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	<title>fnac &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/fnac/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fnac"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 05:23:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Como o mundo virou tão GAY????]]></title>
<link>http://outedblog.wordpress.com/?p=321</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:22:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>hicaro</dc:creator>
<guid>http://outedblog.ca.wordpress.com/2008/10/11/como-o-mundo-virou-tao-gay/</guid>
<description><![CDATA[
Nesta Quinta-feira, 16 de Outubro, rola o lançamento do novo livro de André Fischer, &#8220;Como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outedblog.files.wordpress.com/2008/10/livro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-320" title="livro" src="http://outedblog.wordpress.com/files/2008/10/livro.jpg" alt="" width="282" height="413" /></a><br />
Nesta Quinta-feira, 16 de Outubro, rola o lançamento do novo livro de André Fischer, "Como o mundo virou gay?" na Fnac Paulista. Com olhar agudo, o diretor do MixBrasil e da Revista Júnior, faz um retrato da cultura gay na forma de textos indispensáveis para todas as tribos. Parece interessante neh? O outED vai dar pinta no lançamento e depois conta tudo pra vocês sobre o livro!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos Poetas (XI) - Rui Pires Cabral]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/?p=392</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 01:00:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
<guid>http://asfolhasardem.ca.wordpress.com/2008/10/11/novos-poetas-xi-rui-pires-cabral/</guid>
<description><![CDATA[Nesta procura de novas vozes poéticas, já se esbateram os limites etários, geracionais, editoriai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Nesta procura de novas vozes poéticas, já se esbateram os limites etários, geracionais, editoriais (é novo porque não tem livro editado?). Importa mais ir descobrindo ou revelando autores cujo tempo de trabalho poético está ainda a entrar no alvor, ou dele acabou de sair para ganhar esplendor. Na <a href="http://averno25.blogspot.com/" target="_blank"><span style="color:#333399;">número 10</span></a> da revista <span style="color:#003366;"><strong>Telhados de Vidro</strong></span>, de Julho de 2008, editada pela <span style="color:#003366;"><strong>Averno</strong></span>, Rui Pires Cabral (1967) surge, com quatro poemas, sob o título <em>Oráculos de Cabeceira II</em>, cada um deles com número remissivo junto ao título, para uma referência bibliográfica final, titulada <em>ABERTOS AO ACASO</em>. O autor está bem identificado no <a href="http://antologiadoesquecimento-leituras.blogspot.com/search/label/Rui%20Pires%20Cabral" target="_blank"><span style="color:#333399;">blogue <strong><span style="color:#003366;">Volumen</span></strong></span></a>, e vale a pena ir lá, perceber melhor. Um poeta só se percebe com o tempo da sua escrita. A sua escrita só se contrói no tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">A latere: <em>pedi o número 10 da revista na <span style="color:#003366;"><strong>Fnac</strong></span> do Chiado. Amabilíssima, a funcionária informou-me que estava  esgotado, mas possuía 23 exemplares do número 11! Estranhei  muitíssimo. Tanta estranheza levou a senhora à investigação </em>in loco<em> (nas prateleiras da 'Poesia'). Voltou muito animada, de livro na mão, chamou uma colega e informou-nos aos dois: "tem graça, temos imensos números 10, o sistema é que deu entrada do número 11, que não existe". Entregou-me o exemplar. Paguei e olhei para a incómoda etiqueta que colam na contra-capa dos livros, neste caso ainda mais irritante por estar 'peganhentamente' aposta sobre um material translúcido, o papel vegetal, que faz parte integrante do grafismo da revista (na capa, tem a função de deixar entrever e despertar a curiosidade para o desenho de <span style="color:#003366;"><strong>Jorge Feijão</strong></span>, impresso na primeira página de papel opaco). De facto, na referida etiqueta, lá está - Telhados de Vidro N11, com código de barras e tudo. Gostava que as FNAC's do mundo deixassem de colar vinhetas nas capas dos livros. <strong>Gostava, também, que todas fossem tão optimistas que anunciam já, num número acabado de sair, a existência do que há-de vir.</strong></em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#666699;">ORÁCULOS DE CABECEIRA II</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">«Are others happier?»¹</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"> <em> para a Helena Gaspar</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">Quando se sentam a ler</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">nos grandes átrios da noite</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">entre mil luzes, jogos de água,</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">escadas que rolam ainda</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">sob cúpulas de betão - </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"> são mais felizes?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><br />
</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">Quando saem do trabalho</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">acossados pelo vento</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">de meados de Fevereiro</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">e é sempre segunda-feira</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">nas paragens do eléctrico -</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"> são mais felizes?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><br />
</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">Quando se cruzam connosco</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">no remanso dos jardins</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">e encontram outro caminho</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">de mistério, de desejo</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">na nossa imaginação -</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"> são mais felizes?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><br />
</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">Quando os vemos mais</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">pequenos, mais ao longe,</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">nas esplanadas sobre o mar</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">e por momentos nos lembram</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;">que tudo se há-de perder -</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"> são mais felizes?</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">ABERTOS AO ACASO:</p>
<p style="text-align:justify;">¹ Derek Jarman, <em>Modern Nature</em>, Vintage, Londres, 1992, p. 138.</p>
<p><strong>Rui Pires Cabral</strong>, <em>in</em> <span style="text-decoration:underline;">revista Telhados de Vidro nº 10, p. 35, Averno, Lisboa, Julho de 2008</span></p>
[caption id="attachment_393" align="aligncenter" width="510" caption="ponto cruz © Maria São Miguel, Olhares, fotografia online"]<img class="size-large wp-image-393" title="ponto cruz © Maria São Miguel, Olhares, fotografia online" src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/10/2250932.jpg?w=510" alt="ponto cruz © Maria São Miguel, Olhares, fotografia online" width="510" height="382" />[/caption]
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Português, filho da puta! Sabes falar?"]]></title>
<link>http://collansverdes.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 20:03:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlabpt</dc:creator>
<guid>http://collansverdes.ca.wordpress.com/2008/10/10/portugues-filho-da-puta-sabes-falar/</guid>
<description><![CDATA[Isto é o que eu diria se um dia tivesse a oportunidade de encontrar as alegres caras que escrevem o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é o que eu diria se um dia tivesse a oportunidade de encontrar as alegres caras que escrevem os emails dos processos que resolvo no trabalho.</p>
<p>Não são só os erros ortográficos que me fazem impressão. O pior é mesmo a caligrafia. Mas não falemos desse delicado tema. A questão, aqui, é que os sacanas dos agentes são BURROS, BURROS, BURROS!</p>
<p>*Vai beber meio garrafão de água*</p>
<p>A casa vai lentamente, neste fim de semana vai lá haver obras a sério. Não vou poder estar lá para ajudar, pois estarei a trabalhar, mas espero que corra tudo bem.</p>
<p>Hoje abriu a nova FNAC do Vasco da Gama. Para mal dos meus pecados. Fantástico, uma FNAC perto do meu local de trabalho. Esta gente quer-me arruinar.</p>
<p>Ideias negativas à parte, fui lá cuscar e aquela coisa é enorme. Eu PERDI-ME lá. Não, não estou a ser irónica, perdi-me mesmo.</p>
<p>E de resto, nada a dizer... Talvez amanhã começe a postar fotos da casa...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E tempo?]]></title>
<link>http://fragmagens.wordpress.com/?p=85</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:04:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carriço</dc:creator>
<guid>http://fragmagens.ca.wordpress.com/2008/10/09/e-tempo/</guid>
<description><![CDATA[Ir à Fnac resulta quase sempre em compra. Ontem a regra voltou a confirmar-se. Apesar de lá ter en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ir à Fnac resulta quase sempre em compra. Ontem a regra voltou a confirmar-se. Apesar de lá ter entrado com a intenção de ir buscar <a title="Once" href="http://www.foxsearchlight.com/once/" target="_blank">um filme</a> que há muito procur<a title="Código de barras" href="http://codigobarras.blogspot.com" target="_blank">amos</a> e que estava indisponível, voltei a casa com mais um livro. Já de saída da loja, lá me deparei com <a title="Os Ratoneiros" href="http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=188419" target="_blank"><em>Os Ratoneiros</em></a>, de <a title="William Faulkner" href="http://en.wikipedia.org/wiki/William_Faulkner" target="_blank">William Faulkner</a>. Depois de <em>O Som e a Fúria</em>, a certeza era só uma: não ficaria sem ler mais nada deste autor Americano. O único problema é que a lista de livros por ler vai aumentando e o tempo nem por isso. Para piorar a situação, já aí está o mais recente romance de António Lobo Antunes, <a title="O Arquipélago da Insónia" href="http://www.dquixote.pt/catalogo.html?q=arquip%E9lago+da+ins%F3nia&#38;x=12&#38;y=7" target="_blank">O Arquipélago da Insónia</a>, e é conhecida a minha fraca resistência aos seus livros - ainda que, também dele, tenha por ler alguns exemplares. O que me deixa mais satisfeito é que o <em>ramerrame</em> diário começa a estabilizar e, com isso, lá virá mais tempo para a leitura. Outra coisa que me deixa descansado é que os livros, estando bem arrumados, dificilmente se estragam. Valha-me isso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ir á fnac]]></title>
<link>http://oblogdojamiro.wordpress.com/?p=283</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 02:37:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>frederico</dc:creator>
<guid>http://oblogdojamiro.ca.wordpress.com/2008/10/09/ir-a-fnac/</guid>
<description><![CDATA[é perder a cabeça , e não ter &#8216;amor&#8217; ao dinheiro. na verdade perde-se o amor ao dinhe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>é perder a cabeça , e não ter 'amor' ao dinheiro. na verdade perde-se o amor ao dinheiro , a uma nota , um mero papel que alguém ao uns anos atrás resolveu dizer que tinha valor e podia trocar por 'coisas' , e pronto fica-se a ganhar o 'amor' a outros objectos.<br />
dar um passeio para a fnac é um regalo para a vista , e uma despesa para o bolso. porque mal entras ves isto e aquilo e o outro que gostavas de ter em casa. depois chegas a parteleira dos cds , e cais na realidade , quando ves albuns a 15-20€ , e pensas duas vezes no que podes comprar :&#124;ainda assim é de valer algumas promoções , que na realidade são apenas preços um pouco mais simpáticos , e não promoções.<br />
é me impossível sair de lá sem algo na mão , não me recordo de uma vez que tenha saido de lá de mãos a abanar , talvez quando não levo dinheiro na carteira :&#124; .<br />
compras da tarde :</p>
<p><a href="http://oblogdojamiro.wordpress.com/files/2008/10/dsc02901.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-284" title="dsc02901" src="http://oblogdojamiro.wordpress.com/files/2008/10/dsc02901.jpg?w=509" alt="" width="509" height="341" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://picasaweb.google.pt/sapokermit/20081008#" target="_blank">fotos</a> , de uma pequena parte da tarde da praxe</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux nas lojas, Brasil é melhor]]></title>
<link>http://diariosl.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 14:59:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio</dc:creator>
<guid>http://diariosl.ca.wordpress.com/2008/10/08/linux-nas-lojas-brasil-e-melhor/</guid>
<description><![CDATA[Começando a série &#8220;viagem para a França&#8221; vamos falar sobre o comércio de computadore]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Começando a série "viagem para a França" vamos falar sobre o comércio de computadores com Linux pré-instalados em lojas de varejo comuns.</p>
<p>A França é país de origem da franquia de livrarias Fnac. Visitei várias lojas e a quantidade de computadores com Linux pré-instalado é mínima, lembro-me de ter visto um modelo de notebook. Veja bem, notebook. Netbooks, na Fnac, praticamente não existiam!</p>
<p>Na maior loja de informática de Paris, a Sourcouf, encontrei sim alguns netbooks. Uns três modelos do Asus eeePc, um da Acer e um da Airis. Um dos modelos da Asus, aquele primeirão, e o da Airis rodavam Linux. Os demais modelos estavam com o Windows XP.</p>
<p>Desktops, esqueça. Todos com o Windows Vista. Em anúncios no metrô vi que uma loja oferecia o Asus eeeDesktop com Linux por 199 euros, mas não vi a loja na rua pra poder entrar e ver o bichinho com meus próprios olhos.</p>
<p>Estive em uma outra loja, grande e cujo nome não me recordo, que tinha um notebook sendo vendido com o Suse. O resto, você já deve supor, Windows Vista.</p>
<p>Os Macs, ah, esses sim tinham seu espaço cativo em <strong>todas</strong> as lojas. Geralmente perto dos iPhones, iPods e outros iX da vida.</p>
<p>Triste não? Não vi o pinguim rodando na mão de ninguém também. Talvez eu não tenha ido aos lugares certos...</p>
<p>Fica aqui então algo de bom que temos no Brasil. É muito fácil comprar computadores sem Windows em vários lugares, com pouca pesquisa, mesmo que seja com uma distribuição esquisita, não estamos tão presos ao pagamento de licenças por algo que não queremos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ALGUNS ANOS DEPOIS....]]></title>
<link>http://cantinhodamadeira.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 08:24:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>cantinhodamadeira</dc:creator>
<guid>http://cantinhodamadeira.ca.wordpress.com/2008/10/08/alguns-anos-depois/</guid>
<description><![CDATA[É apresentado dia 18 de Outubro no Fórum Fnac, no Madeira Shopping, pelas 18 horas, a primeira obr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cantinhodamadeira.files.wordpress.com/2008/10/joana.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-98" title="joana" src="http://cantinhodamadeira.wordpress.com/files/2008/10/joana.jpg" alt="" width="87" height="130" /></a>É apresentado dia 18 de Outubro no Fórum Fnac, no Madeira Shopping, pelas 18 horas, a primeira obra da madeirense Joana Homem da Costa intitulada Alguns Anos Depois… e editada pela Chiado Editora.<br />
A apresentação estará a cargo da Dr.ª Patrícia Lencastre.<br />
Recordo que o trabalho foi apresentado no sábado, dia 4 de Outubro, em Lisboa.<br />
Alguns Anos Depois… é um conjunto variado de textos dos mais diversos géneros, de uma escrita acutilante e de uma sensibilidade apurada.<br />
Mais informações em <a href="http://cantinhodamadeira.net">www.cantinhodamadeira.net</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fnac Sessions (2)]]></title>
<link>http://rabbitfield.wordpress.com/?p=1232</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 20:16:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marc</dc:creator>
<guid>http://rabbitfield.ca.wordpress.com/2008/10/07/fnac-sessions-2/</guid>
<description><![CDATA[
October 8th 2008 - Fnac Nancy (17h30) (more)
(tnx to Christa)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1221 aligncenter" title="2008-10-02_fnac-live-logo" src="http://rabbitfield.wordpress.com/files/2008/10/2008-10-02_fnac-live-logo.jpg" alt="" width="217" height="78" /></p>
<p>October 8th 2008 - Fnac Nancy (17h30) (<a title="Fnac session Reims" href="http://rendezvous.fnac.com/affich_eve.asp?SID=b56744ff-34ba-eaac-7ca8-87a3f7d81ca9&#38;UID=04c8d1267-6815-c615-476b-c12fd97467c4&#38;Origin=FnacAff&#38;TTL=050520061748&#38;EVT=49068&#38;SHP=151" target="_blank">more</a>)</p>
<p>(tnx to Christa)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intervention au MRAP 66 lors de  la journée internationale pour la non violence le 2 octobre.]]></title>
<link>http://mrap66.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 08:57:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrap66</dc:creator>
<guid>http://mrap66.ca.wordpress.com/2008/10/07/intervention-au-mrap-66-lors-de-la-journee-internationale-pour-la-non-violence-le-2-octobre/</guid>
<description><![CDATA[

Je rêve du jour ou le MRAP n’aura plus besoin d’exister… 
Soyons utopique aujourd’hui, r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/31144375@N04/2921395604/" title="Symbole de la non violence. de M.R.A.P 66, sur Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3212/2921395604_ca96e24ae5.jpg" width="375" height="500" alt="Symbole de la non violence." /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/31144375@N04/2921391930/" title="Journée de la non violence. de M.R.A.P 66, sur Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3111/2921391930_f93d58b88a.jpg" width="500" height="375" alt="Journée de la non violence." /></a></p>
<p>Je rêve du jour ou le MRAP n’aura plus besoin d’exister… </p>
<p>Soyons utopique aujourd’hui, rêvons de non violence, permettons nous un moment de folie…</p>
<p>Imaginons que les mots « Liberté, Egalité, Fraternité » ont un véritable sens pour tout le monde.</p>
<p>La non violence, ce serait la même liberté pour tous riches et pauvres</p>
<p>La non violence ce serait l’égalité pour chacun, des lois qui protègent les faibles et les opprimés,  des lois qui n’enrichissent pas les plus riches et n’appauvrissent pas les plus pauvres.</p>
<p>La non violence ce serait la fraternité entre les peuples, ce serait d’accueillir ici les plus déshérités de la planète et de leur faire une petite place plutôt que de les pourchasser, de les mettre dans des camps, puis dans les charters de la honte.</p>
<p>La non violence c’est simplement les valeurs de la République et des droits de l’Homme.</p>
<p>Le MRAP lutte contre toutes les formes de racisme, de discrimination, de violence et de stigmatisation. </p>
<p>Le MRAP se bat pour des valeurs de tolérance, de fraternité, de respect des différences. C’est le combat de la paix et de non violence.</p>
<p>Je rêve du jour ou le MRAP n’aura plus besoin d’exister… En attendant ce jour, nous sommes là pour soutenir les victimes d’une société où le pouvoir en place stigmatise les malades, les jeunes ou les personnes âgées parce qu’ils coutent cher ou qu’ils ne sont pas productifs. Une société où le pouvoir en place suspecte et traque les chômeurs, les sans papiers,  les Rmistes plutôt de les aider à trouver une place à part entière dans la société. Une société où le pouvoir en place traque tous les citoyens par « Edvige », « Christina » « Destop » « Base élèves » ou « STIC » pour ne citer que des derniers fichiers qui nous empoisonnent la vie...</p>
<p>La non violence passe obligatoirement par  la Liberté, l’Egalité et la  Fraternité. </p>
<p>Oui je rêve du jour ou le MRAP n’aura plus besoin d’exister… mais en attendant, bienvenue au MRAP ou le travail ne manque pas…</p>
<div><b></i></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[100 programes de Sunset Boulevar en digital, online i directe]]></title>
<link>http://vicentejuan.wordpress.com/?p=530</link>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 00:02:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vicente Juan</dc:creator>
<guid>http://vicentejuan.ca.wordpress.com/2008/10/05/100-programes-de-sunset-boulevar-en-digital-online-i-directe/</guid>
<description><![CDATA[Aquest dissabte per la tarda, al CAMON, hem gravat el programa de Sunset Boulevar número 100. L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aquest dissabte per la tarda, al <a href="http://tucamon.es">CAMON</a>, hem gravat el programa de <a href="http://www.artegalia.com/portal/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=382&#38;Itemid=39&#38;lang=es">Sunset Boulevar número 100</a>. L'emissora de ràdio digital <a href="http://www.artegalia.com">Artegalia Radio</a>, la primera que emet només per internet en Alacant, ens ha visitat al CAMON pel seu programa de cinema número 100.</p>
<p><img alt="" src="http://sp4.fotologs.net/photo/20/62/22/sepharad/1223164066131_f.jpg" class="aligncenter" width="500" height="375" /></p>
<p>Com a convidat, tots el reconeixeu, hi havia el meu... company? amic? encarregat? tot junt? <a href="http://danielsimon.blogspot.com/">Dani Simón</a>. El conductor del programa és el responsable de <a href="http://www.idayvueltaalinfierno.com/">Producciones Ezquizoides</a>, un grup d'aficionats al cinema que han elaborat diferents curtmetratges.</p>
<p>Ells foren, ja fa casi un any, els qui oferiren la segona edició del curs "Como elaborar un podcast?" dins l'oferta de la <a href="http://www.ua.es">Universitat d'Alacant</a>. Tot en llicència <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/es/">Creative Commons</a>.</p>
<p>Avui també, a l'<a href="http://fnac.es">FNAC</a>, els companys d'<a href="http://www.unicomic.blogspot.com/">Unicómic</a> hem oferit un taller per apendre a dibuixar. T'ho has perdut? El proper, d'aquí a quinze dies, serà de lectura.</p>
<p><em>Imatge publicada al <a href="http://www.fotolog.com/sepharad/54275186">Fotolog</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Il massacro di Sant'Anna di Stazzema]]></title>
<link>http://bananarecords.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 16:48:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>mundoh20</dc:creator>
<guid>http://bananarecords.ca.wordpress.com/2008/10/04/il-massacro-di-santanna-di-stazzema/</guid>
<description><![CDATA[Stammatina mi sono alzata e sono andata per quinta volta in questa settimana in banca per controlla]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Stammatina mi sono alzata e sono andata per quinta volta in questa settimana in banca per controllare si era arrivato il benedetto stipendio. Certamente no!</p>
<p>Allora per smaltire un po' la rabia ho deciso di fare un giro. Ho scoperto cheil regista Spike Lee dava una conferenza nella libreria Fnac. Sono andata a casa, un pranzo veloce e tornando a i miei giorni di studente di giornalismo ho presso il mio taccuino Moleskine (il resgitratore si è perso nel'ultimo trasloco) e sono tornata in centro.</p>
<p>Con piacere ho visto che il terzo piano in dove c'era prevista la conferenza era già pieno 20 minuti prima dell'ora d'inizio. E poi è apparso lui, capello in testa e look sportivo. Calmo si è seduto e dopo della presentazione del moderatore ha chiesto si le botiglie  che eranno nel tavolo eranno di champagne o di vino, per poi fare una batuta "ragazzi, regalo della casa".</p>
<p>Spike è in Italia per il film "Miracolo a Sant'Anna".  Secondo lui, questo film è importante per due cose. Una perche parla della sconfitta del fascismo e due della sconfintta de il razismo in America.</p>
<p><a href="http://bananarecords.files.wordpress.com/2008/10/miracle_at_st_anna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-76" title="miracle_at_st_anna" src="http://bananarecords.wordpress.com/files/2008/10/miracle_at_st_anna.jpg" alt="" width="294" height="436" /></a></p>
<p>Il film è una opera finzione inspirata a fatti storici. Ci sono secondo Lee, "varie storie che se incrociano per farne una". In particolare del massacro di Sant'Anna e del lavoro della 92 divisione dell' infanteria del esercito americano.</p>
<p>La mia giornata che era iniziata monotona si è trasformata in produttiva grazie a Sipke Lee e a Maddy che con il prestito di ieri mi ha permesso di vare i soldi per muovermi questo weekend (insoma ciò che non hanno fatto quelli che dovevano l'ha fatto una persona con più quoziente d'intelligenza). Perche ho deciso di conoscere questa storia.</p>
<p>Il eccidio di <a href="http://http://www.santannadistazzema.org/">Sant'Anna di Stazzema </a>fu il 12 di Agosto di 1944 quando  il 16° battaglione SS della 16. SS-Freiwilligen-Panzergrenadier-Division "Reichsführer SS", con a capo il maggiore Walter Reder massacrò 560 persone. Gli uomini del paese si rifugiarono nei boschi per non essere deportati, mentre che le vittime furonno donne vecchi e bambini, che sicuri che nulla sarebbe capitato loro, in quanto civili inermi, restarono nelle loro case.</p>
<p><a href="http://bananarecords.files.wordpress.com/2008/10/800px-santanna_mahnmal_opfertafel.jpg"><img class="size-medium wp-image-75 alignnone" title="800px-santanna_mahnmal_opfertafel" src="http://bananarecords.wordpress.com/files/2008/10/800px-santanna_mahnmal_opfertafel.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Questo crimini contro l'umanità fu fatto in poco meno di 3 ore. Le persone eranno uccise dentro le loro case, in chiesa, ovunque. si trattò di un atto terroristico, di una azione premeditata e curata in ogni minimo dettaglio. L'obiettivo era quello di distruggere il paese e sterminare la popolazione per rompere ogni collegamento fra le popolazioni civili e le formazioni partigiane presenti nella zona.</p>
<p>Molto tempo dopo, in 1994,  si avvia un procedimento che porterà alla scoperta, in uno scantinato della procura militare di Roma, di un armadio contenente 695 fascicoli «archiviati provvisoriamente», riguardanti crimini di guerra commessi da tedeschi. Tra questi viene trovata anche della documentazione relativa al massacro di Sant'Anna, per il quale verrà riaperta l'inchiesta che porterà ad individuare alcuni dei responsabili.</p>
<p> </p>
<p>Ma come ha detto Spike "non è un film sul massacro di Sant'Anna di Stazzema ma un film su una storia ambientata sullo sfondo di quegli eventi, che ci permetterà di raccontare anche quella che fu l'ultima guerra giusta degli Usa, quella per liberare l'Europa dal nazifascismo. Con le guerre successive, il Vietnam, l'Afghanistan e l'Iraq, non è piu' stato così".</p>
<p><a href="http://bananarecords.files.wordpress.com/2008/10/800px-miracolo_a_sant27anna_-_trailer.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-78" title="800px-miracolo_a_sant27anna_-_trailer" src="http://bananarecords.wordpress.com/files/2008/10/800px-miracolo_a_sant27anna_-_trailer.jpg?w=300" alt="" width="300" height="127" /></a></p>
<p>è cosi viene in gioco il Buffalo Soldiers Division, una parte dell'infanteria degli afroamericani, considerati come ha seganlato il regista " da parte dell'America come persone di seconda categoria, finchè il presidente <strong>Harry S. Truman</strong> in 1948 elimino la segregazione dal esercito americano."</p>
<p><a href="http://bananarecords.files.wordpress.com/2008/10/92nd_div.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-77" title="92nd_div" src="http://bananarecords.wordpress.com/files/2008/10/92nd_div.jpg" alt="" width="214" height="282" /></a></p>
<p>I Buffalo avevano questo nick perchè alcuni nativi dicevano che i loro capelli ricci eranno come quelli dei buffalo. Eranno la unica divisione d'infanteria afroamericana e sono stati presenti nelle campagne degli Apenini del Nord e del Valle del Po.</p>
<p>Vergognosamente fino a questo ultimo decenio eranno gli unici a non avere medaglie di riconoscimento al valore da parte di loro governo.</p>
<p><a href="http://bananarecords.files.wordpress.com/2008/10/483px-92nd-infantry-divisionpoval.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-79" title="483px-92nd-infantry-divisionpoval" src="http://bananarecords.wordpress.com/files/2008/10/483px-92nd-infantry-divisionpoval.jpg" alt="" /></a></p>
<p> </p>
<p>La loro storia è anche nostra. Quando ho letto queste informazioni, mi sono subito ricordata dei miei nonni, di quando mi raccontavano di quando eranno piccoli e nascosti nella motagna aspettando que le bombe dei naziste no colpiscero dove eranno loro. Dei quei giocattoli bombe che hanno fatto morire i suoi cugini. De quel ufficiale tedesco che aveva provato stuprare una loro sorella. Del fratello perso quando voleva disattivare una bomba nella piazza del paese il giorno prima del suo matrimonio.</p>
<p> </p>
<p>Allora  come diceva David Ben Gurion "Solo i morti hanno il diritto di perdonare. I vivi hanno il dovere di non dimenticare".</p>
<p>Per cortesia, guardate il film prima di attivare i commenti negativi nel suo confronto.</p>
<p>Per farvi una idea del pensiero del regista, leggete questa lettera di <a href="http://www.repubblica.it/2008/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/spike-stazzema/lee-2ott/lee-2ott.html">Spike Lee</a></p>
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<title><![CDATA[Tertulia Culturarte del 25 de septiembre de 2008]]></title>
<link>http://culturarte.wordpress.com/?p=107</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 12:42:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>culturarte</dc:creator>
<guid>http://culturarte.ca.wordpress.com/2008/10/04/tertulia-culturarte-del-25-de-septiembre-de-2008/</guid>
<description><![CDATA[
Continuamos el jueves, 25 de septiembre de 2008 las tertulias Culturarte, donde nos reunimos cada m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3222/2912002830_19e76a2241_o.jpg" alt="fnacsep08publicow" width="450" height="274" /></p>
<p style="text-align:justify;">Continuamos el jueves, 25 de septiembre de 2008 las tertulias Culturarte, donde nos reunimos cada mes unos cuantos amigos del arte y de la cultura en general para charlar y debatir sobre temas culturales y artísticos.</p>
<p style="text-align:justify;">En esta ocasión la realizamos de nuevo en el <a href="http://fnac.es/">fórum de la FNAC de San Agustin en Valencia</a>. Espacio dedicado al ocio y la cultura, donde podemos encontrar libros, discos, películas y lo último en informática.</p>
<p style="text-align:justify;">El tema de esta séptima tertulia fue: "<strong>La Abstracción y la Figuración".</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Comenzamos situando el tema y explicando su actual situación, si es o no polémica la división entre arte abstracto y figurativo. Si producía separación, distanciamiento entre los pintores y galeristas. Mariona Brines que fue quien propuso el tema explicó a través de fotografías el proceso de la abstracción.</p>
<p style="text-align:justify;">Se abrió un vivo debate, con participación del público, sobre la inclusión de obras de un estilo y otro en museos importantes, sobre la naturaleza de la pintura abstracta misma y la dificultad de comprensión para el público mayoritario.  Después cada tertuliano recomendó una exposición, libro o concierto para disfrutar.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3156/2912002796_7952f78d8e_o.jpg" alt="fnacsep08mesaw" width="450" height="172" /></p>
<p style="text-align:justify;">Los tertulianos fueron de derecha a izquierda:  <a href="http://amparocarbonell.blogspot.es/">Amparo Carbonell, escultora y catedrática de Bellas Artes</a>, <a href="http://www.burrianasemanal.es/modules.php?name=News&#38;file=article&#38;sid=290">Ana Vernia, pintora,</a> <a href="http://josebautista.net">José Bautista, artista plástico, </a><a href="http://josebautista.net/estudiomariona.htm">Mariona Brines, pintora</a> y Teresa Gonzalez, Historiadora del arte.</p>
<p style="text-align:justify;">En la fotografía: <a href="http://blogs.lasprovincias.es/usuarios/campeonatos10">Javier Mesa.</a></p>
<p style="text-align:justify;">En la asistencia al público y  registro de e.mails: <a href="http://tbernadnouel.spaces.live.com/photos/cns!7FEC5373E4BFF2B9!109/">Antonio Bernad</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">En la documentación: Teresa Gonzalez.</p>
<p style="text-align:justify;">En la grabación de audio/video: <a href="http://fnac.es">FNAC.</a></p>
<p style="text-align:justify;">En la moderación, edición de audio y publicación: <a href="http://josebautista.net">José Bautista</a>.<a href="http://josebautista.net"> </a></p>
<p style="text-align:justify;">Como siempre puedes escuchar la tertulia en <span style="color:#ff0000;"><a href="http://blip.tv/file/get/Colores-TertuliaCulturarteDel25DeSeptiembreDe2008619.mp3">éste enlace</a> </span>o descargártela y <a href="http://feeds.feedburner.com/culturarte">suscribirte directamente a la dirección RSS</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">La próxima tertulia se realizará en el Palau de la Música el día 21 de Octubre a las 18,30 h.  Coincidiendo con la inauguración de la exposición del escultor nonagenario Silvestre de Edeta en el Atrio de los Bambús. El tema a tratar será <strong>"Silvestre de Edeta y la escultura del siglo XX"</strong> . Participarán como tertulianos: Silvestre  de Edeta, escultor, Rafael Prats, crítico de arte, <a href="http://amparocarbonell.blogspot.es/">Amparo Carbonell, escultora y catedrática de BBAA</a>, <a href="http://josebautista.net">José Bautista, artista plástico</a> y Teresa Gonzalez, historiadora del arte.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Starbucks @Portugal]]></title>
<link>http://meetmeinouterspace.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 22:06:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Caeiro</dc:creator>
<guid>http://meetmeinouterspace.ca.wordpress.com/2008/10/03/starbucks-portugal/</guid>
<description><![CDATA[
Abriu a primeira loja da Starbucks em Portugal. Mais concretamente no Centro Comercial Alegro.
Tenh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://meetmeinouterspace.wordpress.com/files/2008/10/starbucks-logo.jpg"><img class="size-medium wp-image-23 alignnone" title="Starbucks" src="http://meetmeinouterspace.wordpress.com/files/2008/10/starbucks-logo.jpg?w=291" alt="starbucks-logo" width="204" height="210" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Abriu a primeira loja da <a href="http://www.starbucks.com/" target="_blank">Starbucks</a> em Portugal. Mais concretamente no <a href="http://www.alegro.pt/" target="_blank">Centro Comercial Alegro</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenho de o admitir. Sou um viciado em marcas. Gosto de ver como comunicam. Gosto de ir aos seus espaço e senti-las.</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente com o Starbucks não foi diferente. Infelizmente fui lá no dia da inauguração (honestamente não sabia).</p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente porque, como em qualquer inauguração em Portugal, havia uma fila enorme para se entrar. Contornei alegremente a fila e fui beber a boa e velha bica. Mais volta menos volta na <a href="http://www.fnac.pt" target="_blank">Fnac</a> e já a 10 minutos do centro fechar passei novamente à porta. Fila reduzida em 90%. Eis a minha oportunidade.<!--more--></p>
<h3 style="text-align:justify;">O Espaço</h3>
<p style="text-align:justify;">1ª desilusão da experiência. O espaço parece-me pequeno. 3 ou 4 mesas redondas, daquelas em que cabem 3 pessoas à vontade mas 4 já é complicado. 3 sofás se não estou em erro para grupos um pouco maiores (6 a 8 pessoas diria eu). É certo que tentam compensar com a esplanada no meio do corredor do Centro Comercial, porem, e para mim, isso desvirtua completamente o conceito inerente à Starbucks. Perde-se o conforto e aquela sensação "cozy" de um café onde apetece estar algumas horas à conversa com amigos, a ler ou a navegar na internet.</p>
<p style="text-align:justify;">O facto da localização ser num centro comercial também me provoca algum formigueiro. A única vez que vi uma loja da marca foi em Genebra esta estava localizada na rua. Um grande espaço com grandes janelas em que se respira uma espécie de conforto cosmopolita. Era algo do género que esperava para a primeira loja Starbucks em Portugal</p>
<h3 style="text-align:justify;">Atendimento</h3>
<p style="text-align:justify;">Nunca tinha ido a um Starbucks. Nunca tinha consumido qualquer produto da marca. E vi-me grego quando chegou a minha vez de pedir. O único menu da loja estava atrás do balcão. Um cartaz enorme com todas as variedades disponíveis e com os seus respectivos 234532656 ingredientes. Ora como eu até me considero um gajo algo esquisito com o meu café quis ler o que é que cada produto continha. Não consegui.</p>
<p style="text-align:justify;">- "Boa noite! O que é que vai querer?"</p>
<p style="text-align:justify;">- "Er ... ora ... pffff ... er ... er..."</p>
<p style="text-align:justify;">Inserir momento constrangedor</p>
<p style="text-align:justify;">-"Pff ... pode ser .... errr ... um ... Mocca Frappuccino"</p>
<p style="text-align:justify;">-"Muito bem. Um Frappuccino Mocca! E o seu nome, qual é?"</p>
<p style="text-align:justify;">O meu nome? Mas que raio ...</p>
<p style="text-align:justify;">Lá acedi enquanto via o empregado a escrever o meu nome no copo transparente.</p>
<p style="text-align:justify;">-"Aguarde ali perto do balcão. Quando a sua bebida estiver pronta o meu colega chama-o"</p>
<p style="text-align:justify;">Chama-me? Mas ... ok, ok!</p>
<p style="text-align:justify;">-"São 3,45€!"</p>
<p style="text-align:justify;">Inserir balão de pensamento: "3,45€?!?! Fodasse! Por um café ou uma mistela parecida com isso? Irra!"</p>
<p style="text-align:justify;">2 minutos depois (se tanto) lá ouvi um voz por detrás do balcão: -"Daniel .. Frappuccino Mocca!"</p>
<p style="text-align:justify;">Imediatamente e como que por instinto todo maralhal de pessoas à minha frente partiu o pescoço na minha direcção. Apesar de ser uma experiência interessante, ter um empregado a chamar o <strong>meu</strong> nome, não deixa de ser constrangedor ter meia loja a olhar para o gajo que pediu um Frappuccino Mocca. Mas os cafés serão servidos e a vergonha passará!</p>
<h3 style="text-align:justify;">O Produto</h3>
<p>Delicioso! O já referido Frappuccino de Mocca caiu que nem gingas! Atenção: <strong>aquilo não é um café</strong>! É uma sobremesa. "Bebi" o copo mais pequeno, fiquei mais que satisfeito. parecia que tinha acabado de "<strong>comer/beber</strong>" um belo <a href="http://www.haagendazs.com/" target="_blank">Haagen Dazs</a>. Mas a verdade é que não era. E nesse aspecto senti-me defraudado. O produto é bom , mas para 3.45€? Não me pareceu.</p>
<h3>Resumindo e Concluindo</h3>
<p>Apesar de se calhar pelo texto não parecer não desisti do Starbucks. Quero lá ir quando o hype passar. Quero levar amigos e estar algum tempo dentro da loja. Quero experimentar mais produtos.</p>
<p>Para já ainda não conquistaram um novo cliente. Mas podem vir a conquistar.</p>
<p>Outro ponto que não falei mas que me fez muita confusão foi a presença online da Starbucks Portugal (ossos do ofício). Em folhetos na loja anunciam <a href="http://www.pt.starbucks.com" target="_blank">www.pt.starbucks.com</a> que quando se tenta aceder dá num belo Page Load Error. Uma vez mais deixo um conselho mas acima de tudo um apelo às marcas. Não comuniquem um site que não existe. É uma quebra de confiança brutal. Especialmente para a Starbucks tendo em conta o seu target.</p>
<p>Estrategicamente falando espero que as próximas "aberturas" sejam lojas de rua. Chiado, Baixa ou Expo são muito mais a cara da Starbucks do que qualquer espaço num Centro Comercial. E já agora ... forneçam wi-fi!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Starbucks chega a Portugal]]></title>
<link>http://asombradapalavra.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nelson Silva</dc:creator>
<guid>http://asombradapalavra.ca.wordpress.com/2008/10/02/starbucks-chega-a-portugal/</guid>
<description><![CDATA[Aos poucos e poucos, a Starbucks foi ganhando expressão no mercado global, ao ponto de ser uma ref]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://asombradapalavra.files.wordpress.com/2008/10/starbucks.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-126 alignleft" title="starbucks" src="http://asombradapalavra.wordpress.com/files/2008/10/starbucks.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" /></a>Aos poucos e poucos, a Starbucks foi ganhando expressão no mercado global, ao ponto de ser uma referência, um ponto de encontro, semelhante ao que acontece com a McDonald´s ou a FNAC: aonde quer que se vá, seja o mais estranho lugar do mundo desenvolvido, já se sabe que os procedimentos são os mesmos e até nem precisamos de falar muito (basta dizer menu x, bebida y).</p>
<p style="text-align:justify;">Ouvi falar da Starbucks provavelmente através da televisão, num qualquer filme ou sérir norte-americana. A primeira vez que entrei num foi há poucos meses em Londres. A primeira reacção foi a de um típico jovem português, ainda a juntar "papel": "mas alguém consegue dar dois euros por um café tão amargo? ". Sim, porque ninguém me convence que o café ali vendido é melhor do que o Delta ou Buondi, ou, vá lá, Nicola.</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda e última vez até ao momento que tive o prazer da amargura do café foi em Dublin, há poucos dias. Confesso que me soube melhor o café (embora me tivesse custado pagar aquele preço), mas não por causa do produto em si: gostei de ver que a marca patrocina o desenvolvimento e preocupa-se com questões ambientais.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Portugal, já tardava, mas chegou. 1,20€ por café.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda sobre a FNAC (Osvaldo Silvestre)]]></title>
<link>http://joaoediogo.wordpress.com/?p=1104</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 11:39:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://joaoediogo.ca.wordpress.com/2008/10/02/ainda-sobre-a-fnac-osvaldo-silvestre/</guid>
<description><![CDATA[Osvaldo Silvestre, no Os livros ardem mal: «Nem de propósito, a decisão da FNAC no sentido de aca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Osvaldo Silvestre, no <a href="http://olamtagv.wordpress.com">Os livros ardem mal</a>: «<a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">Nem de propósito, a decisão da FNAC no sentido de acabar com o desconto generalizado de 10% no preço de capa dos livros, limitando-o aos portadores de cartão FNAC (que entretanto mudou de natureza, passando a ser na prática um cartão de crédito, coisa que não tem sido referida e traz em si vastas consequências), coincidiu com o apogeu da crise do </a><em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">subprime</a></em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">: estava o mundo aflito com a decisão, inteiramente racional, do Congresso americano no sentido de rejeitar a panaceia «nacionalizadora» de Bush (que de ironias supostamente pós-históricas…), e eis que a FNAC mostra como funciona a </a><em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">Realpolitik</a></em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/"> do capital: optimizar mais-valias, chama-se a isto.</a></p>
<p><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">Convinha recordar duas ou três coisas a que ninguém ligou a seu tempo (era então o tempo da «Europa», vale dizer, da euforia do </a><em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">pugresso</a></em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">, como dizia Cavaco). A FNAC Chiado arrasou com a grande discoteca da Valentim de Carvalho e, por arrasto, com a própria Valentim (o que mais ou menos aconteceu de forma idêntica com a Roma Megastore, no Porto). A oferta propriamente em discos da FNAC Chiado era, como é, generalista, na melhor hipótese, e muito inferior à da Valentim de Carvalho ou da Roma; é certo que estávamos no começo do fim do negócio dos discos, mas o efeito de concentração das valências comerciais da loja mostrou todo o seu poder, aí e em relação a todo o negócio do livro. Na altura, porém,  a FNAC ainda era aquela entidade a que, na juventude, fiz visitas obrigatórias na Rue de Rennes, por exemplo, pelo que se acreditou, a seu respeito, naquilo que ainda há dias ouvi Pacheco Pereira debitar a propósito da crise actual: tratar-se-ia de mais uma ocorrência da «destruição criadora» do capitalismo (Schumpeter treslido dá para tudo). Entretanto, em França a FNAC tornou-se uma rede livreira com lógica de hipermercado; e, com a</a><em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">décalage</a></em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/"> do costume, é o que estamos a ter por cá também (alguém se lembra ainda, por exemplo, da secção de poesia da FNAC Chiado do início?).</a></p>
<p><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">A decisão da FNAC, comentada com fundamentação vária pelos Booktailors, porJorge Reis-Sá, por Jaime Bulhosa ou por Sara Figueiredo Costa, tem em teoria económica uma definição clássica, que mais uma vez me chegou por Manuel Resende: eliminar a concorrência e ditar a lei. Porque a concorrência foi de facto eliminada e aquilo que temos, do lado da Bertrand, é o que se sabe (a Bertrand pode proclamar agora o facto de ter «profetizado», na sua prática, as transformações da FNAC…), e do lado das livrarias independentes é demasiado dependente dos atavismos de sempre para ser realmente alternativo e concorrencial (as excepções são cada vez mais excepcionais e a criação das «Livrarias Independentes» não trouxe qualquer alteração para melhor, lamento dizê-lo). Não me vou repetir, pois já exprimi por mais de uma vez o meu desencanto de frequentador de livrarias face ao panorama actual. Resta-me esperar que uma rede de dimensão intermédia como a Almedina saiba resistir e entender que há um espaço no mercado para quem tenha algum peso negocial; ou seja, que tenha a inteligência para perceber que há muitos públicos que não se reconhecem nem fundem necessariamente </a><em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/">no</a></em><a href="http://olamtagv.wordpress.com/2008/10/02/consideracoes-desencantadas-sobre-a-fnac/"> público. Continuarei pois fiel à Almedina Estádio, em Coimbra, neste momento provavelmente uma das duas ou três «grandes livrarias» que restam neste país (sendo uma das outras a Almedina Saldanha).</a>»</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FNAC: uma reflexão sobre o mundo livreiro e editorial]]></title>
<link>http://joaoediogo.wordpress.com/?p=1091</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 11:27:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://joaoediogo.ca.wordpress.com/2008/10/02/fnac-uma-reflexao-sobre-o-mundo-livreiro-e-editorial/</guid>
<description><![CDATA[Como se pode ver pelos vários comentários sobre o fim do 10% a decisão não é indiferente.
Só q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como se pode ver pelos vários comentários sobre o fim do 10% a decisão não é indiferente.</p>
<p>Só queria relembrar um pouco o que a FNAC fez ao "mundo livreiro e editorial". É que há um a.F. e um d.F., com consequências, e a maior parte não visíveis a olho nú.</p>
<p>1. O primeiro ponto a não esquecer: Portugal tem uma lei do preço fixo no livro. Isto é, as editoras fixam um preço que ninguém pode ultrapassar. Pode fazer 10 a 20% de desconto ao consumidor final nos primeiros 18meses de vida de um livro e depois mais. Mas o preço máximo é fixo. Isto é, ao contrário de quase todos os os sectores, por exemplo o vestuário, não é o comerciante que decide que margem quer receber de determinado produto e joga com a concorrência. Não. No livro não há concorrência no preço. (Os descontos são "enganos" como vamos ver).</p>
<p>2. a.F. o desconto médio das editoras era 30%. Depois, com quantidades maiores passaria a 35% ou os já quase extintos 12/13 (compra-se doze e recebe-se um de borla. Ainda há pelo menos uma editora que faz esse tipo de desconto "em espécie": a Figueirinhas). d.F. o desconto subiu. À partida a FNAC exigia 40% mais uma série de descontos financeiros, descontos de centralização, etc., etc.</p>
<p>Isso leva-nos ao ponto </p>
<p>3. Os agora célebres descontos: as editoras, perante o aumento do desconto pedido pelas livrarias (e desde logo pelas grandes livrarias em volume de negócio, a FNAC) só podem ter uma de duas opções. Reduzem a sua margem própria (que não anda muito longe dos 15% do preço de um livro), ou aumentam os preços. Qualquer das duas situações é má. A segunda com maioria de razão para os consumidores. Assim, os descontos são sempre pagos à custa ou do editor ou do consumidor. Nunca das livrarias.</p>
<p>4. Num mercado normalizado, que não é este, o preço ao consumidor não estaria fixado e levaria a que a concorrência estivesse de facto do lado dos revendedores como é normal... </p>
<p>5. Quando a FNAC acaba com o desconto directo ao consumidor final isso quer dizer que precisa, ou prefere, ter maior percentagem de ganhos. O editor fica na mesma. O consumidor vê normalizado o mercado, pois todas as livrarias estão mais ou menos a reproduzir o modelo "cartão". Ou então passam a escolher não pelo preço mas pelo atendimento, oferta, etc., etc.</p>
<p>6. O mercado fica mais estabilizado, mas no fundo continua a não haver concorrência. </p>
<p>7. Ao contrário do que sugere <a href="http://milnove79.blogspot.com/2008/10/o-fim-de-uma-era-iii.html">Luís Filipe Cristóvão</a>, os fornecedores da FNAC continuarão a fazer os grandes descontos porque o volume de vendas da FNAC assim o exige. Apenas uma actuação concertada por parte dos editores poderia levar a alguma alteração. E se os editores nunca actuaram relativamente à Bertrand (que tem feito o crescimento de livrarias à custa dos editores) porque haveriam de actuar agora?</p>
<p>8. Resta-nos saber o que vão fazer as outras livrarias. Já aqui falámos nisso. Mas quero reforçar com um outro comentário: costuma-se dizer que quem tem unhas é que toca guitarra e isso vai acontecer agora, ainda que a pequena escala (quando acabar o preço fixo é que será a sério). Ao contrário do movimento das grandes livrarias (uma mesma oferta em todas), o consumidor vai procurar aquelas que tiverem o que lhe interessa. Não o que saiu agora, mas aquelas livrarias que tiverem a capacidade de escolher uma oferta mais adequada a um maior número de clientes. E isso, só quem tiver coragem pode fazer. E, segundo me parece, não há ninguém com força e coragem para o fazer. Quando digo ninguém é mesmo ninguém. Mesmo as pequenas livrarias chamadas de livrarias independentes não têm a força para produzir por si uma alteração do panorama. </p>
<p>9. Não me esqueci das grandes superfícies... Elas também estão no mercado. E com uma maior voracidade que a FNAC estão a pedir descontos ainda maiores. Ficarão com as grandes tiragens, as pilhas de livros (como têm pilhas de batatas e paletes de refrigerantes).</p>
<p>10. O livro é, sem dúvida, um negócio. Mas acima de tudo é um veículo de conteúdos. Neste momento já nem é o mais usado. Poderá desaparecer, apesar de tantos afirmarem que não. Poderá diminuir a sua influência (não diminuiu já?). Os livreiros e editores precisam, para a sua própria sobrevivência, começar a pensar no que querem para o futuro. Pensar é meio-caminho andado para mudar qualquer coisa. E se querem mais e mais leitores e leitores mais criteriosos têm de mudar de vida e sobretudo começar a exigir que se mudem certas coisas, como por exemplo a lei do preço fixo, a fixação tecnológica em vez de uma fixação do crescimento cognitivo que permite nunca sermos excluídos, seja qual o meio.</p>
<p>11. O interessante é que o fim do desconto FNAC pode ser (pode ser) algo de muito positivo. Ou tudo ficará na mesma?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fnac Sessions]]></title>
<link>http://rabbitfield.wordpress.com/?p=1220</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 07:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marc</dc:creator>
<guid>http://rabbitfield.ca.wordpress.com/2008/10/02/fnac-sessions/</guid>
<description><![CDATA[
October 4th 2008 - Fnac Reims (16h) (more)
October 14th 2008 - Fnac Rouen (17h) (more)
October 18t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1221 aligncenter" title="2008-10-02_fnac-live-logo" src="http://rabbitfield.wordpress.com/files/2008/10/2008-10-02_fnac-live-logo.jpg" alt="" width="217" height="78" /></p>
<p>October 4th 2008 - Fnac Reims (16h) (<a title="fnac session Reims" href="http://rendezvous.fnac.com/affich_eve.asp?SID=1230973d-a9ef-0004-05aa-c3b447ebec14&#38;UID=0eea8c276-0d31-6df3-812c-0e712d5fd407&#38;Origin=FnacAff&#38;TTL=021020081840&#38;SHP=37&#38;EVT=49253" target="_blank">more</a>)<br />
October 14th 2008 - Fnac Rouen (17h) (<a title="fnac session Rouen and Lille" href="http://www.fnaclive.com/fastsearch?filter0=zita+swoon&#38;filter1=**ALL**#" target="_blank">more</a>)<br />
October 18th 2008 - Fnac Lille (15h30) (<a title="fnac session Rouen and Lille" href="http://www.fnaclive.com/fastsearch?filter0=zita+swoon&#38;filter1=**ALL**#" target="_blank">more</a>)</p>
<p>(tnx to Christa)</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os antigos dez por cento da FNAC]]></title>
<link>http://asombradapalavra.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 13:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nelson Silva</dc:creator>
<guid>http://asombradapalavra.ca.wordpress.com/2008/10/01/os-antigos-dez-por-cento-da-fnac/</guid>
<description><![CDATA[A FNAC não é apenas uma excelente loja que vende produtos culturais. É uma máquina de fazer dinh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://asombradapalavra.files.wordpress.com/2008/10/fnac-logo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-111 alignleft" title="fnac-logo" src="http://asombradapalavra.wordpress.com/files/2008/10/fnac-logo.jpg?w=97" alt="" width="97" height="95" /></a>A FNAC não é apenas uma excelente loja que vende produtos culturais. É uma máquina de fazer dinheiro à custa da qualidade, da oferta, e da dinâmica que os seus funcionários colocam na resolução dos pedidos dos clientes.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas é igualmente por causa do preço dos seus produtos que tantos clientes escolhem comprar ali e não na Bertrand, na Bulhosa, ou em qualquer outra superfície que venda livros, cd´s, etc. Por isso, a notícia divulgada hoje de que o célebre desconto de dez por cente terminou, não deixa de surpreender.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais reacções: FNAC (actualizado, 12-10-2008)]]></title>
<link>http://joaoediogo.wordpress.com/?p=1075</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 12:40:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://joaoediogo.ca.wordpress.com/2008/10/01/mais-reaccoes-fnac/</guid>
<description><![CDATA[ 
(me)
(Osvaldo Silvestre)
Nessuno, no Estado da Arte: «A  cadeia vai acabar com o desconto de 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1087" title="fnac11" src="http://joaoediogo.wordpress.com/files/2008/10/fnac11.jpg?w=97" alt="" width="97" height="96" /> </span></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">(<a href="http://joaoediogo.wordpress.com/2008/10/02/fnac-uma-reflexao-sobre-o-mundo-livreiro-e-editorial/">me</a>)</span></span></p>
<p>(<a href="http://joaoediogo.wordpress.com/2008/10/02/ainda-sobre-a-fnac-osvaldo-silvestre/">Osvaldo Silvestre</a>)</p>
<p>Nessuno, no <a href="http://estado-darte.blogspot.com">Estado da Arte</a>: «<a href="http://estado-darte.blogspot.com/2008/10/fnac-abule-10-desconto-nos-livros.html">A  cadeia vai acabar com o desconto de 10% que existia em todos os livros sobre o preço editor para aqueles que não possuem Cartão Fnac. A medida deveu-se segundo declarações do Director de Comunicação a "</a><em><a href="http://estado-darte.blogspot.com/2008/10/fnac-abule-10-desconto-nos-livros.html">Nós temos esta prática de forma sistemática, mas, com o tempo, a concorrência optou por destacar este tipo de descontos de forma promocional</a></em><a href="http://estado-darte.blogspot.com/2008/10/fnac-abule-10-desconto-nos-livros.html">". Para continuar a usufruir do desconto deverá ser-se portador do dito cartão da loja, que tem as suas vantagens, mas também desvantagens, nomeadamente económicas (embora haja pontos acumulados e etc.). É importante dizer que o facto de a FNAC praticar os ditos preços levou ao encerramento de pequenas livrarias que não poderiam concorrer em termos de vendas, pelo que a decisão está já a originar muita controvérsia. Agora os preços praticados serão na sua maioria até ligeiramente superiores aos dos outros estabelecimentos. </a></p>
<p><a href="http://estado-darte.blogspot.com/2008/10/fnac-abule-10-desconto-nos-livros.html">Como cliente assíduo mas sem cartão, sinto-me um pouco descontente, mesmo que as minhas compras na loja não sejam principalmente livros. Para comrpar um livro dirijia-me lá, agora terei que pensar duas vezes e ver se de facto o cartão vale a pena.</a>»</p>
<p>Helena, <a href="http://livrariasolmar.blogspot.com">Blog da Livraria Solmar</a>: «<a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html">Fnac passa a todos um cartão de descrédito. O que era uma vantagem, deixou de o ser a partir de hoje.</a></p>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html">O golias entrou em crise, e cegou do unico olho que tinha, que era 10% desconto nos livros.</a></span></strong><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html"><br />
</a><strong><span style="font-weight:normal;"><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html">Falta honestidade e humildade para reconhecer tal.</a></span></strong><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html"><br />
</a><strong><span style="font-weight:normal;"><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html">A grande desilusão no reino dos coletes verdes.</a></span></strong><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html"><br />
</a><strong><span style="font-weight:normal;"><a href="http://livrariasolmar.blogspot.com/2008/10/adeus-preo-fnac_01.html">C'est trés jolie, viva às livrarias independentes.</a>»</span></strong></p>
<p>Emiele, no <a href="http://opopulo.blogspot.com">Pópulo</a>: «<span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">A </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">F</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">édération</a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> N</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">ationale d'</a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">A</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">chats pour </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">C</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">adres, nasceu em França, em 1954, como uma cooperativa de compradores.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Uma cooperativa. Uma forma diferente e simpática de enfrentar o mercado.</a></span></p>
<p><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Nessa altura era pequena, selectiva, um modo interessante de comprar livros.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
Mas isso foi há mais de 50 anos.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Ela cresceu, cresceu, cresceu, como acontece nos contos infantis.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Cresceu em todos os sentidos.<br />
Começou a vender outras coisas que não apenas livros, e por outro lado saiu de França e espalhou-se por todo o mundo.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
</a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Cá em Portugal desde Fevereiro de 1998, tem sido um sucesso.<br />
Já tem 11 lojas espalhadas por todo o país e diz-se até que</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">vai abrir dez novas lojas em Portugal até 2011</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
Uma das imagens de marca eram os seus preços baixos. Os livros lá eram 10% mais baratos o que é um importante incentivo.<br />
Claro que havia quem criticasse, dissesse que aquilo era uma espécie de «</a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">supermercado da cultura</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">», mas o certo é que terem vários produtos – livros, discos, DVDs – e os famosos preços baixos atraiam mesmo quem ia fazendo essa crítica.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
Agora vem o balde de água fria.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
</a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Li ontem no Público </a></span><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">que vai acabar com os descontos de 10%</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">a tal sua imagem de marca a não ser para quem tenha o seu cartão.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"><br />
Não é porque esteja a perder dinheiro pois, o que se pode ler acima é que, pelo contrário, o negócio vai de vento em poupa.<br />
Parece uma questão de arrogância, o afirmar que uma vez que está implantada no mercado, já não precisa de se promover.</a></span><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">Espero bem que este acto desagradável e agressivo se torne um boomerang.<br />
Porque hoje já as grandes livrarias também vendem discos e DVDs, e também têm cartões de ‘fidelização’.<br />
Quem gosta dos </a><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">supermercados</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> continuará a frequentar a FNAC, mas imagino que este acto menos simpático fará reverter para as livrarias tradicionais mais compradores.</a></span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"></a></p>
<p><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html"> </a></p>
<p><span><a href="http://opopulo.blogspot.com/2008/10/fnac.html">E eu até tenho o tal «cartão FNAC»....</a>»</span></p>
<p>José Mário Silva, no <a href="http://bibliotecariodebabel.com">Bibliotecário de Babel</a>: «<a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">Nos últimos dias, muitas têm sido as reacções na blogosfera à decisão da FNAC de só oferecer os seus 10% de desconto no preço dos livros (arma com que conquistou a sua invejável quota de mercado) a quem tenha o respectivo cartão de cliente. O blogue da </a><em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">Ler</a></em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/"> juntou os </a><em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">links</a></em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/"> todos (aqui) e vale a pena dar uma vista de olhos por este justificadíssimo exemplo de indignação colectiva.</a></p>
<p><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">Para não destoar, também eu considero que esta é uma decisão absurda e uma lamentável falta de respeito pelos muitos consumidores que fizeram da implantação da FNAC no nosso país um sucesso fulminante e um </a><em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">case study</a></em><a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/ja-ninguem-da-o-desconto-a-fnac-e-a-fnac-tambem-nao-da-o-desconto-a-ninguem/">internacional. Também eu enquadro este “tirar do tapete” (para usar a imagem do Pedro Vieira) como mais um sintoma da decadência da loja, que se reflecte numa crescente massificação do gosto (nunca o termo “supermercado da cultura” lhe assentou tão bem) e no quase desaparecimento de algumas secções (o caso da poesia, referido por Osvaldo M. Silvestre, é gritante).<br />
Ou seja, se a FNAC deixou de nos dar desconto, pelos vistos nós também deixámos de dar desconto à FNAC. E isto é uma oportunidade de ouro para as livrarias que tiverem a inteligência de aproveitar este súbito ataque de cupidez, mascarado de chantagem comercial mesquinha. Sem a cenoura do desconto, muitos leitores não hesitarão em procurar livros noutros lados. E eu estarei entre esses leitores.<br />
Já agora, aproveito para confessar uma coisa. De cada vez que chegava a uma caixa da FNAC e me perguntavam “tem cartão FNAC?”, sentia que a minha resposta negativa despertava um certo olhar de desprezo no funcionário, olhar assassino (decerto treinado em acções de formação) que significava algo como: “Se não tens cartão FNAC, o que é que estás aqui a fazer? Vai-te embora, pá, tu não mereces respirar o ar que circula nesta loja.”<br />
Admito que fosse um exagero meu, uma paranóia como outra qualquer, mas a verdade é que da próxima vez que chegar com uma pilha de livros à caixa e disser que não, não tenho, e não, não quero ter o cartão FNAC, o funcionário passará as minhas compras pelos raios infra-vermelhos com um sorrisinho cruel (decerto treinado em acções de formação). O sorrisinho sarcástico e sacana de quem se vinga de um crime que não cometemos.</a>»</p>
<p>João Leal, no <a href="http://ruadaescola.blogspot.com">Rua da Escola</a>: «<a href="http://ruadaescola.blogspot.com/2008/10/as-livrarias-em-mudana.html">As livrarias em mudança</a></p>
<p><a href="http://ruadaescola.blogspot.com/2008/10/as-livrarias-em-mudana.html">O mercado do livro em Portugal começa a mudar.<br />
Em termos de livrarias, a Fnac anuncia que deixa de fazer os 10 %, ou o famoso "preço mínimo garantido", em todos os livros. Têm um Cartão Fnac a cujos detentores passam a garantir o "privilégio" do desconto. Nada que já não seja feito na cadeia Bertrand com o seu cartão Leitor Bertrand. <br />
O que acontecerá agora? Será que os clientes da Fnac preferirão passar a usar uma das cinquenta e tal livrarias da Bertrand, com um atendimento muito mais personalizado, ou continuarão a seguir a lógica tão portuguesa do hipermercado tudo ao molho?<br />
A popular Fnac, a tal que foi fundada com ideias socialistas em França há muitos anos, escolhe agora o seu público, isto é, os que têm dinheiro e o Cartão (de crédito) Fnac. <br />
Sabe-se que as vendas têm vindo por aí a abaixo mas nunca esperei que os franceses virassem deste modo a casaca. <br />
Está agora nas mãos da Bertrand responder com o que realmente é forte na lojas da Fnac: o livro importado e uma maior atenção aos fundos de catálogo das editoras nacionais. <br />
Será que está à altura? Sou supeito, porque trabalhei na FNAC e agora na Bertrand, mas tenho a certeza que sim.</a>»</p>
<p>De <a href="http://livrosdeareia.blogspot.com">Livros de Areia</a>: «<a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">Pode parecer um paradoxo, vindo de pequeníssimos editores, mas daqui nunca saiu uma crítica à FNAC. Pelo contrário. Foi graças ao interesse da FNAC que pudemos afirmar-nos. Ao contrário de outra(s) cadeia(a), a FNAC nunca nos fechou a porta e foi deles – com o argumento da qualidade reconhecida pelos insitentes pedidos de livros nossos aos seus balcões – que partiu o convite para que passássemos a ser fornecedores a conta firme e já não apenas remetentes de consignações (ao contrário de outras cadeias onde nos foi sempre barrada a entrada, sendo precisamente essa insistência dos pedidos ao balcão que virou a situação – o que era "impossível" e que dava direito a fim de conversa telefónica, passou, por milagre, a ser... possível). Foi essa elasticidade de processos que frequentemente elogiámos e que vimos expressa nas amabilíssimas recepções que tínhamos aos nossos pedidos de apresentações (pelas quais nunca nos pediram qualquer contrapartida, e de que guardamos memórias muito boas). Além disso, a FNAC encomendava com generosidade as novidades e pagava a horas (em 2006 isso era RARO). É, pois, essa FNAC que continuamos a louvar, a mesma onde, de forma improvisada e graciosa, alguns livreiros recomendaram livros nossos a leitores que no-lo comunicaram posteriormente (o Fernando Alvim foi um deles, a quem foi recomendado o </a><span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">Chance</a></span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">na livraria do Chiado).</a></p>
<p><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">Ecos de uma certa mudança começaram a chegar-nos em 2007, sobretudo pela redução dos pedidos de novidades. Outros e mais preocupantes ecos chegaram mais recentemente, e, aí, tenho de confessar que me enganei: se de facto as coisas vão mudar para o que parecem estar a mudar, então aquilo que eu esperei e julguei que acontecesse, que a FNAC contagiasse o restante mercado de oferta com a mesma abertura a pequenos fornecedores, limpando a sufocante imagem de reservatórios de </a><span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">best-sellers</a></span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html"> à boca das livrarias e outras áreas da concorrência (nunca lá nos disseram, como numa conversa com o comprador de uma grande superfície,</a><span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">"vocês têm algum livro que venda tanto como o Harry Potter?"</a></span><a href="http://livrosdeareia.blogspot.com/2008/10/os-dez-por-cento.html">) pode mesmo não se concretizar. No preciso momento em que a FNAC sente chegada a ansiada liderança, começa a cortar com o que a fazia ser uma referência. Note-se que pouco me importa o fim dos 10% nos PVP (como editor, é-me benéfico, e como comprador não me afecta pois sou cada vez mais cliente do carteiro como livreiro ao domicílio). O me inquieta é o iminente fim de outras coisas, cuja percentagem na existência de um pequeno editor é de bem maior monta.</a>»</p>
<p>Tiagão, no <a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com">Coisas Insignificantes</a>: «<a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Leio em vários blogs ( Da Literatura, Blogtailors, Qualquer Coisa Assim e Os Livros Ardem Mal) que a FNAC vai dar o passo atrás nos 10% de desconto, dando-os somente aos que tenham o cartão de cliente.</a></p>
<p><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Continuo a achar que muitas lojas e empresas funcionam deste modo: começam por oferecer mundos e fundos, e depois de terem os clientes habituados borram a pintura. Se calhar agora já ninguém se lembra do motto da FNAC quando aterrou cá pelo burgo. Preço Mínimo Garantido, se encontrar mais barato devolvemos a diferença. Deve ter durado dois ou três anos.</a></p>
<div><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Assisti, boquiaberto, à altercação entre um cliente e um gerente de loja. A resposta foi mais ou menos esta. "Tivesse procurado bem antes de comprar, comprou aqui porque quis". Dito num tom, mais ou menos, hostil e pouco dado a entendimentos.</a></div>
<div><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Ouvi, calei e decidi que algumas coisas só compraria depois de analisar os preços em mais dois ou três lados (nomeadamente DVDs). Se há produtos em que o preço compensa, outros há que... Sou, cada vez mais, adepto do Ebay, da Amazon e de outras lojas on-line.</a></div>
<div><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Acredito que 250.000 clientes será uma boa base de negócio para a FNAC. Para estes continuará a fazer o descontinho. Os outros só compram lá se quiserem.</a></div>
<div><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Eu continuarei a ir lá, mas provavelmente não gastarei tanto dinheiro. A FNAC continua a ser uma razoável montra de produtos, se os comprarei lá ou não é uma outra questão. Não me impingem cartão algum, disso podem ter a certeza.</a></div>
<div><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">Se a escolha é entre comprar ali ou noutro local qualquer, mesmo depois de desbaratada a concorrência, eu prefiro alimentar a concorrência. Nem que seja por casmurrice. Tenho fama de teimoso. Já agora, tenho também o proveito.</a></div>
<p><a href="http://coisasinsignificantes.blogspot.com/2008/10/blog-post.html">PS: como é que os 10% eram feitos? É que o mesmo livro, cd ou DVD chegava a ter, entre lojas FNAC, diferenças que iam dos cêntimos aos euros. Teimoso, sim, parvo? Só a cara.</a>»</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">João Gonçalve</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>s</strong></span>, <a href="http://portugaldospequeninos.blogspot.com">Portugal dos pequeninos</a>: «<a href="http://portugaldospequeninos.blogspot.com/2008/10/fnac-dos-pequeninos.html">A firma da foto decidiu acabar com os dez por cento a menos no preço de capa dos livros, aquilo que, afinal, a tornou interessante, grande e concorrencial. A desculpa é que os outros efectuam "promoções" temporárias idênticas que retiram utilidade comercial a esta pequena "liberalidade". O motivo, evidentemente, deve ser outro e, como diz a outra, não interessa nada. Só os "sócios", como num clube de futebol, é que ficam com o direito àquele desconto. Bom proveito.</a>»</p>
<div>
<p><strong><span style="color:#000080;">Rogério Santos</span></strong>, <a href="http://industrias-culturais.blogspot.com">Indústrias Culturais</a>: «<a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">EU SOU DOS QUE NÃO TÊM CARTÃO FNAC E ESTOU DESCONTENTE COM A DECISÃO DE ALTERAR A POLÍTICA DE PREÇOS</a></p>
<div class="post-body">
<div><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">Isto apesar de não achar correcto o procedimento até agora desenvolvido pela FNAC. Passo a explicar.</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"></a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">1) É agradável comprar um objecto sabendo que ele tem um desconto de 10%,</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">2) Anunciar o fim desse desconto desperta um sentimento oposto, de desdém por quem determina o novo propósito,</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">3) Ponho-me a pensar: de um lado, existem os detentores do cartão FNAC (250 mil diz a notícia do </a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">Público</a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">), do outro, os que não têm o mesmo cartão (que não sei quantos são). Logo, passei a ser um "sem cartão", ou seja, desalinhado, marginal, inferior. Para recuperar o rótulo de bom cidadão, terei de pedir um cartão,</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">4) Mas, numa perspectiva de economia política (quiçá redutora mas oportuna), penso melhor sobre a medida do anúncio do fim do desconto para os "sem cartão": a FNAC, com a política dos 10% de desconto, contribuiu para o fim de pequenas livrarias que não podiam competir. Agora, com uma quota de mercado significativa, já tem margem para impor. A isto chama-se, na perspectiva teórica acima enunciada, atitude monopolista. Ah, depois das nacionalizações da banca pelo ocidente fora - coisa estranha nos países capitalistas - nestes últimos dias, já pouco me espanta! A isto pode chamar-se também manipulação,</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">5) Pensava que o cliente e os bens culturais vendidos na FNAC eram mais importantes que o cartão. Como se a fidelidade estivesse no cartão da FNAC (que não é dourado como o dos bancos)!,</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">6) Pensando ainda melhor, se a jornalista do </a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">Público</a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"> (São José Almeida) é uma profissional séria (do que leio dela, tenho-a nessa conta) e escreveu bem o que disse o director de comunicação da FNAC, este está profundamente equivocado. Terá dito ele: "Nós temos esta prática de forma sistemática, mas, com o tempo, a concorrência optou por destacar este tipo de descontos de forma promocional". A ser assim, os preços na FNAC passam a ser mais caros que nos outros sítios e não iguais a esses outros sítios. Li eu mal? Ou as minhas meninges deixaram de funcionar bem?</a></span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"><br />
</a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html"></a><span><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">Como conclusão: em termos de imagem, é um erro, creia-me o director de comunicação da FNAC. Não será melhor voltar atrás? Ou quer que toda a gente seja </a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">fichada</a><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2008/10/eu-sou-dos-que-no-tm-carto-fnac-e-estou.html">, "com cartão"?</a>»</span></div>
</div>
</div>
<p><strong><span style="color:#000080;">Luís Filipe Cristóvão</span></strong>, <a href="http://milnove79.blogspot.com">1979</a>: «<a href="http://milnove79.blogspot.com/2008/10/o-fim-de-uma-era-iii.html">A Fnac anunciou hoje que deixará de praticar os 10% de desconto no produto livro para todos os seus clientes, reservando essa oferta para os utentes do seu cartão-cliente. No entanto, em dez anos de trabalho no mercado português, a Fnac sempre fez as suas negociações com fornecedores (editoras e distribuidoras) a partir do pressuposto que praticava esses 10% para todo o universo dos seus clientes. O dia de hoje devia, assim, marcar uma indignação geral dos fornecedores da Fnac, visto que aquilo que está contratualizado partiu de um pressuposto que já não se coloca.</a></p>
<p><a href="http://milnove79.blogspot.com/2008/10/o-fim-de-uma-era-iii.html"></a><a href="http://milnove79.blogspot.com/2008/10/o-fim-de-uma-era-iii.html">Não é a primeira vez que alerto para o facto da Fnac ter um discurso comercial diferente, consoante fala para clientes e para fornecedores. Essa diferenciação passou a estar visível, ao longo dos últimos 18 meses, nos produtos disponibilizados em loja - para quem tem a noção dos livros que vão saíndo todos os meses, cruzando isso com uma ideia de cânone básico que uma livraria deve ter, visitar hoje a secção de Literatura da Fnac Colombo, por exemplo, é como visitar a galeria dos horrores.</a></p>
<p><a href="http://milnove79.blogspot.com/2008/10/o-fim-de-uma-era-iii.html">Não deixarei de ser cliente da Fnac - é a única loja que disponibiliza uma variedade aceitável de cd's musicais, dvd's e livros estrangeiros -, nunca tive nem vou ter agora o cartão de cliente (porque, basicamente, não tenho cartão de cliente de loja nenhuma, onde sou cliente habitual conhecem-me pelo nome, não precisam de cartões), e fico feliz com a ideia de que não vou ter que ouvir "consigo esse livro mais barato na Fnac" porque simplesmente, Fnac e Livrododia terão condições iguais para os seus clientes. Já quanto aos fornecedores... lá chegaremos, lá chegaremos.</a>»</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Sara Figueiredo Costa</span></strong>, no <a href="http://cadeiraovoltaire.blogspot.com">Cadeirão Voltaire</a>: «<a href="http://cadeiraovoltaire.blogspot.com/2008/10/fnac-e-os-10.html">Trabalhar madrugada fora tem destes inconvenientes: só agora, às duas da tarde, é que o Público me chega às mãos e, com ele, a notícia de que o desconto de 10% que ajudou a fazer da FNAC o gigante que é hoje vai passar a ser um privilégio dos detentores do cartão FNAC. Sobre isso, o Jorge Reis-Sá escreve no seu blog, bem como o Paulo Ferreira nos Blogtailors. À pergunta final deste último (“Se eu não tiver um cartão FNAC, que motivo temos para continuar a ir lá comprar livros?”), respondo com um óbvio ‘Nenhum!’. Aquilo que a FNAC parecia ser no início da sua instalação em Portugal, uma livraria com programação cultural, oferta diversificada, com novidades de todos os quadrantes, mas também com fundos sólidos, tem vindo a desaparecer aos poucos e há já alguns anos que o único motivo pelo qual valia a pena lá ir era mesmo o do desconto, ainda que às vezes isso pesasse um bocado na consciência de quem desconfia que os 10% a menos no preço seriam retirados do lucro da editora (peso que se combatia muito bem comprando apenas livros de editoras maiores e reservando a compra de livros da &#38; etc, Antígona, Averno, Fenda, Quasi e outras para espaços mais amigos da edição). Isso e a hipótese de acumular pontos que podem ser trocados por cheques, o que em algumas alturas do mês se torna realmente simpático, permitindo a compra daquele livro que pensávamos não poder comprar tão cedo, a troco de nada. Agora a situação vai manter-se, bastando para isso aderir ao cartão. Deve ser isso que significa ‘levar o negócio dos livros a sério’, ‘crescer’ e ‘fidelizar a clientela’. Se isso vai fazer com que as vendas desçam e o público procure outros espaços ou se vai levar a um aumento exponencial do número de aderentes do cartão Fnac, ainda não se sabe. Mas que isso altere alguma coisa naquilo que tem sido a politica da loja, não me parece. Desde a abertura da loja do Chiado (a que conheço melhor) que as pequenas mudanças foram acompanhando uma degradação paulatina daquilo que podia ser um espaço de livros agradável. A redução, lenta mas substancial, dos fundos e de algumas secções em particular (a banda desenhada é um bom exemplo, mas haverá outros), a rotatividade acelerada das novidades, muitas vezes associada à desaparição rápida dos livros que há um mês estavam em destaque, a oferta cada vez mais concentrada nas edições que se encontram em qualquer sítio (acabando com aquilo que poderia diferenciar a loja de outros grandes espaços comerciais livreiros) e a constante mudança de espaços, de que o ‘encafuamento’ da secção infantil no antigo corredor de leitura, com pouco espaço para leitores e menos ainda para carrinhos de bebé, é o exemplo mais recente, mas ao qual se poderia juntar o desaparecimento misterioso dos sofás de leitura que marcavam, no início, a identidade da loja, são exemplos dessa degradação. Por entre tudo isto, e aceitando a lógica de mercado (da qual parece que não há fuga possível), o facto de o desconto de 10% passar a estar disponível apenas para os portadores do cartão nem parece a coisa mais grave. Não é assim que se fidelizam clientes no palavreado e na estratégia dos senhores do marketing?</a>»</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Eduardo Pitta</span></strong>, <a href="http://daliteratura.blogspot.com">Da Literatura</a>: «<a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">Era bom, mas acabou. A partir de hoje, a Fnac restringe o desconto de 10% (sobre livros) aos detentores do Cartão Fnac, uma comunidade, diz a empresa, de 250 mil leitores portugueses que «</a><em><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">tem de ser acarinhada</a></em><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">». A concorrência mais profissional faz o mesmo, ou parecido, e, para que não haja confusões, a Fnac adopta o espírito </a><em><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">members only</a></em><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">. </a><span><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">OK</a></span><a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/10/acabou.html">. O problema não é o cartão. É a chatice dos formulários!</a>»</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Blogtailors</span></strong>: «<a href="http://blogtailors.blogspot.com/2008/10/fnac-e-os-10.html">Editorial</a></p>
<p><a href="http://blogtailors.blogspot.com/2008/10/fnac-e-os-10.html">À FNAC se deve muita da democratização do livro. Abriu portas no nosso país há dez anos, tendo-se instalado no leitor a ideia de que, confortavelmente sentado num sofá, se podia folhear sem comprar, consultar sem ser visto de soslaio pelo livreiro, que se certificava se não levávamos indevidamente um livro debaixo do braço.<br />
Equipada com bons profissionais, livreiros a sério, entrava-se na FNAC e percebia-se que quem estava do outro lado do balcão sabia do que falava. Uma forte actividade cultural convidava a dar lá um salto para ver o que ocorria. Tudo acompanhado de um café ou de uma bebida. Paralelamente, e com a implementação da Lei do Preço Fixo, o preço FNAC (redução de 10% sobre o preço de editor) foi também uma das características que fez com que a compra de livros passasse a ser efectuada naquelas lojas. Desvalorizaram-se as livrarias, ditas independentes, algumas impregnadas de vícios que ainda tardam a desaparecer, e passou-se a comprar </a><em><a href="http://blogtailors.blogspot.com/2008/10/fnac-e-os-10.html">bastante</a></em><a href="http://blogtailors.blogspot.com/2008/10/fnac-e-os-10.html"> na FNAC.<br />
Com o evoluir dos tempos, a actividade cultural passou a fazer parte do dia-a-dia das livrarias independentes (veja-se, a título de exemplo, a Pó dos Livros, em Lisboa, a Loja 107, nas Caldas da Raínha, ou a livrododia, em Torres Vedras), as cafetarias instalaram-se em muitos destes espaços, e os que quiseram sobreviver e continuar a ser respeitados, lutaram por encontrar o seu espaço. Veja-se a Ferin, fortíssima nos álbuns e no livro importado, com um serviço ao cliente absolutamente irrepreensível.<br />
Faltava o preço para competir com a FNAC. Os livreiros tradicionais, sujeitos a descontos inferiores por parte das editoras, por não representarem o mesmo do que a FNAC em termos de negócio, viam-se impossibilitados de praticar o desconto do armazenista francês. Observa-se agora que a FNAC parece preparar-se para abandonar esta política de preços. Assim, apenas os portadores dos cartões poderão usufruir dos 10% de desconto que, presume-se, continuarão a ser suportados pelos editores. Os outros clientes pagarão o mesmo preço praticado numa livraria independente.<br />
Por tudo isto, fica uma pergunta: se eu não tiver um cartão FNAC, que motivo temos para continuar a ir lá comprar livros?</a>»</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Jorge Reis Sá</span></strong>: «<a href="http://ruadacastela.blogspot.com/2008/10/leyamos-na-fnac.html">Fnac</a></p>
<p><a href="http://ruadacastela.blogspot.com/2008/10/leyamos-na-fnac.html">Sim, a desculpa é deselegante para não dizer que quer fazer de nós burros. Acaba a Fnac com os 10% de desconto nos livros (ou indexa-os apenas aos detentores do cartão Fnac) porque isso é, agora, prática no mercado. E eu que achava que é exactamente ao contrário que costuma funcionar: quando toda a gente está a fazer nós temos é de fazer mais, não menos. Mas com uma quota de mercado tão grande, dá para fazer tudo. Mas desengane-se quem acha que estou contra. Não estou a favor, como é óbvio, mas aceito a mudança. Ela faz parte de uma alteração no paradigma de venda do livro do grupo Fnac. Há anos que em França a Fnac é, na livraria, um hipermercado Continente: livros de alta rotação, nada mais. Notoriamente assim se tornará em Portugal dentro em breve. A mim resta-me dizer que tenho pena que o capitalismo (ou melhor, a obrigatoriedade de crescimento anual dos lucros) acabe por hipotecar um projecto inovador e único. Porque raio não podem as empresas manter os lucros, quando são, como são, já tão altos? Porque têm elas de continuar a crescer? Mas tenho a certeza que para os lados da rua Professor Jorge de Silva Horta há atenção ao fenómeno. Só se forem lorpas, como chamava o meu tio-avô Crispim ao filho quando perdia mais uma vez à sueca, é que não percebem que o futuro da Bertrand passa por ser a livraria que a Fnac já não é e que a Bertrand nunca foi.</a>»</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[the end of the world as we know it]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/?p=1798</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 12:36:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
<guid>http://whormhole.ca.wordpress.com/2008/10/01/the-end-of-the-world-as-we-know-it/</guid>
<description><![CDATA[ou um prenúncio de morte:
Livros na FNAC estão mais caros e desconto de dez por cento já é só p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>ou um prenúncio de morte:</p>
<p><a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Ffd%3DNEXT%26page%3D11%26dt%3D20081001%26c%3DA" target="_blank"><strong>Livros na FNAC estão mais caros e desconto de dez por cento já é só para clientes com cartão </strong></p>
<p>01.10.2008, São José Almeida, Jornal Público</p>
<p><u>Grupo justifica alteração da política de preços com o facto de a concorrência já fazer o mesmo</u> </p>
<p>A partir de hoje acabou o chamado "preço FNAC" e o desconto de dez por cento à cabeça sobre qualquer livro passará a ser usufruído apenas pelas 250 mil pessoas em Portugal que possuem cartão de cliente daquele grupo.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FNAC (reacções): Jaime Bulhosa da Pó dos Livros]]></title>
<link>http://joaoediogo.wordpress.com/?p=1073</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 11:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://joaoediogo.ca.wordpress.com/2008/10/01/fnac-reaccoes-jaime-bulhosa-da-po-dos-livros/</guid>
<description><![CDATA[Jaime Bulhosa, no blog da Pó dos Livros: «Li hoje no jornal «Público» a notícia de que o gru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Jaime Bulhosa, no blog da <a href="http://livrariapodoslivros.blogspot.com">Pó dos Livros</a>: «<a href="http://livrariapodoslivros.blogspot.com/2008/10/os-livros-na-fnac-esto-mais-caros.html">Li hoje no jornal «Público» a notícia de que o grupo FNAC deixou de fazer 10% de desconto nos livros e que apenas os seus clientes com cartão FNAC terão esse privilégio (até ver). Parece-me claro que o negócio da FNAC deixou de ser o negócio dos livros, ou que nunca o foi. Depois de praticamente destruírem o mercado das pequenas e médias livrarias e de "esmifrarem" as margens comerciais dos editores, tornando-os FNAC-dependentes, têm agora caminho livre para fazerem o que querem, como quem diz: ou és cliente de cartão, ou vai comprar a outro lado.</a>»</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FNAC acaba com desconto 10%]]></title>
<link>http://joaoediogo.wordpress.com/?p=1071</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 11:31:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Emanuel Diogo</dc:creator>
<guid>http://joaoediogo.ca.wordpress.com/2008/10/01/fnac-acaba-com-desconto-10/</guid>
<description><![CDATA[FNAC acaba com desconto 10% automático. Novidade absoluta no mercado português! Alguma coisa se pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>FNAC acaba com desconto 10% automático. Novidade absoluta no mercado português! Alguma coisa se passa...</p>
<p>Ver <a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Ffd%3DNEXT%26page%3D11%26dt%3D20081001%26c%3DA">aqui</a>. De certa maneira torna as coisas mais "normais" no mercado livreiro.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ciclo Proyecciones Estudio Ghibli el 10 y 17 de Octubre de 2008 en FNAC Parque Principado]]></title>
<link>http://mangastur.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 10:26:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>MangAstur</dc:creator>
<guid>http://mangastur.ca.wordpress.com/2008/10/01/ciclo-proyecciones-estudio-ghibli-el-10-y-17-de-octubre-de-2008-en-fnac-parque-principado/</guid>
<description><![CDATA[

Tendrá lugar en el FNAC de Parque Principado los viernes 10 y 17 de Octubre,  FNAC dará regalo a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<p><img class="alignnone" title="Ciclo Ghibli" src="http://img530.imageshack.us/img530/8107/cartelghibli2008in7.jpg" alt="" width="420" height="600" /></p>
<p>Tendrá lugar en el FNAC de Parque Principado los viernes 10 y 17 de Octubre,  FNAC dará regalo a sus socios asistentes,  cada día se proyectará dos películas.</p>
<p>Viernes 10 de Octubre<br />
17:30 - El viaje de Chihiro<br />
20:00 - Porco  Rosso</p>
<p>Viernes 17 de Octubre<br />
17:30 - Cuentos de Terramar<br />
19:30 - Nausicaä del  Valle del viento (VOS)</p>
<p>Os dejo las fichas de las películas:<br />
<strong>El viaje de  Chihiro</strong></p>
<p>Titulo original: Sen to Chihiro no kamikakushi<a href="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/el-viaje-de-chihirocaratula1.jpg"><img class="size-medium wp-image-92 alignright" title="el-viaje-de-chihirocaratula1" src="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/el-viaje-de-chihirocaratula1-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a><br />
Estudio: Studio Ghibli<br />
Dirección: Hayao  Miyazaki<br />
Duración: 124 min.<br />
Estreno: 27 de julio de 2001 en Japón, 25  Octubre 2002 en España</p>
<p>Entre numerosos premios que ha recibido internacionalmente destacan el Oscar  a la mejor película de animación en 2002 y el Oso de oro a la mejor película en  el Festival Internacional de Cine de Berlín en 2001.</p>
<p>Sinopsis:<br />
Chihiro es una niña caprichosa y cabezota de diez años que se ve  obligada a mudarse al campo con sus padres. Mientras se dirigen a su nueva casa,  su padre se equivoca de camino con el coche, internándose en un bosque mediante  un camino descuidado que acaba ante un edificio con un túnel que deciden  recorrer a pie.<br />
Al otro lado del túnel descubren lo que interpretan como  restos de un parque temático abandonado, un misterioso pueblo fantasma rodeado  de prados y un río sin terminar de construir en el que ocurrirán insólitas  aventuras.</p>
<p><strong>Porco Rosso</strong><br />
<a href="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/porco-rosso.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-94" title="porco-rosso" src="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/porco-rosso-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a><br />
Titulo original: Kurenai No Buta<br />
Estudio: Studio  Ghibli<br />
Dirección: Hayao Miyazaki<br />
Duración: 94 minutos.<br />
Estreno: 1992 en  Japón</p>
<p>Sinopsis:<br />
Historia romántica sobre un piloto de hidroavión italiano de la  Primera Guerra Mundial que sufre una maldición la cual ha convertido sus  facciones en las de un cerdo. Se ha vuelto un solitario pero tiene una vieja  amiga enamorada en secreto de él. Vive como cazarrecompensas independiente  contra otros mercenarios “Piratas del Aire” en el Mar Adriático y se ve inmerso  en un un duelo con un piloto norteamericando fanfarrón que despierta parte de su  vieja gloria y le hace redescubrir parte de sus sentimientos.</p>
<p><strong>Cuentos de Terramar</strong><br />
<a href="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/cuentos-de-terramar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-95" title="cuentos-de-terramar" src="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/cuentos-de-terramar-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a><br />
Titulo original: Gedo Senki<br />
Estudio: Studio  Ghibli<br />
Dirección: Gorō Miyazaki<br />
Duración: 115 min.<br />
Estreno: 29 de julio  de 2006 en Japón.</p>
<p>Primera película dirigida por Gorō Miyazaki, hijo de Hayao Miyazaki.</p>
<p>Sinopsis:<br />
En el maravilloso reino de Terramar, hechos extraños empiezan a  ocurrir… Lo más sorprendente es la visita de los dragones provenientes de  tierras lejanas. Estos fenómenos son tan extraños que Gavilán, un reputado mago,  decide investigar su causa. Durante su viaje, conoce al príncipe Arren, un  impetuoso joven con un profundo lado oscuro que en los momentos críticos le  confiere fuerza, odio y crueldad, sobre todo cuando se trata de proteger a la  misteriosa joven Therru. Para la bruja Cob ha llegado la oportunidad que estaba  esperando. Su objetivo es aprovecharse de los temores de Arren para volverle en  contra de la única persona que podría ayudarle, el mago Gavilán.</p>
<p><strong>Nausicaä del Valle del Viento</strong><br />
<a href="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/nausicadelvalledelviento.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-96" title="nausicadelvalledelviento" src="http://mangastur.es/wp-content/uploads/2008/10/nausicadelvalledelviento-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a><br />
Titulo original: Kaze no Tani no Naushika<br />
Estudio: Studio  Ghibli<br />
Dirección: Hayao Miyazaki<br />
Duración: 116 min.<br />
Estreno: 4 de marzo  de 1984 en Japón.</p>
<p>Versión Original Subtitulada al Castellano ya que esta inédita en España.</p>
<p>Sinopsis:<br />
En medio de un mundo devastado por la polucion, las pocas  naciones que sobreviven mantienen una guerra por el poder y el territorio.  Cuando una nave de guerra aterriza en los dominios del Valle del Viento, el  pueblo que habita en él queda involucrado. Nausicaä, la princesa del Valle,  intentara detener la guerra que esta acabando tanto con la vida de los humanos  como con la de los seres que aun habitan alli.</p></div>
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