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	<title>hariri &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/hariri/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "hariri"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 09:14:34 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Fatfat: le déploiement de troupes syriennes, lié à la résolution 1701 du Conseil de Sécurité ]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1470</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 14:59:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/10/10/fatfat-le-deploiement-de-troupes-syriennes-lie-a-la-resolution-1701-du-conseil-de-securite/</guid>
<description><![CDATA[(Libnanews)
Dans un entretien diffusé par la Voix du Liban, le député Ahmet Fatfat a souligné qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(Libnanews)</p>
<p><strong>Dans un entretien diffusé par la Voix du Liban, le député Ahmet Fatfat a souligné que les activités illégales continuent actuellement au travers de la frontière libano-syrienne en raison de l’absence de limitation de celles-ci.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Abordant la question des 2 <a id="amzn_cl_link_0" name="2912485983" href="http://amazon.fr/gp/product/2912485983?ie=UTF8&#38;tag=consciencetra-21&#38;link_code=em1&#38;camp=2518&#38;creative=11358&#38;creativeASIN=2912485983&#38;adid=a7aa03d2-c5c4-4db0-9507-2308df1f8633" target="_blank">journalistes américains</a> disparus au Liban et que la Syrie a indiqué avoir arrêté hier pour avoir franchi illégalement la frontière libano-syrienne, le député a estimé nécessaire la délimitation de la frontière est une coopération entre les forces de sécurités libanaises et syriennes notamment aux points de passages avant de souligner qu’il faut attendre les résultats de l’enquête en court.</p>
<p class="MsoNormal">L’ancien ministre a indiqué que le déploiement de troupes syriennes le long de la frontière entre les 2 pays est lié à la mise en œuvre par Damas de la résolution 1701 du <a id="amzn_cl_link_1" name="2802717073" href="http://amazon.fr/gp/product/2802717073?ie=UTF8&#38;tag=consciencetra-21&#38;link_code=em1&#38;camp=2518&#38;creative=11358&#38;creativeASIN=2802717073&#38;adid=536a0672-5cbd-4038-ab17-1bd8b8ca21ea" target="_blank">conseil de sécurité</a> stipulant l’arrêt des activités de contrebande d’armes.</p>
<p class="MsoNormal">Revenant sur le processus de réconciliation entre le mouvement du Futur et <a id="amzn_cl_link_2" name="2213632286" href="http://amazon.fr/gp/product/2213632286?ie=UTF8&#38;tag=consciencetra-21&#38;link_code=em1&#38;camp=2518&#38;creative=11358&#38;creativeASIN=2213632286&#38;adid=c0b893f8-af44-492f-8339-d21a90fa5ed4" target="_blank">le Hezbollah</a>, Ahmet Fatfat a indiqué attendre le retour du député de Beyrouth Saad Hariri pour une prochaine rencontre fondée sur l’arrêt de la violence et le retour à la vie <a id="c4f_obja1_1" class="click4link" rel="nofollow" name="c4f_obja1_1" href="http://positexte.weborama.com/script/clic.php?a=JmNjb2Q9RlImaWRtYz01MDcmaWRjbT0yMyZpZGFuPTkmaWJpZD0wLjE1JmljcGM9MSZiaWRuPTAuMTUmYXV0bz0wJmh1cmw9JnN0ZHQ9MTIyMzY1MDY2NyZuZGR0PTEyMjM2NTQyNjcmaWRwbD0tMSZpZGdlPTEmaWRjcD0maWRwcj0wJnR5cGU9MyZpZHBnPTM0ODU1NyZpZHRoPTMmZXhmZT15YWhvbyZrd3NlPXBvbGl0aXF1ZSZwdXJsPXd3dy5sb3Vpcy1wZWxhZXoubmV0JnRpdD1CbG9nK2RlK0xvdWlzK1BlbGFleithZGpvaW50K2F1K21haXJlK2RlK2x5b24rZ2F1Y2hlK21vZGVybmUmc2lnPSZhZHZrPUM5RTQ5REQx34266cf3" target="_blank">politique</a> normale, avec le secrétaire général du Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Líbano: Acordo de paz pode ajudar o Hezbollah nas próximas eleições]]></title>
<link>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=390</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 02:01:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinternacional</dc:creator>
<guid>http://correiointernacional.wordpress.com/2008/10/01/libano-acordo-de-paz-pode-ajudar-o-hezbollah-nas-proximas-eleicoes/</guid>
<description><![CDATA[Now Lebanon (Extratos) - Beirute
Segundo o diário As-Safir, um encontro entre Hassan Nasrallah [lí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Now Lebanon (Extratos) - Beirute</em></strong></p>
<p>Segundo o diário As-Safir, um encontro entre Hassan Nasrallah [líder da organização política e militar dos muçulmanos xiitas do Líbano, o Hezbollah] e Saad Hariri [seu rival sunita, líder do Parlamento e filho do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, assassinado em um atentado terrorista ainda não explicado] equivale virtualmente a um acordo consumado. Qualquer coisa que acalme a tensão nas ruas merece aprovação, apesar do fato de que os seguidores do Movimento Para o Futuro [organização política sunita liderada por Hariri] ainda não sentem que o Hezbollah sofreu o suficiente pelo massacre em Beirute no mês de maio [um ataque no qual a organização tomou a parte muçulmana da capital em um violento golpe armado, após a decisão do governo de desmantelar sua rede paramilitar de comunicações.]</p>
<p>Uma prioridade [do acordo] é a remoção de retratos de políticos, bandeiras, pôsteres e propaganda das ruas da capital.</p>
[caption id="attachment_397" align="alignnone" width="420" caption="Fonte: Now Lebanon"]<img class="size-full wp-image-397" title="Now Lebanon" src="http://correiointernacional.wordpress.com/files/2008/10/libano4.jpg" alt="Now Lebanon" width="420" height="255" />[/caption]
<p><em><strong>Foto</strong>: O deputado e representante do Hezbollah Mohammad Raad (esquerda) cumprimenta o deputado e líder do Movimento Para o Futuro, Saad Hariri, após seu encontro na quarta-feira [24 de setembro].</em></p>
<p>Para que qualquer reconciliação tenha sentido, no entanto, é preciso que esta esteja acompanhada de verdadeiras mudanças de base; e tais mudanças significam ir além da mera remoção de propaganda política ou assemelhados. É necessária uma transformação mais fundamental do que está ocorrendo nas ruas, onde as milícias da coalizão 8 de Março [grupo de movimentos pró-Síria do qual o Hezbollah é membro] permanecem no controle - e continuam possuindo um poder de intimidação sobre os habitantes da zona oeste de Beirute. O jornalista Youssef Bazzi descreve os resultados práticos desse controle. Desde o mês de maio, Bazzi, que trabalha para o jornal Al-Mustaqbal, mudou-se para a zona leste de Beirute pela impossibilidade de levar uma vida normal onde ele antes vivia.</p>
<p>É na prática que os apoiadores de Saad Hariri julgarão os resultados do encontro entre Hariri e Nasrallah, e não nas letras miúdas do enunciado de um acordo. Eles desejarão saber se o resultado é uma redução da habilidade do Hezbollah, bem como do Movimento Amal [partido que nasceu de milícias xiitas após a Guerra Civil Libanesa] e do Partido Social-Nacionalista Sírio [partido atuante na Síria e no Líbano que defende a criação do Estado nacional da Grande Síria] em intimidar quem eles não apreciam em Beirute.</p>
<p>O ceticismo público está justificado. Entretanto, ficar preso em um ceticismo perpétuo não é algo muito produtivo. Encurralar o Hezbollah com algum tipo de entendimento é preferível a nenhum entendimento. A razão é simples: quem quer que controle as ruas em tempos de eleição, seja em Beirute ou em outros locais do Líbano, terá uma importante vantagem quando se tratar de manipular o processo eleitoral e seus resultados.</p>
<p>Se o Hezbollah está buscando um compromisso com Saad Hariri, não é porque este teme os resultados da instabilidade nas ruas: o partido só pode se beneficiar com esta instabilidade. Pelo contrário, Nasrallah deu sua aprovação a uma reconciliação porque ele precisa ganhar um pouco de legitimidade nacional, mas também porque a estratégia do Hezbollah consiste em avançar sua agenda sob a cobertura do Estado. Isto não poderia acontecer facilmente se a organização continuasse a ser vista como uma ameaça pela vasta maioria dos sunitas, assim como por grande parte dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Drusos" target="_blank">drusos</a> e por muitos dos cristãos.</p>
<p>Dada esta equação, Hariri parece ter margem para assegurar-se de que qualquer acordo realizado com Nasrallah será algo que ele poderá tirar do bolso dentro de alguns meses para neutralizar as ruas quando ocorrerem eleições. Isto pode ser uma ordem de peso. Nasrallah não vai querer ver sua margem de manobra reduzida. Mas é vital que Hariri apareça com uma boa proposta nas mãos, mesmo se para isso ele adie o encontro com Nasrallah, porque seu futuro político será determinado de muitas maneiras pela forma como os sunitas avaliam o seu desempenho.</p>
<p>Hariri pode retomar algum fôlego após o que aconteceu em Trípoli [segunda maior cidade libanesa] algumas semanas atrás [após a ocorrência de atentados, um acordo de paz foi assinado], e de sua visita de reconciliação ao centro de Bekaa. Ninguém está convencido de que paz e harmonia estão próximos, mas todos estão felizes em ver a temperatura diminuir. É por isso que o encontro entre Hariri e Nasrallah será um passo valioso, embora também seja por isso que ele precisará satisfazer àqueles em ambos os lados que estão buscando muito mais do que uma redução nas tensões.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Acesse o texto original clicando <a href="http://nowlebanon.com/NewsArticleDetails.aspx?ID=60509" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L’attentat de Bohsas montre une volonté de détruire l’armée et les relations entre le Liban et la Syrie]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1338</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 08:01:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/10/01/l%e2%80%99attentat-de-bohsas-montre-une-volonte-de-detruire-l%e2%80%99armee-et-les-relations-entre-le-liban-et-la-syrie/</guid>
<description><![CDATA[La Syrie se sent menacée par le Nord du Liban et Hariri l’accuse d’exagérer
Tayyar.org
A la ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>La Syrie se sent menacée par le Nord du Liban et Hariri l’accuse d’exagérer</strong></p>
<p><a href="http://www.tayyar.org/Tayyar/News/PoliticalNews/fr-FR/128672493383161961.htm" target="_blank">Tayyar.org</a></p>
<p>A la veille de la fête du Fitr, un attentat à Tripoli visant un bus de militaires de l’armée libanaise, fait 4 morts et un cinquième civil et plus de 30 blessés dont la plupart sont des militaires venant du Nord vers Beyrouth et le Sud. L’armée libanaise a également été la cible des députés de la majorité qui lui ont retiré le droit de vote et de participation au choix des représentants de la nation au service de laquelle elle a mis sa vie.</p>
<p>Cet attentat visant l’institution militaire et les valeurs qu’elle représente est la suite d’une série d’incidents, le premier étant l’arrivée de terroristes armés dans la région du Nord qui a conduit à la guerre de 105 jours à Nahr El Bared qui a fait des dizaines de martyrs dans le camp de l’armée, ensuite l’attentat qui a coûté la vie au colonel François Hajj, et enfin le crime du 13 août dernier. Ce feuilleton sanglant confirme l’existence d’une ou plusieurs parties qui souhaitent la chute de l’armée libanaise avec tout ce que cela implique non pas sur la sécurité et la stabilité uniquement, mais sur l’ensemble de la nation.<br />
<!--more--><br />
Mais les réactions et condamnations ainsi que les déclarations de soutien qui ont suivi l’attentat d’hier n’ont pas réussi à dissimuler les tentatives d’exploitation du sang des martyrs – comme d’habitude - à des fins politiques et électorales soit pour renforcer certaines positions soit pour renverser les prochaines élections, ce qui se recoupe – directement ou indirectement – avec ceux qui souhaitent déstabiliser l’unité libanaise et diviser le pays en plusieurs entités d’identités différentes incompatibles avec l’identité pluraliste du Liban et de son système démocratique.</p>
<p>Certaines réactions ont soulevé l’existence d’un éventuel lien entre l’attentat de Bohsas à Tripoli et celui qui a eu lieu en Syrie il y a deux jours, ainsi que de la possibilité que les mêmes criminels aient perpétré les deux attentats dans l’objectif de nuire aux relations syro libanaises, couper la route aux négociations indirectes conduites sous l’égide de la Turquie entre la Syrie et Israël et détruire tout ce que les réconciliations ont produit ou vont produire, ce qui renverserait l’accord de Doha.</p>
<p>Et si la Syrie pense que « le nord du Liban est devenu le siège d’un extrémisme qui constitue un danger pour elle » - selon ce que Melhem Karam a rapporté citant le président Assad – la réponse de Siniora réfutant le fait que le Liban constitue un danger à la sécurité de la Syrie, reconnaît que « de pareilles opérations peuvent avoir une effet sur le Liban et la Syrie. Mais ceci ne montre pas que les deux attentats sont liés ».</p>
<p>Le chef du Courant du Futur, le député Saad Hariri, qui est actuellement en Arabie Saoudite, a quant à lui repris le même discours accusant la Syrie de « terroriser le Liban », et a prévenu la communauté internationale, et notamment la France, contre les « dangers de permettre à ce régime la moindre intervention directe ou indirecte dans les affaires libanaises ». Il a appelé la Ligue Arabe à « prendre ses responsabilités » pour arrêter les menaces contre le Liban et envoyer une équipe officielle pour enquêter concernant les frontières entre les deux pays ».</p>
<p>Ceci est la réponse au discours syrien sur « la transformation du Nord du Liban en base pour l’extrémisme » au milieu d’allusions syriennes à un rôle saoudien. Damas affirme avoir empêcher la montée d’une « principauté islamique » sur sa frontière avec l’Iraq après avoir dévoilé que le dernier attentat l’ayant visée faisant 17 morts et des dizaines de blessés a été perpétré par un « suicidaire venu d’un Etat arabe ».</p>
<p>Et quelque soit la main responsable de l’attentat de Tripoli, et celle responsable de celui de Damas, et qu’elles soient différentes ou pas, la question reste la même : ces deux crimes pousseront ils les responsables au Liban et en Syrie à trouver une formule de coopération pour tenir la sécurité entre les deux pays, ou le langage accusateur reviendra t il gouverner les relations entre eux ? Et dans ce dernier cas quel serait le sort des relations diplomatiques entre le Liban et la Syrie suite à la série d’accords ayant eu lieu lors du dernier sommet entre les deux présidents et par la suite, celui de la deuxième séance de dialogue national prévue début décembre prochain ?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les affiches politiques devraient disparaître de Beyrouth]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1291</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 18:47:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/25/les-affiches-politiques-devraient-disparaitre-de-beyrouth/</guid>
<description><![CDATA[(AFP)
BEYROUTH - Les affiches politiques vont disparaître des rues de Beyrouth pour favoriser la r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(AFP)</p>
<p>BEYROUTH - Les affiches politiques vont disparaître des rues de Beyrouth pour favoriser la réconciliation entre les différents courants rivaux du pays, a affirmé jeudi Saad Hariri, un des chefs de la majorité parlementaire au Liban. "Elles seront enlevées en trois jours, d'abord des quartiers de Beyrouth puis, dès que possible, du reste du territoire libanais" a dit à la presse M. Hariri à l'issue d'un entretien avec le chef du Parlement Nabih Berri.</p>
<p>Les rues de la capitale sont parsemées d'affiches et de slogans politiques, de drapeaux et de portraits de dirigeants libanais, morts ou vivants. Depuis l'accord de Doha, en mai, qui a permis l'élection d'un président de la République après plusieurs mois de crise et la formation d'un gouvernement d'union nationale, les dirigeants politiques au Liban ont amorcé des tentatives de rapprochement. Le président Michel Sleimane a lancé le 16 septembre un dialogue national en présence de quatorze dirigeants de la majorité parlementaire et de l'opposition emmenée par le Hezbollah et le Courrant Patriotique Libre du Général Michel Aoun.</p>
<p>Dans le cadre de ces efforts de réconciliation, M. Hariri, chef du Courant du Futur, principal bloc de la majorité parlementaire, va rencontrer prochainement le dirigeant du Hezbollah Hassan Nasrallah, pour la première fois depuis plus de deux ans.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Siniora : Nous n’aspirons pas à désarmer la Résistance]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1261</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 10:44:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/22/siniora-nous-n%e2%80%99aspirons-pas-a-desarmer-la-resistance/</guid>
<description><![CDATA[(L&#8217;Orient le Jour)
Le Premier ministre, Fouad Siniora, a estimé hier que « la réconciliatio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(L'Orient le Jour)</p>
<p>Le Premier ministre, Fouad Siniora, a estimé hier que « la réconciliation permettra de mettre de l’ordre dans nos différends, alors que le dialogue vise à parvenir à une entente autour de nos points de divergence ». « Je n’ai pas rencontré sayyed Hassan Nasrallah depuis la guerre de juillet. Il est normal que chaque chose se passe en son temps », a-t-il ajouté, dans une interview à paraître aujourd’hui dans le quotidien koweïtien Awane.</p>
<p>« Nous n’aspirons pas à désarmer la Résistance, a également souligné le président du Conseil. Ce dossier doit être réglé par le dialogue national. L’existence des armes du Hezbollah est due à l’occupation. Et nous savons tous qu’Israël a inventé des prétextes pour envahir le Liban en 1982, soi-disant pour déraciner l’OLP. Mais Israël n’a pas pu vaincre l’OLP et son agression militaire a provoqué la création du Hezbollah. L’occupation est le véritable problème de notre pays. »</p>
<p>Prié de dire s’il devrait visiter Damas bientôt, Fouad Siniora a affirmé qu’« il faut être deux pour danser ». « Je suis arabe. Ma vision des relations libano-syriennes n’a pas changé. Ces relations doivent être équilibrées. La présence syrienne au Liban est nuisible aux deux pays. Notre pays n’a qu’un seul voisin car Israël est un ennemi. Il faudrait tisser avec ce voisin des relations fondées sur le respect mutuel et la reconnaissance de l’indépendance et de la souveraineté du Liban. Nous n’avons aucun intérêt à être les ennemis de la Syrie tout comme ce pays ne doit pas se poser en ennemi du Liban », a-t-il ajouté.</p>
<p>Répondant à une question portant sur les retombées du différend syro-saoudien sur le Liban, le Premier ministre a estimé que « notre pays n’est une récompense pour personne ». « Le Liban paie le prix de ses atouts et de ses avantages qui en font une échappatoire pour les pays arabes. Nous sommes le seul pays de confrontation avec Israël et nul ne nous soutient. Nous sommes accusés de trahison, si nous tentons de récupérer les fermes de Chebaa, même sans négociations directes ou indirectes », a-t-il ajouté.</p>
<p>Évoquant les assassinats politiques des trois dernières années, Fouad Siniora a souligné que « la fréquence des attentats a diminué sans pour autant que ce feuilleton ne se termine ». « La formation du tribunal international vise non seulement à faire toute la lumière sur l’assassinat de Rafic Hariri, mais également à mettre un terme aux attentats. Le juge Bellemare m’a indiqué que les choses se passent très bien et qu’un progrès concret devrait être enregistré dans l’enquête menée par la commission internationale », a-t-il conclu.</p>
<p>Soulignons enfin que Fouad Siniora est parti hier pour La Mecque, où il accomplira le petit pèlerinage avant de rencontrer le monarque saoudien, Abdallah ben Abdelaziz.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La branche armée du Hezbollah sur le tapis]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1228</link>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 13:58:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/17/la-branche-armee-du-hezbollah-sur-le-tapis/</guid>
<description><![CDATA[(RFI)
Les dirigeants politiques libanais ont commencé à discuter du sort de la branche armée du H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(RFI)</p>
<p>Les dirigeants politiques libanais ont commencé à discuter du sort de la branche armée du Hezbollah. Certains veulent la désarmer, d’autres l’intégrer aux troupes régulières et d’autres, enfin, la maintenir telle quelle. Le dialogue pourrait durer très longtemps avant qu’un concept commun ne soit dégagé.</p>
<p><img class="alignnone" title="Dialogue National" src="http://www.rfi.fr/actufr/images/105/hezbollah_reunion_liban_080916_432.jpg" alt="" width="432" height="267" /></p>
<p><em>De notre correspondant à Beyrouth</em>, <strong>Paul Khalifeh</strong></p>
<p>Les principaux leaders politiques libanais se sont retrouvés, ce mardi, autour d’une même table dans le cadre d’un « dialogue national » pour débattre du sort de la branche armée du Hezbollah, la « Résistance islamique ». Conformément aux résolutions de la conférence de Doha qui a mis un terme, le 21 mai dernier, aux affrontements armés entre les partisans de la majorité et de l’opposition, le président de la République, Michel Sleimane, a lancé le dialogue autour de la « <em>stratégie de défense </em>», un euphémisme pour désigner les armes du Hezbollah.</p>
<p>Cette question avait déjà été évoquée dans le cadre d’un premier round de dialogue, en juin 2006, avant d’être interrompue par la guerre de juillet-août entre le Hezbollah et Israël. Le Liban avait ensuite sombré dans une longue et dangereuse crise politique, ponctuée d’attentats, d’assassinats et d’affrontements, qui a trouvé son dénouement à Doha. <!--more--></p>
<p>La première séance, placée sous l’égide de Michel Sleimane au palais présidentiel, a accueilli les 14 dirigeants et responsables qui ont participé au dialogue de 2006 et à la conférence de Doha, à l’exception du secrétaire général du Hezbollah. Hassan Nasrallah, qui se déplace rarement pour des raisons de sécurité, s’est fait représenter par le chef du bloc parlementaire de son parti, Mohammad Raad. Le chef de la majorité parlementaire, Saad Hariri, son allié druze Walid Joumblatt, le leader chrétien de l’opposition Michel Aoun, ainsi que ses rivaux chrétiens membres de la coalition du 14-Mars, Samir Geagea et Amine Gemayel, étaient présents aux côtés d’autres personnalités des deux camps et du secrétaire général de la Ligue arabe, Amr Moussa.</p>
<p>Michel Sleimane a mis à profit le climat positif généré par la réconciliation entre sunnites et alaouites à Tripoli pour lancer le dialogue. Même l’assassinat, mercredi 10 septembre, d’un responsable d’un parti druze de l’opposition, Saleh Aridi, n’a pas provoqué le report du dialogue. Et la rencontre lundi, pour la première fois depuis près de deux ans, entre des hauts responsables du Hezbollah et du Parti socialiste progressiste de Walid Joumblatt, a conforté ce climat de détente.</p>
<p><strong>Entre désarmement et intégration </strong></p>
<p>Si le sort de la branche armée du Hezbollah est officiellement discuté depuis mardi, le sujet occupe le centre de l’actualité politique depuis plus d’un an. Le débat s’est même envenimé après la conquête de Beyrouth par des combattants de l’opposition menés par le Hezbollah, le 7 mai dernier. Cette question délicate fait l’objet de trois approches différentes et parfois contradictoires. Pour le Hezbollah et ses alliés – notamment le leader chrétien Michel Aoun - la Résistance « <em>a fait ses preuves dans la libération et la défense du Liban face à Israël </em>». Aussi doit-elle être préservée dans le cadre d’une stratégie de défense, basée sur la complémentarité avec l’armée régulière libanaise. Son désarmement n’est pas envisageable « <em>tant qu’une partie du territoire est encore occupée et que l’Etat hébreu constitue une menace pour le Liban</em> ».</p>
<p>A l’opposé, il y a ceux qui soutiennent que deux armées ne peuvent pas coexister sur une même terre et que la défense du pays incombe aux seules « forces légales ». Cette thèse est ardemment défendue par le chef chrétien Samir Geagea. Enfin, il y a ceux qui défendent une position médiane : la Résistance reste un besoin face à Israël, mais il faut trouver des garanties afin qu’elle ne retourne pas ses armes vers l’intérieur et doit être progressivement intégrée à l’armée régulière. Cette approche est essentiellement développée par Walid Joumblatt qui était, avant le mois de mai, le principal pourfendeur du Hezbollah et de son chef. Saad Hariri commence à se rapprocher de plus en plus de cette dernière thèse.</p>
<p><strong>La primauté de l'Etat</strong></p>
<p>C’est dans ce champ de mines que le parrain du dialogue, Michel Sleimane, avance prudemment. Dans son discours inaugural devant les participants au dialogue, le président de la République a insisté sur la primauté de l’Etat, sans pour autant « lâcher » le Hezbollah qu’il connaît bien pour avoir dirigé l’armée pendant dix ans. « <em>La stratégie de défense doit intégrer les différents éléments de l’Etat et profiter des compétences de la Résistance </em>», a-t-il dit. Des propos que chaque partie va vouloir interpréter à sa façon.</p>
<p>La séance inaugurale s’est déroulée dans un climat calme et détendu. La discussion a surtout porté sur l’opportunité d’élargir le panel des participants, comme le souhaite l’opposition. Celle-ci estime que le choix des personnalités, fait en 2006, répondait à des rapports de forces locaux, régionaux et internationaux qui ont été, depuis, radicalement modifiés en sa faveur. L’opposition souhaite inviter d’autres personnalités comme le leader des maronites du Liban-Nord, Sleimane Frangié, l’émir druze Talal Arslan et l’ancien Premier ministre sunnite Omar Karamé. Mais la majorité refuse toute modification de la liste des participants qui se fera inéluctablement à son détriment.</p>
<p>La discussion a également porté sur la proposition de l’opposition d’élargir le débat à d’autres questions politiques et économiques. Il a été convenu que tous les sujets pourront être abordés… après l’élaboration de la stratégie de défense.</p>
<p>Prochain rendez-vous, le 5 novembre. Mais les Libanais savent d’ores et déjà que des mois, peut-être même des années, s’écouleront avant que majorité et opposition s’entendent sur une stratégie commune. En attendant, la branche armée du Hezbollah continuera de se renforcer, en hommes et en armement, sans la moindre inquiétude sur son avenir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le "dialogue national" s'ouvre par un appel à l'unité au Liban]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1221</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:09:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/16/le-dialogue-national-souvre-par-un-appel-a-lunite-au-liban/</guid>
<description><![CDATA[(Reuters)


Le président libanais Michel Sleiman a lancé le &#8220;dialogue national&#8221; en app]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(Reuters)</p>
<div>
<p><img class="alignleft" title="Dialogue national" src="http://www.lepoint.fr/content/system/media/2/20080916/2008-09-16T123827Z_01_NOOTR_RTRIDSP_2_OFRWR-LIBAN-DIALOGUE-20080916.jpg" alt="" width="450" height="171" /></p>
<p>Le président libanais Michel Sleiman a lancé le "dialogue national" en appelant à la réconciliation des factions politiques, profondément divisées sur le rôle que doit tenir la résistance libanaise dans la défense du pays.</p>
<p>"Les différentes possibilités (...) suscitent une vive préoccupation et la peur de l'avenir. Nous devons être unis", a déclaré l'ancien chef d'état-major des armées, un chrétien maronite, en accueillant au palais présidentiel les représentants de 14 mouvements, dont Mohammed Raad, l'un des principaux dirigeants du Hezbollah.<!--more--></p>
<p>Le Hezbollah et ses armes pourraient être au coeur des pourparlers, issus de l'accord trouvé en mai entre les dirigeants du pays sous l'égide du Qatar, afin de mettre un terme à la crise politique.</p>
<p>"Nous croyons fermement pouvoir mettre en place une stratégie qui protège le Liban, qui repose sur nos forces armées et qui bénéficie des moyens de la résistance", a dit encore le chef de l'Etat.</p>
<p>La "stratégie de défense nationale" est pour l'instant le seul sujet officiel de discussions et certains dirigeants politiques estiment sage de ne pas mettre immédiatement sur la table la question du rôle du Hezbollah et de son arsenal.</p>
<p>"Nous ne voulons pas aborder le sujet des armes si cela risque de provoquer de nouveaux affrontements", a ainsi déclaré le dirigeant sunnite Saad Hariri.</p>
<p>"Mais en même temps nous recherchons un dialogue responsable qui fixe définitivement les limites pour l'utilisation des armes afin qu'elles ne constituent pas, comme aujourd'hui, un moyen de dominer l'Etat et les autres mouvements politiques", a-t-il toutefois ajouté.</p>
<p>FERMETÉ DU HEZBOLLAH</p>
<p>"La résistance a offert un modèle de défense qui a prouvé qu'il protégeait le Liban et qui parvient à la victoire. Ou bien nous discutons de cette stratégie en prenant acte des bienfaits de cette défense, ou bien une autre stratégie est proposée et nous serons à l'écoute", a ainsi déclaré samedi Mohammed Raad.</p>
<p>Le ministre israélien de la Défense, Ehud Barak, a estimé mercredi que le Hezbollah disposait désormais de plus de 40.000 roquettes capables d'atteindre Israël, dont la plupart ont été acquises depuis la fin de la guerre de l'été 2006.</p>
<p>L'accord trouvé après les affrontements de mai prévoyait l'élection de Michel Sleiman à la tête de l'Etat, la formation d'un gouvernement d'union nationale, l'organisation d'élections législatives en 2009 et de débats sur les sujets de division.</p>
<p>Les hommes politiques des deux camps doutent que les discussions permettent de parvenir à un accord, mais espèrent qu'elles apaiseront les tensions interconfessionnelles persistantes.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sleimane ouvre le dialogue national en présence des dirigeants rivaux]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1214</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 15:52:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/16/sleimane-ouvre-le-dialogue-national-en-presence-des-dirigeants-rivaux/</guid>
<description><![CDATA[(AFP)
BEYROUTH - Le président de la République Michel Sleimane a ouvert mardi la réunion pour le ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(AFP)</p>
<p><img class="alignleft" title="Dialogue national" src="http://tayyar.org/tayyar/storage%5CGallery%5CLebanon%5CPolitical%20Event%5Cnat%5Cnat08%5CResized%5CMedia30.jpg" alt="" width="256" height="153" />BEYROUTH - Le président de la République Michel Sleimane a ouvert mardi la réunion pour le dialogue national au Liban, en présence de 14 dirigeants de camps rivaux, a constaté le correspondant de l'AFP.</p>
<p>"Accepter d'entamer un dialogue montre que tout est susceptible d'être discuté, que tous les sujets peuvent être abordés", a déclaré M. Sleimane à l'ouverture de la séance, dans un discours retransmis par les télévisions. "Seuls l'échec ou l'impasse sont inacceptables", a insisté le président.</p>
<p>Les différentes parties doivent notamment discuter, à huis clos, d'une "stratégie nationale de défense" censée définir les relations entre le Hezbollah et l'armée libanaise. Le mouvement chiite estime nécessaire de garder son arsenal pour protéger le pays contre une éventuelle attaque israélienne, alors que la majorité antisyrienne insiste pour que l'Etat ait le monopole des armes et des décisions de guerre et de paix. <!--more--></p>
<p>En 2006, un dialogue difficile avait réuni les principaux dirigeants politiques mais avait été interrompu après le conflit entre Israël et le Hezbollah durant l'été. Il a achoppé notamment sur la question de l'armement du Hezbollah.</p>
<p>Parmi les grands dirigeants, seul le chef du Hezbollah Hassan Nasrallah était absent de la réunion mardi, pour des raisons de sécurité. Il a été remplacé par le député du mouvement Mohammad Raad.<br />
Des mesures strictes de sécurité ont été prises tout au long de la route qui mènent au palais présidentiel à Baabda, à l'est de Beyrouth.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Liban: signature d'un accord pour mettre fin aux affrontements à Tripoli ]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1164</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 11:15:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/09/liban-signature-dun-accord-pour-mettre-fin-aux-affrontements-a-tripoli/</guid>
<description><![CDATA[(AFP)
TRIPOLI (Liban) - Un accord de réconciliation entre les communautés musulmanes alaouites et ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(AFP)</p>
<p>TRIPOLI (Liban) - Un accord de réconciliation entre les communautés musulmanes alaouites et sunnites à Tripoli, la capitale du Liban nord, a été signé lundi dans le but de rétablir le contrôle de l'Etat sur cette ville portuaire et mettre un terme aux affrontements.</p>
<p>L'accord a été signé en fin de soirée au domicile du mufti de Tripoli, cheikh Malek al-Chaar, qui a supervisé les pourparlers entre le Premier ministre Fouad Siniora (un sunnite) et les différents responsables locaux de Tripoli, selon un correspondant de l'AFP sur place.<!--more--></p>
<p>Au moins 23 personnes ont été tuées depuis le début des violences en mai à Tripoli entre sunnites, partisans de la majorité parlementaire, et alaouites, ces derniers étant proches de l'opposition libanaise.</p>
<p>"Tripoli est une seule ville, une ville unifiée où il n'y a pas de différence entre Libanais et Libanais, entre musulmans et musulmans ou entre musulmans et chrétiens. Nous sommes tous Libanais", a déclaré M. Siniora dans un discours télévisé après la signature de l'accord.</p>
<p>"Tripoli doit être débarrassée de toute arme, les armes ne protègent personne", a-t-il ajouté.</p>
<p>Le document signé appelle au retrait des hommes armés de la rue, au déploiement des forces de sécurité, au retour des déplacés chez eux, à des compensations pour les dégâts matériels ainsi qu'à un plan de développement économique pour la ville.</p>
<p>Selon M. Siniora, cet accord doit être respecté et "l'Etat jouera entièrement son rôle" pour assurer la sécurité.</p>
<p>Les soldats sont rarement intervenus au cours des affrontements qui ont eu lieu, suscitant des critiques au sein de la majorité parlementaire.</p>
<p>L'influent dirigeant sunnite, Saad Hariri, un pilier de la majorité, se trouvait à Tripoli depuis samedi pour sceller cet accord.</p>
<p>Le document a été signé notamment par MM. Siniora, Hariri et l'ancien Premier ministre Omar Karamé, également un sunnite. Côté alaouite, il a été signé par l'ancien député Ali Eïd, responsable du parti démocratique arabe alaouite, et Ahmad Hbouss, également un ancien député.</p>
<p>"Je suis très optimiste", a déclaré M. Chaar à l'AFP. "L'accord sera un succès car tout le monde s'y est impliqué".</p>
<p>Plus tôt dans la journée, le chef du Hezbollah Hassan Nasrallah avait appuyé les efforts de réconciliation menés par M. Hariri. "Nous appuyons tous les efforts pour enterrer la discorde à Tripoli. L'important n'est pas la partie qui parraine la réconciliation, l'important est d'empêcher l'effusion de sang".</p>
<p>Pour le mufti de Tripoli, le conflit dans la ville "n'est ni sectaire ni religieux. C'est un conflit politique et c'est ce qui a aidé à faire réussir cette initiative et permettre cet accord".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Liban: Nasrallah appuie les efforts de réconciliation de Hariri ]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1161</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 18:56:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/08/liban-nasrallah-appuie-les-efforts-de-reconciliation-de-hariri/</guid>
<description><![CDATA[(AFP)
BEYROUTH - Le chef du Hezbollah chiite libanais Hassan Nasrallah a appuyé les efforts de réc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(AFP)</p>
<p>BEYROUTH - Le chef du Hezbollah chiite libanais Hassan Nasrallah a appuyé les efforts de réconciliation menés par son principal opposant, le chef de la majorité Saad Hariri, pour mettre fin aux affrontements à Tripoli (nord), rapporte la presse lundi.</p>
<p>"Nous appuyons tous les efforts pour enterrer la discorde à Tripoli", la grande ville du nord du Liban, a affirmé M. Nasrallah lors d'un discours dimanche soir à l'occasion du mois de jeûne musulman du ramadan.</p>
<p>"L'important n'est pas la partie qui parraine la réconciliation, l'important est d'empêcher l'effusion de sang à Tripoli", a dit le dirigeant du Hezbollah, fer de lance de l'opposition.<!--more--></p>
<p>Au moins 23 personnes ont été tuées depuis le début des violences en juin à Tripoli entre sunnites partisans de la majorité et alaouites, ces derniers étant proches de l'opposition libanaise.</p>
<p>L'influent dirigeant sunnite, Saad Hariri, se trouve à Tripoli depuis samedi pour sceller un accord de réconciliation entre belligérants.</p>
<p>L'ancien député Ali Eid, responsable du parti démocratique arabe alaouite, a indiqué à l'AFP que l'accord serait signé "lundi soir à 21H30" (18H30 GMT) au domicile du mufti de Tripoli, cheikh Malek al-Chaar.</p>
<p>Le mufti, interrogé par l'AFP, s'est dit "très optimiste" car le conflit à Tripoli "n'est ni sectaire ni religieux. C'est un conflit politique et c'est ce qui a aidé à faire réussir cette initiative et permettre cet accord".</p>
<p>Dimanche, Hassan Nasrallah a réitéré son appel à rencontrer M. Hariri: "venez, que l'on s'assoie sans conditions préalables".</p>
<p>"J'ai déclaré que j'étais prêt à m'asseoir avec lui, les divergences ne portaient pas sur le principe mais sur le lieu" de la rencontre, a encore dit cheikh Nasrallah, évoquant des problèmes de sécurité.</p>
<p>"Nous croyons que l'union du pays est l'un des facteurs majeurs qui renforcent la Résistance (Hezbollah) et qu'à l'opposé les dissensions et les conflits internes l'affaiblissent", a estimé Nasrallah.</p>
<p>"Nous sommes prêts à tourner la page du passé et à panser toutes les blessures. Nous sommes ouverts à tout dialogue", a-t-il souligné.</p>
<p>L'accord interlibanais de Doha qui a mis fin le 21 mai à une crise politique de 18 mois et permis l'élection du président Michel Sleimane stipule la tenue d'un dialogue national sur les questions de litige entre majorité et opposition, notamment l'armement du Hezbollah.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Accord de réconciliation en vue à Tripoli, au Liban]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=1153</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 17:04:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>dodzi</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/09/07/accord-de-reconciliation-en-vue-a-tripoli-au-liban/</guid>
<description><![CDATA[(Reuters)
TRIPOLI, Liban - Saad Hariri, chef de file de la majorité parlementaire libanaise, a évo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(Reuters)</p>
<p><span class="cap">T</span>RIPOLI, Liban - Saad Hariri, chef de file de la majorité parlementaire libanaise, a évoqué dans la nuit avec le dirigeant alaouite Ali Eïd les affrontements religieux qui font rage depuis quatre mois à Tripoli.</p>
<p>Hariri, qui représente le camp sunnite hostile à Damas, et son interlocuteur se sont rencontrés au domicile du cheikh Malek Shaar, mufti du nord du Liban, pour tracer les grandes lignes d'un accord de réconciliation entre les différentes communautés.</p>
<p>Depuis juin, 22 personnes ont été tuées à Tripoli dans des heurts entre sunnites et alaouites, branche de l'islam chiite. Un attentat à la bombe y a par ailleurs fait 15 morts, dont dix soldats, en août.<!--more--></p>
<p>Ces heurts menacent le retour à la stabilité après l'accord de partage du pouvoir conclu en mai sous l'égide du Qatar au terme de 18 mois d'affrontements politiques entre la majorité et l'opposition emmenée par le Hezbollah.</p>
<p>Hariri et Eïd se sont entendus pour faire disparaître toute présence armée de Tripoli et pour remettre à la police le contrôle de la sécurité, a déclaré le mufti Shaar, s'adressant à la presse.</p>
<p>"La rencontre a permis de lever tous les malentendus et il y a eu une totale entente", a-t-il assuré.</p>
<p>"Je suis prêt à mettre tout mon poids politique au service de la réconciliation et à apporter un soutien financier, moral et politique (...) à la consolidation de la paix civile dans ce pays", a quant à lui déclaré Hariri, qui se trouve à Tripoli depuis vendredi.</p>
<p>Nadim Ladki, version française Jean-Philippe Lefief</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Future and the Salafis: Cracks in the Alliance?]]></title>
<link>http://arabicsource.wordpress.com/?p=1602</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:13:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rob</dc:creator>
<guid>http://arabicsource.ca.wordpress.com/2008/08/22/future-and-the-salafis-cracks-in-the-alliance/</guid>
<description><![CDATA[The alliance between the US-alligned Future (Mustaqbil)  Movement and N. Lebanese Salafists has alw]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>The alliance between the US-alligned Future (Mustaqbil)  Movement and N. Lebanese Salafists has always struck me as odd; A pro-US political movement and hard-core religous fundamentalists usually does not make a great couple. For Future it works out but what exactly do the Salafis get in return?  So far, it has been 1) a lack of security.  Future's Militias mostly ran away during the violence in May, leaving Northern Sunnis unprotected and exposed to the wrath of other ethnic groups.  And the continued alliance with Future/ Saudi Arabia only aggravates sectarian tensions in the North, which leaves Northern Sunnis further exposed to violence.   2) Leaves Hezbollah all the glory of confronting  <a href="http://arabicsource.wordpress.com/2008/05/14/sunnis-vs-shia-or-resistance-vs-the-us/">Israel</a>  which is  the number one issue for groups such as Fatah Al-Islam. </p>
<p>Grandmasta has suspected all along that factions within the Tripoli-based Salafis have been asking themselves if the alliance with Future is worth it?  It seems now that some are saying No and the alliance is starting to unravel. </p>
<p>On August 18th, Hezbollah met with a group of leaders, supposedly acting in the name of Lebanese Salafis, and signed a memorandum of understanding.  But before the ink had time to dry, the initiative's owners, under intense pressure from among others, Future and probably Saudi Arabia, were forced to <a href="http://www.thememriblog.org/blog_personal/en/9303.htm">announce</a>  its suspension. </p>
<p><em>Asharq Al-Awsat's</em> coverage has outlined the reasons given for the suspension:</p>
<p>1) <span style="text-decoration:underline;">The signers don't have signifigant popular support</span>.  Maybe.  But there are also clearly rivalries amongst Salafi clerics, especially between Da'i A;-Shahel (who opposes) and his nephew Hassan Al-Shahel (supports). </p>
<p>2) <span style="text-decoration:underline;">The Future Movement Either Backed Out After the Fact or Never Supported the Initiative</span>:  Future says they never supported.  The Pro-Doc crowd says Future backed out afterwards.  Asharq Al-Awsat interviews several pro-Doccers who swear Future was on board originally and their explanation does sound convincing because it seems that the initiative could not have gotten to the stage of having the actual meeting if there wasn't some Future consent. </p>
<p>3) <span style="text-decoration:underline;">Hezbollah Will Explot the Document</span>:  Anti-Doccers say that Hezbollah will exploit the document for thier own uses.  But those in favor say this is ridiculous, as "we could easily announce a suspension if that happened."  Nor does Hezbollah have seats in the North where we live.</p>
<p>Two Interesting and Important Points:</p>
<p>1) The Egyptian Muslim Brotherhood is alleged to have some role.  Asharq Al-Awsat (8/21, p. 7)  kept asking Shaik Akaf, the Supreme Guide, about his organizations role. His response "yareet (I wish)" but "we are far from the events in Lebanon." But they keep asking him this question so maybe something is going on under the table. </p>
<p>2)  Qutar is the sponsor of this initiative, according to <a href="http://weekly.ahram.org.eg/2008/911/re4.htm"><em>Al-Ahram</em></a><em> Weekly</em>. This is consistent with their middle-way diplomacy that brought a peace deal to Lebanon in the first place.  According to Al-Ahram:  "This is partly an attempt to weaken Future and Saudi Arabia on the part of Qatar."  Makes sense.  Future and the Salafis previous intransigence and close ties with Saudi Arabia are what led to the disaster of May.  It was Qatar's middle-road diplomacy that guided Lebanon out of its impasse in May.  Further reducing sectarian tensions by sponsoring a Hezbollah-Salafi  rapprochement would be consistent with this approach. </p>
<p><strong>Commentary</strong><br />
So what's  going on here?  Is this something big?   Maybe the Pro-Doccers really have no support as their rivals claim.  Or maybe this is the beginning of the  end of the Salafi  alliance with Future.  Only someone who has a strong grasp of the power balance within the Salafis based on significant on-the-ground contact, such as Bernard <a href="http://www.amazon.com/Everyday-Jihad-Militant-Palestinians-Lebanon/dp/0674025296/ref=pd_bbs_2?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1219396612&#38;sr=8-2">Rougier</a>,  can really say for sure.  Grandmasta wouldn't know.   He did get invited to a party at the Tripoli Salafi social club once but they chucked him out when he showed up at the door wearing a Hayfa Wahbe Summer Concert Tour 2005 T-Shirt.  They haven't invited him back since.  </p>
<p>But  it does seems the Pro-Doccers got their point across and the events of the past 3 days should be seen as something of a victory for those Northern Salafis dissatisfied with the status-quo.  In the <em>Asharq Al-Awsat</em> article,  Shaikh Safwan Al-Jai'abie, the initivative's sponsor, dismisses the opposition as merely "political words."  The key taboo, discussion with Hezbollah, has been broken.  He also says no longer will the Salafis be used as a tool.  And perhaps supporting the pro-Doc's stance is the simplicity of the document itself.  It has eight points, none of which have anything to do with points of theology of which there is probaly little room for mutual understanding.  The basic theme is avoiding Sunni-Shia Fitna, which is exactly what the US and Israel wants, maintaining Islamic unity, and condemning any form of Takfir.  This is hardly revolutionary and the vast majority of Arabs throughout the Middle East would wholeheartedly agree with these points.  So, despite the freezure, it seems that the Sunni Salafis in North Lebanon who are unhappy with  their alliance with Future (and hence the US/ France) have been able to take some steps in a direction that better suits their interests.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rethinking Hariri's legacy]]></title>
<link>http://lebreview.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:52:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>tigermarks</dc:creator>
<guid>http://lebreview.ca.wordpress.com/2008/08/18/rethinking-hariris-legacy/</guid>
<description><![CDATA[When Rafic Hariri was assassinated in February 2005 most Lebanese were willing to set aside their di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>When Rafic Hariri was assassinated in February 2005 most Lebanese were willing to set aside their differences to stand up for a cause: we will not allow our leaders to be killed simply because they stand up for Lebanon's own interests. As a result, many of us remember Hariri's good side. Its maybe time to start looking more critically at the legacy left by a man who was at the helm of Lebanon's government for over a decade.</p>
<p>I am personally a natural supporter of the type of policies that Hariri espoused. He was pro-market and wished to make Lebanon more business-friendly. He was also western-oriented and built strong ties with world leaders and shied away from the rhetoric that often plagued Arab political discourse. At the same time, Hariri was very careful to ensure he maintained strong ties with most Arab countries without getting caught up in their various disagreements. These are all things I myself support.</p>
<p>However, I was also a critic of Hariri when it came to his actual policies and the way he went about implementing them. Besides the possible corruption which Hariri may have been involved in, he did very much to undermine the country's institutions. Among the detrimental policies which he supported were the laws limiting press freedoms and the right to protest. He also created new institutions which were intended to bipass current ones. The result was to increase his direct control over the economy and policy issues.</p>
<p>I think we deserve to become more nuanced in our view of Hariri. Unfortunately, I do not think this is possible today largely due to the politcization of him and his legacy. Having said that, a number of Lebanon's great politicians have been in the very same situation, including Camile Chamoun, Fuad Chehab, Kamal Jumblatt, and maybe even Bashir Gemayel.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lebanon chief mends ties in Syria ]]></title>
<link>http://expressyoureself.wordpress.com/?p=443</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 10:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>expressyoureself</dc:creator>
<guid>http://expressyoureself.ca.wordpress.com/2008/08/14/lebanon-chief-mends-ties-in-syria/</guid>
<description><![CDATA[
Lebanon chief mends ties in Syria


The Lebanese and Syrian presidents have been holding talks in D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mxb">
<h1>Lebanon chief mends ties in Syria</h1>
</div>
<p class="first">
<p class="first"><strong>The Lebanese and Syrian presidents have been holding talks in Damascus, where they formally confirmed a move to establish full diplomatic relations.</strong></p>
<p>Lebanese President Michel Suleiman was given a red-carpet welcome by President Bashar al-Assad, the first such visit after a turbulent three years.</p>
<p>Tension has been high since the 2005 assassination of Lebanon's former Prime Minister Rafik Hariri.</p>
<p>Many Lebanese blame Damascus for the killing, but it denies involvement. <!-- E SF --></p>
<p>The two leaders were meeting in the Syrian capital a month after a summit in Paris, where they agreed to establish diplomatic ties and open embassies.</p>
<p>"The two presidents... have instructed their foreign ministers to take the necessary steps in this regard, starting from today," said Buthaina Shaaban, an adviser to President Assad.</p>
<p>The Arab neighbours are set to normalise relations for the first time since the Arab neighbours gained independence from France in the 1940s.</p>
<p>Hours before Mr Suleiman flew to Damascus for the two-day visit, a bomb exploded in the northern Lebanese port city of Tripoli, the scene of fierce street fighting between pro- and anti-Syria supporters since May.</p>
<p>Lebanon's pro-Syrian parliament speaker Nabih Berri said the timing of the attack was meant "to prevent the improvement of Lebanese-Syrian relations".</p>
<p>Syria's foreign ministry called the attack a "criminal act" and voiced support for Lebanon "in the face of all those who are manipulating its security and stability".</p>
<p><strong>Tough issues</strong></p>
<p>The BBC's Bethany Bell in Damascus says despite progress in relations between the two nations, potential stumbling blocks remain - not least over the international tribunal into the death of Mr Hariri.</p>
<p>Past international investigators said Syrian intelligence and its Lebanese associates had played a role, although the report of the latest prosecutor - Daniel Bellemare of Canada - spoke of a criminal network without saying whether it had political motives.</p>
<p>Syrian officials have consistently and strenuously denied any Syrian role.</p>
<p>Syria kept a large military and intelligence presence in Lebanon after the civil war ended in 1990, but it was forced to withdraw after the Hariri assassination because of massive public pressure in Lebanon with strong international support.</p>
<p>Settling relations with Syria is a top priority for the new government in Lebanon.</p>
<p>The unity coalition was formed after the Qatari-mediated Doha accord which ended months of deadlock and bouts of violence between pro-Syria factions and supporters of the Western-backed government.</p>
<p>The Doha accord also allowed the installation of former army chief Mr Suleiman as president, a candidate deemed acceptable on both sides of the political divide.</p>
<p>Other issues for discussion in Damascus are likely to be demarcating the mountainous Lebanon-Syria border and determining the fate of Lebanese detainees in Syria.</p>
<p><!-- E BO --></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lebanese city rocked by bus bomb ]]></title>
<link>http://expressyoureself.wordpress.com/?p=404</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 11:35:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>expressyoureself</dc:creator>
<guid>http://expressyoureself.ca.wordpress.com/2008/08/13/lebanese-city-rocked-by-bus-bomb/</guid>
<description><![CDATA[
Lebanese city rocked by bus bomb
At least 11 people have been killed by a blast in the center of th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mxb">
<h1>Lebanese city rocked by bus bomb</h1>
<p class="first"><strong>At least 11 people have been killed by a blast in the center of the Lebanese city of Tripoli, the military says.</strong></p>
<p>Security officials said a bomb went off close to a bus whose passengers included a number of off-duty soldiers.</p>
<p>The port city has been the scene of sectarian fighting in recent months in which more than 20 people have died.</p>
<p>The attack comes a day after the new national unity government won a vote of confidence and as President Michel Suleiman was due to travel to Syria. <!-- E SF --></p>
<p><!-- S IBOX --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="231" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="5"><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/shared/img/o.gif" border="0" alt="" hspace="0" vspace="0" width="5" height="1" /></td>
<td class="sibtbg">
<div>
<div class="mva"><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/nol/shared/img/v3/start_quote_rb.gif" border="0" alt="" width="24" height="13" /> <strong>The hands of the criminals have hit in Tripoli against innocent soldiers and civilians</strong> <img src="http://newsimg.bbc.co.uk/nol/shared/img/v3/end_quote_rb.gif" border="0" alt="" vspace="0" width="23" height="13" align="right" /></div>
</div>
<div class="mva">
<div>Tareq Mitri, Information Minister</div>
</div>
<div class="o"><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/nol/shared/img/v3/inline_dashed_line.gif" border="0" alt="" hspace="0" vspace="2" width="226" height="1" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- E IBOX --> No-one immediately claimed responsibility for the attack, which also wounded at least 30 people.Some reports put the number of dead at 18.</p>
<p>Nine of those killed were reported to be soldiers who had been travelling on the bus. The army has said it believes it was directly targeted by the attack.</p>
<p>Mr Suleiman described the explosion as "a terrorist act".</p>
<p>"The army and security forces will not be terrorised by attacks and crimes that target it and civil society, and the history of the army attests to that", he said in a statement.</p>
<p>Syria's foreign ministry said it "staunchly denounced the criminal attack that killed many innocent civilians".</p>
<p><strong>'Many interpretations'</strong></p>
<p><!-- S IIMA --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="226" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/44918000/jpg/_44918098_-35.jpg" border="0" alt="Lebanese Red Cross volunteers help a wounded man in Tripoli (13/08/2008)" hspace="0" vspace="0" width="226" height="170" /></p>
<div class="cap">Reports say at least 30 people were injured by the blast</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- E IIMA --> Lebanese Information Minister Tareq Mitri told reporters in Beirut that an investigation was taking place but he did not speculate on who had been behind the attack."The investigation has begun and there are many interpretations, political interpretations"</p>
<p>Mr Mitri said the government would "make every effort" to support the people of Tripoli.</p>
<p>"The hands of the criminals have hit in Tripoli against innocent soldiers and civilians", he said.</p>
<p>"Once again, they want our country to be an arena for settling scores and battling for influence."</p>
<p>Correspondents said it appeared the bomb was intended to disrupt the groundbreaking presidential visit, which was hoped to patch up years of stormy relations between the two neighbours.</p>
<p>The bomb went off in Masarif Street in Tripoli's busy commercial district.</p>
<p>TV footage showed the surrounding area spattered with blood and covered in broken glass. The strength of the explosion blew debris and body parts onto nearby roofs.</p>
<p><strong>Troubled city</strong></p>
<p><!-- S IIMA --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="226" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/44917000/gif/_44917989_lebanon_trip_0608.gif" border="0" alt="Lebanon" hspace="0" vspace="0" width="226" height="170" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- E IIMA -->In recent months, Tripoli has seen a series of clashes between the city's majority Sunni Muslim community, who mainly support the anti-Syrian movement, and members of the Alawite sect, an offshoot of Shia Islam, linked to the powerful political and militant group Hezbollah.Mr Suleiman, the president, was due to travel to Syria on Wednesday for talks with his Syrian counterpart, Bashar al-Assad.</p>
<p>The BBC's Bethany Bell, in Damascus, says his visit marks a gradual thaw in relations between the two countries, which have been strained since the 2005 assassination of former Lebanese Prime Minister Rafik Hariri.</p>
<p>They planned to discuss demarcating their shared border and setting up diplomatic relations for the first time since independence in the 1940s.</p>
<p>Many Lebanese blame Syria for the Hariri killing, but Damascus has consistently denied any involvement.</p>
<p>Tuesday's vote gave the formal go-ahead for a government which brings together the anti-Syrian bloc, backed by Western powers and Sunni-led Arab governments, and former opposition groups led by Hezbollah and backed by Syria and Iran.</p>
<p>Lebanese Prime Minister Fouad Siniora said the bombing "will not affect the launching of our government".</p>
<hr /><strong>Are you in Tripoli? Have you been affected by the blast? Send your comments </strong></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hind Hariri Named the Youngest Woman Billionaire in the World]]></title>
<link>http://fortheloveofblush.wordpress.com/?p=559</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 12:35:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Babycakes</dc:creator>
<guid>http://fortheloveofblush.ca.wordpress.com/2008/07/29/hind-hariri-named-the-youngest-woman-billionaire-in-the-world/</guid>
<description><![CDATA[
Wow.  I just read this article by Forbes that names Hind Hariri (from Beirut, Lebanon) the youn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://None"><img class="size-medium wp-image-560  aligncenter" src="http://fortheloveofblush.wordpress.com/files/2008/07/12f_top_10.jpg?w=100" alt="" width="100" height="150" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Wow.  I just read this <a href="http://sify.com/finance/fullstory.php?id=14726648" target="_blank">article by Forbes </a>that names Hind Hariri (from Beirut, Lebanon) the youngest woman billionaire in the world at 24 years old and the the 2nd youngest billionaire after facebook creator.</p>
<p style="text-align:justify;">Poor girl.  Who the hell is gonna care now about what she's all about on the inside. </p>
<p style="text-align:justify;">Askmen.com also included her on their <a href="http://www.askmen.com/fine_living/top_10/12b_top_10.html" target="_blank">Top 10 Available Heiresses</a> for all those guys interested in trying their luck. </p>
<p style="text-align:justify;">Go Hind!!!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nouveaux affrontements entre des groupes rivaux dans le nord du Liban]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=858</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:32:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/07/25/nouveaux-affrontements-entre-des-groupes-rivaux-dans-le-nord-du-liban/</guid>
<description><![CDATA[(Xinhua)
Des affrontements et des  coups de feu se sont renouvelés vendredi matin entre des groupe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(Xinhua)</p>
<p><a href="http://mplbelgique.files.wordpress.com/2008/07/tripoli_chars_armee1.jpg"><img class="size-medium wp-image-859 alignleft" src="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/07/tripoli_chars_armee1.jpg?w=300" alt="" width="155" height="103" /></a>Des affrontements et des  coups de feu se sont renouvelés vendredi matin entre des groupes  rivaux dans la ville portuaire de Tripoli, nord du Liban.</p>
<p>L'armée libanaise a fermé l'autoroute Tripoli-Akkar pour  prévenir des coups de feu qui pourraient toucher des passants, a ajouté le reportage.</p>
<p>Une personne a été blessée au cours des échanges de tirs entre  des habitants sunnites pro-gouvernement de Bab al-Tabbaneh et ceux de l'opposition de la zone Alaouite de Jabal Mohsen, selon la même  source.</p>
<p>Trois grenades ont explosé jeudi dans la nuit dans la zone  malgré la présence de l'armée pour maintenir l'ordre.</p>
<p>Une personne a été tuée et <!--more-->six autres blessées la semaine  dernière au cours des affrontements dans la même zone.</p>
<p>Des conflits dans le district nord de Tripoli se produisent  souvent depuis le mois de juin: ils ont fait 14 morts et plus de 100 blessés.</p>
<p>Le déploiement de l'armée libanaise dans la région n'a pas pu  ramener un calme durable bien que l'armée ait ordonné que les  affrontements soient réprimés par la force militaire.</p>
<p>Des affrontements féroces se sont produits en fin de mai à  Beyrouth entre les partisans pro-gouvernement et de l'opposition,  et ont fini par un accord signé entre les leaders libanais à Doha  le 21 mai pour prévenir de l'utilisation d'armes et résoudre les  disputes politiques.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Joumblat se retourne contre lui-même et Israël viole les lignes libanaises]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=779</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 00:56:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/07/19/joumblat-se-retourne-contre-lui-meme-et-israel-viole-les-lignes-libanaises/</guid>
<description><![CDATA[Mouallem à Beyrouth lundi, Hariri en Iraq et Washington reprend ses relations avec Téhéran
(Tayya]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>Mouallem à Beyrouth lundi, Hariri en Iraq et Washington reprend ses relations avec Téhéran</h3>
<p><em>(Tayyar.org)</em></p>
<p><a href="http://mplbelgique.files.wordpress.com/2008/07/joumblatt_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-780 alignleft" src="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/07/joumblatt_1.jpg?w=255" alt="" width="126" height="93" /></a>Alors que la commission de rédaction de la déclaration ministérielle s’applique à rédiger le premier brouillon dans un climat que tous les membres ont qualifié de positif suite aux discours du président de la république et du secrétaire général du Hezbollah, Hassan Nasrallah, prononcés à l’occasion du retour des derniers détenus libanais dans les prisons israéliennes, et à l’ambiance populaire générale qui s’est traduite par une participation massive à l’accueil des corps de Naqoura à Beyrouth en passant par Sidon….</p>
<p>Et qu’un quasi consensus semble avoir été atteint concernant les deux questions de l’arsenal du Hezbollah qui devra être traitée dans le cadre d’une stratégie de défense, et des relations avec la Syrie ce qui élimine un possible obstacle à la rédaction du premier projet de la déclaration…<!--more--></p>
<p>Les deux milieux politique et populaire ont été surpris par un retournement de la part de Joumblat dans ses positions vis-à-vis de la résistance et de son arsenal. Après avoir longtemps soutenu l’impossibilité de la cohabitation entre le gouvernement et la résistance, il a déclaré lors du festival de Abieh organisé en l’honneur du doyen des prisonniers, Samir Qantar et de ses camarades, que « Etat et résistance n’étaient pas contradictoires ni résistance et souveraineté non plus … », ce retournement est plus qu’une « adaptation » des positions dont Joumblat est un fervent adepte, c’est un changement de camp. Samir Kantar a déclaré que sans « la Syrie, la montagne serait tombée à un moment donné ». Si certains ont considéré ce retournement de Joumblat comme une réponse au discours de Hassan Nasrallah, d’autres l’interprètent comme le résultat d’une lecture anticipée de prochains changements sur le plan régional et international. Les premiers signes de ces changements sont les négociations syro-israéliennes, le dialogue iranien américain, la volonté de Washington d’ouvrir en Iran un bureau diplomatique pour régir les intérêts américains après la décision de réduire significativement les effectifs militaires en Iraq avant l’année prochaine ainsi que la demande formulée par l’Europe à l’attention de la Syrie pour servir de médiateur avec l’Iran dans le dossier nucléaire, cette dernière a accueilli avec beaucoup d’enthousiasme ce possible rôle syrien dans l’apaisement des tensions.</p>
<p>Et non loin de la surprise Joumblat, le chef du courant du Futur Saad Hariri s’est rendu à Bagdad et a visité les lieux saints Chiites dans le cadre d’une visite placée sous le signe de l’apaisement du conflit Sunnite Chiite et du refus de l’ingérence étrangère dans le processus de démocratisation du Liban et de l’Iraq et de l’établissement de relations dans la prochaine étape. Ceci trois jours avant la visite du ministre des Affaires Etrangères Walid El Mouallem prévue lundi pour inviter le président Sleiman à se rendre en Syrie.</p>
<p>Dans ce nouveau climat général qui présage de prochains changements dans la région et qui s’est immédiatement traduit par un apaisement des tensions à l’intérieur du Liban, l’arsenal du Hezbollah a ainsi été placé dans le cadre d’une stratégie de défense et on parle de placer les fermes de Chebaa sous la tutelle de l’ONU en attendant sa libération et la redéfinition des frontières syro-libanaises, Israël refait surface sur la scène libanaise. Elle a, premièrement, violé les lignes téléphoniques terrestres libanaises, ce qui a poussé le ministre des télécommunications, Gebran Bassil, à adresser une plainte au secrétaire général de l’ONU Ban Ki Moon, et deuxièmement, a lancé des menaces d’attenter à la vie du secrétaire général du Hezbollah, Hassan Nasralalh, et du doyen des détenus libanais dans les prisons israéliennes, Samir Kantar. Les observateurs voient dans cette intervention israélienne une tentative d’apaiser la colère populaire à l’intérieur du pays.</p>
<p>Certains ont relié les menaces d’Israël de « représailles plus violentes que celles de la guerre de juillet » contre le Liban aux signes d’améliorations dans les relations américano iraniennes et à la déclaration du ministre iranien des Affaires Etrangères Manouchaher Mouttaki qu’il espère « des évolutions positives » durant les négociations que le négociateur nucléaire iranien Said Jalili entreprend demain à Genève avec le chef de la diplomatie de l'Union Européenne Javier Solana en sa qualité de représentant des membres permanents au conseil de sécurité, en présence des directeurs politiques des ministères des affaires Etrangères des deux pays et parmi eux - pour la première fois – l’attaché du ministère américain aux Affaires Etrangères, Nicolas Perenz…De hauts responsables américains ont exprimé la volonté de Washington d’établir des relations diplomatiques avec Téhéran.</p>
<p>Toutes ces évolutions apaisent – relativement - les tensions à l’intérieur du Liban, mais la vigilance reste de rigueur.</p>
<p>Hariri : Couper la route au conflit sunnite Chiite</p>
<p>Magistrats libanais : Suspendent les séances en manifestation de leur mécontentement</p>
<p>Ziad Baroud : Le ministère de l’Intérieur sera un ministère des Droits de l’Homme</p>
<p>Joumblat : Aucune contradiction entre l’Etat et la résistance</p>
<p>Fneich : Nous ne cherchons aucun profit et notre projet est l’Etat</p>
<p>Ibrahim Kanaan : Les élections de 2009 sont le moment de confirmer vos droits</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Joumblat et les FL accusent la mauvaise gestion du processus de formation du gouvernement]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=731</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 23:23:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/07/10/joumblat-et-les-fl-accusent-la-mauvaise-gestion-du-processus-de-formation-du-gouvernement-en-ayant-accorde-a-aoun-ce-qu%e2%80%99il-demandait-et-deplace-la-balle-dans-le-camp-de-la-majorite/</guid>
<description><![CDATA[Joumblat et les FL accusent la mauvaise gestion du processus de formation du gouvernement en ayant a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>Joumblat et les FL accusent la mauvaise gestion du processus de formation du gouvernement en ayant accordé à Aoun ce qu’il demandait et déplacé la balle dans le camp de la majorité</h3>
<p><em>(Tayyar.org)</em></p>
<p><a href="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/02/joumblatt.jpg"><img class="size-medium wp-image-166 alignleft" src="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/02/joumblatt.jpg?w=228" alt="" width="98" height="65" /></a>Malgré l’intensification des négociations entreprises dès son retour avec Siniora, Geagea, Joumblat et Safadi, tous les appels téléphoniques effectués et l’appel au sang de feu Rafiq Hariri et au serment de feu Gebran Tueni, le chef du courant du futur, le député Saad Hariri, ne semble pas avoir réussi à arrondir les angles au sein de son parti ni à aplanir les obstacles qui entravent la formation du nouveau cabinet avant le 12 juillet date à laquelle le président de la république devrait se rendre à Paris pour assister au Sommet pour la Méditerranée.</p>
<p>Et malgré le climat optimiste diffusé par les médias entourant Hariri qui annoncent la formation du cabinet dans les prochaines heures ou au plus tard samedi, la démarche de<!--more--> Saad Hariri n’a néanmoins pas réussi à confirmer la prochaine annonce du nouveau cabinet. Certains milieux ont parlé d’une lettre que le président de la république adresserait à l’Assemblée et aux libanais avant son départ pour Paris, dans laquelle il fait porter aux politiciens la responsabilité de la situation.</p>
<p>Si certains ont parlé d’une solution consistant à attribuer aux « Forces Libanaise » le portefeuille de la Justice, à Joumblat celui des Travaux Publics et à Safadi celui de l’Economie, ils ont néanmoins reconnu que le problème non encore résolu est celui de Ali Kanso du Parti Nationaliste Syrien étant donné que le premier ministre désigné ne l’accepterait pas et Hariri considère que sa présence dans le nouveau cabinet équivaudrait au « retour de Rostom Ghazaly au Liban ».</p>
<p>Les discussions entre Hariri et Joumblat dans la nuit concernant le climat général régnant au sein du 14 mars ainsi que le dépit du premier ministre désigné, ont - selon Joumblat et les « Forces Libanaises » - « accordé à Michel Aoun les portefeuilles qu’il demandait et déplacé le problème au sein du parti de la majorité » ce qui représenterait une invitation aux chrétiens de la majorité à se joindre au général Aoun, ceci pour demander au courant de Futur de suivre l’exemple des alliés de Aoun au sein de l’opposition qui l’ont soutenu afin qu’il obtienne ce qu’il demande. Ce climat tendu ressenti par Hariri lors de ses discussions hier, l’aurait poussé à suggérer qu’il nommerait « des indépendants et alliés en dehors du courant du futur » en référence à la question du ministre maronite de son courant à laquelle aucune solution n’a encore été trouvée ce qui veut dire qu’il sera contraint à renoncer à l’attribution d’un ministère à l’ancien député Ghattas Khoury, encore une fois, et dans une tentative de contourner l'insistance de l’opposition à attribuer à Ali Kanso un ministère en refusant toute alternative à sa personne.</p>
<p>Et concomitamment aux complications entravant les démarches de Hariri, et d’une manière surprenante, la situation sécuritaire à Tripoli refait surface suite aux affrontements armés entre Bab el Tebbane et Jabal Mohsen durant lesquels des armes lourdes, moyennes et légères ont été employées et qui ont duré jusqu’au matin. Ces évolutions réunies auraient motivé le président de l’Assemblée Nabih Berry qui a parlé « d’une tentative d’attaque de l’accord de Doha ».</p>
<p>Le député Hariri aurait décidé de trouver une solution à cette crise au sein de son parti en appelant à une réunion de tous les partis de la majorité afin de résoudre l’obstination de certains, les reproches d’autres, et la menace d’un troisième parti de ne pas accorder la confiance au gouvernement si on ne lui accorde pas un portefeuille (le député Boutros Harb). L’opposition, de son côté, semble sereine après avoir lancé la balle dans le camp de la majorité. Ceci a dévoilé les conflits qui existent au sein de la majorité, la fragilité des alliances entre ses différents partis et les contradictions des positions qui menacent son unité avant les élections parlementaires.</p>
<p>Les démarches de Hariri auprès des différents partis de la majorité porteront-elles leurs fruits dans les heures qui viennent en facilitant la formation du gouvernement avant le départ du président Sleiman qui se rend à Paris pour rencontrer le président Sarkozy pressé de voir le nouveau cabinet d’union nationale, ainsi que le président syrien qui a promis des relations diplomatiques entre la Syrie et le Liban dès la formation du nouveau cabinet ?</p>
<p>Et si le pressentiment du président de l’assemblée Nabih Berry concernant l’existence de partis qui souhaitent la mort de l’accord de Doha, est vrai, le gouvernement d’expédition des affaires courantes resterait en place jusqu’aux prochaines élections parlementaires.</p>
<p>Hariri : Le gouvernement sera annoncé bientôt et aucune complication n’existe</p>
<p>Boutros Harb : Ce qui se produit est une précédent dangereux</p>
<p>Ibrahim Kanaan : A évoqué avec le colonel Yehia la sécurité du Metn</p>
<p>Minbar Al Wehdat : Les agissements de Siniora ne sont pas tolérés</p>
<p>Siniora : Nous espérons que la formation du gouvernement intervienne avant le 12 juillet et je n’ai pas connaissance de la candidature de Kanso</p>
<p>Le président de la république : Prêt à normaliser les relations avec la Syrie</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perbedaan Antara Eramuslim dan IRIB]]></title>
<link>http://ressay.wordpress.com/?p=781</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 11:57:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>ressay</dc:creator>
<guid>http://ressay.ca.wordpress.com/2008/06/23/perbedaan-antara-eramuslim-dan-irib/</guid>
<description><![CDATA[ 
Isu Timur tengah sering kali membuatku bingung. Masalahnya, masing-masing pihak sering kali berbed]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-785" src="http://ressay.wordpress.com/files/2008/06/el.gif" alt="" width="140" height="15" /> <a href="http://ressay.files.wordpress.com/2008/06/irib-image2.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-786" src="http://ressay.wordpress.com/files/2008/06/irib-image2.gif" alt="" width="180" height="68" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Isu Timur tengah sering kali membuatku bingung. Masalahnya, masing-masing pihak sering kali berbeda dalam menyampaikan pelaporannya. Tidak jarang terjadi juga kontradiksi yang teramat sangat.</p>
<p style="text-align:justify;">Bagaimana dengan perbedaan pemberitaan yang terjadi antara <a href="http://www.eramuslim.com" target="_blank">Era Muslim</a> dan <a href="http://indonesian.irib.ir" target="_blank">IRIB</a>? silakan Anda simak. <!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="FI"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">***</p>
<h1 style="text-align:justify;"><span style="font-size:18pt;" lang="IT">Konflik Bersenjata di Utara Libanon, Lima Orang Tewas</span></h1>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IT">Ketegangan sektarian di Tripoli, utara Libanon yang pecah hari Minggu (22/6) sudah menelan korban lima korban jiwa dan masih berlanjut hingga hari ini, menyebabkan sejumlah pendudukan sipil mengungsi atau berlindung di tempat-tempat perlindungan bawah tanah.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Sedikitnya dua orang luka-luka ketika para pendukung Hizbullah dan kelompok pendukung pemerintah saling baku tembak dan saling melempar granat di dua distrik padat penduduk di utara Libanon, Bab al-Tebbaneh dan Jabal Mohsen.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Sejumlah faksi di Libanon, hari Minggu kemarin mendesak agar pemerintah Libanon mengerahkan pasukan militernya untuk memulihkan keamanan dan mengusir kelompok-kelompok bersenjata dari jalan-jalan. Tetapi, Minggu sore, bentrokan antara keduabelah pihak terjadi lagi.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Laporan koresponden al-Jazeera menyebutkan, situasi di kota Tripoli "sangat berbahaya." Menurutnya, apa yang terjadi adalah friksi di kalangan kelompok lokal di Libanon.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Sorang pejabat keamanan Libanon mengungkapkan, kelompok pejuang Sunni yang pro pemerintahan Libanon melawan kelompok Alawites, cabang dari kelompok Syiah yang mendukung Hizbullah. Distrik Bab al-Tebanneh dan al-Qobbe adalah distrik-distrik Sunni sedangkan Jabal Mohesen mayoritas warganya adalah penganut Alawites.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Sementara itu, di kamp pengungsi Ain el-Helweh selatan Libanon, seorang pejuang Muslim dalam kondisi kritis karena luka-luka yang dideritanya, akibat ledakan sebuah. Korban yang kritis itu adalah satu dari empat korban luka lainnya yang dibawa ke rumah sakit, di antaranya adalah seorang perempuan dan anak perempuanberusia 8 tahuan.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="FI">Imad Yasin, korban kritis adalah kelompok Jundul Shamn. Ia terluka bersama dua orang pengawalnya ketika terjadi ledakan yang berasal dari sebuah tong sampah di Taameer Ain el-Helweh. </span>(ln/aljz)</p>
<p style="text-align:justify;">Sumber: <a href="http://eramuslim.com/berita/int/8623131007-konflik-bersenjata-utara-libanon-lima-orang-tewas.htm" target="_blank">Disini</a></p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IT">Saya mencoba mencari-cari berita yang sama di website IRIB. Dan ternyata ada juga, tetapi laporan berita dari IRIB sangat berbeda dengan eramuslim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IT">Jika Eramuslim lebih senang menyoroti konflik di Libanon itu adalah konflik sektarian, sedangkan di IRIB menyoroti konflik di Libanon sebagai konflik politik.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IT">Berikut laporan berita dari IRIB:</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:18pt;" lang="ES">Lebanon Kembali Rusuh, Satu Tewas dan 18 Cidera</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="IN">Bentrokan antara pendukung kubu berkuasa dan oposisi Lebanon di Tripoli, utara negara ini sedikitnya mengakibatkan seorang tewas dan 18 lainnya cidera. Insiden itu terjadi dini hari ini di Bab Tibbaneh distrik Alawite Jabal Mohsen. Menurut sumber tersebut, pendukung Saad Hariri terlibat bentrokan dengan warga Jabal Mohsen. Sementara itu, militer Lebanon menangkap sejumlah pelaku kerusuhan dan melakukan pengawasan ketat di wilayah ini. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IN">Di sisi lain, Gerakan Perlawanan Islam Lebanon, Hizbullah memperingatkan aksi kubu 14 Maret yang berusaha meningkatkan ketegangan di wilayah utara Lebanon. Pejabat hubungan internasional Hizbullah, Nawaf Musawi, mengatakan, Hizbullah akan membalas setiap serangan milisi 14 Maret. Ia menambahkan, upaya menarik kelompok Sunni untuk memusuhi Hizbullah akan berdambak buruk bagi Hariri.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IN">Sumber: <a href="http://indonesian.irib.ir/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=3549&#38;Itemid=47" target="_blank">Disini</a></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:18pt;">Militer Turun Tangan, Bentrokan di Lebanon Utara Berakhir</span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="IN">Bentrokan antara kelompok pendukung kubu 14 Maret dan kelompok pendukung pembentukan pemerintahan nasional bersatu di utara Lebanon berakhir. Kantor Berita IRNA melaporkan, dalam bentrokan antara para pendukung Saad Hariri dari kubu 14 Maret dan para pendukung pembentukan pemerintahan nasional bersatu di Tripoli, Lebanon selatan, yang berlangsung sejak Ahad pagi, berakhir setelah pasukan militer dan sejumlah tokoh agama turun tangan. Akibat bentrokan tersebut 29 orang termasuk seorang tentara Lebanon cedera. Dalam insiden bentrokan itu kedua pihak menggunakan senjata otomatis dan semi otomatis. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IN">Tripoli dan sejumlah distrik lainnya di Lebanon utara dalam sebulan terakhir menjadi ajang bentrokan antara para pendukung kubu 14 Maret dan para warga pro-pembentukan pemerintahan nasional bersatu. </span>Hingga kini bentrokan tersebut telah merenggut nyawa banyak warga.</p>
<p style="text-align:justify;">Sumber: <a href="http://indonesian.irib.ir/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=3556&#38;Itemid=47" target="_blank">Disini</a></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IN">***</span></p>
<p style="text-align:justify;">Menurut Anda, manakah yang akan Anda percayai? Apakah Konflik di Lebanon itu adalah konflik sektarian ataukah konflik politik?</p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="IN"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="IN"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pour empêcher la montée aux extrêmes (extraits) ]]></title>
<link>http://lorientlejour.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 11:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>lorientlejour</dc:creator>
<guid>http://lorientlejour.ca.wordpress.com/2008/06/23/pour-empecher-la-montee-aux-extremes-extraits/</guid>
<description><![CDATA[Carl von Clausewitz. Le général prussien est surtout connu pour son essai intitulé De la guerre, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Carl von Clausewitz. Le général prussien est surtout connu pour son essai intitulé De la guerre, mais l’anthropologue René Girard lui a consacré, l’an dernier, un ouvrage extraordinaire intitulé Achever Clausewitz.<br />
Selon Clausewitz, la guerre est un acte de violence et il n’y a pas de limite à la manifestation de la violence. Chacun des adversaires fait la loi de l’autre, d’où résulte une action réciproque qui, en tant que concept, doit aller aux extrêmes. La guerre est donc un duel, où chacun doit imiter l’autre dans la course aux extrêmes pour pouvoir établir un contrepoids à l’adversaire et tracer des limites.<br />
René Girard reprend l’analyse de Clausewitz en développant cet aspect de course mimétique entre les deux adversaires, génératrice de la violence. Dans cette perspective, l’anthropologue français n’est pas sans entrevoir une accélération de l’histoire, due à cette volonté d’imitation à l’échelle globale qui génère la violence et n’est pas sans prévoir la fin du monde. Pour lui, Clausewitz a eu une intuition en écrivant son ouvrage à la suite des guerres napoléoniennes. Il a entrevu la fin du monde. Et, à son tour, Girard n’est pas sans mettre en garde contre la montée de la violence à tous les niveaux, que l’homme pourrait pourtant empêcher, qu’il choisit pourtant de générer, et qui pourrait précipiter la fin de l’humanité. Entre les discours eschatologiques d’Ahmadinejad sur le retour prochain du Mahdi dans le cadre de l’Armaguédon, les correspondances invisibles de George W. Bush avec Dieu, et le réchauffement climatique, on ne peut pas dire qu’il se trompe particulièrement.<br />
Selon Clausewitz, le concept de guerre n’apparaît pas proprement dans l’attaque, car celle-ci n’a pas tant pour objectif absolu le combat que la prise de possession de quelque chose. La guerre n’apparaît qu’avec la défense, car celle-ci a pour objectif direct le combat, parer et combattre n’étant qu’une seule et même chose. C’est donc le défenseur qui a seul le pouvoir de transformer l’attaque en guerre, à travers la riposte et son ampleur. C’est lui aussi qui provoque la montée aux extrêmes en répondant à la violence par la violence, dans le cadre de cet effet mimétique mis en relief par René Girard et qui engendre le chaos.<br />
(...) selon Clausewitz, l’action réciproque provoque et diffère à la fois la montée aux extrêmes. C’est-à-dire que la réaction du défenseur peut, par imitation de l’attaquant, entraîner les deux parties dans un cycle ininterrompu de violence, provoquer cette violence. Tout comme elle peut différer cette violence, si le défenseur décide de ne pas contre-attaquer, de réfléchir, d’étudier la situation, de temporiser.<br />
(...) Or c’est justement ce point qui nous intéresse en particulier. Le Hezbollah est ce qu’il est : un parti guerrier, une société martiale embrigadée en fonction de slogans sectaires par un parti théocratique. Contre-attaquer, dans la logique du défenseur, et dans l’esprit mimétique, signifie faire comme le Hezbollah, devenir l’égal du Hezbollah. Dans la pratique, cela veut dire entrer dans une course effrénée, diabolique et destructrice pour acquérir le plus d’armes possible, non pas pour la dissuasion, mais pour les combats de rue, et mobiliser les masses sur des bases confessionnelles, à travers une surenchère islamiste.<br />
Or le Courant du futur ne peut pas se laisser entraîner dans cette aventure. Il ne peut pas se lancer dans une course au mimétisme avec le Hezbollah. Il ne doit pas le faire. Entrer dans cette logique de visites des mosquées tous les vendredis ne lui permettra pas de remporter sa bataille. Au contraire, cela ne fera que précipiter le pays dans une guerre, et, au final, provoquer la destruction totale du pays du Cèdre. Si le Courant du futur choisit cette option, il ne tardera d’ailleurs pas à perdre sa fonction latente, celle qui en fait encore un espace de modération au sein de la rue sunnite. Le résultat ultime sera donc le renforcement des islamistes salafistes benladenistes, qui ne rêvent que d’une seule chose : transformer le Liban en une terre de jihad à l’image de l’ensemble du monde arabe. Le mimétisme aura donc triomphé, les salafistes du Hezb el-Tahrir et autres pourront contre-attaquer et venger l’humiliation ressentie par la rue sunnite à la prise de Beyrouth, mais il sera trop tard. Tout le monde aura perdu.<br />
La seule véritable victoire que Saad Hariri peut remporter en tant que défenseur, face au Hezbollah, c’est d’empêcher la guerre déclenchée par le parti d’obédience iranienne, en endiguant la poussée salafiste. Comment ? Le seul moyen est de renouer avec une politique sociale et économique, loin de la mobilisation sectaire qui ne peut qu’accélérer sa propre chute. Ces visites dans les mosquées de la capitale, tous les vendredis, peuvent servir dans un premier temps, il est vrai, à absorber le choc ressenti par la rue. Mais, à long terme, le processus ne peut que s’avérer contre-productif. Il lui faudra donc renouer avec ce qui a fait la spécificité du courant haririste. Il devra, à l’image de son père, construire des écoles dans le cadre d’une infrastructure sociale, aider des jeunes à étudier en distribuant des bourses ; non pas dans un but clientéliste, mais pour combattre la tumeur extrémiste qui risque de métastaser au sein de sa communauté.<br />
Ce n’est qu’ainsi que le Courant du futur, s’il le veut réellement, peut triompher et prendre sa revanche sur le Hezbollah : par un projet de paix et de développement centré sur la culture des institutions et de l’État, loin de la violence et des armes, en étant aux antipodes de ce qu’est le parti chiite, en menant une guerre pour triompher de la guerre, en empêchant la montée aux extrêmes.<br />
Mais pour cela, Saad Hariri doit d’abord commencer à triompher de lui-même.</p>
<p>Michel Hajji-Georgiou</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Le Général Aoun s'insurge contre les prétextes fallacieux utilisés par les forces du pouvoir pour ne pas appliquer les accords de Doha]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=599</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 23:27:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/06/07/le-general-aoun-sinsurge-contre-les-pretextes-fallacieux-utilises-par-les-forces-du-pouvoir-pour-ne-pas-appliquer-les-accords-de-doha/</guid>
<description><![CDATA[(RPLFrance.org)
Face au prétextes fallacieux utilisés par les forces du pouvoir pour ne pas appliq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>(RPLFrance.org)</em></p>
<p><a href="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/06/aoun_13.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-570 alignleft" style="float:left;" src="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/06/aoun_13.jpg?w=300" alt="Michel Aoun - Tayyar CPL" width="118" height="104" /></a>Face au prétextes fallacieux utilisés par les forces du pouvoir pour ne pas appliquer les accords de Doha, le Général Aoun a déclaré :</p>
<p>Les accords de Doha ont précisé une formule claire pour le premier gouvernement du nouveau mandat, par rapport aux quotas de la majorité, de l'opposition et du président de la république, que les deux parties ont accepté avec l'intermédiaire des responsables qatari que nous remercions.</p>
<p>A partir de cette formule, qui a simplifié de moitié le travail du premier ministre désigné, ce dernier n'a plus qu'à régler les dernières complications simples et compréhensibles dans le cadre du jeu démocratique. <!--more-->Ce qui est incompréhensible, une semaine après le début des consultations, c'est de se cacher derrière un évènement militaire, le juger très grave et très dangereux pour retarder la composition du gouvernement.</p>
<p>Il y a une impression générale que cet argument n'est que le prétexte pour ne pas appliquer les accords de Doha, surtout que des troubles vraiment séieux au niveau sécuritaire ont eu lieu à Beyrouth, dans le sud, dans le nord, dans la montagne et dans la békaa et resté sans enquête. L'opposition a évité la polémique et n'a pas exigé de connaître la réalité de ces actes comme condition préalable, justement pour simplifier la constitution du gouvernement et permettre un bon début au nouveau président.</p>
<p>Il y a une chose importante que ceux qui mettent des bâtons dans les roues doivent savoir : la sécurité est la responsabilité d'un gouvernement qui gère les affaires courantes, qui contrôle en particulier les ministères de l'intérieur et de la défense. La sécurité des Libanais est donc sa responsabilité. Il est temps d'arrêter les mensonges et le bluff, que les gens ne supportent plus.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Le spectacle médiatique du Futur : arrêt ou hibernation ?]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/2008/06/07/598/</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 23:22:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
<guid>http://mplbelgique.ca.wordpress.com/2008/06/07/le-spectacle-mediatique-du-futur-arret-ou-hibernation/</guid>
<description><![CDATA[(Roger Haddad - Tayyar.org)
Pendant trois longues années et face à une crise aigue qui a remis en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Roger Haddad - Tayyar.org)</em></p>
<p>Pendant trois longues années et face à une crise aigue qui a remis en cause, non seulement les grandes lignes qui guident la vie politique libanaise mais aussi les normes éthiques traditionnellement les plus solides, une large partie des forces du « 14 mars » a choisi de s’abandonner à l’obsession communicationnelle. Le résultat fut le déclenchement simultané de toutes les batailles sur tous les fronts, et une prétention à les vaincre toutes à coup de festivals de commémoration, de talk-shows, de happenings et de statistiques. De la recherche cathodique de la « vérité » et le combat contre ses « détracteurs », jusqu’aux tentatives acharnées d’arracher à Michel Aoun le dernier de ses Mohicans, en passant par les « révélations » d’Abdel Halim Khaddam, le spectacle était impressionnant.<!--more--></p>
<p>Ce qui a commencé, de la part des médias du « Futur », comme étant une exigence de la  « vérité » et de la transparence, comme une détermination à fouiller les non-dits et à dévoiler l’occulte, s’est transformé en des campagnes incessantes de mensonges et de calomnies. Lorsque Farès Khashan a entamé ses investigations télévisées, on avait salué son courage, mais personne ne s’attendait à ce que cette volonté de transparence communicationnelle – cristallisée par le travail de Khashan et celui d’une pléthore de journalistes et de professionnels de la communication -  se transforme en une gigantesque machine qui vise, par le biais de ses invectives et de ses histoires créées de toute pièce, à faire croire que l’histoire du Liban débute le 14  février 2005. Une machine qui s’est avérée être une arme à double tranchant.</p>
<p>Cette transparence ardemment voulue se trouve donc, rapidement, dénuée de tout contenu valable. La communication totale est exigée, peu importe en dernière analyse, le sens, la validité et la véracité de ce qui est dit. Un flux incessant d’articles, de prestations télévisées, de messages électroniques, d’affichages, fut déversé dans le seul but de peindre Aoun comme étant l’ultime pro-syrien de l’ère post-syrienne au Liban. Cette campagne de dénigrement lancée au nom de la divulgation du « caché » et du décorticage du « complot » aouniste, est un exemple flagrant du non-sens, de l’aberration politique et de l’illogisme dans lesquels baignaient les loyalistes.</p>
<p>Car si ce type de matraquage, subi comme étant une violence extrême par les aounistes, a déboussolé à un moment ou un autre ces derniers, il a eu le mérite de les pousser à riposter en s’ancrant davantage dans le réel politique : un réel qui exclu une fanfaronnade médiatique démesurée, mais qui implique une connaissance de l’histoire du Liban, un refus d’une neutralité silencieuse et apeurée et une revendication claire, farouche et bruyante des droits inaliénables. Par contre ce même type d’assaut médiatique a eu pour effet, chez les loyalistes, l’effacement de la distinction entre le fantasmatique et le concret et l’abolition  des repères permettant de construire avec certitude le réel. La « révolution » s’entretenait de chimères et de martyrs, le spectacle triomphait et la politique s’effondrait.</p>
<p>Puis tout d’un coup c’est Doha et ses fameux accords ! Un triomphe de la politique cette fois-ci ? Le spectacle est-il à jamais interrompu ? Pas tout à fait. Des élucubrations continuent à être lancées. Un magnat de la publicité invite, à partir d’un centre-ville « libéré », le « peuple » à perpétuer la « révolution des cèdres ». Une journaliste, forte de son statut de veuve, affirme qu’il fallait « marcher » vers Baabda en 2005, et l’intervention télévisée d’une Sahar El Khatib, continue à circuler comme étant le nouveau manifeste de « révolutionnaires » ayant besoin, plus que jamais, d’un discours plus ou moins audible.</p>
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<title><![CDATA[Le président libanais admet des obstacles dans la formation du gouvernement]]></title>
<link>http://mplbelgique.wordpress.com/?p=596</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 17:53:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeunempl</dc:creator>
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<description><![CDATA[(Xinhua)
Le nouveau président du Liban Michel Sleimane a admis que des obstacles pouvaient retarder]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Xinhua)</em></p>
<p><a href="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/05/sleiman_election_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-538 alignleft" style="float:left;" src="http://mplbelgique.wordpress.com/files/2008/05/sleiman_election_2.jpg?w=300" alt="Michel Sleiman - Président du Liban" width="129" height="86" /></a>Le nouveau président du Liban Michel Sleimane a admis que des obstacles pouvaient retarder la formation du gouvernement mais qu'ils pouvaient être surmontés par le dialogue, a rapporté jeudi le site Internet local d'information Naharnet.</p>
<p>M. Sleimane a par ailleurs nié les allégations selon lesquelles certains pays étrangers feraient pression sur lui pour influencer ses nominations, précise le média.</p>
<p>"Personne ne peut faire pression sur le Palais de Baabda (palais présidentiel)", a affirmé M. Sleimane ajoutant "Les seules pressions qui nous motivent sont celles que représentent les intérêts nationaux et arabes".</p>
<p>Plus tôt, le quotidien local As-Safir avait rapporté que le chef du Courant du Futur (principal groupe de la majorité), Saad Hariri, <!--more-->avait annoncé la suspension de sa participation aux négociations sur la formation d'un nouveau gouvernement pour protester contre le manque de sécurité à Beyrouth.</p>
<p>Mercredi, le président Sleimane a rencontré une délégation d'ambassadeurs arabes et il a remercié les pays arabes pour leur aide qui a permis au Liban de sortir de sa prise crise politique depuis l'assassinat de l'ancien Premier ministre Rafic Hariri en 2005, précise le média.</p>
<p>Le Premier ministre désigné Fouad Siniora a ouvert des consultations avec plusieurs factions parlementaires sur la formation d'un gouvernement d'union nationale.</p>
<p>La majorité parlementaire au pouvoir et l'opposition conduite par le Hezbollah ont conclu le 21 mai à Doha un accord sortant le  pays de l'impasse politique.</p>
<p>Cet accord, grâce auquel M. Sleimane a pu s'asseoir le 25 mai dans un fauteuil présidentiel resté vacant pendant six mois, prévoit la formation d'un gouvernement d'union nationale de 30 membres dans lequel l'opposition aurait le droit de veto qu'elle demande depuis longtemps.</p>
<p>Les rivaux politiques ont également accepté de revenir à la loi électorale de 1960.</p>
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