parágrafos, frases y palabras. Tiene tambien un codigo de color según el tema tratado, un trabajo increible. En la primera imágen se puede ver la visualización de la primera parte del libro, la segunda es la leyenda ampliada y la tercera y cuarta es una muestra del trabajo preparatorio que hizo Stefanie en un ejemplar del libro. En los blogs <a href="http://hicsuntdracones.wordpress.com/2008/04/17/on-the-road-on-the-map/" target="_blank"><strong>Hic Sunt Dracones</strong></a> y en <a href="http://www.notcot.com/archives/2008/04/stefanie_posave.php" target="_blank"><strong>Notcot </strong></a>hay dos magnificos posts sobre el tema (en ingles). Clic en las imágenes para ampliar.</p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/15.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10331" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/15.jpg" alt="" width="460" height="650" /></a></p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/24.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10332" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/24.jpg" alt="" width="460" height="213" /></a></p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/highlight_pstr-thumb-600x854.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10333" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/highlight_pstr-thumb-600x854.jpg" alt="" width="460" height="655" /></a></p>
<p><a href="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/highlighted_book_1-thumb-600x450.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10334" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/highlighted_book_1-thumb-600x450.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a></p>
<p>Vía <a href="http://www.orbemapa.com/2008/07/cartografia-del-espacio-literario.html" target="_blank">El  mundo de los mapas</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos falar do que eu vou falar]]></title>
<link>http://senhordosuco.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 17:38:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Senhor do Suco</dc:creator>
<guid>http://senhordosuco.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Isto é um blog pelo qual vou me comunicar. No entanto, apesar do retorno por comentários, que prov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Isto é um blog pelo qual vou me comunicar. No entanto, apesar do retorno por comentários, que provavelmente não se darão só por aqui, tudo vai tomar o rumo que eu quiser. Ou seja, quem manda aqui sou eu, e portanto não há regras.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, julgo interessante criar uma introdução através de um artigo, que servirá como um roteiro pra quem quiser ler, pra quem quiser me entender, pra quem quiser.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, posso começar dizendo que gosto de muita coisa neste mundo: mulher, música, futebol, comida, bebida, rock'n'roll, originalidade, autenticidade, honestidade, humor negro/verde/branco/amarelo, filosofia, tecnologia, engenharia, lingüística, cinema, cão, bicho, gente, máquina, pebolim na neve e no saibro.</p>
<p style="text-align:justify;">Devo dizer também que não gosto de muita coisa: viado¹, gordo², mulherzinha³, frescura, ignorância, anti-funcionalidades, omissão, estupidez.</p>
<p style="text-align:justify;">Com essa visão genérica da minha personalidade, que claro, é perfeitamente mapeável por alguns artigos numa página de internet, dá pra ter uma noção sobre o que será enaltecido e o que será criticado por aqui. Vale lembrar que apesar do interesse por diversos assuntos, não me proclamo dono de conhecimento total a respeito de qualquer um, exceto pebolim no saibro.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tenho uma explicação específica para o nome disto aqui, mas dá pra elucidar os mais entortadores de nariz  erguedores de sobrancelhas: "senhor" é uma palavra imponente, ainda mais quando se é "senhor de alguma coisa", ou seja, é coisa de macho, coisa de nego fodão, que tem propriedade; "suco" é suco, mermão, e tem o Q de poder ser de qualquer coisa, de várias coisas, de uma coisa só. Pode ser salgado, amargo, doce, azedo. Pode ser concentrado, ralo, forte, fraco; "senhordosuco" já é uma combinação impactante pela pronúncia. <span style="text-decoration:line-through;">e ainda tem a possibilidade de trocadilho - suco = seu cu! HA-HA!</span></p>
<p style="text-align:justify;">Está explicado tudo que tive saco pra explicar. Curtam.</p>
<p style="text-align:justify;">¹ <em>viado</em> não é quem é homossexual, e homossexuais não são sempre viados.</p>
<p style="text-align:justify;">² <em>gordo</em> não é quem está acima do peso, é obeso, ou tem pelanquinhas.</p>
<p style="text-align:justify;">³ <em>mulherzinha</em> é a versão <em>viado</em> para mulheres, e não mulher pequenina.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos mantimentos na Nau dos Mantimentos]]></title>
<link>http://alvaroiriarte.wordpress.com/?p=486</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 09:30:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvaroiriarte</dc:creator>
<guid>http://alvaroiriarte.wordpress.com/?p=486</guid>
<description><![CDATA[Novos mantimentos na Nau dos Mantimentos:
 


Página web de Mark Davies (Linguística de Corpus)

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alvaroiriarte.org/wordpress/" target="_blank">Novos mantimentos na Nau dos Mantimentos</a>:</p>
<p> </p>
<ul>
<li>
<h2 style="margin:auto 0;"><a title="Permanent Link to Página web de Mark Davies (Lingu�stica de Corpus)" href="http://alvaroiriarte.org/wordpress/?p=18"><span style="font-size:large;color:#5b211a;font-family:Times New Roman;">Página web de Mark Davies (Linguística de Corpus)</span></a></h2>
</li>
</ul>
<p><a href="http://davies-linguistics.byu.edu/personal/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">DAVIES</span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">.<br />
Página web de Mark Davies (Universidad Brigham Young University, Utah), professor de Linguística de Corpus.<br />
- </span><a href="http://davies-linguistics.byu.edu/personal/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Corpus online</span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">.<br />
- É possível </span><a href="http://davies-linguistics.byu.edu/personal/vita.asp" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">descarregar muitos dos seus artigos</span></a><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">.</span></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Fonte: </span><a href="http://discurso.wordpress.com/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Discursos. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso</span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> &#62; </span><a href="http://discurso.wordpress.com/investigadores/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Investigadores</span></a></p>
<p> </p>
<ul>
<li>
<h2 style="margin:auto 0;"><a title="Permanent Link to Página web de Robert de Beaugrande" href="http://alvaroiriarte.org/wordpress/?p=17"><span style="font-size:large;color:#5b211a;font-family:Times New Roman;">Página web de Robert de Beaugrande</span></a></h2>
</li>
</ul>
<p><a href="http://00de689.netsolhost.com/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">BEAUGRANDE</span></a><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">.<br />
Página web de Robert de Beaugrande<br />
É possível descarregar a maior parte dos seus libros e artigos</span></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Fonte: </span><a href="http://discurso.wordpress.com/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Discursos. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso</span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> &#62; </span><a href="http://discurso.wordpress.com/investigadores/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Investigadores</span></a></p>
<p> </p>
<ul>
<li>
<h2 style="margin:auto 0;"><a title="Permanent Link to Página web de Escandell (Pragmática)" href="http://alvaroiriarte.org/wordpress/?p=16"><span style="font-size:large;color:#5b211a;font-family:Times New Roman;">Página web de Escandell (Pragmática)</span></a></h2>
</li>
</ul>
<p><a href="http://www.uned.es/dpto-leng-esp-y-ling-gral/escandell/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">ESCANDELL</span></a></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Página web de María Victoria Escandell Vidal (UNED, Espanha), especialista em Pragmática.<br />
Informação sobre publicações (é possível descarregar alguns artigos).</span></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Fonte: </span><a href="http://discurso.wordpress.com/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Discursos. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso</span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> &#62; </span><a href="http://discurso.wordpress.com/investigadores/" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#800080;font-family:Times New Roman;">Investigadores</span></a></p>
<p> </p>
<ul>
<li>
<h2 style="margin:auto 0;"><a title="Permanent Link to Discurso. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso" href="http://alvaroiriarte.org/wordpress/?p=15"><span style="font-size:large;color:#5b211a;font-family:Times New Roman;">Discurso. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso</span></a></h2>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Courier New';"><span> </span>“<a href="http://discurso.wordpress.com/" target="_blank"><span style="color:#800080;">Discurso. Noticias sobre los estudios del lenguaje en uso</span></a>”</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;line-height:140%;font-family:'Courier New';">Blog de Federico Navarro (Universidade de Buenos Aires)</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;line-height:140%;font-family:'Courier New';">Noticias e links [recursos, bases de dados, corpus,<br />
dicionários, enciclopédias, revistas, associações, investigadores,<br />
grupos de investigação, listas de correio, bolsas, etc.] relevantes dentro da análise do discurso, a pragmática, a<br />
sociolinguística, o ensino-aprendizagem de segundas línguas, a<br />
linguística de corpus, etc.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;line-height:140%;font-family:'Courier New';">Mais informação: <a href="https://mail.uminho.pt/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://discurso.wordpress.com" target="_blank"><span style="color:#800080;">http://discurso.wordpress.com</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Courier New';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Courier New';">Fonte: <a href="http://elies.rediris.es/infoling/" target="_blank"><span style="color:#800080;">Infoling</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1796</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:43:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Abbadon</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1796</guid>
<description><![CDATA[Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista acadêmica Intelligence em setem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float:right;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:nPW2rSmIdyx1_M:http://www.daubi.blogger.com.br/cartoon_a_travanca.gif" alt="" width="126" height="187" />Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista acadêmica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.</p>
<p>O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e john Harvey, sem afiliação universitária. <a href="http://ceticismo.net/2008/07/08/estudo-relaciona-descrenca-religiosa-a-qi-alto/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La comunidad lingüistica del cojón]]></title>
<link>http://sidecojon.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 20:36:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>programmingperl</dc:creator>
<guid>http://sidecojon.wordpress.com/?p=66</guid>
<description><![CDATA[Para los perplejos: &#8220;manda cojones&#8221;
para los que arengan: &#8220;¡cojones!&#8221;
para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para los perplejos: <em>"manda cojones"</em></p>
<p>para los que arengan: <em>"¡cojones!"</em></p>
<p>para los que apuestan: <em>"me corto los cojones"</em></p>
<p>para los que amenazan: <em>"te corto los cojones"</em></p>
<p>para los que saben valorar: <em>"vale un cojón"</em></p>
<p>para los valientes: <em>"que par de cojones"</em></p>
<p>para los más valientes todavía: <em>"tiene los cojones cuadrados"</em></p>
<p>para los que incitan: <em>"no tienes cojones a hacerlo"</em></p>
<p>para las dificultades:<em> "me costó 10 pares de cojones"</em></p>
<p>para los que desprecian: <em>"me importa un cojón"</em></p>
<p>para los resignados: <em>"tiene cojones la cosa"</em></p>
<p>para los asustados: <em>"se le pusieron los cojones de corbata"</em></p>
<p>para los que afrontan retos: <em>"puso los cojones sobre la mesa"</em></p>
<p>para los pasotas: <em>"me toca los cojones"</em></p>
<p>para los anarquistas: <em>"hace lo que le pasa por los cojones"</em></p>
<p>para los que ríen:<em> "me descojono"</em></p>
<p>para los que triunfan: <em>"me quedó de cojones"</em></p>
<p>para los que lograron alcanzar la perfección: <em>"cojonudo"</em></p>
<p>para los miedosos:<em> "acojonado"</em></p>
<p>para los persistentes: <em>"tiene los cojones morados"</em></p>
<p>para los que tienen experiencia: <em>"tiene los cojones pelados"</em></p>
<p>para los que pasan frío: <em>"tiene un frío de cojones"</em></p>
<p>para los convencidos:<em> "me saldrá por cojones"</em></p>
<p>para los torpes: <em>"va pisandose los cojones"</em></p>
<p>para los que no hacen nada: <em>"se está tocando los cojones"</em></p>
<p>para los hastiados: <em>"venga va, tócame los cojones"</em></p>
<p>para los que están a punto de explotar: <em>"como se me hinchen los cojones"</em></p>
<p>y por supuesto, para los que niegan con rotundidad, <strong><em>"</em><em>Sí... ¡de cojón!"</em></strong></p>
<p style="text-align:right;">seguro que tú también perteneces a esta comunidad, la comunidad Sí.. ¡de cojón!</p>
<p style="text-align:right;">...cuídala.</p>
<p style="text-align:right;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erro? O que é erro?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 19:09:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=106</guid>
<description><![CDATA[A definição de erro é um problema complexo, e não apenas uma questão de norma gramatical da lí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A definição de erro é um problema complexo, e não apenas uma questão de norma gramatical da língua escrita.  Pois bem, o modelo de língua da gramática normativa é baseado nos exemplos clássicos da literatura, e não no uso efetivo que os falantes fazem da língua.  Dessa forma, erro para a gramática normativa é todo uso lingüístico que foge desse modelo, desse padrão.  No entanto, se considerarmos os usos reais que os falantes fazem da língua em situações diversas, se considerarmos os diferentes modos de falar, veremos que a noção de erro da gramática normativa não se sustenta, pois não existe apenas a língua padrão.  Seria mais coerente se em vez de falarmos em certo e errado, falássemos em adequado e inadequado.  Determinadas formas de uso estão adequadas para determinados lugares e inadequadas para outros.  Quem está numa reunião de trabalho, certamente sabe que não é adequado falar com os colegas como se estivesse numa mesa de bar com os mesmos colegas.  Um professor na sala de aula faz um uso da língua diferente daquele uso que faz quando está em casa com a família.  Numa entrevista de emprego, é preciso que a pessoa seja clara e objetiva, pois se sabe que a forma como a língua é utilizada passa uma imagem positiva ou negativa do falante.<br />
Por tudo isso, parece complicado julgarmos alguém por falar errado, pois quando fazemos um julgamento desse tipo, estamos apenas levando em conta a noção de erro da gramática normativa.  No entanto, a língua viva vai muito além desse padrão. O importante é perceber o que é adequado e o que é inadequado para cada situação comunicativa.</p>
<p>Fontes: Dicionário Eletrônico Houaiss.<br />
Por que (não) ensinar gramática na escola – Sírio Possenti.</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falano, comeno, cantano]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 19:03:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=103</guid>
<description><![CDATA[Talvez você já tenha ouvido alguém dizer cantano, falano e outras palavras similares.  Hoje most]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você já tenha ouvido alguém dizer cantano, falano e outras palavras similares.  Hoje mostraremos a você por que esse fenômeno lingüístico ocorre.  Acompanhe conosco!<br />
Na Lingüística, esse processo é chamado de assimilação.  E o que é isso exatamente? A assimilação é um processo que consiste em transformar um encontro de consoantes em um único som, um único fonema.  É o que ocorre quando as pessoas na hora de falar palavras terminadas em gerúndio, como falando, comendo, cantando, assimilam o D e pronunciam a palavra apenas com o N, falano, comeno.  Esse processo é algo muito comum que acontece desde o latim até hoje.  É uma tendência muito viva na língua portuguesa falada no Brasil.  Até as pessoas mais escolarizadas em situações informais ou em uma fala um pouco mais acelerada costumam pronunciar os verbos no gerúndio com a terminação –no, no lugar da terminação –ndo.  Talvez você esteja se perguntando: mas por que isso ocorre? A explicação é simples: os sons n e d pertencem a uma família de consoantes que são chamadas dentais, sendo assim produzidas no mesmo local dentro da boca.  E é por esse motivo que poderão sofrer essa assimilação.  Agora quando alguém, ou mesmo você, pronunciar as palavras dessa forma, saberá compreender que essa diferença tem uma explicação e até mesmo um nome na lingüística.</p>
<p>Fontes: A língua de Eulália: novela sociolingüística – Marcos Bagno<br />
Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabaio? Não seria trabalho?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:51:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=99</guid>
<description><![CDATA[Abordaremos mais um fenômeno lingüístico, comparando palavras como trabalho e trabaio.
Muitas pes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Abordaremos mais um fenômeno lingüístico, comparando palavras como trabalho e trabaio.<br />
Muitas pessoas, principalmente as que vivem na área rural, usam uma variedade lingüística, isto é, uma forma de falar chamada de “caipira” . Essa é uma marca lingüística e cultural muito forte dessas pessoas, que pronunciam palavras como “trabaio”, “abeia”, “paia”, em lugar de “trabalho”, “abelha”, palha”. Esse fenômeno na Lingüística é chamado de palatização – a transformação do lh em i. Essa troca é uma tendência natural da língua dessas pessoas, que convivem com outras que também falam dessa maneira. Mesmo que esse modo diferente de falar, o “caipirês” é alvo de preconceito social, existe uma explicação simples para a troca do lh por i. A vogal i é muito mais fácil de ser pronunciada do que o lh, e por isso essa troca é tão freqüente. As pessoas acabam assimilando esse uso e nem percebem mais que ele é “diferente” dos outros. Outro fator determinante para essa troca é a facilidade de comunicação. Além dessa troca do lh por i, o “caipirês”, assim chamado, possui outros fenômenos sobre os quais falaremos num próximo programa.</p>
<p>Fonte: A Língua de Eulália – Marcos Bagno</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frexa, ingrês? Qual o nome desse fenômeno?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:43:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=95</guid>
<description><![CDATA[Como havíamos comentado em nosso programa anterior, é muito comum a ocorrência de palavras como: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como havíamos comentado em nosso programa anterior, é muito comum a ocorrência de palavras como: Frecha, pranta, probrema, no falar de algumas pessoas. Vimos, também, que isso era comum no português antigo, utilizado inclusive pelo grande poeta Luís de Camões. Veja alguns de seus versos: “Doenças, frechas e trovões ardentes”<br />
“Nas ilhas de Maldiva nasce a pranta”<br />
Naquela época, porém, o poeta não era recriminado e muito menos caçoado por isso, pelo contrário. E o que ocorreu com essas palavras? Com o tempo, na tentativa de aproximar o português padrão do latim, essas palavras começaram a ser faladas com L. Porém, é importante entender que na realidade há uma explicação científica para esse fenômeno . A lingüística, que é a ciência que estuda os fenômenos relacionados com a fala, com o objetivo de descrevê-los sem ridicularizá-los, chama isso de rotacismo. Existe na língua portuguesa, uma tendência natural de transformar em R o L dos encontros consonantais. O rotacismo acontece em diversas regiões do Brasil, onde é muito comum essa troca.<br />
Queremos, com esses esclarecimentos, mostrar que nem tudo o que ouvimos e que não está de acordo com a gramática normativa ou com a norma padrão da língua deve ser considerado erro ou, pior, ignorância de quem fala, afinal tudo pode ser explicado e compreendido cientificamente.</p>
<p>Fontes: A Língua de Eulália – Marcos Bagno<br />
http://www.marcosbagno.com.br<br />
http://www.tvcultura.com.br/aloescola</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frexa, ingrês? Por que isso ocorre?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=94</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=94</guid>
<description><![CDATA[Freqüentemente ouvimos pessoas pronunciarem as palavras probrema, frecha, pranta e, na maioria das ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Freqüentemente ouvimos pessoas pronunciarem as palavras probrema, frecha, pranta e, na maioria das vezes, rimos dessas pessoas desqualificando sua fala, considerando-as ignorantes. Ou então pensamos, pobres coitados, não sabem português e falam tudo errado. Pois bem, para entendermos o fenômeno lingüístico presente nesses usos, analisemos outras palavras, consideradas certas pela nossa gramática normativa e pelo português padrão, veja : Igreja, praia, frouxo, escravo.<br />
Se formos buscar a origem dessas palavras no latim e até mesmo em outras línguas, descobriremos algo muito interessante. Acompanhe conosco : Ecclesia virou igreja, plaga virou praia, sclavu virou escravo, fluxu virou frouxo. Todas essas palavras eram escritas com L que virou R no português padrão. Vejamos agora outras palavras: Frexa, ingrês, pranta, pruma. Se formos consultar a literatura, descobriremos que o grande Luís de Camões usava, em seus versos, exatamente essas palavras. Mas será que ninguém disse para ele que isso estava errado? Ou será que não estava? Na verdade, na época de Camões essas palavras eram escritas e pronunciadas exatamente dessa forma, porém poderiam, também ser pronunciadas com L, pois havia as duas formas e quem fosse utilizar essas palavras poderia escolher entre a forma com L ou com R. Provavelmente, hoje, essas palavras são escritas com L por convenção ou até por tentativa de aproximação com o latim, como sugere o lingüista e professor Marcos Bagno, para legitimar e dar status a essa forma de escrita.</p>
<p>Fontes: A Língua de Eulália – Marcos Bagno<br />
http://www.marcosbagno.com.br<br />
http://www.tvcultura.com.br/aloescola</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lingüística]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:26:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=90</guid>
<description><![CDATA[Já explicamos que a lingüística surgiu para mostrar que existem explicações fundamentadas, cien]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já explicamos que a lingüística surgiu para mostrar que existem explicações fundamentadas, científicas, para certas variações de linguagem, que a gramática normativa trata como erro.  Pois bem, é importante saber, também, que uma das principais inovações introduzidas pela Lingüística foi atribuir à língua falada a importância que sempre lhe tinha sido negada pela Gramática Tradicional. A língua falada é a verdadeira língua natural, a língua que cada pessoa aprende com sua mãe, seu pai, irmãos, na sociedade etc . Essa sim é a língua viva em constante ebulição, em constante transformação.  A língua falada é um tesouro, em que se podem encontrar coisas muito antigas, mas também muitas inovações, resultantes das transformações inevitáveis por que passa tudo que é humano, e, como diz o lingüista e professor da Universidade de Brasília, Marcos Bagno, “nada mais humano do que a língua” .<br />
É importante dizer que a lingüística não veio para tomar o lugar da gramática normativa, pois se sabe que a gramática tem um papel fundamental na história da humanidade, mas ela será sempre secundária, como sempre foi, afinal a língua falada surgiu muito antes da língua escrita e isso deve ser considerado e sempre lembrado .Nosso objetivo aqui é justamente apresentar essa nova ciência a você, às pessoas em geral, afinal ela é pouquíssimo divulgada pela mídia.  Precisamos saber que, além da gramática normativa, existe uma ciência específica da linguagem e que explica as variações existentes na fala.<br />
Se você tiver mais interesse nessa nova ciência, a lingüística, ou em qualquer outro assunto relacionado à língua, entre em contato conosco.</p>
<p>Fonte: Português ou Brasileiro: um convite à pesquisa - Marcos Bagno</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erro? Podemos dizer que alguém fala errado e por quê?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=89</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:25:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
<guid>http://nelfurb.wordpress.com/?p=89</guid>
<description><![CDATA[Você já pensou na força que as palavras erro e errado possuem? O que pensa uma criança na escola]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou na força que as palavras erro e errado possuem? O que pensa uma criança na escola que ouve o professor repreendê-la por falar “errado”? Será que realmente está errado?<br />
Na verdade, a Gramática Tradicional gerou uma noção folclórica de erro.  Para a gramática e para muitos gramáticos, tudo o que não estiver de acordo com a gramática normativa é errado .<br />
É interessante nos lembrarmos de um exemplo que o lingüista Marcos Bagno usa e que cabe muito bem para explicar a noção de erro . Ele compara a gramática tradicional a um sapatinho de cristal.  O que muitos gramáticos querem é que as pessoas usem o sapatinho de cristal para tudo: correr, ir ao mercado, ir à praia e para todo o resto . O mesmo se aplica à gramática, o que se quer é que as pessoas falem todo o tempo de acordo com suas regras e normas, regras essas que muitas vezes não cabem para o local e a situação em que estamos . Pois bem, o grande problema com essa noção ultrapassada de erro é que, como os estudos lingüísticos modernos têm revelado, simplesmente não existe erro em língua . Existem, sim, formas de uso da língua diferentes que divergem da tradição gramatical.<br />
Sendo assim, a criança que o professor repreende por falar errado, na verdade só está usando uma variedade lingüística diferente da variedade padrão . Naturalmente não estamos querendo dizer que não se deva ensinar o padrão da língua . Queremos apenas enfatizar que a linguagem da criança precisa ser respeitada e que, na escola, ela tenha acesso à norma padrão de maneira crítica.</p>
<p>Fonte: Português ou Brasileiro: um convite à pesquisa - Marcos Bagno</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
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<title><![CDATA[Alembrar, alevantar? - Arcaísmos]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:12:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Existe um fenômeno muito freqüente da língua: o Arcaísmo.
Você já deve ter ouvido seus avós, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um fenômeno muito freqüente da língua: o Arcaísmo.<br />
Você já deve ter ouvido seus avós, talvez vizinhos ou até mesmo seus pais usarem expressões como: “eu não me alembro direito” ou “alevanta daí”, não é mesmo? Nesses momentos, costumamos pensar: “que gente ignorante” e “que fala tudo errado”. Mas esses supostos erros são, na verdade, heranças muito antigas da língua, vestígios de outros tempos e que recebem o nome de “arcaísmo” (do latim, velho). Esse uso da preposição “a ” tem origem no Latim – ad, que tinha diversos sentidos, como “junto a”, “perto de”, “em direção a”. Além disso, ela era usada como um prefixo para formar novos verbos. Com a evolução do português, esse processo continuou, e surgiram muitos verbos com o prefixo “a”. O problema é que esse uso se generalizou, e alguns verbos passaram a assumir essa preposição sem sentido nenhum, fazendo com que os gramáticos eliminassem alguns deles da norma padrão. No entanto, essas estruturas já estavam consagradas pelo uso. O povo, como não sabia ler e nem escrever, e, portanto, não tinha acesso à norma oficial, conservou esses verbos, e até hoje, os utiliza. O importante é compreender que o uso de alembrar, alevantar, entre outros, não é um erro, mas sim um uso lingüístico que “saiu de moda”, mas que e é aceito na linguagem informal, conforme, inclusive, prescreve o dicionário Houaiss. Além disso, deve-se respeitar as pessoas que usam essa linguagem, pois elas apenas conservaram um uso antigo da língua.</p>
<p>Fonte: A Língua de Eulália – Marcos Bagno</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
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<title><![CDATA[Todos que falam SABEM falar]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:09:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há um preconceito que já está arraigado na maioria dos falantes, o preconceito lingüístico. Qua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há um preconceito que já está arraigado na maioria dos falantes, o preconceito lingüístico. Quantas vezes ouvimos dizer que muitas pessoas não sabem falar?<br />
Se formos analisar a fundo essa afirmação, notaremos que isso é um grande equívoco.<br />
O que acontece, na verdade, é que os grupos que falam uma língua de uma determinada maneira, em geral, julgam a fala dos outros a partir da sua e acabam considerando que essa diferença é um defeito ou um erro. Daí pensarmos, geralmente, que os outros não sabem falar. Ou, ainda pior, acabarmos convencidos de que nós não sabemos falar, se falamos de uma forma um pouco diferente daqueles que são para nós os modelos de comportamento lingüístico. O preconceito é muito maior e pior quando se refere a uma mesma língua, do que na comparação de uma língua com outras. Costumamos aceitar que quem fala outra língua fala diferente, mas não aceitamos que os que falam (ou deveriam falar) a mesma língua falem de maneira diferente. Mas se voltarmos à questão do início do programa, chegaremos a uma conclusão óbvia: todos que falam sabem falar. Pode até ser que as pessoas falem de formas diferentes e que certas características do modo de falar dessas pessoas pareçam desagradáveis ou engraçadas, mas isso não quer dizer, de maneira nenhuma, que não sabem falar. Afinal as pessoas falam o tempo todo, mesmo que sejam crianças, mesmo que não tenham escolaridade, todos falam e são compreendidos, portanto sabem português e sabem falar. É claro que falarão como se fala nos lugares em que eles nascem e vivem, e não como se fala em outros lugares.<br />
O importante é conseguirmos compreender os fenômenos lingüísticos e não apenas julgar de forma preconceituosa.</p>
<p>Fonte: Por que (não) ensinar gramática na escola – Sírio Possenti</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
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<title><![CDATA[Existem línguas fáceis ou difíceis?]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:06:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos já ouviram ou, até mesmo, disseram que o português é uma língua muito difícil e que outr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Todos já ouviram ou, até mesmo, disseram que o português é uma língua muito difícil e que outras línguas são mais fáceis. Mas será que isso é realmente verdade?<br />
Na realidade, nenhuma língua é mais fácil ou mais difícil. Ouvimos diariamente, principalmente alunos e ex-alunos justificando seu mau desempenho na escola com desculpas como: “Também, que língua difícil o português!  Como tem regras!  E as exceções, então!”. Essas afirmações são equivocadas, pois nenhuma língua tem um número de regras muito diverso de outra. O português é uma língua tão fácil que qualquer criança de 3 anos é capaz de se comunicar muito bem, assim como as crianças de 3 anos que nascem na China, no Japão, na Alemanha e assim por diante. E ao mesmo tempo é tão difícil que os gramáticos e lingüistas não conseguem explicá-la na sua totalidade, e o mesmo vale para o chinês, o japonês, o alemão e assim por diante. A questão é exatamente igual para cada país e para cada língua. Não devemos confundir capacidade ou dificuldade de aprender uma língua com a de aprender a escrever segundo determinado sistema de escrita. Se não há línguas mais simples do que outras, as conclusões são óbvias: 1º. não é mais difícil aprender uma língua do que outra e 2º. quem conhece uma língua não é nem mais capaz nem mais incapaz do que quem conhece outra. É importante lembrar que as pessoas, ao aprenderem uma língua estrangeira podem ter mais dificuldade em uma do que em outra, mas isso não quer dizer que uma língua é mais difícil que a outra, mas sim que o falante tem mais facilidade para aprender uma determinada língua.</p>
<p>Fonte: Por que (não) ensinar gramática na escola – Sírio Possenti</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
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<title><![CDATA[Norma Padrão X Lingüística]]></title>
<link>http://nelfurb.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 17:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelfurb</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Lingüística é uma ciência recente e pouco conhecida, a ciência da linguagem.
É importante le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Lingüística é uma ciência recente e pouco conhecida, a ciência da linguagem.<br />
É importante lembrar que a norma padrão foi imposta pensando-se numa pequena elite de falantes considerados cultos.<br />
Mas quando a gramática e a norma padrão foram implantadas não foi levado em consideração que a língua muda muito rapidamente e, por isso, a gramática não consegue (ou não quer) acompanhar essas mudanças. Para estudar esse foco, existe uma ciência maior, uma ciência chamada lingüística. Essa ciência explica as mudanças e as diferenças na língua falada, sim, diferenças e não erros, como as gramáticas se limitam a enxergar.<br />
É muito comum perceber essas diferenças, dentro de um único estado, dependendo da região, a forma de falar muda. Por exemplo: No extremo oeste catarinense os falantes utilizam a variedade bergamota para referir-se a tangerina que conhecemos aqui. Sem contar que, ao encontrarmos um falante daquela região, percebemos logo, pela forte marcação no final das palavras. Como: leite em vez de leiti, quente em vez de quenti. As variações, como essa da regionalidade,  são muitas e podem ocorrer outras por tantos outros motivos – grupo social, grau de escolarização do falante, da idade, entre outros. Por isso afirmar que alguém fala errado e que não sabe português é uma forma de preconceito, mais claramente preconceito lingüístico. Isso não nos desobriga de saber adequar a nossa linguagem ao lugar em que estamos (ou seja, uma fala formal e informal) que também é muito importante saber.</p>
<p>linguaportuguesa@furb.br<br />
(47)3321-0600</p>
]]></content:encoded>
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