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	<title>colonialismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/colonialismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "colonialismo"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 21:03:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Guiné: 50 anos de independência, sem motivos para festejar]]></title>
<link>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=426</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinternacional</dc:creator>
<guid>http://correiointernacional.wordpress.com/2008/10/11/guine-50-anos-de-independencia-sem-motivos-para-festejar/</guid>
<description><![CDATA[Le Pays - Burquina Fasso
O que dizer deste país no momento em que, como Estado, ele atinge a idade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Le Pays - Burquina Fasso</em></strong></p>
<p>O que dizer deste país no momento em que, como Estado, ele atinge a idade da maturidade? Economicamente, o país está no fundo do poço e sofre por isso. Politicamente, está longe de ser um modelo. A Guiné conheceu, em meio século, dois chefes de Estado que, cada qual à sua maneira, marcaram a história e de certo modo forjaram o destino do país. De [Ahmed] Sékou Touré, dissemos tudo ou quase tudo: ditador, autocrata, impiedoso, megalomaníaco, sanguinário, etc. Não restam dúvidas de que há verdades entre todas estas acusações. Mas convém reconhecer que, em certos momentos - bastante freqüentes -, condenamos demais o homem, esquecendo boa parte do que ele realmente foi e fez, e sem dúvida também nos omitindo voluntariamente de situar o mal do qual ele foi culpado nos contextos político, econômico e social que predominavam na época. Pois, para Sákou Touré, tudo começou com o histórico "não" que o líder nacionalista ousou jogar na cara do general [Charles] De Gaulle, em 28 de setembro de 1958.</p>
<p>Na época dos fatos, isto era uma prova indiscutível de uma coragem desmedida, ou melhor, da loucura que conduziria certamente ao suicídio político do homem e de seu país. Que outro africano ousou, como ele, seguir este mesmo caminho, o qual imaginávamos que, fácil e rapidamente, se encontraria minado de armadilhas? O discurso deste dia de setembro de 1958 permanece célebre por ter sido uma afronta contra a França e uma implacável denúncia da colonização.</p>
<p>A independência proclamada em 2 de outubro deixou a antiga metrópole boquiaberta, atentista [esperando para ver o que aconteceria]. Um atentismo silencioso, carregado de uma ameaça muda. É certo que com razão, pois não podemos esbofetear impunemente uma montanha. Sékou Touré não conseguiu, em toda sua vida, apagar certas mágoas que o tempo se encarregou de transformar em rancores, alguns abertos, outros insidiosos, mas todos tenazes, visando um único objetivo: abatê-lo. É verdade que o homem, Sékou Touré, também não foi isento de qualquer repreensão, longe disso. Os 50 mil mortos e desaparecidos que lhe são imputados, assim como o tristemente célebre campo de Boiro [também conhecido como ‘Gulag guineano'], que viu desfilarem e morrerem tantos e tantos guineanos de "dieta negra" [privação de alimentos e água até a morte], tortura e outras formas, estão lá para testemunhar.</p>
<p>Mas também houve - e é preciso dizê-lo, por respeito à verdade - o tempo no qual a Guiné foi o país modelo da cultura e do esporte africanos. Lembramo-nos da época do grande <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bembeya_Jazz" target="_blank">Bembeya Jazz</a>, das Amazonas [renomado grupo de percussão composto por mulheres], do Silly Nacional da Guiné [vitorioso time de futebol], assim como recordamo-nos que muitos célebres "filhos da África" encontraram neste país, em determinadas situações de suas histórias, uma terra de acolhida segura e protetora, em momentos onde estes foram objeto de maus tratos em seus próprios países, ou simplesmente vítimas de perseguição. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Miriam_Makeba" target="_blank">Myriam Makéba</a> viveu longos anos na Guiné, fugindo do apartheid; onde também <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kwame_Nkrumah" target="_blank">Kwame N'krumah</a> viveu os últimos anos de sua vida.</p>
<p>Fazemos inúmeras repreensões a Sékou Touré, e muito do que dizemos é verdade. Mas para seu desencargo, ele tinha muitos inimigos poderosíssimos, todos tão hostis quando determinados a fazê-lo restituir o que havia adquirido ilicitamente. Definir as bases de um Estado e construir uma nação em um contexto de hostilidade generalizada e permanente não era uma sinecura [trabalho fácil]. Pelo contrário, representava um verdadeiro desafio. E, se é preciso reconhecer que Sékou, de líder progressista, transformou-se rapidamente em ditador - com todas as derivas que isto ocasionaria -, também é necessário convir que a "santa aliança" que a antiga metrópole soube organizar em torno de si - a <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7afrique" target="_blank"><em>Françafrique</em></a> [célebre denominação dada às redes de influência francesa na África] não é de hoje - não foi nenhum presente. Pior, ela induzia ao erro em todas as ocasiões em que isto era possível. E se isso não justifica todas as derivas pelas quais o homem foi culpado, o explica em parte.</p>
<p>Uma história totalmente diversa ocorreu com aquele que o sucedeu na chefia do Estado guineano: Lansana Conté, o qual, pensávamos, tinha todas as características para recuperar um país que saía de 26 anos de sofrimento de seus filhos, assim como de um marasmo econômico. Terrível desilusão. Quando ele chegou ao poder graças a um golpe de Estado em 3 de abril de 1984, uma semana após a morte de Sékou Touré, ele foi acolhido por um verdadeiro fervor.</p>
<p>Os guineanos fizeram-lhe um voto de confiança prontamente, muito depressa e muito felizes e sem dúvida apressados para começar uma nova era que lhes permitiria enfim provar o delicioso sabor da liberdade reencontrada. Ainda mais porque as primeiras promessas do novo homem forte de Conacri [capital do país] sugeriam o seguinte contexto: fim do regime revolucionário, engajamento pela abertura do país ao resto do mundo, valorização dos recursos naturais, liberalização da economia, instauração da democracia e respeito aos direitos do homem, retorno de aproximadamente 2 milhões de exilados dispersos pelo mundo inteiro, etc.</p>
<p>Mas estas mutações econômicas, que deveriam acompanhar reformas políticas, não duraram mais do que o instante de um fogo de palha. O general-presidente jamais quis colocá-las em prática. E o país rapidamente recuou sobre o caminho da democracia e dos direitos humanos. Bem que ele a tenha instituído por sua vontade, o presidente jamais soube jogar o jogo da democracia, preferindo, ao longo dos anos, um endurecimento de seu regime autocrático. E os guineanos rapidamente desencantaram: o remédio que eles haviam esperado revelou-se ainda pior que o mal por eles sofrido. O drama do qual os habitantes deste país sonhavam em escapar continua hoje e, além disso, acentua-se, tomando cada vez mais os traços de um general-presidente cuja incapacidade para governar só pode ser comparada ao grotesco do qual ele dá prova tão freqüentemente.</p>
<p>Há tanto tempo isolado em seu vilarejo, ele dirige o país através de intermediários. Lembramo-nos que, para sua eleição, ele votou a bordo de seu próprio veículo. Condena quem ele quer, liberta quem ele quer. Reagindo às exigências dos sindicatos, ele opõe o estado de emergência, impõe toque de recolher, permitindo assim ao exército prender, torturar e matar em total liberdade, em total impunidade. O traumatismo no qual Lansana Conté acabou jogando a Guiné encontra-se exacerbado por um regime que se baseia sobre o nepotismo, a corrupção e a inconsciência erigidos como princípios para governar. Ele não está longe de ser o carrasco que irá enterrar a Guiné, ou o que resta dela. Seu predecessor, ao menos, tinha a desculpa do difícil contexto histórico que caracterizou os anos imediatamente precedentes às independências [de grande parte dos países africanos].</p>
<p>Conté, por sua vez, só poderá beneficiar-se de circunstâncias agravantes, pois os métodos sombrios e medievais que ele aplica, com uma real obstinação para se manter no poder a qualquer preço, só podem ser comparados a sua incapacidade de buscar e descobrir onde se encontra o verdadeiro bem para seu país. Ele já deveria ter compreendido há tempos que a ambição sem competência é um crime. Inúmeros jovens guineanos bem o sabem, os quais se entregam ao álcool e ao ritmo das músicas para esquecer que um mal que espalha o terror os acua um pouco mais, a cada dia que passa, ao desespero, fatalistas antes da idade. Eles certamente também se interrogam sobre a natureza dos crimes pelos quais foram culpados, assim como alimentam a secreta esperança de que alguma mão salvadora, um dia, enfim tenha piedade deles e lhes aporte um socorro providencial.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Acesse o texto original clicando </em><a href="http://www.lepays.bf/article2.php?idrubrique=15&#38;numj=4215&#38;codeart=315" target="_blank"><em>aqui</em></a><em>.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il razzismo? Colpa di Darwin!]]></title>
<link>http://razionalismo.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:42:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>razionalismo</dc:creator>
<guid>http://razionalismo.ca.wordpress.com/2008/10/09/il-razzismo-colpa-di-darwin/</guid>
<description><![CDATA[
Premessa: no, stavolta non c&#8217;entra Rosa Giannetta Alberoni.
La piccola bambina di colore Rani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://razionalismo.files.wordpress.com/2008/10/popostus.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-157" title="popostus" src="http://razionalismo.wordpress.com/files/2008/10/popostus.jpg?w=450" alt="" width="450" height="99" /></a></p>
<p><strong>Premessa</strong>: no, stavolta non c'entra Rosa Giannetta Alberoni.</p>
<p>La piccola bambina di colore Ranim scrive all'inserto Popotus, allegato ad Avvenire, quotidiano dei vescovi:</p>
<blockquote><p><em><span class="abody">Don Tonino, non riesco proprio a capire da dove nasca il razzismo nei confronti dei neri.<br />
Possibile che il colore della pelle sia tanto importante? Quando io sono arrivata dall’Africa mi pareva che i bianchi avessero il colore dei vermicelli pallidi! Però non ho detto niente e non ho preso in giro nessuno.<br />
Perché prendono in giro me che ho una bellissima carnagione scura?<br />
</span></em></p>
<p><em><span class="abody">Ranim</span></em></p></blockquote>
<p>Risposta di don Tonino Lasconi, prete giornalista dell'Azione Cattolica:</p>
<blockquote><p><em><span class="abody">Carissima Ranim, l’origine del razzismo nei confronti dei neri e di altre popolazioni con la pelle non simile ai «vermicelli pallidi» nasce, o per lo meno diventa fortissima, nel 1800. In quel periodo – come i tuoi insegnanti ti hanno certamente spiegato o ti spiegheranno – i popoli­ «vermicelli pallidi</span><span class="abody">»</span><span class="abody"> andavano in giro per il mondo per conquistare colonie, cioé Paesi da dominare e sfruttare. Siccome a nessuno piace, nemmeno ai governi, considerarsi o essere considerato cattivo e prepotente, c’era bisogno di un motivo che facesse sembrare buono ciò che in realtà era cattivo. <strong>La giustificazione arrivò dai soliti sapientoni che, interpretando in maniera rozza gli studi di Charles Darwin (fatti spiegare chi­ è),</strong></span><span class="abody"><strong> affermavano:­ «Noi vermicelli bianchi siamo uomini e donne al cento per cento, tutti gli altri sono ancora scimmie o giù di lì, quindi è giusto sfruttarli e renderli schiavi. Gli facciamo un favore».</strong> In realtà la superiorità dei «vermicelli pallidi» stava nella forza delle loro armi. Adesso queste teorie sono considerate da tutti delle autentiche stupidaggini, però l’aria pestifera che hanno diffuso non­ è ancora del tutto scomparsa.</span></em></p></blockquote>
<p>Complimenti al prete dell'Azione Cattolica, per aver trovato il capro espiatorio per il razzismo che la bimba nera vede attorno a sé: il solito fottutissimo Darwin.</p>
<p>Mi risulta che prima del 1800 già esistesse la tratta dei neri (non era razzismo quello?), abolita prima della pubblicazione de L'Origine delle Specie nel 1859.</p>
<p>Vogliamo poi parlare dei cattolici <em>conquistadores</em> spagnoli? Meglio di no, vero don Tonino? In quel caso non c'entrava la superiorità della razza, ma la superiorità della Fede.</p>
<p>L'inserto Popotus viene distribuito gratuitamente (purtroppo) in 14000 scuole italiane, grazie a UBI Banca.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se tiran efluentes cloacales sin tratar a ríos y lagos, y hasta la empresa con el área más grande del mundo AySA nos trata de hacer creer que está bien hacer pretratamiento, y alargar el caño emisario 5 Km para esconder la mugre cloacal más adentro. ]]></title>
<link>http://filatina.wordpress.com/?p=975</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:40:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>homapastumi</dc:creator>
<guid>http://filatina.ca.wordpress.com/2008/10/08/se-tiran-efluentes-cloacales-sin-tratar-a-rios-y-lagos-y-hasta-la-empresa-con-el-area-mas-grande-del-mundo-aysa-nos-trata-de-hacer-creer-que-esta-bien-hacer-pretratamiento-y-alargar-el-cano-emisario/</guid>
<description><![CDATA[Una mentira oficial:
     TRATAMIENTO DE EFLUENTES CLOACALES EN BERAZATEGUI.
El anunciado tratam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Una mentira oficial:</p>
<p><strong>     TRATAMIENTO DE EFLUENTES CLOACALES EN BERAZATEGUI</strong>.</p>
<p>El anunciado tratamiento que se publicitó como que se va a hacer para resolver el PROBLEMA ACUCIANTE DE CONTAMINACIÓN AMBIENTAL DEL RÍO DE LA PLATA es un fraude a la inteligencia humana.</p>
<p>Sólo se hará una planta de PreTrataMiento, que significa un mero rastrillaje de sólidos grandes con decantación parcial de arenas, mientras que lo más riesgoso, perjudicial y contaminante sigue transitando directamente al Río.</p>
<p>Así no se deja de contaminar. Así no se realiza un tratamiento. Así lo enunciado no es verdad. Se está engañando a la gente, mientras no se entera. Puede ser que los medios de comunicación no sepan y difundan lo que los funcionarios anuncian y que éstos repitan lo que las autoridades ambientales oficiales dicen, pero ellas sí saben que lo que se está implementando NO ES SOLUCIÓN.</p>
<p>Prolongar el caño emisario 5 Km más es un gasto innecesario: no se hace nada por evitar la contaminación. Se esconde la mugre más abajo de la alfombra. Se airea acelerando el proceso al oxigenar, pero la pluma será mucho mayor en cuanto se incorporen las otras dos cloacas máximas que están en construcción, así que se seguirá contaminando enormemente el área donde ya se vierte actualmente el efluente cloacal SIN TRATAR.</p>
<p>Los vertidos industriales no serán modificados. Las gestiones para evitar la contaminación industrial siguen siendo un fracaso. Se va a seguir gastando en estudiar la contaminación, se va a realizar un saneamiento (Sanea<strong>Mienten</strong>) mientras no se han conseguido eliminar los vuelcos contaminantes que arrojan las empresas, y que se niegan a evitar. Se debe encarar una solución más definitiva. Esto no es siquiera una solución parcial, ni sirve para salir del paso. Es en nuestra opinión ambientalista, una gran mentira para la foto, y nos costará millones. Hemos hablado varias veces con las autoridades al respecto, y parecen decididas a seguir en sus trece. Tanto la abogada Sra Piccolotti encargada oficial de nuestro<span style="text-decoration:line-through;"> MEDIO</span> Ambiente como AySA opinan que es decisión ya tomada, mientras que DeVido había dicho que todo lo que esté mal se va a corregir. Pero no se hace.</p>
<p>Arrojar el desperdicio cloacal al agua del Río de la Plata (estuario), aunque sea el más ancho del mundo, es un despropósito de tamañas proporciones. Se lo anula como bien patrimonial de potencial turístico incalculable. Se arrojan valores altos de contaminantes. Se liberan recursos importantes que se podrían utilizar para fabricar fetilizantes. Se liberan sin usar volúmenes importantes de gases de efecto invernadero que se producen con el vuelco, que podrían usarse como recurso energético creciente. Se lo arruina como reservorio de agua dulce, al contaminarlo se encarece el proceso de potabilización, disminuye la confiabilidad en el recurso, disminuye la seguridad de su utilización, se impide usarlo como sitio de lazer y como provisión de proteína confiable (enorme riqueza ictícola potencial, hasta piscicultura).</p>
<p>Se lo considera CUERPO RECEPTOR, mismo criterio que se tenía hace dos siglos, cuando la cantidad a arrojar ya comenzaba a significar, y a la vista está que se arruinaba. Así fue como se contaminó el Río de la Plata, tuvimos que dejar de bañarnos hasta en sus balnearios de importancia internacional, dejar de consumir sus peces, que podrían resolver la gastronomía local económica de millones de argentinos. Se contaminó el agua dulce de donde tomamos para beber millones de argentinos cada día. Todo el efluente cloacal de Capital Federal y Gran Buenos Aires se arrojará según programa y los proyectos actuales, al nuestro río, incrementando más aun la contaminación. La aguas que aporta el Río Paraná traen los terribles contaminantes agroquímicos y mineros desde aguas arriba. No se está en camino de impedirlo. Ni hay decisión política, ni voluntad de hacerlo. En ésto varitas mágicas NO FUNCIONAN. Verdaderos venenos que matan y enferman de las más graves enfermedades ambientales, como Cianuro, Arsénico, Mercurio y otros, se arrojan cada día al agua en cantidades inconmensurables por tratarse a los cuerpos de agua como CUERPO RECEPTOR, un criterio obsoleto permisivo y tramposo, que equivale a una autorización espuria para contaminarnos el agua que debe preservarse para beber.</p>
<p>Esto es falta de responsabilidad ambiental empresaria, municipal, provincial y nacional.</p>
<p><strong>Los cursos de agua dulce superficiales y profundos (napas) deben ser preservados</strong>.</p>
<p>Deberían nombrarse como <strong>BIENES DE LA HUMANIDAD</strong>, porque si fueran nombrados como <span style="text-decoration:line-through;">patrimonio</span> de la humanidad se perdería la soberanía, como ocurre con las ruinas y otros sitios de interés turístico, donde después vienen capitales extranacionales a  <strong>im</strong>poner hoteles cinco estrellas en medio de las ruinas arqueológicas o los paisajes naturales, pretendiendo adueñarse del lugar más apto, que debe ser de todos.</p>
<p>Estamos muy contrariados porque todo ésto conlleva a negociados, de toda índole, como permitir que se contamine el agua que es de todos, de napas, ríos, lagos y arroyos, para luego vendernos esa agua tratada para bebida, embotellada o en bidones, que resulta costosísima, y que muchos ni siquiera pueden comprar.</p>
<p>Por eso denunciamos, públicamente (ya lo hicimos reiteradamente por cartas varias a todas las autoridades) que se siguen implementando con criterios que son de antes, sistemas OBSOLETOS, que los que resuelven ésto son gente capacitada en el SECTOR ACADÉMICO, de amplio curriculum, pero de desconocidos intereses. Se debe buscar otra solución. Hemos realizado aportes que no se tuvieron en cuenta. Decimos que debe buscarse una solución NO EN LA CHINA, sino aquí mismo, sin pagarle nada  a otros países por tecnologías extranjeras, sino resolviendo nuestro problema aquí mismo, encontrando en forma conjunta si quieren la solución a tamaño problema ambiental.</p>
<p>Basta de créditos del BM o del BID, que son para más deuda externa.</p>
<p>Desde FILATINA ofrecemos hacernos cargo al costo de estudiar, proyectar e implementar una solución o más que sirvan para implementar de inmediato, directamente para toda el área, o probando primero en un área parcial por las responsabilidades que las autoridades dicen que tienen, por lo de malo conocido mejor que bueno por conocer, PARA PROBAR que lo que decimos sirve.</p>
<p>No las aprobamos ni aceptamos que se implementen esas soluciones propuestas actualmente, por considerarlas por lo menos insuficientes, por considerar que son gran gasto que no resuelve, por considerar que el material con que se contaminará el río aun más, es de valor para otra cosa, como una importante producción de gas para consumo y excelentes fertilizantes para producción vegetal de no comestibles, mientras que arrojar ese efluente cloacal al río es derrochar patrimonio nacional valioso, creando artificialmente un enorme pasivo ambiental.</p>
<p>Pablo Luis Caballero</p>
<p>Perito Técnico Agropecuario</p>
<p>Instructor de Capacitación Profesional</p>
<p>Investigador Científico y Periodístico.</p>
<p>FILATINA</p>
<p>Fundación Integradora Latinoamericana Ambiental</p>
<p> Celular: 011-153-<strong>007</strong>-0381</p>
<p>mail: <a href="mailto:filatina007@yahoo.com.ar">filatina<strong>007</strong>@yahoo.com.ar</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LAS AUTORIDADES SON CÓMPLICES DEL SAQUEO]]></title>
<link>http://filatina.wordpress.com/?p=967</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 17:47:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>homapastumi</dc:creator>
<guid>http://filatina.ca.wordpress.com/2008/10/08/las-autoridades-son-complices-del-saqueo/</guid>
<description><![CDATA[



Para leer los artículos pulsar su título o ingresar a http://www.noalamin a.org

Los camiones ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div class="moz-text-html" lang="x-western">
<div class="moz-text-html" lang="x-western">
<div class="moz-text-html" lang="x-western">
<div class="moz-text-html" lang="x-western"><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><strong><em>Para leer los artículos pulsar su título o ingresar a <a class="moz-txt-link-freetext" rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/" target="_blank"><span style="color:#003399;">http://www.noalamin a.org</span></a></em></strong></span><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><br />
</span><span style="color:#003399;"><br />
<hr size="2" /></span><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><strong><big><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1639" target="_blank"></a></big><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1648" target="_blank"><big>Los camiones de La Alumbrera VUEVEN A CHILE... un nuevo triunfo de los vecinos. </big></a></strong><br />
<span class="normaltext">El Bañado, Tucumán, Argentina - 06/10/08. Los <strong>asambleístas y vecinos que protagonizaron la detención de los 4 camiones con insumos para Minera La Alumbrera</strong> nos informan que <strong>los camiones emprendieron la marcha hacia el norte</strong>, presuntamente con <strong>rumbo a Chile</strong>. Los mismos son escoltados por ciudadanos comprometidos con la lucha, para <strong>controlar que efectivamente se vayan y no intenten elegir otro camino hacia la mina</strong>. Por trascendidos se supo que <strong>la policía de Cafayate pidió a las asambleas que no impidan el paso de los camiones y los dejen seguir rumbo a Chile</strong>. Por trascendidos también, nos enteramos que <strong>la aduana chilena ya tiene preparada la admisión de la carga que iba con destino a la mina</strong>. Los asambleístas calculan que podrán seguir escoltando a los camiones hasta la ciudad de Salta. El dilema se plantea<strong> en la ciudad de Güemes</strong> donde tienen la posibilidad de tomar un camino alternativo y volverse a la mina. <strong>El bloqueo a los camiones con insumos para la minera lleva 60 días de duración</strong>.<br />
Fuente: ASANOA</span><br />
Artículo relacionado: </span><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><strong><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1647" target="_blank">URGENTE: la policía tucumana reprime a vecinos que bloquean camiones de La Alumbrera.</a></strong></span><br />
<hr size="2" /><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><big><strong><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1646" target="_blank">En el Famatina la lucha continúa: los vecinos refuerzan el corte a la Barrick</a></strong></big><br />
<span class="normaltext">Famatina, La Rioja, Argentina - 02/10/09. <strong>El corte en Peñas Negras fue reforzado por los grupos de vecinos que se oponen a la explotación minera que promueve el gobierno de la provincia</strong>. Las asambleas ciudadanas de diferentes localidades se reunieron en Famatina el miércoles y <strong>ratificaron la decisión de continuar con cortes en el camino de acceso a la Mina La Mexicana donde reanudó sus trabajos la Barrick Gold</strong>. El uso del <strong>agua</strong> es la <strong>principal preocupación de la población</strong>.<br />
Fuente: DataRioja<br />
Artículo relacionado <strong><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1645" target="_blank">Malditos archivos: ahora Beder Herrera elogia a la empresa Barrick Gold</a></strong></span></span><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"></span><br />
<hr size="2" /><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><strong><big><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1644" target="_blank">Conferencia Episcopal de Guatemala denuncia cointaminació n por minería en ríos de San Marcos </a></big></strong><br />
<span class="normaltext">Guatemala – 02/09/08. De acuerdo con los <strong>resultados del monitoreo y análisis de la calidad del agua</strong> elaborados por la <strong>Comisión Pastoral Paz y Ecología de la Diócesis de San Marcos</strong>, existe <strong>presencia de metales pesados, como hierro, aluminio, magnesio y arsénico, -cuyos valores sobrepasan los permitidos- en los ríos Tzalá, riachuelo Quijivichil y el nacimiento Xkus</strong>, en aquel departamento. Según la investigación técnica, <strong>los puntos afectados se encuentran alrededor de la mina Marlin</strong> propiedad de la empresa Montana Exploradora de Guatemala S.A. -subsidiaria de GoldCorp de Canadá, que explota minerales preciosos como<strong> oro y plata</strong>, la cual está ubicada en los municipios de San Miguel Ixtahuacán y Sipacapa, en el departamento de San Marcos.<br />
Fuente: diario La Hora y Centro de Reportes Informativos sobre Guatemala</span><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1613" target="_blank"><strong></strong></a></span> <span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><big><strong><br />
</strong></big></span><br />
<hr size="2" /><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1642" target="_blank"><strong><big>Nominada para un NUEVO PREMIO INTERNACIONAL. Se trata de la minera Suiza Xstrata, dueños del 50% de la minera La Alumbrera en Argentina. </big></strong></a><br />
<span class="normaltext">Se trata de el <strong>premio Public Eye Awards</strong> com<strong>o "PEOR EMPRESA DEL MUNDO"</strong>, en el marco de la <strong>contra Cumbre Economica Mundial en Davos, Suiza</strong>. Uno de los antecedentes mas sólido para esta nominación es <strong>el procesamiento en la justicia Argentina del Vicepresidete de la Minera Bajo La Alumbrera por el delito de CONTAMINACION</strong>. De esta manera <strong>Xstrata podría convertirse en la novena empresa "premiada por su alto grado de irresponsabilidad en su política comercial, social y ecológica"</strong>.<br />
Fuente: David Modersbach desde California.</span></span><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><br />
</span><br />
<hr size="2" /><span style="font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;"><a rel="nofollow" href="http://www.noalamina.org/index.php?module=announce&#38;ANN_user_op=view&#38;ANN_id=1652" target="_blank"><strong><big>Marcha en Esquel: La dignidad de todos los días 4 confronta con un modelo basado en el saqueo </big></strong></a><br />
<span class="normaltext">Esquel, Chubut, Argentina – 06/10/08. Este sábado <strong>los vecinos de Esquel volvieron a marchar en contra de la actividad minera metalífera</strong>, mostrando su <strong>firme respaldo</strong> a las demás <strong>comunidades en lucha</strong> en otras provincias y <strong>objetando</strong> el reciente lanzamiento del <strong>“modelo Chubut” basado en el saqueo</strong> de los bienes naturales. <strong>“No queremos un “modelo Chubut” con la complicidad e hipocrecía de los gobiernos que pregonan a los cuatro vientos una cosa y a escondidas planean otra.”<br />
</strong>Por Asamblea de Vecinos Autconvocados de Esquel</span></span></div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAYASOS MARROQUIES: PREOCUPAOS ANTES DE LOS DERECHOS HUMANOS EN EL SAHARA OCUPADO]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=286</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 14:19:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/07/payasos-marroquies-preocupaos-antes-de-los-derechos-humanos-en-el-sahara-ocupado/</guid>
<description><![CDATA[


Marruecos preocupado por el deteriorio de la situación humanitaria en Palestina
 
 
 






E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="contentheading" width="100%">Marruecos preocupado por el deteriorio de la situación humanitaria en Palestina</td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"> </td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"><a title="Imprimir" href="http://www.elfaroceutamelilla.es/index2.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=19383&#38;pop=1&#38;page=0&#38;Itemid=144" target="_blank"></a> </td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"><a title="E-Mail" href="http://www.elfaroceutamelilla.es/index2.php?option=com_content&#38;task=emailform&#38;id=19383&#38;itemid=144" target="_blank"></a> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="70%" align="left" valign="top"><span class="small"><span style="color:#999999;">Escrito por MAP </span></span>  </td>
</tr>
<tr>
<td class="createdate" colspan="2" valign="top">martes, 07 de octubre de 2008</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<div>Marruecos sigue con ‘una profunda preocupación’ el deterioro de la situación humanitaria y de seguridad en los territorios palestinos, indicó, ayer en Nueva York, el embajador, representante permanente agregado del Reino ante la ONU, Hamid Chabar.</div>
<div>“La cuestión palestina preocupa al conjunto del pueblo marroquí con sus distintos componentes y sensibilidades. El consenso político nacional sobre esta cuestión se ilustra claramente por el apoyo indefectible del rey, Presidente del Comité Al Qods, a los esfuerzos de la Autoridad Palestina para la edificación de un Estado palestino independiente con su capital Al Qods”, precisó Chabar en una reunión del Movimiento de los No-Alineados, en conmemoración del 60 aniversario de la Naqba (catástrofe).<br />
Añadió que “el rey despliega esfuerzos diplomáticos por todas partes ante los jefes de Estados hermanos, amigos y aliados, con el fin de acelerar el arreglo definitivo de esta cuestión y preservar el estatuto y las especificidades culturales de la ciudad de Al Qods”.<br />
La acción del soberano contempla principalmente, prosiguió Chabar, “preservar la identidad plural y federalista de las tres religiones monoteístas de la ciudad santa así como la protección de su patrimonio arquitectónico e urbanístico”.<br />
Por otra parte, el diplomático marroquí recordó que el 60 aniversario de la Naqba “nos impone a todos, sin excepción, un deber de memoria, para enseñar a las generaciones futuras unos valores fundamentales como el respeto del otro y el reconocimiento de su identidad así como la primacía del derecho”, haciendo hincapié en la responsabilidad de los distintos órganos de la ONU para aplicar las resoluciones pertinentes que han sido adoptadas sobre la cuestión palestina.<br />
Esta crisis “sigue languideciendo porque la ONU ha sido incapaz de aplicar una resolución adoptada desde hace 61 años”, deploró.<br />
“La paz, tanto esperada entre Israel y Palestina, tiene una fórmula: la cohabitación pacífica entre dos pueblos y dos Estados. Este axioma está en el centro de la Iniciativa árabe, de los esfuerzos del Cuarteto y la Declaración de Anápolis”, dijo el representante marroquí.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7 de Octubre de 2008 (IMPORTANTE)]]></title>
<link>http://pocamadrenews.wordpress.com/?p=1927</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 04:54:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>PoKaMa</dc:creator>
<guid>http://pocamadrenews.ca.wordpress.com/2008/10/06/7-de-octubre-de-2008-importante/</guid>
<description><![CDATA[En este segmento del video se muestra como México será anexado por Estados Unidos:

Este es el doc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>En este segmento del video se muestra como México será anexado por Estados Unidos:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/EATsXSBW1Vg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/EATsXSBW1Vg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></span></span></p>
<p><strong>Este es el documental completo con otros temas interesantes:</strong></p>
<p style="text-align:center;">[googlevideo=http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8677758143839699527&#38;hl=es&#38;fs=true]</p>
<p style="text-align:left;">-------</p>
<p>Que el dólar de USA, de Cánada y el peso de México no valdran y sería mejor deshacerse de ellos antes de que se desplomen más porque serán cambiados por esta moneda:</p>
<p style="text-align:center;">[googlevideo=http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=1954933468700958565]</p>
[caption id="attachment_2010" align="aligncenter" width="300" caption="La nueva moneda de la Unión de América del Norte, el Amero, parte frontal"]<a href="http://pocamadrenews.wordpress.com/files/2008/10/amerofront.jpg"><img class="size-medium wp-image-2010" title="amerofront" src="http://pocamadrenews.wordpress.com/files/2008/10/amerofront.jpg?w=300" alt="La nueva moneda de la Unión de América del Norte, el Amero, parte frontal" width="300" height="291" /></a>[/caption]
[caption id="attachment_2011" align="aligncenter" width="285" caption="Amero, la moneda que remplazará a las actuales monedas de USA, Canadá y México"]<a href="http://pocamadrenews.wordpress.com/files/2008/10/ameroback.jpg"><img class="size-medium wp-image-2011" title="ameroback" src="http://pocamadrenews.wordpress.com/files/2008/10/ameroback.jpg?w=285" alt="Amero, la moneda que remplazará a las actuales monedas de USA, Canada y México" width="285" height="300" /></a>[/caption]
<p style="text-align:left;">En Estados unidos  y Canadá hay grupos tratando de evitar esta unificación, por desgracia en México la mayoría de la gente no está ni enterada.</p>
<p style="text-align:center;">-------</p>
<p style="text-align:left;">¿sera el 14 de octubre próximo un día clave para la implantación del NWO o NOM? No lo se pero si llega a ocurrir algo extraño o extraordinario ese día, sean excepticos, críticos...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA CRUELDAD DE MARRUECOS NO CONOCE LIMITES: TAMBIEN LOS NIÑOS PAGAN]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=282</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 14:09:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/06/la-crueldad-de-marruecos-no-conoce-limites-tambien-los-ninos-pagan/</guid>
<description><![CDATA[El corazón de Ahmed


ROCÍO RUIZ ROMERO - Casares. Málaga - 05/10/2008


Es la segunda ocasión q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1>El corazón de Ahmed</h1>
<p><!-- google_ad_section_end() --></p>
<div class="firma">
<p><strong>ROCÍO RUIZ ROMERO</strong> <em>- Casares. Málaga - </em>05/10/2008</p>
<div class="contenido_noticia">
<div class="estructura_2col_1zq">
<div class="margen_n"><!-- ***** Fin Votos y comentarios ***** --><!-- ***** Entradilla ***** --><!-- google_ad_section_start() -->Es la segunda ocasión que me dirijo a ustedes con el mismo propósito, rescatar del ostracismo la causa del pueblo saharaui.</div>
<p>Ahora lo hago narrándoles una historia, para algunos, seguro que insólita por ocurrir en un lugar del mundo en el que muchos desconocen la existencia de un conflicto.</p>
<p>Esta es la historia de Ahmed, un niño de 13 años cuyo sufrimiento personal no hace más que reflejar el propio sufrimiento de su pueblo entero. Cuando apenas contaba con nueve años, su padre se vio obligado a llevarle desde El Aaiún, capital del Sáhara Occidental, hasta los campamentos de Tindouf .</p>
<p>La causa fue que la policía marroquí le había extirpado su dedo corazón a ladrillazos por hacer el signo de la victoria y gritar Sáhara Libre. Tras conocer ésta y muchas otras historias de sometimiento realizadas por la policía marroquí en tierras saharauis, me pregunto una y otra vez por la justicia y la legalidad internacional, palabras tan pronunciadas por nuestro presidente y otros representantes internacionales.</p>
<p>Tenemos el deber de abrir los ojos a nuestros Gobiernos para que no sean los intereses los que primen y el pueblo saharaui alcance finalmente su libertad plena. Mientras esto no ocurra, seguirá habiendo muchos Ahmed en El Aaiún, Dakhla o Smara.</p>
<p>Sólo nos queda la esperanza de que, a pesar de que Marruecos hace lo posible por cercenar la libertad en el Sáhara Occidental, a Ahmed no pudieron extirparle su voluntad y sus deseos, y con su otra mano, seguirá haciendo el signo de la victoria hasta el final.</p></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un bezín de Chaca demanda informazión enta Polizía Local ta conoixer si os melitars yeran desembolicando maniobras en o casco urbano d’a ziudat.]]></title>
<link>http://fendoorella.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:58:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>fendoorella</dc:creator>
<guid>http://fendoorella.ca.wordpress.com/2008/10/06/un-bezin-de-chaca-demanda-informazion-enta-polizia-local-ta-conoixer-si-os-melitars-yeran-desembolicando-maniobras-en-o-casco-urbano-d%e2%80%99a-ziudat/</guid>
<description><![CDATA[A Chefatura de Tropas de Montaña de Chaca imbestiga a supuesta presenzia de melitars armaus por as ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"><img class="alignleft" src="http://www.pirineodigital.com/reportajes/destinos/ciudadela/ciudadelaaerea.gif" alt="" width="150" height="103" />A Chefatura de Tropas de Montaña de Chaca imbestiga a supuesta presenzia de melitars armaus por as carreras d’o bico d’a Unibersidat d’a capital d’a chazetania en a tardi d’o zaguer martes. Seguntes informó ayer a Polizía Local, a primera notizia sobre istos feitos la fazilitó un bezín que se personó en as suyas depenzias preguntando si se yeran fendo maniobras melitars en pleno casco urbano d’a localidat pirinenca.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Paix estar que, melitars armaus y con uniforme de guerra, daban ordens a os bezins, encara que iste extremo no ha estau confirmau por a Polizía Local (pero si por os bezins), y ha puntaualizau que no se ha presentau garra denunzia formal. Istos inzidens se produzión en a carrera de San José de Calasanz d’o bico menzionau. En ista carrera se <!--more-->troba o colegio publico San Juan d’a Peña y o Istituto Domingo Miral. Os achens d’a Polizía <span> </span>monezipal abisón a os mandos d’o Regimiento Galicia 64, que asegurón desconoixer lo ocurriu. A l’aspera de aclarir as zircustanzias en as que se produzión os feitos, fuens d’a Chefatura de Tropas de Montaña amostrón a suya preocupazión<span>  </span>por l’alarma chenerada entre os bezins, a os que demandón disculpas.<br />
Seguntes atro testimonio replegau por o Heraldo (parar cuenta si bi’n abrá más ta que se’n faiga eco l’Heraldo), ixe mesmo martes de maitins, una colla compuesta por a lo menos siete soldaus se trobaba patrullando fusil en man a rotonda d’aczeso a Chaca chunto a l’armita de San Miguel (antigo polborín franquista), amán d’o zentro comerzial Eroski, lo que trucó o ficazio de bels automobilistas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;"><strong>Imbestigazión</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 12pt;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Fuens d’a Delegazión d’o Gubierno en Aragón confirmón o miercols que l’Echerzito ha ubierto una imbestigazión ta aclarir os feitos. En primeras, o Menisterio d’Esfensa no teneba costanzia de que se estasen fendo maniobras melitars en a ziudat. Bellas fuens ofizials dizión d’una traza poco creyible que podeba estar que os protagonistas de l’inzidén estasen personas allenas a l’Echerzito bestidas con trache melitar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 12pt;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">A Delegazión d’o Gubierno en Aragón dizió que si se presenta bella denunzia a o respecto, se ixolomorá ta determinar si existen responsabilidaz y, en o suyo caso, depurar-las conbenientemén. O Menisterio d’Esfensa se metió en contacto o miercols con o comandante d’a plaza de Chaca, que ye o chefe d’a Brigada d’Alta Montaña, ta que ubrise una imbestigazión.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 12pt;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:small;"><strong>Antezedens preocupans</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;" align="left"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Fa unas añadas, bezins d’ista localidat pirinenca amostrón o suyo malestar por a presenzia de melitars armaus en a zona conoixida como Baixada de Baños, do se troba o colechio d’as Escuelas Pías. Ye una zona urbana chunto a la nueba pista de chelo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;" align="left">
<div class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">En febrero de 2001, un granchero d’a localidat d’Atarés (Chaca) denunzió que os coniellos d’a suya explotazión sufrión estrés, abortos y atras patolochías debiu a o fuego de fogueo de bels soldau d’a Escuela Melitar de Montaña de Chaca tanimientres unas practicas en a zona. O echerzizio tactico se desembolicó arredol d’a finca. A mortalidat d’os animals puyó d’un 3 a un 15%.<br />
Pero os feitos más graus que ha ocasionau dica l’inte en a poblazión zebil a nutrida presenzia melitar y as maniobras que se zelebran en a l’Alto Aragón se produzión a primers d’o mes de chunio de 1984 en o lugar d’Abena (Chaca). Una fuerza integrada por nueu soldaus y un tenién d’as COE con base en o lugar bizcaíno de Munguía dentró en Abena y demandó a os suyos abitadors que se conzentrasen en a plaza ta la lectura d’un importán comunicau. Dimpués, demandón a presenzia de l’alcalde pedaneo y de l’alguazil, y as tropas simulón un fusilamiento con balas de fogueo debán d’a indignazión d’os bezins. L’Echerzito ubrió un expedién y en surtió una tronada politica; pero no se plegó a castigar a dengún d’os acusaus.</span></span></div>
<p><span style="font-family:&#34;"> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ATENTADOS CONTRA EXTRANJEROS EN MARRUECOS]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=278</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:32:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/06/atentados-contra-extranjeros-en-marruecos/</guid>
<description><![CDATA[El atentado que nunca existió
Dos turistas españoles apuñalados hace un año en Marruecos sostien]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1>El atentado que nunca existió</h1>
<h3>Dos turistas españoles apuñalados hace un año en Marruecos sostienen que fueron víctimas de un ataque terrorista. Rabat se niega a reconocerlo</h3>
<p><!-- google_ad_section_end() --></p>
<div class="firma">
<p><strong>IGNACIO CEMBRERO</strong> <em>- Madrid - </em>06/10/2008    <a class="popup_299x644" title="Enviar" href="http://boicotmarruecos.wordpress.com/envios/enviar_noticia/index.html?xref=20081006elpepinac_11.Tes&#38;type=&#38;anchor=elpepiesp&#38;d_date=&#38;aP=modulo%3DEnviar%26params%3Dxref%253D20081006elpepinac_11.Tes%2526type%253D%2526d_date%253D%2526anchor%253D"><img src="http://boicotmarruecos.wordpress.com/im/utilidades/ico_enviar.gif" border="0" alt="Enviar" /></a></div>
<div class="contenido_noticia">
<div class="estructura_2col_1zq">
<div class="margen_n"><!-- ***** Fin Votos y comentarios ***** --><!-- ***** Entradilla ***** --><!-- google_ad_section_start() -->Mohamed Hamza se acercó por la espalda a Ángel Olmos López, profirió unos gritos en árabe y le clavó un cuchillo en el cuello. Después, sin sacar el arma, la hundió en la herida con todas sus fuerzas. Hamza atacó a continuación a Juan Cristóbal Sánchez, y hubiese hecho otro tanto con Juan Ballesta, Juana Sánchez y Esther Messeguer, de no haber sido porque unos militares que observaron la agresión desde la su cuartel se apresuraron en reducirle. Ellos llamaron también a la Gendarmería y a una ambulancia.</p>
<p><!-- google_ad_section_end() --><!-- ***** Fin de Entradilla ***** --><!-- ***** Info complementaria ***** --></p>
<div class="info_complementa"><!-- ***** Despiece ***** --></p>
<div class="listado_despiece"></div>
<p><!-- ***** Despiece ***** --><!-- ***** Hermanas ***** --></p>
<div class="listado_hermanas"></div>
<p><!-- ***** Fin Hermanas ***** --><!-- ***** Otros webs ***** --></p>
<div class="otros_webs">
<h3>Dos australianos fueron apuñalados un mes después en Marraquech</h3>
</div>
</div>
<div class="info_complementa">
<div class="dato_generico">
<p><strong>Un francés de 17 años fue asesinado a cuchilladas en 2005 en Fez</strong></div>
<div class="dato_generico">
<p>Los excursionistas fueron atacados en un restaurante de la zona del Atlas</p></div>
<div class="dato_generico">
<p>El agresor gritó algo en árabe y hundió un cuchillo en el cuello de Ángel</p></div>
<p><!-- ************* Fin Destacados **************** --><!-- ************* El dato **************** --><!-- ************* Fin El dato **************** --><!-- ************* La cifra **************** --><!-- ************* Fin La cifra **************** --><!-- ************* La frase **************** --><!-- ************* Fin La frase **************** --><!-- ************* Las claves **************** --><!-- ************* Fin Las claves **************** --></div>
<p>Los cinco españoles, originarios de Murcia, habían parado, el 7 de abril de 2007, en plena Semana Santa, en Mrirt, un pueblo de Marruecos, para almorzar. Regresaban de hacer senderismo en el Alto Atlas. Aún no se habían sentado en el restaurante cuando Hamza, sorteando las mesas atestadas de clientes marroquíes, les alcanzó.</p>
<p>Los dos heridos fueron conducidos a una clínica local, pero la gravedad del estado de Ángel Olmos -tenía la yugular seccionada- requirió su traslado en helicóptero al hospital militar Moulay Ismail de Mequinez y de ahí al Mohamed V de Rabat, donde fue operado una primera vez. Un avión médicalizado le transportó a Madrid y después a Murcia, donde volvió a ser intervenido en el hospital Virgen de la Arrixaca. Padece parálisis facial, de una cuerda vocal, afonía, dificultad para ingerir alimentos y cojera. Lleva 19 meses de baja.</p>
<p>Horas después de la agresión, la agencia de prensa oficial marroquí, MAP, señaló escuetamente que dos jóvenes turistas españoles habían resultado heridos tras ser apuñalados por un "enajenado mental" que estaba sometido a tratamiento psiquiátrico. A los periodistas españoles que intentaron obtener más información, el Consulado de España en Rabat les indicó que las víctimas no deseaban que se revelara su identidad ni su lugar de origen.</p>
<p>"Fue la Embajada de España la que nos aconsejó que no diéramos publicidad a lo sucedido y nos mantuviéramos en el anonimato", afirma Ángel Olmos, desmintiendo la versión diplomática. "Se trataba, nos dijeron, de evitar el acoso de la prensa y tensiones innecesarias en las relaciones España-Marruecos".</p>
<p>Olmos -profesor de educación física-, su novia, Esther, y sus demás compañeros están ahora convencidos de que se trató de un "atentado terrorista", perpetrado por un integrista, que las autoridades marroquíes intentan disimular con la complicidad española.</p>
<p>"Primero, el agresor solo la emprendió con nosotros, los únicos extranjeros que estábamos allí, y no tocó un pelo a los demás clientes", recuerda Olmos. "Después, la policía preguntó una y otra vez a los compañeros ilesos si habían oído proferir al agresor la palabra Alá", prosigue. "Pero ellos corrieron a ponerse a salvo y no recordaban nada de sus alaridos".</p>
<p>La opacidad que rodea los trámites burocráticos y judiciales en torno a este asunto incrementa aún más las sospechas de las víctimas. El consulado se demoró casi un año en entregarles una copia en árabe -no la mandó traducida- de la denuncia que pusieron ante la Gendarmería contra el agresor, cuya identidad tardaron también meses en conocer. Y aún no han conseguido las declaraciones de los testigos de Mrirt.</p>
<p>El juicio de Hamza, inculpado de "asalto con intento de homicidio", fue fijado en Mequinez para el 30 de julio de 2007, pero aún no se ha celebrado, pese a que la justicia marroquí suele ser expeditiva en estos asuntos. Olmos cree que un abogado del consulado debería representarles ante el tribunal. Ante la situación creada, los cinco montañeros han recurrido ahora al Defensor del Pueblo.</p>
<p>"El consulado se ha dirigido en numerosas ocasiones al Tribunal de Mequinez para que le mantuviera informado", responde a las críticas el consejero de prensa de la Embajada de España en Rabat, Pablo López. Pero el juicio ha sido constantemente aplazado. Se sorprende porque "los interesados quedaron en su día muy satisfechos por la labor del consulado" y, según asegura, así lo manifestaron en una carta.</p>
<p>Si ahora creen que se trató de un atentado, "se podrían personar en el procedimiento, a través de un abogado", dice el consejero de la Embajada, "para ejercer sus derechos al margen de la acción pública que lleva a cabo el ministerio fiscal".</p>
<p>Al mes siguiente de la agresión de Mrirt, dos farmacéuticos australianos fueron heridos por un hombre que, con un mono de trabajo, se introdujo en el hotel Sofitel de Marraquech con un machete. La MAP le describió enseguida como un "desequilibrado". Igual que al que había atacado a los españoles.</p>
<p>Aunque no son muy frecuentes, hay otros casos de ataques similares contra turistas en Marruecos. El más dramático fue el asesinato a puñaladas en Fez, en 2005, de Benjamin Vanseveren, un francés de 17 años. Su padre, Eric, luchó con todas sus fuerzas para tratar de probar que el autor era un islamista, pero el tribunal rechazó el testimonio de cuatro testigos de la acusación particular.</p></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL RECONOCIMIENTO DE LA RASD]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=276</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:22:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/06/el-reconocimiento-de-la-rasd/</guid>
<description><![CDATA[Piden que España y UE reconozcan la República Saharaui
Madrid, 6 oct (PL) El Primer Encuentro Inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Piden que España y UE reconozcan la República Saharaui<br />
<span class="normaltext4">Madrid, 6 oct (PL) El Primer Encuentro Internacional de Solidaridad con el Sahara llamó hoy a los gobiernos de España y del resto de la Unión Europea (UE) a reconocer a la República Árabe Saharaui Democrática (RASD).</p>
<p> </p>
<p>En una declaración emitida al concluir esta madrugada en la ciudad de Sevilla, la reunión calificó de cómplice la postura de la diplomacia española y de la UE a favor de Marruecos y del mantenimiento de su ocupación del territorio saharaui.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>El texto señala que esa alianza de las grandes potencias con el régimen marroquí y los acuerdos económicos y comerciales entre ambas partes tienen el objetivo de explotar los recursos soberanos del pueblo saharaui.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Si España no ejerce su inexcusable deber, debe ser considerada directamente responsable de los futuros desarrollos del conflicto en el Sahara Occidental, asegura el documento.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Asimismo denuncia la situación de los derechos humanos en los territorios ocupados por Marruecos en el Sahara Occidental.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>También exige la implicación activa del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas en el cumplimiento del llamado Plan de Paz para el Sahara que conduzca a un referéndum de autodeterminación.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>La declaración rechaza las campañas de Rabat sobre supuestos planes de autonomía para el territorio y reclama apoyo activo para el Frente POLISARIO, como Movimiento de Liberación Nacional, y la RASD, único estado soberano de los saharauis.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>La reunión de Sevilla estuvo auspiciada por la Asociación hispano-saharaui Resistencia Sumud, el Consejo español en defensa de la solidaridad y la paz y el Ayuntamiento de la capital de Andalucía.</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL VERDADERO MARRUECOS: VIOLACIONES Y TORTURAS EN SIDI IFNI]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=261</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 23:42:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/03/el-verdadero-marruecos-violaciones-y-torturas-en-sidi-ifni/</guid>
<description><![CDATA[
El testimonio de Maryam Aut Muhine, violada por la policía en Sidi Ifni
Otras chicas me han confes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="titulo">
<h4>El testimonio de Maryam Aut Muhine, violada por la policía en Sidi Ifni</h4>
<h5>Otras chicas me han confesado que fueron victimas de violaciones colectivas dentro de comisaría.</h5>
<h6><em><strong>La barbarie de la ofensiva militar del 7 de junio a través del testimonio de una victima</strong></em>   <br />
 <br />
<strong>AUTOR:  Mustafá HIRANE<br />
Traducido por  Rocío Anguiano    </strong></h6>
</div>
<div id="cuerpo">
<p align="justify">El siguiente testimonio es un desmentido irrefutable de las afirmaciones que juran, con la mano en el corazón, que el 7 de junio de 2008, la policía marroquí no violó a nadie en Sidi Ifni. Es de admirar el valor de Mustafá Hirane, el periodista que ha recogido este testimonio y que también fue víctima de la brutalidad policial por parte de las Fuerzas Auxiliares (1) cuando cubría una manifestación de titulados en paro ante el Parlamento de Rabat en mayo de 2007.</p>
<p align="justify">Me preparaba para ir a Sidi Ifini una semana después de los sangrientos sucesos del 7 de junio. Allí, la gente estaba atrapada entre el mar, la montaña y el yugo del Majzén (2) e intentaba recuperar el aliento y comprender lo que había pasado para poder digerirlo. La misión que me había sido claramente asignada por el comité de redacción de nuestro semanario Al Michaal (La Antorcha), consistía en recoger testimonios de muchachas víctimas de atentados a su pudor. No era una tarea fácil. Es difícil convencer a chicas educadas en un medio tradicional para que hablen sobre las atrocidades sufridas a manos de los animales depredadores del aparato ejecutivo del nuevo Mazjén. Insistí en alentar a las victimas, en convencerlas para que lo soltaran todo, fuera cual fuera la atrocidad. Para que esto no se repitiera o, al menos, el Majzén y sus esbirros se lo pensaran dos veces antes de saquear de nuevo los espacios privados y la intimidad de la gente y de violar a mujeres.</p>
<p align="justify">Algunas victimas aceptaron el reto. Debo decir con franqueza que estas mujeres son las dignas defensoras de la ciudadela del honor de las mujeres marroquíes, en una época en que las demás ciudadelas se hunden. El testimonio “grave” (en consonancia con “herida grave”) que van a leer es el de una joven baamraní (3) de Sidi Ifni. Su nombre: Maryam Aut Muhine (fotos). Se ofreció voluntaria entre un grupo de mujeres y jóvenes para informar a la opinión pública nacional de las atrocidades y bajezas del nuevo Majzén y sus esbirros. El testimonio de Maryam solo es el primero. Publicaremos otros proximamente.</p>
<p align="justify"><strong>El oficial de policía: “Coged a esta chica de m. y llevadla a donde podáis meterla”.</strong></p>
<p align="justify">Salí la mañana del sábado 7 de junio a hacer la compra. Me crucé con un agente de policía que empezó a insultarme sin razón diciéndome: “Que te den, pedazo de p.” Respondí: “Cuida tu lenguaje” y empezó a insultarme de nuevo. En ese momento, se me acercó otro agente y me preguntó cuál era el problema entre su compañero y yo. Y cuando se lo expliqué, pensando que iba a solucionar el problema, aprovechó para cogerme y llevarme ante su jefe, un oficial. Este también me preguntó cuál era el problema. Le expliqué de nuevo lo que había pasado y le hablé de todos los insultos lanzados contra mí. Y le dijo al policía que me había llevado ante él: “Coged a esta chica de m. y llevadla a donde podáis meterla”.</p>
<p align="justify">Me llevaron cerca del colegio Mulay Abdalah, donde pude ver lo que hacían: habían tirado a un joven al suelo y le daban patadas por todas partes, sobre todo en la cara. Después me llegó el turno de recibir mi lote de golpes. Se pueden ver las marcas: estoy llena de cardenales e, incluso, no puedo sentarme. Al poco, llegó otro policía, con pasamontañas. Me cogió, me empujó contra la pared del colegio y empezó a pegarme en la parte baja de la espalda y cuando dejé de gritar porque ya no sentía mi cuerpo, que parecía un cadáver, comenzó a golpearme en la cabeza. Intenté protegerme el rostro de los golpes dados a ciegas, pero noté que se me rompía la nariz. Otros policías se unieron a la jauría, me sujetaron los brazos para que su compañero con pasamontañas pudiera golpearme a su antojo, bajo una incesante lluvia de insultos lanzados por todos ellos. “Que te jodan, puta, nos vamos a cepillar a tu madre” “¡Hija de maricona, hija de puta!"</p>
<p align="justify">Todo esto sucedió delante del colegio Mulay Abdalah. Después me llevaron a comisaría. Al bajar del furgón, fui golpeada, abofeteada, recibí puñetazos en la cabeza. Ya no podía mantenerme en pie. Me llevaron dentro de comisaría. Uno de ellos casi pisa mis gafas, que se me habían caído. Lo habría hecho si yo no le hubiera explicado que me eran indispensables y que había vendido una oveja por 500 dirhams (50 €) para pagarlas. Entonces las recogió y se las guardó en el bolsillo. Luego dos policías que creo que podría reconocer entre mil –uno de ellos se llama Badr y, según los jóvenes de la ciudad que lo conocen, después le dieron el traslado- me llevaron a una habitación y me obligaron a desnudarme. Me negué.</p>
<p align="justify">Ante esta negativa, empezaron a pegarme, rompiendo mi ropa. Todas las jóvenes detenidas en comisaría siguieron la misma suerte. Aquellas que lo nieguen mienten, por miedo a perder su honor, en una ciudad pequeña como Sidi Ifni. He visto cómo golpeaban a mujeres y hombres, que yo conocía, delante de sus maridos o sus mujeres. En el caso de otras mujeres, les rompieron la ropa en presencia de sus maridos. Con lo que me pasó, deseé volver a encontrarme cara a cara con un policía a solas y estoy segura de que le habría pegado. Pero desafortunadamente eran como buitres sobre un cadáver, que no lo dejan hasta que lo han limpiado a fondo.</p>
<p align="justify"><strong>“Metió un palo entre mis piernas mientras gritaba: “Vamos, muévete, hija de puta”</strong></p>
<p align="justify">Después de que me desnudaran totalmente, uno de esos policías me metió un palo entre las piernas y empezó a besarme a la fuerza y cada vez que yo intentaba rechazarle, me pegaba en la cara o en la cabeza. Durante ese tiempo, los otros olfateaban los restos de mi ropa y me acariciaban las nalgas. Me dolía mucho, pero a pesar de eso, resistí. (…)</p>
<p align="justify">Otras chicas me han confesado que fueron victimas de violaciones colectivas dentro de comisaría.</p>
<p align="justify">Todos pasaron por turno a olisquearme y a besarme a la fuerza en los pechos. Mis gestos de rechazo provocaban cada vez nuevos insultos y golpes. Le dije a un policía que estaba besándome y abrazándome: “Aléjate de mí, por el amor de Dios”. En un momento dado, uno de los policías, que ya no soportaba lo que me estaban haciendo sufrir, me dijo: “Toma tu ropa y vístete. Perdóname”. Y me llevó a otra celda. Justo en el momento en que iba a entrar en la celda, empezó a insultarme y denigrarme: “¡Entra, puta, hija de maricona!” para que lo vieran bien sus superiores que acababan de entrar en la celda. Cogió la ropa y la tiró al otro extremo de la celda.</p>
<p align="justify">Yo no había visto nunca nada parecido, ni siquiera en el cine.</p>
<p align="justify">Había muchos jóvenes desnudos. Al lado de cada joven, había botellas vacías. Cuando salí de comisaría, pregunté la razón de la presencia de las botellas y me dijeron que les habían obligado a sentarse encima, pero no podían contarlo públicamente por vergüenza. La mayoría de esos jóvenes viven en el barrio de Colomina.</p>
<p align="justify">En estas circunstancias, los golpes caían sobre todos los cuerpos desnudos, sobre todas las partes del cuerpo, principalmente las nalgas y los órganos genitales y cuidado el que se resistiera. Fueron golpeados incluso con porras, patadas, en la cara, por todas partes, hasta que caían como un animal degollado.</p>
<p align="justify">Cuando le dije “No” en francés a uno de los policías que quería violarme, se volvió loco y me pegó como un histérico hasta que caí al suelo. Entonces me apodaron “No”. Decían: “Ven aquí, tu, la No”, evidentemente mientras me pegaban. En ese momento, vi que uno de sus superiores, que andaba como un pavo real nos miraba, a todos y todas desnudos como vinimos al mundo, con una sonrisa de desprecio. Un joven le dijo: “Por favor, pásame un teléfono para que llame a un caíd (4) en Agadir, que fue quien me envió aquí a trabajar, yo no he venido a manifestarme, podéis comprobarlo, mi coche está fuera y tiene matrícula de Agadir”. El oficial respondió: “Tenemos ordenes del rey para hacer lo que estamos haciendo y tu quieres hablar con el caíd… ¿O hay alguien por encima del rey en este país?”</p>
<p align="justify">Me acuerdo muy bien de la cara de este oficial y podría reconocerlo entre mil.</p>
<p align="justify">Al rato, un policía me llevó desnuda, me tiró al suelo, puso su pie sobre mi garganta y dijo: “Si te mueves, puta, mato a tu madre” (…) después me golpeó en las nalgas con la mano desnuda, luego con la porra, riéndose a carcajadas.</p>
<p align="justify">Todos los policías que nos trataron así trabajan en la comisaría de Sidi Ifni. Puedo reconocerlos porque me los cruzo todos los días, paseando por mi barrio de Colomina.</p>
<p align="justify">“¡Mira, puta, el largo miembro del Majzén!” (5)</p>
<p align="justify">Me hicieron salir de la segunda celda, a continuación me pusieron una venda en los ojos y me llevaron de la mano al piso de arriba. Cuando llegué a no sé donde, me interrogaron sobre mi estado civil -nombre del padre, de la madre, etc.-, una ráfaga de preguntas. Me preguntaron, por ejemplo, sobre Al Wahdani (6) que yo no conocía –supe quien era después, leyendo los periódicos. Me preguntaron también si conocía a Si Barra (7). Dije que no lo conocía. Me preguntaron si formaba parte de alguna asociación, respondí que no. Me preguntaron sobre mis opiniones, si estaba satisfecha con la situación actual en Sidi Ifni. Respondí sinceramente. Si hubiera pertenecido a una asociación, se lo habría dicho para que me dejaran en paz.</p>
<p align="justify">Cuando el interrogatorio acabó –durante el cual, y de forma excepcional, no me golpearon- alguien me cogió por la muñeca y me hizo salir. Seguía sin ver nada. Al bajar la escalera, oí una voz, por encima de mí, que me dijo: “Quítate la venda”. Reconocí la voz del oficial con andares de pavo real.</p>
<p align="justify">Me quité la venda y me agarré a la muñeca del policía, por reflejo del miedo. Entonces el oficial hizo este comentario: “Suelta al chico o ¿es que ha surgido electricidad entre vosotros?” Y estalló en una risa histérica junto con sus colegas. En ese momento, el policía que me había arrancado la ropa interior la primera vez me dijo: “Vamos, vístete y lárgate a tu casa, pedazo de puta”.</p>
<p align="justify">Oí insultos que no había oído nunca. Lo que me pasó no me había pasado nunca en la vida. (…)</p>
<p align="justify">Al salir, le pedí al policía que me insultaba que me devolviera las gafas. Me respondió: “Dónde están, hija de puta”, y me empujó violentamente fuera de comisaría. Una vez fuera, me encontré frente a una jauría de policías que gritaron a coro: “¡Eh, puta!” “¡Eh, puta!” y fue entonces cuando uno de ellos me agarró por el hombro y me sacudió diciéndome: “¿Has visto, pedazo de puta? Lo larga que es la picha del Majzén ¿eh?”</p>
<p align="justify">
Notas de las traductoras:</p>
<p align="justify">(1)      Fuerzas Auxiliares: órgano encargado de hacer cumplir la ley, que tiene ciertas competencias en materia de orden público.</p>
<p align="justify">(2)      Majzén: Término que se utiliza para referirse a la élite dirigente del país, agrupada alrededor del rey, formada por miembros de su familia y allegados, terratenientes, empresarios, líderes tribales, altos mandos militares y otras personas influyentes que constituyen el poder fáctico.</p>
<p align="justify">(3)      Baamraní: miembro de una tribu berebere de la región de Sidi Ifni.</p>
<p align="justify">(4)      Caíd: Especie de juez o gobernador en los territorios del Norte de África. Los caídes contaban con gran respeto entre la población, pues eran los encargados de mantener el orden e impartir justicia.</p>
<p align="justify">(5)      Zob el makhzen touil y Yedd el makhzen touila (el largo brazo del Majzén) son expresiones que se oyen con frecuencia en Marruecos. Aquí hay un juego de palabras con zob, que procede del árabe زب (zub), y significa “miembro viril” habiendo pasado al argot francés como una de las múltiples denominaciones vulgares del pene.</p>
<p align="justify">(6)      Mohamed Al Wahdani: Detenido político tras el sábado negro del 7 de junio.</p>
<p align="justify">(7)      Brahim Barra: Responsable de ATTAC en Sidi Infini, detenido tras el sábado negro.</p>
<p align="justify">(8)      En una entrevista posterior en Al Yazira, Maryam precisó que finalmente le habían devuelto las gafas.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MELILLENSES: ESTAMOS CON VOSOTROS]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=259</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 23:28:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/03/melillenses-estamos-con-vosotros/</guid>
<description><![CDATA[Imbroda anima a los melillenses de Alicante a difundir el nombre de Melilla a la opinión pública n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 class="titular">Imbroda anima a los melillenses de Alicante a difundir el nombre de Melilla a la opinión pública nacional</h1>
<p class="subtitulo">Fue en el marco de la cena organizada por la Casa de Melilla en Alicante</p>
<p class="noticia"><span class="foto_hor" style="clear:both;float:right;margin-left:7px;width:250px;"><strong></strong></span>El presidente de la Ciudad Autónoma de Melilla, Juan José Imbroda, animó anoche (miércoles) a los melillenses que viven en Alicante a que difundan el nombre de la ciudad “porque si la opinión pública española está con Melilla, no tendremos ningún problema y me consta que lo estamos consiguiendo”.</p>
<p>Con este mensaje se dirigió Imbroda a los socios que asistieron a la cena organizada por la Casa de Melilla en Alicante y que suponía el cumplimiento de la promesa que el presidente de la Ciudad hizo hace dos años. “Era una vieja deuda –dijo Imbroda- y estoy feliz de haberla cumplido”.</p>
<p><span class="foto_hor" style="clear:both;float:right;margin-left:7px;width:250px;"><a href="abreventana('../../fotos/watermark/ampliadas/fn-0202102008142445.jpg', 'foto');"></a><strong></strong></span>El presidente melillense incidió en que Melilla “necesita una venta especial de sus virtudes”, y en ese proyecto las entidades regionales tienen un importante papel. “Es impagable lo que hacéis y lo agradezco muchísimo porque estáis explicando a quienes no nos conocen cuál es la realidad de Melilla”.</p>
<p>Así, el presidente hizo un llamamiento a los presentes para que “ampliéis el círculo” de los que conocen Melilla. “A nosotros no debe importarnos lo que diga Marruecos sino lo que piensen y digan los españoles, y en esa tarea se que estáis trabajando muy bien entre vuestros vecinos y amigos”.</p>
<p><span class="foto_hor" style="clear:both;float:right;margin-left:7px;width:250px;"><a href="abreventana('../../fotos/watermark/ampliadas/fn-0302102008142501.jpg', 'foto');"></a><strong></strong></span>También defendió en su discurso la convivencia de culturas de la ciudad “que se da en pocos sitios del mundo” y explicó que a la misma hora que se celebraba la cena, en Melilla había un castillo de fuegos artificiales con motivo de la finalización del sagrado mes de Ramadán.<br />
Imbroda puso más ejemplos de esta convivencia y habló así de la última ruptura institucional del ayuno celebrada el domingo en la que se juntaron en la misma mesa representantes de las grandes confesiones religiosas y la que asistieron unas 500 personas “la mitad musulmanes y la otra mitad cristianos”.</p>
<p>“Melilla es algo especial –insistió el presidente- y se ha convertido en un laboratorio, un ensayo universal que está funcionando y que debemos proteger entre todos intentando que los conflictos externos no nos afecten en la convivencia social diaria”.</p>
<p>Para finalizar su discurso, Imbroda comentó las últimas revelaciones históricas sobre la ocupación de la ciudad, confirmadas documentalmente en el libro “Los alguaciles de Melilla” y la permanencia del apellido “Melilla” en una familia extremeña que estuvo presente en los actos oficiales del 17 de septiembre.</p>
<p>Por su parte, el presidente de la entidad Pedro Cantó agradeció a Imbroda y al consejero de Educación Antonio Miranda su presencia en Alicante y le instó a que volviera “porque es un honor histórico para la Casa”. También elogió a la nueva alcaldesa de Alicante de quien dijo que “es una melillense más y que siempre ha estado con nosotros”.</p>
<p>Antes de la cena oficial, celebrada en el restaurante “El Coliseo”, Imbroda conoció la sede de la Casa de Melilla, situada en el centro de Alicante, y que fue inaugurada en 2003. Este edificio tiene varias plantas donde los casi 200 socios de la entidad desarrollan numerosas actividades y que la convierten en una de las que tienen mayor proyección social. Así la Casa de Melilla en Alicante participa activamente en diversos actos culturales, en las fiestas patronales de esta ciudad o en competiciones deportivas. Precisamente uno de sus equipos de fútbol 7 se proclamó este año campeón de la segunda división.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MARRUECOS EN VENTA: TODO TIENE UN PRECIO]]></title>
<link>http://boicotmarruecos.wordpress.com/?p=257</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 23:19:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>boicotmarruecos</dc:creator>
<guid>http://boicotmarruecos.ca.wordpress.com/2008/10/03/marruecos-en-venta-todo-tiene-un-precio/</guid>
<description><![CDATA[
La base militar de EE.UU en Marruecos, a 300 kilómetros de Canarias, ya está en marcha





La ba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<h2>La base militar de EE.UU en Marruecos, a 300 kilómetros de Canarias, ya está en marcha</h2>
<p><font face="Times New Roman" size="3"></p>
<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="contentheading" width="100%">
<h2>La base militar de EE.UU en Marruecos, a 300 kilómetros de Canarias, ya está en marcha</h2>
</td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"><a title="Imprimir" href="http://canarias24horas.com/index2.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=56079&#38;pop=1&#38;page=0&#38;Itemid=373" target="_blank"><img src="http://canarias24horas.com/images/M_images/printButton.png" border="0" alt="Imprimir" align="middle" /></a></td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"><a title="E-Mail" href="http://canarias24horas.com/index2.php?option=com_content&#38;task=emailform&#38;id=56079&#38;itemid=373" target="_blank"><img src="http://canarias24horas.com/images/M_images/emailButton.png" border="0" alt="E-Mail" align="middle" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="70%" align="left" valign="top"><span class="small"><span style="font-size:x-small;color:#999999;">ACN Press </span></span>  </td>
</tr>
<tr>
<td class="createdate" colspan="2" valign="top">jueves, 02 de octubre de 2008</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<div>Rabat/ Mil campos de fútbol; es decir, mil hectáreas. Es la superficie sobre la que la Administración americana ha construido su base militar en Marruecos, en la localidad de Tan Tan, a unos 25 kilómetros de la costa atlántica y 300 del Archipiélago canario, de la isla de Lanzarote. Una base para las tropas americanas que, según un informe de Africainfomarket, "ha empezado a funcionar desde el 30 de septiembre y que es el resultado de dos años de negociaciones y estudios estratégicos".</div>
<div>
La base militar de Estados Unidos en África (Africom), para controlar en especial temas asociados con terrorismo, se instaló definitivamente en Marruecos fruto de las estrechas relaciones exteriores que mantienen ambos países, cita el mismo documento (Informe de coyuntura en Marruecos del primer cuatrimestre de 2008). Para los americanos, Marruecos "es el país africano más creíble para albergar el Africom", añade Africainfomarket haciendo referencia a declaraciones del Comité de investigación del Congreso de los EEUU.</p>
<p>La situación geoestratégica de Marruecos y su "estabilidad interna" fueron los dos principales motivos para que Estados Unidos se fijara en el reino alauita para establecer su gran base militar, a pesar de haber tanteado otros países africanos. Desde el reino alauita, "la jurisdicción militar norteamericana se extenderá sobre todo el continente, excepto Egipto, que seguirá adscrito al mando americano del Centcom, y Madagascar, que depende de la Zona del Pacífico, Pacom", explica la plataforma canaria Africainfomarket en su estudio.</p>
<p>El proyecto de los americanos nació en el año 2005. Su instalación en Marruecos, además, supone según fuentes diplomáticas consultadas por ACN Press un fuerte respaldo a la política de Mohamed VI, monarca alauita. Aunque la lucha contra el terrorismo sería uno de sus principales objetivos, el Africom se ha creado también para hacer frente, relata su página web, a los desastres naturales o las fisuras étnicas que desestabilizan al continente africano. Tan Tan, cuya población (de unos diez mil habitantes) es mayoritariamente saharaui, se encuentra entre las localidades de Ifni y Tarfaya, esta última a sólo cien kilómetros de Fuerteventura.</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></font></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saudades de Quelimane]]></title>
<link>http://spiritosanto.wordpress.com/?p=740</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 12:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>spirito</dc:creator>
<guid>http://spiritosanto.ca.wordpress.com/2008/10/02/saudades-de-quelimane/</guid>
<description><![CDATA[
(Lendo um postal africano)
(”&#8230;Escreva-me, sim? Preciso muito
 escrever com mais vagar) 
mas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://spiritosanto.files.wordpress.com/2008/10/mocambique4.jpg"><img src="http://spiritosanto.wordpress.com/files/2008/10/mocambique4.jpg" alt="" title="mocambique4" width="497" height="316" class="alignleft size-full wp-image-741" /></a></p>
<p><strong>(Lendo um postal africano)</strong></p>
<p><em>(”...Escreva-me, sim? Preciso muito<br />
 escrever com mais vagar) <br />
mas fica para amanhã...</p>
<p>...Beijos dos seus filhinhos, saudades do Carlos<br />
para todos e para si muitas abraços e beijos</p>
<p>De sua irmã muito sua amiga<br />
Alice ...”)<br />
</em><br />
-------------------  </p>
<p><strong>1916</strong><br />
Quelimane é onde?<br />
Existe?<br />
É longe?<br />
Ou muito longe?</p>
<p>Mais ainda?</p>
<p>É assim, demais da conta,<br />
da idade amarelada <br />
e colonial <br />
de um postal <br />
no qual<br />
não se pode <br />
dizer nada além</p>
<p>do pouco que se disse ali?</p>
<p><strong>1916</strong><br />
Quelimane é onde?</p>
<p>Se viram de novo?<br />
a saudade antiga <br />
doída<br />
sabe-se lá <br />
por que ondas </p>
<p>parida<br />
urdida<br />
foi matada?</p>
<p>Quelimane é onde?<br />
Moçambique<br />
Índicos mares <br />
Onde?</p>
<p>(Só sei que em sofreguidão </p>
<p>naquelas maresias<br />
um dia<br />
se carregaram muitas vidas<br />
e mortes <br />
de lá para cá).</p>
<p>------------</p>
<p><strong>1916</strong><br />
Quelimane é onde?</p>
<p>Quando tempo se passou <br />
para que as duas irmãs<br />
amigas <br />
uma onda da outra <br />
derramadas<br />
irmanadas<br />
em lágrimas<br />
aos abraços e beijos<br />
(se houveram)</p>
<p>chegassem?</p>
<p>Estavam tão longe<br />
e agora?<br />
Quelimane é onde?<br />
O quanto mais longe estão?<br />
<strong>1916 </strong>é onde?</p>
<p><strong>Spírito Santo</strong><br />
Set 2008</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[festa da democracia]]></title>
<link>http://camilafelix.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 22:32:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Camila Felix</dc:creator>
<guid>http://camilafelix.ca.wordpress.com/2008/09/28/festa-da-democracia/</guid>
<description><![CDATA[Há poucos dias das eleições, uma notícia grave parece não abalar muito a sociedade. bom, eu ain]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias das eleições, uma notícia grave parece não abalar muito a sociedade. bom, eu ainda não ouvi comentários sobre o assunto. estou falando do candidato a vereador em nova iguaçu que foi assassinado com 22 tiros, segundo a polícia.</p>
<p>gente, fico chocada de ver que isso ainda existe e que ninguém dá muita importância.</p>
<p>é o tipo de baixaria que existe desde os tempos coloniais, pessoas se matam pra conquistar um certo tipo de poder e domínio sobre uma região com o objeto de encher o cu de dinheiro.</p>
<p>assim como eu nasci com glamour no dna, o brasil nasceu corrupto.</p>
<p>o povo daquele tempo tinha mais sorte, porque não precisava olhar essa gente na tv com sorrisinhos cretinos bem na hora do almoço...</p>
<p>ah! claro... a notícia saiu um pouco tímida no <a href="http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL774597-9101,00.html" target="_blank">g1, o portal de notícias da globo</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antifascisti sempre]]></title>
<link>http://duemiladodici.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 22:01:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>duemiladodici</dc:creator>
<guid>http://duemiladodici.ca.wordpress.com/2008/09/22/antifascisti-sempre/</guid>
<description><![CDATA[di Nicolò Cavalli
Nei giorni scorsi alcuni giovani di Alleanza Nazionale hanno scritto: “noi non ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>di Nicolò Cavalli</em></p>
<p>Nei giorni scorsi alcuni giovani di Alleanza Nazionale <a href="http://www.iadicicco.it/node/74">hanno scritto</a>: “<em>noi non possiamo essere, non vogliamo essere e non saremo mai antifascisti</em>”.</p>
<p>E’ proprio da qui che Duemiladodici riparte. Chiarendo una cosa.</p>
<p><strong>Antifascisti</strong>, noi, lo siamo, lo vogliamo essere, <strong>lo saremo sempre</strong>.</p>
<p>Il nostro antifascismo non è la rivendicazione parziale di una fazione politica, o il ricordo miope di un pezzetto di storia rievocato a nostro piacimento: qui, per chi non l’abbia ancora capito, <strong>non si tratta di essere di destra o di sinistra</strong>.</p>
<p>Si tratta di comprendere la cruciale importanza del patrimonio ideale su cui si fonda la <strong>convivenza </strong>democratica di un<strong> Paese civile,</strong> quel patrimonio fondato sull’apprezzamento e il perseguimento di libertà, tolleranza, giustizia, verità.</p>
<p>Si tratta di comprendere a cosa può portare il <strong>rifiuto </strong>di tutto questo.</p>
<p>Scorrevo l’altro giorno le frasi personali dei miei contatti Messenger. Uno dei miei conoscenti aveva scritto: “Sprangate in faccia per Abdul”. Si riferiva, chiaramente, ad Abdul Guibre, il ragazzo diciannovenne <strong>ucciso a bastonate</strong>, domenica scorsa a Milano. Esaltare in questo modo l’assassinio brutale di un essere umano, come se fosse il ricordo di una ragazzata della sera prima, mi è sembrato qualcosa di <strong>agghiacciante</strong>.</p>
<p>Allora <strong>ho ricordato</strong> le bombe molotov lanciate per incendiare campi nomadi a Napoli, Milano, Roma. Ho ricordato il “stasera tiriamo al negro” del clan camorristico dei Casalesi. Ho ricordato il pestaggio di Assunçao Bovindo Mutemoba, 24 enne angolano, studente di economia a Genova, assaltato da 13 italiani perché in compagnia di una ragazza bianca. Ho ricordato come Cristian e Federico siano stati insultati e picchiati con bottiglie, sassi, sputi, calci per il solo fatto di tenersi per mano, di condividere un sentimento di quelli che a Roma, di questi tempi, sono banditi. Ho ricordato infine Nicola Tommasoli, ammazzato di botte a Verona per aver rifiutato una sigaretta e per portare i capelli un po’ troppo lunghi per un uomo.</p>
<p>Ho ricordato, e ho pensato che, un giorno, qualcuno dovrà chiamarsi <strong>responsabile </strong>per quello che sta succedendo in Italia.</p>
<p>Perché qualcuno <strong>è </strong>responsabile, di questo folle ondata di ritorno di <strong>odio</strong> <strong>razziale</strong>, proprio ora che la genetica ha dimostrato come il concetto di “razza”, elaborato nel XIX secolo da gente ignorante per giustificare colonialismo e schiavitù, sia semplicemente da buttare <strong>nel cesso</strong>, se non altro da quando è stato scoperto che le <strong>differenze genetiche </strong>tra individui di una medesimo gruppo etnico sono spesso molto maggiori di quelle che intercorrono tra individui di “razze” diverse.</p>
<p>Come dire che, molto probabilmente, c’erano maggiori identità genetiche tra me, riminese autoctono da generazioni, e Abdul, piuttosto che tra me e i suoi carnefici, Fausto e Daniele Cristofoli. Il che, a dire il vero, mi lusinga.</p>
<p><strong>Uomini e scimpanzé </strong>condividono più del 98% del proprio patrimonio genetico, e noi ci azzuffiamo come se potessero esserci, esserci per davvero, delle differenze tra uomo e uomo per la sola quantità di melanina prodotta dalle pelle dell’uno o dell’altro, inventandoci poi <strong>scuse idiote </strong>come quelle accampate dalla moglie e madre dei Cristofoli, che ha detto: “Noi non siamo razzisti, ma ci alziamo alle cinque di mattina per andare a lavorare. Questi [i neri] invece se ne <strong>stanno in giro senza far niente</strong>”.</p>
<p>Anche io gironzolo senza far nulla alle cinque di mattina, a volte. <strong>Anche io</strong> <strong>ho rubato </strong>qualcosa: un pacco di patatine, una coca-cola, un francobollo.</p>
<p>Ammazzate anche me, allora, la prossima volta che ci vediamo in giro.</p>
<p><strong>Ammazziamoci tutti</strong>, in preda alle nostre paure da piccoli uomini e piccole donne.</p>
<p>Ecco dove porta il discorso del “non saremo mai antifascisti”: in un mondo dove l’unica condivisione possibile è quella di uno spaventoso <strong>terreno di</strong> <strong>battaglia </strong>dove uomini combattono contro altri uomini elevando a propri idoli odio, e violenza. Dove l’unica vittoria è quella dell’<strong>oppressione </strong>e del <strong>sopruso</strong>. Dove gli sconfitti sono sempre i più deboli, i meno fortunati.</p>
<p>Ed ecco cosa significa per noi essere antifascisti: riconoscere che il rifiuto dei valori democratici, quei valori di giustizia ed equità scolpiti nella nostra troppo spesso calpestata Costituzione, ci fa piombare, <strong>tutti</strong>, in un incubo dove il sonno della ragione genera mostri.</p>
<p>Noi siamo antifascisti allora perché, nella lotta tra la pace e la violenza, l’equità e la sperequazione, la giustizia e la legge del più forte, non possono esistere<strong> vie di mezzo o scelte di comodo</strong>.</p>
<p>Siamo antifascisti perché abbiamo compiuto <strong>una scelta </strong>netta: quella di non accettare il mondo così com’è e di <strong>lottare per il mondo come dovrebbe essere</strong>, senza scordarci mai chi siamo e cosa vogliamo, intraprendendo con questa certezza lo sforzo costante di condividere le nostre esperienze, di aprirci agli altri per imparare qualcosa di nuovo, convinti che sia sempre più grande e importante <strong>ciò che ci unisce</strong> rispetto a ciò che ci divide da chi non è come noi, chi non la pensa come noi, chi non crede in quello in cui noi crediamo.</p>
<p>Altro che <strong>relativismo</strong>.</p>
<p>E’ un compito che inchioda alla coerenza e non permette <strong>doppie morali</strong>.</p>
<p>Come accade invece per chi alla domenica si scambia <strong>gesti di pace</strong>, carità e fratellanza <strong>con le stesse mani</strong> usate per seppellire di nascosto il marocchino caduto all’improvviso da un’impalcatura mentre ristrutturava il balcone di casa, per pagare quattro lire il nigeriano che ha raccolto i pomodori, o la rumena che cambia i pannoloni alla nonna, per bastonare il taccheggiatore di biscotti, per sparare da un balcone nella schiena del ladro, o per scrivere leggi-spot che invece di risolvere i problemi della criminalità badano solo a prendere in giro i propri elettori.</p>
<p>Noi siamo antifascisti perché ci sforziamo incessantemente di creare una città degli uomini sempre migliore, alla ricerca di un <strong>progresso </strong>che non si faccia abbagliare dai <strong>falsi miti</strong> della crescita, dello sviluppo indiscriminato, nel tentativo continuo di riequilibrare i rapporti di forza tra chi è potente e chi è debole, senza lasciare nessuno solo e indifeso, per includere, e permettere a tutti di godersi<strong> le cose migliori della vita</strong>.</p>
<p>E perché vogliamo fare tutto questo  nel <strong>rispetto </strong>(che è qualcosa di più e di meglio della semplice tolleranza), nel rigore dell’<strong>onestà</strong>, nella libera espressione dei <strong>talenti </strong>che ognuno porta dentro di sé.</p>
<p>A pensarci bene, è proprio questa la suprema <strong>bellezza </strong>della nostra battaglia.</p>
<p><strong>tempo di lettura</strong>: 4 min 25 sec</p>
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<title><![CDATA[ البحر الأبيض المتوسط]]></title>
<link>http://idrisalbadufi.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 11:01:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>idrisalbadufi</dc:creator>
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<description><![CDATA[lunedì, 05 maggio 2008 
Questo blog inizia senza troppe pretese.
Da diversi anni studio arabo. I ri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>lunedì, 05 maggio 2008 </strong></p>
<p>Questo blog inizia senza troppe pretese.</p>
<p>Da diversi anni studio arabo. I risultati non sono davvero eccezionali. Il mio interesse sempre più vivo è quello di modificare la realtà in cui pronunciare la mia esistenza: proprio ciò che appare meno sensato, ossia concepire una mia identità italiana non in base alla nazionalità e ai confini politici di questo paese, ma in base a ciò che le manca e che proprio per ciò, forse, le è più intimo.</p>
<p>Per ragioni diverse, di lavoro, di amore, di insoddisfazione, di curiosità e voglia di confrontarmi con ciò che mi è meno semplice, da diverso tempo ho iniziato a individuare possibili tracce di lavoro sociale e culturale che possano portarmi là da dove il colonialismo e il post-colonialismo hanno lasciato un vuoto.</p>
<p>Penso cioè che vadano concepiti nuovi discorsi e nuovi percorsi per permettere di guardare all'europeo in Africa non come un colonialista, né come un cooperante che va ad aiutare, un affarista, un missionario, un turista o un inviato del Fondo Monetario, bensì come un individuo che guarda alla pari le realtà che incontra, con la voglia appunto di incontrare e costruire un'altra geo-grafia delle relazioni umane.</p>
<p>Sembrerà ragionamento poco chiaro. Mi riprometto ad ogni modo di spiegarmi, in seguito, anzituto a me stesso.</p>
<p>Per il momento si prenda queste poche righe come un call for proposals, per chiunque le legga. Parole chiave: Algeria, Orano, lavoro culturale, migrazione, ricerca scientifica, studi post-post-coloniali, antropologia, Germaine Tillion, Louis Massignon, plurilinguismo e dignità universale delle lingue del Mediterraneo, poesia, letteratura...</p>
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<title><![CDATA[Tutt’altro che odioso, il nostro colonialismo]]></title>
<link>http://eropulus.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 11:23:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>eropulus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mia moglie è nata e vissuta per anni a Tripoli. Nel 1964 tornai là con mia suocera per vendere del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mia moglie è nata e vissuta per anni a Tripoli. Nel 1964 tornai là con mia suocera per vendere delle proprietà. Fummo accolti da amici libici che allietarono la nostra permanenza nella Tripoli di re Idriss. La nonna di mia moglie fu sepolta nel cimitero locale. Visitammo una Concessione agricola. Dietro alla scrivania del direttore, un ritratto di Mussolini. «Grande uomo il vostro duce». Cinque anni dopo, con Gheddafi, esproprio delle proprietà degli italiani rimasti e distruzione del cimitero. Poi gli odiosi colonialisti siamo noi.Di testimonianze come la sua ne potremmo pubblicare a decine, caro Fiordelisi. Molti infatti sono i lettori che ebbero direttamente o seppero per bocca di genitori o nonni, cosa significò e cosa fu la nostra presenza in Africa. Ripeto: nessuno nega che nel corso dei conflitti coloniali ci furono - da entrambi gli schieramenti - eccessi e anche atrocità. Ma arrivare a definire «odiosi colonialisti» che si facevano strada a forza di gas iprite gl’italiani che laggiù risiedettero, lavorarono, risanarono e insegnarono mi pare una scemenza dettata dalla cecità ideologica. Di come stessero le cose ne ebbi anch’io conoscenza attraverso i racconti di mio padre, per qualche tempo assegnato all’Istituto italiano di cultura di Gimma, nel Galla e Sidama, ruolo nel quale, anche volendo, difficilmente avrebbe potuto assumere atteggiamenti da «odioso colonialista». Altri fatti, riferiti questa volta alle operazioni militari de1 1934-35, me li narrò Indro Montanelli che partì volontario - «come tutta la gioventù che aveva in corpo qualcosa», sono parole sue - per l’Eritrea dove fu posto al comando di una compagnia indigena, gli ascari, che presero a chiamarlo Deitana, qualcosa di simile a «buon padre». <br><br>Fonte: http://www.ilgiornale.it/a.pic1?ID=290909</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Le leggenda degli italiani brava gente]]></title>
<link>http://insorgenze.wordpress.com/?p=188</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 15:52:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>insorgenze</dc:creator>
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<description><![CDATA[Libri 1/Italiani brava gente – Davide Conti, L’occupazione italiana dei Balcani. Crimini di guer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Libri 1/Italiani brava gente – Davide Conti, <em>L’occupazione italiana dei Balcani. Crimini di guerra e mito della “brava gente” (1940-1943)</em>, Odradek 2008, p. 275, euro 18.</p>
<p><strong>L’occupazione italiana dei Balcani. Crimini di guerra e mito della “brava gente” (1940-1943), </strong><strong>Intervista a Davide Conti</strong></p>
<p><strong>di Paolo Persichetti<em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Liberazione</em> 5 settembre 2008</strong></p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/occupazione-balcani-x-sito.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-201" title="occupazione-balcani-x-sito" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/occupazione-balcani-x-sito.jpg" alt="" width="197" height="305" /></a></p>
<p>Nel <em>Sergente della neve</em> Mario Rigoni Stern descrive la disastrosa ritirata dell’Armir dell’inverno 1942-43 come una tragica epopea umana dove non c’è odio ma rispetto per i nemici, dove i soldati italiani fraternizzano con i contadini delle pianure del Don. Nel racconto traspare la consapevolezza per la condizione comune vissuta dagli <em>uomini contro</em> che bivaccavano nelle trincee scavate sulle linee opposte del fronte. Pubblicato nel 1953, il racconto di Rigoni Stern è divenuto una sorta di libro di testo per generazioni di scolari, una pedagogia pacificata piuttosto che pacifista della nostra memoria. Le avventure coloniali e le guerre d’aggressione del regio esercito e delle milizie fasciste scolorano fino a cancellarisi in una narrazione addolcita, nostalgica, senza rivalse e rancori ma anche senza gli orrori della guerra di conquista, gli eccidi, gli sterminii dei civili, la pulizia etnica, le politiche di snazionalizzazione delle popolazioni autoctone condotte da Mussolini in Africa, nei Balcani e in Russia. Il conflitto bellico sembra seguire le regole non scritte d’un galateo cavalleresco d’altri tempi. Il «generale inverno», la fame, i topi e le «cordate di pidocchi» che risalgono il collo dei nostri alpini appaiono i soli veri nemici da combattere. Questo libro ci ha aiutato a odiare la guerra sui banchi di scuola, a capirne tutta la sua insensatezza, ma ha anche riassunto e divulgato il mito del “bravo italiano”, del nostro «colonialismo straccione» e quindi dal volto umano, privo di ferocia, esente da crimini bestiali. Un’epica degli ultimi che troviamo anche in <em>Italiani brava gente</em>, film di Giuseppe De Santis uscito nel 1964. L'internazionalismo, la divisione per classi e non per nazionalità, l'antieroismo, la solidarietà tra russi e italiani poveri, la critica feroce degli stati maggiori fino a rappresentare i soldati italiani come vittime inconsapevoli delle loro gerarchie, nutrono un racconto didascalico che nel tentativo di educare al rifiuto della guerra, all’antimilitarismo e ai valori della fratellanza tra i popoli, getta un velo ideologico sulla condotta reale delle nostre truppe. È singolare che la cultura di sinistra, sia pur giustificata da intenti lodevoli, abbia contribuito con la sua narrazione nazionalpopolare alla rimozione delle responsabilità italiane nella seconda guerra mondiale, facilitando quel rovesciamento di paradigma storiografico che l’attuale egemonia culturale della destra erede del fascismo sta portando a termine con successo. Affrontiamo la questione con Davide Conti, giovane storico ricercatore della Fondazione Basso, che ha recentemente pubblicato per le edizioni Odradek (prima edizione già esaurita), <em>L’occupazione italiana dei Balcani. Crimini di guerra e mito della “brava gente” (1940-1943)</em>, 2008, p. 275, euro 18.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/balcani-jpeg.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-189" title="balcani-jpeg" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/balcani-jpeg.jpg?w=500" alt="" width="500" height="363" /></a></p>
<p><strong>Nei Balcani le truppe italiane hanno lasciato alle loro spalle una scia orribile di massacri. «Qui si ammazza troppo poco», disse una volta il generale Mario Robotti. Com’è possibile che i palikuca, i «bruciatetti», così le popolazioni civili chiamavano gli italiani, siano diventati nel dopoguerra «brava gente»? </strong><br />
In realtà l'immagine autoassolutoria del “bravo italiano” è rimasta una rappresentazione nazionale ben poco condivisa all’estero. Al termine del secondo conflitto mondiale tutti i paesi occupati dal regime fascista, Jugoslavia, Grecia, Albania, Urss, Francia ed Etiopia, chiesero alla commissione internazionale per i crimini di guerra l’estradizione dei militari italiani accusati di violenze. Gli Usa e l'Inghilterra condannarono a morte alcuni militari del regio esercito responsabili di crimini contro i prigionieri alleati. La legenda degli italiani “brava gente” emerse solo in un secondo tempo, nel quadro dei nuovi equilibri provocati dalla Guerra Fredda. Quest’immagine, sostenuta poi dagli stessi Alleati, fu utilizzata per legittimare il rapido riarmo dell'Italia e la sua integrazione nell'Alleanza Atlantica.</p>
<p><strong>Non credi che insieme ad una rimozione dei crimini dei militari ascrivibile alla cultura della destra, vi sia stata anche una involontaria omissione da parte della sinistra?</strong><br />
Tra il 1944 ed il 1945 tutti i partiti della sinistra sostennero la necessità di estradare i responsabili italiani delle violenze nei paesi occupati. Successivamente il coinvolgimento nei governi di unità nazionale e la presenza di socialisti e comunisti all'interno della Commissione d'inchiesta sui crimini di guerra rese problematico mantenere una linea intransigente. Il biennio 46-47 fu un momento decisivo. La sconfitta delle posizioni più avanzate in termini di rinnovamento dello Stato e l'arresto delle epurazioni ebbe ripercussioni anche sull’apertura dei processi per crimini di guerra. Dopo l'esclusione dal governo e la sconfitta elettorale del 1948, la questione assunse un peso prevalentemente polemico-propagandistico fino a dissolversi nella “normalizzazione” post-bellica.</p>
<p><strong>Il fatto che il nostro paese abbia subito una dura occupazione militare e una feroce guerra civile non ha forse contribuito alla rimozione delle spedizioni coloniali e dei loro crimini. Il dolore di casa nostra non ha forse oscurato quello altrui?</strong><br />
Di fronte alla commissione che venne istituita dal ministero della Guerra, un alto esponente del regio esercito utilizzò a sua discolpa proprio quest’argomento per attenuare le responsabilità italiane nei bombardamenti dei villaggi jugoslavi. Disse che le distruzioni di abitati civili non erano diverse dai bombardamenti subiti dalle città italiane. In sostanza sosteneva che in guerra i crimini contro le popolazioni civili trovavano un senso e una giustificazione nell’eccezionalità della situazione storica.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/300px-fucilazione1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-253" title="300px-fucilazione1" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/300px-fucilazione1.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p><strong>Quale è l’odierno utilizzo del mito del bravo italiano?</strong><br />
Fatte salve le ovvie differenze con le forze armate attuali, credo che il perdurare del mito risieda nell’assoluta attualità e funzionalità che la rappresentazione dell'italiano brava gente assume oggi nelle cosiddette “missioni di pace” dei nostri militari. Domandiamoci quanto abbia inciso nel consenso dell'opinione pubblica, soprattutto quella di sinistra più sensibile ai temi della pace, la retorica del “bravo italiano”, della “Missione Arcobaleno” durante la guerra in Kosovo, dell'intervento “umanitario e di ricostruzione” in Afghanistan, per poi finire con l'Iraq? In queste operazioni militari tutti i governi hanno utilizzato a piene mani l’immagine del soldato italiano elemento di “pace” e “normalizzazione” delle aree di crisi internazionale, marginalizzando il ruolo militare e di combattimento delle nostre truppe anche in contesti di aperta violazione del diritto internazionale.</p>
<p><strong>Non ritieni che il discorso pronunciato dal Presidente della Repubblica Napolitano nel febbraio 2007, in occasione della “Giorno del ricordo”, appartenga a quel modello di narrazione storica costruita attorno al paradigma del vittimismo memoriale? </strong><br />
Il discorso di Napolitano si colloca all'interno di un vero e proprio “corto circuito della memoria”. Ne parlo nell'ultimo capitolo del libro. Sulle foibe Napolitano parlò di “pulizia etnica” contro gli italiani. Gli rispose il presidente croato Mesic ricordando la ferocia e gli eccidi dell'occupante fascista. Replicò infine D'Alema sostenendo che anche partigiani italiani avevano combattuto valorosamente insieme alle brigate jugoslave contro i fascisti, riscattando in questo modo l'Italia. Ora delle due l'una: o gli italiani che affiancavano gli jugoslavi erano interni al progetto di pulizia etnica anti-italiana......oppure la pulizia etnica non c'entra nulla e le ragioni storiche che spiegano la complessa e drammatica vicenda delle foibe sono da rintracciarsi in altri elementi. Quando lo storico Raul Pupo intervenne sulla rivista dell'Anpi di Roma, <em>Persona e Società</em>, del giugno 2006, spiegò che i fattori alla base delle uccisioni del 1943 e poi del 1945 dovevano essere ricercati non tanto nella relazione causa-effetto, innescata dall’occupazione italiana e successiva reazione jugoslava, quanto nelle particolari dinamiche della storia della Jugoslavia del tempo. Questo cambio di prospettiva analitica, che pone al centro la storia jugoslava e non la sola lettura italiana, potrebbe consentire una comprensione reale degli eventi.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/fascisx21.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-192" title="fascisx21" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/fascisx21.jpg" alt="" width="150" height="205" /></a></p>
<p><strong>Quali sono le novità documentali presenti nel tuo libro rispetto alle ricerche precedenti?</strong><br />
I documenti sono in larga parte inediti e certificano, attraverso resoconti dettagliati delle operazioni militari, che le truppe del regio esercito commisero stragi, rappresaglie, internamenti, deportazioni e distruzioni in danno di civili, partigiani e militari di altri paesi. Inoltre si palesa l'intento programmatico del governo fascista e delle alte gerarchie militari di realizzare politiche di “snazionalizzazione” dei territori occupati e di terrore programmato per il controllo dell'ordine pubblico. Si riportano lunghi elenchi di presunti criminali di guerra italiani di cui i paesi occupati chiedono l'estradizione (circa 1200). Si menzionano luoghi, tempi e modalità in cui vennero svolte operazioni militari contro le popolazioni locali e si individua la catena di comando. Il fatto che tali documentazioni provengano da fonti militari e ministeriali e da relazioni dirette di soldati italiani e non siano solo accuse di provenienza jugoslava rafforza l’elemento di verità storica e a mio avviso lo pone come fattore non marginale di impegno pubblico rispetto ai conti con la nostra storia nazionale.</p>
<p><strong>Perché il ministero della Difesa rende ancora inaccessibili quei documenti che possono fare luce sui comportamenti delle forze armate nelle imprese coloniali italiane?</strong><br />
L'allargamento del dibattito e una maggiore sollecitazione dell'opinione pubblica potrebbe rappresentare un grimaldello efficace per ottenere finalmente l’accesso alle fonti militari. Nel febbraio 1996, al termine di una lunga disputa tra Angelo Del Boca e Indro Montanelli sull'uso dei gas in Africa, il ministro della Difesa dell'allora governo Dini, il generale Domenico Corcione, intervenne in Parlamento per confermare ciò che sosteneva Del Boca, sancendo una verità storica fino ad allora negata.</p>
<p><strong>Nelle polemiche rivolte alla vicenda delle foibe o del “triangolo rosso” emiliano non vi è il tentativo di confondere quella che è stata la «guerra civile» con la «guerra sistematica ai civili» condotta dai nazifascisti dentro e fuori il territorio italiano?</strong><br />
Confondere la guerra civile con la “guerra ai civili” significa dare adito alle forme peggiori di revisionismo. Uniformando sotto il criterio di una indefinita “violenza” elementi completamente diversi per natura, origine e sviluppo, porta alla conclusione che da una parte e dall'altra vi fu lo stesso grado di crudeltà e che in sostanza le due parti contendenti abbiano una uguale moralità e dignità storica. Le diversità tra nazifascisti e antifascisti vengono in questo modo cancellate favorendo la costruzione di quel “senso comune” che ha permesso in questi ultimi anni un vero e proprio processo mediatico alla Resistenza, ridefinendo in termini di egemonia nella società il primato di una cultura di destra anche nell'ambito della lettura della storia nazionale. La “guerra ai civili” fu una strategia militare adottata dalle truppe nazifasciste nei territori occupati dell'Europa per mantenere il controllo dei paesi invasi dalle truppe dell'Asse ed in Italia le stragi tedesche ne rappresentano la più triste conferma.</p>
<p><strong>Sui crimini di guerra commessi dal nostro esercito nei Balcani è tornata ad indagare anche la magistratura militare dopo che, nel 2002, è venuta meno la clausola della reciprocità sancita dall’art. 165 cp. Ma gli eventuali processi non avranno comunque un esito penale effettivo poiché i responsabili sono scomparsi. Non c’è il rischio di delegare all’ambito giudiziario la ricerca storica?</strong><br />
Quella clausola venne utilizzata per negare le estradizioni dei nostri militari, mettendo sullo stesso piano aggressori e aggrediti. La “scoperta” dei fascicoli riguardanti le stragi tedesche e le responsabilità dei collaborazionisti salotini rappresenta un elemento di grande importanza dal punto di vista storico e civile. Ritengo molto importante che il procuratore militare Intelisano abbia riaperto il caso dei crimini di guerra italiani all'estero. Credo che forme di sanzione giuridica siano in questo caso specifico assolutamente importanti. Sarebbe mai stato possibile costruire il mito del “bravo italiano” se si fossero celebrati i procedimenti giudiziari contro i nostri criminali di guerra? Ciò non avrebbe favorito un ricambio quantomeno dei vertici militari e dell'alta burocrazia rendendo percorribile e più incisiva la strada dell'epurazione e del rinnovamento delle istituzioni? In sostanza quella tara storica della “continuità dello Stato” patita nel dopoguerra dalla stessa Repubblica democratica e antifascista avrebbe trovato terreno meno fertile per radicarsi nel tessuto nazionale. L'immagine evocativa, utilizzata da Filippo Focardi, della mancata “Norimberga italiana” rappresenta in questo senso un elemento centrale della storia dell'Italia post-fascista.</p>
<p><strong>Ma il processo di Norimberga non ha affatto denazificato la Germania. Non è una tragica illusione credere che i processi nei tribunali possano compensare ciò che non è riuscito ai processi storici? Così non si rischia di scadere dal tribunale della storia alla storia dei tribunali?</strong><br />
Naturalmente il lavoro giudiziario è diverso da quello storico cui competono altre funzioni rispetto alla ricerca sul piano penale e di responsabilità individuali che sono proprie dell'ambito giuridico. Sta alla ricerca storica non subordinare esclusivamente il proprio lavoro alla dimensione giudiziaria. Il problema risiede poi nella capacità di sedimentare nella coscienza dell'opinione pubblica ciò che emerge dalle carte e dai documenti. È poi ovvio che un processo di generale rinnovamento sociale, politico e culturale di un paese non possa essere delegato in toto ad un ambito giuridico o soltanto storico. Sono processi che per riuscire nel loro compito necessitano della attiva ed ansiosa spinta di rinnovamento delle società.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/fascis7x8.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-190" title="fascis7x8" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/fascis7x8.jpg" alt="" width="149" height="196" /></a></p>
<p><strong>I crimini del colonialismo italiano dall'Africa alla Jugoslavia</strong></p>
<p>«La favola del bono italiano deve cessare […] per ogni camerata caduto paghino con la vita 10 ribelli. Non fidatevi di chi vi circonda. Ricordatevi che il nemico è ovunque; il passante che vi saluta, la donna che avvicinate, l’oste che vi vende il bicchiere di vino […] ricordatevi che è meglio essere temuti che disprezzati»</p>
<p>Generale Alessandro Pirzio Biroli</p>
<p>«È necessario eliminare tutti i maestri elementari, tutti gli impiegati comunali e pubblici in genere (A.C., Questura, Tribunale, Finanza, ecc.), tutti i medici, i farmacisti, gli avvocati, i giornalisti…, i parroci…, gli operai…, gli ex militari»</p>
<p>Generale Orlando</p>
<p>«Logico ed opportuno che campo di concentramento non significhi campo d’ingrassamento»</p>
<p>Generale Gambara, 17 dicembre 1942</p>
<p><strong>1934</strong> Tripolitania e Cirenaica vengono riunite per formare la colonia di Libia. Alla Libia viene attribuito l'appellativo di quarta sponda. Per gran parte degli anni 20 le autorità italiane sono impegnate in una sanguinosa pacificazione durante la quale si fece ricorso ai gas asfissianti e alla deportazione di 100 mila persone che provocò la morte a 15 mila di queste.</p>
<p><strong>Ottobre 1935</strong> 100 mila soldati italiani occupano l’Abissinia (attuale Etiopia), estendendo il dominio coloniale già presente in Eritrea dalla fine dal 1879 e in Somalia dal 1889. Anche qui vi fu l’impiego sistematico di bombe all’Iprite (solfuro di etile biclorurato), di bombardamenti a tappeto dell’aviazione sui civili e di esecuzioni in massa dei prigionieri. Massimi responsabili i generali Del Bono e Graziani.</p>
<p><strong>Aprile 1939</strong> Alla vigilia della seconda guerra mondiale, una settimana dopo la conclusione della guerra di Spagna del 1936-39, viene annessa l’Albania.</p>
<p><strong>Ottobre 1940</strong> Aggressione della Grecia.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/fascis3y1.gif"><img class="alignright size-full wp-image-193" title="fascis3y1" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/fascis3y1.gif" alt="" width="199" height="228" /></a><strong>Aprile 1941</strong> L’invasione congiunta del regno di Jugoslavia da parte della Germania nazista, della Bulgaria, dell'Ungheria e dell'esercito dell’Italia fascista, porta alla spartizione della Slovenia, con annessione all’Italia della provincia di Lubiana; occupazione del Montenegro con inclusione della Bosnia, entrambi trasformati in protettorato italiano; creazione di uno Stato fantoccio croato (appoggiato dal Vaticano), alla cui testa viene messo Ante Pavelic, nominato poglavnik (duce), capo del movimento d’estrema destra Ustascia, clone nazi-fascista. Varo immediato di leggi razziali, massacri di civili, deportazioni, conversioni religiose forzate al cattolicesimo, apertura di otto campi di concentramento contro Serbi, Ebrei e Zingari. 400 mila morti nel campo di concentramento di Jasenovac (il terzo per grandezza in Europa). Regio esercito  emilizie fasciste si rendono responsabili di  distruzioni, incendi di centri abitati e fucilazioni di massa di civili e prigionieri. 26 mila montenegrini vengonointernati.</p>
<p><strong>Luglio 1941</strong> Invio di un corpo di spedizione italiano in Russia-Armir di circa 220 mila uomini.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/300px-plotone_di_esecuzione_italiano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-254" title="300px-plotone_di_esecuzione_italiano" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/300px-plotone_di_esecuzione_italiano.jpg" alt="" width="463" height="289" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong>Pulizia etnica. Il Mladic italiano</strong></p>
<p><strong>ll generale Mario Roatta fu uno dei più feroci esponenti della politica militarista di Mussolini</strong></p>
<p><strong>di Paolo Persichetti</strong></p>
<p><strong><em>Liberazione</em> 18 settembre 2008 </strong></p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/03-generale-mario-roatta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-239" title="03-generale-mario-roatta" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/03-generale-mario-roatta.jpg" alt="" width="350" height="442" /></a>Paolo Persichetti ll generale Mario Roatta fu uno dei più feroci esponenti della politica militarista di Mussolini. Nato a Modena nel 1887, divenne capo del Sim (servizio segreto militare) dal gennaio 1934 al settembre 1936, quando prese il comando del corpo di spedizione italiano in Spagna. Dal 1941 al 1942 è capo di stato maggiore. Comanda la seconda armata in Slovenia e Croazia, dove ordina l'eliminazione dei civili sospetti di ribellione, attua la pulizia etnica e organizza il sistema dei lager per i civili slavi. Torna ad essere capo di stato maggiore fino al novembre 1943. Viene contattato dall'Oss, il servizio segreto progenitore della Cia, perché organizzi una pre-Gladio. Il 16 novembre 1944 viene arrestato per la mancata difesa di Roma. Il 4 marzo del 1945 evade dall'ospedale militare con la complicità dei dei carabinieri e del Sim appena ricostituito. Una settimana dopo la fuga arriva la condanna all'ergastolo perché ritenuto uno dei mandanti dell'assassinio dei fratelli Rosselli. Ripara nella Spagna di Franco. Rientra in Italia nel 1966 grazie ad alcune amnistie. Muore a Roma nel 1968. Una sua foto è tuttora appesa alle pareti dell'Archivio storico dello Stato maggiore dell'esercito.</p>
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<title><![CDATA[Nuovi documenti e prove sui lager fascisti]]></title>
<link>http://insorgenze.wordpress.com/?p=237</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 15:50:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>insorgenze</dc:creator>
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<description><![CDATA[Libri 2/Alessandra Kersevan, Lager italiani. Pulizia etnica e campi di concentramento  fascisti pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Libri 2/Alessandra Kersevan, </strong><strong><em>Lager italiani. Pulizia etnica e campi di concentramento  fascisti per civili jugoslavi, 1941-1943</em>, Nutrimenti, euro 18</strong></p>
<p><strong>Una delle pagine più criminali della nostra storia</strong></p>
<p><strong>di Sandro Padula</strong></p>
<p><em><strong>Liberazione</strong></em><strong> 18 settembre 2008</strong></p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/lager-200.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-194" title="lager-200" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/lager-200.jpg" alt="" width="200" height="282" /></a></p>
<p>Le ultime parole pronunciate da Gianfranco Fini alla festa di Azione giovani, e poi contestate, non hanno modificato la rappresentazione riduzionista del fascismo fatta propria dalla destra postfascista. Un giudizio storico che censura unicamente le leggi razziste del 1938 per salvaguardare tutto il resto, anche la spietata politica coloniale condotta durante il ventennio.<br />
Una delle pagine più criminali della nostra storia rimossa dalla memoria nazionale e che il libro di Alessandra Kersevan, <em>Lager italiani. Pulizia etnica e campi di concentramento fascisti per civili jugoslavi 1941-1943</em> (Nutrimenti, pp. 287) ha il pregio di riportare alla luce grazie anche ad una importante documentazione per buona parte inedita fatta di foto, lettere, testimonianze dei sopravvissuti.<br />
Già dal 1866, allorché Il Giornale di Udine teorizzava la necessità di eliminare gli slavi «col benefizio, col progresso e colla civiltà», il confine orientale dell'Italia divenne «mobile» e fino alla Seconda guerra mondiale si spostò sempre più ad est, tanto da evidenziare un processo di annessione coloniale di «molti territori storicamente non abitati da gente di nazionalità e lingua italiane».<br />
Nel 1920 Mussolini affermò a Pola che l'Adriatico doveva essere liberato dagli Slavi. Nel luglio di quello stesso anno, con la complicità della polizia e il sostegno della stampa triestina filoitaliana, una squadra fascista incendiò il <em>Narodni Dom</em>, la casa del popolo degli sloveni e croati di Trieste, provocando la morte di due persone e la distruzione di uno dei più significativi simboli del patrimonio culturale delle componenti slave della città. Il clamore di quell'attentato fu un campanello d'allarme per gli sloveni e i croati triestini, goriziani e istriani: ogni slavo diventava un possibile bersaglio della violenza razzista e fascista.<br />
Nel marzo del 1921, tanto per fare un esempio, a Strunjan-Strugnano, un paese vicino a Capodistria, alcuni «squadristi fascisti spararono da un treno in corsa su un gruppo di bambini intenti a giocare, uccidendone due e ferendone gravemente cinque».<br />
Con la presa del potere da parte di Mussolini, l'aggressività dei fascisti si trasformò in «leggi ben precise e provvedimenti di persecuzione culturale, economica e poliziesca». Alcuni sudditi italiani di nazionalità slovena e croata per non sfuggire alle persecuzioni accettarono di farsi «assimilare». Fra di essi «Giuseppe Cobol, italianizzato Cobolli, e poi Cobolli Gigli, che sarebbe diventato addirittura ministro dei Lavori Pubblici di Mussolini, e con lo pseudonimo di Giulio Italico insegnava canzoncine che minacciavano di gettare nella Foiba di Pisino chi non era un convinto italiano».</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/08-1942-frase-generale-gambara.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-242" title="08-1942-frase-generale-gambara" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/08-1942-frase-generale-gambara.jpg" alt="" width="400" height="350" /></a></p>
<p>Diversa sorte toccava ai non assimilati: «dei 979 processi del Tribunale speciale ben 131 furono celebrati contro sloveni e croati della Venezia Giulia. Di 47 condanne a morte, pronunciate da questo tribunale fascista, ben 36 riguardavano sloveni e croati, e 26 furono eseguite (a Basovizza e Opicina, presso Trieste e al Forte Bravetta, a Roma)». Tutti questi avvenimenti costituirono le premesse storiche che, dopo l'aggressione nazifascista alla Jugoslavia e la sua spartizione (attraverso un piano che Alessandra Kersevan ritiene simile allo «smembramento della Jugoslavia che si è attuato negli anni Novanta»), condussero all'ipertrofia delle azioni sanguinarie, terroriste e liberticide dello Stato italiano. Furono circa 200 mila i civili «ribelli» che, senza neanche un processo, morirono sotto il piombo dei plotoni di esecuzione italiani in Slovenia, «Provincia del Carnaro», Dalmazia, Bocche di Cattaro e Montenegro (di cui ha scritto Giacomo Scotti sul <em>Manifesto</em> del 4 febbraio 2005, «Così iniziò la stagione di sangue»).<br />
Furono inoltre circa 100 mila i civili jugoslavi, fra sloveni, croati, serbi e montenegrini, che vennero internati nei lager italiani nel periodo che va dal 1941 all'8 settembre 1943, quindi anche dopo la caduta del governo fascista avvenuta il 25 luglio 1943 e durante i primi 45 giorni del governo Badoglio voluto da Vittorio Emanuele III. Tra i circa 100 mila internati ne morirono per fame e malattie 4141 nei campi e molti altri nei trasferimenti da un campo all'altro. I lager, sia quelli gestiti dall'esercito (in molti casi, a parte l'apparato di sorveglianza, simili a tendopoli recintate da filo spinato) che quelli gestiti dal ministero dell'Interno («spesso insediati in vecchi edifici, ex conventi, opifici o ville padronali, lontani dai centri abitati ma anche in mezzo al paese»), venivano organizzati come parte integrante di una strategia di guerra e di antiguerriglia.<br />
I campi di concentramento per civili jugoslavi più tristemente famosi furono: Arbe-Rab (un'isola annessa dall'Italia il 18 maggio 1941 e oggi appartenente alla Croazia ); Gonars, un paese a sud di Udine; Visco, un comune della provincia udinese; Monigo, un comune della provincia di Treviso; Chiesanuova di Padova; Cairo Montenotte, un comune della provincia di Savona; Renicci in provincia di Arezzo e in riva al Tevere; Colfiorito, una frazione del comune di Foligno (PG); Fraschette di Alatri, campo gestito dall'autorità civile in provincia di Frosinone.<br />
L'obiettivo di Benito Mussolini e del generale Mario Roatta, autentico ideatore di questo specifico circuito concentrazionario, era quello di rinnovare la politica di pulizia etnica e di annientare ogni possibile appoggio alla resistenza jugoslava. Le modalità di organizzazione, le regole istituzionali interne e le condizioni di vita degli internati non erano diverse da quelle di tutti i circuiti dei sistemi segregativi del passato o attuali, in cui lo Stato spende poco denaro, supera le fasi giuridiche dei processi, accentua formalmente e sostanzialmente la differenziazione del «sistema dei diritti» tanto da creare un diritto extralegale e/o «emergenziale», sviluppa politiche razziste e inevitabilmente offre il massimo della sofferenza ai segregati non collaborazionisti.</p>
<p><a href="http://insorgenze.files.wordpress.com/2008/09/narodni_dom_triest.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-258" title="narodni_dom_triest" src="http://insorgenze.wordpress.com/files/2008/09/narodni_dom_triest.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>I lager italiani per civili slavi erano divisi in due categorie fondamentali: i «repressivi», per amici e parenti dei presunti partigiani antifascisti, e i «protettivi» per i collaborazionisti. In genere i due gruppi erano dislocati in settori diversi di un medesimo lager. In ogni campo c'erano poi i «capi baracca» e le condizioni di vita degli internati variavano in base alla classe sociale di provenienza, alle condizioni di salute, alla possibilità o meno di acquistare delle merci, alla possibilità o meno di ricevere pacchi con viveri e indumenti da parenti o gruppi di solidarietà, alla loro eventuale funzione lavorativa, al sesso e all'età.<br />
In generale l'alimentazione degli internati, oltre ad essere in media dimezzata rispetto a quella dei soldati, era caratterizzata da un sistema definito «fisso decrescente»: una quantità fissa di alimenti che decresceva qunato più si stava in basso nella gerarchia degli internati. I collaborazionisti e i «capi baracca» erano quelli meglio alimentati. Dopo di loro, come avveniva nel campo di Gonars, venivano gli internati che lavoravano nel campo, i medici e gli infermieri, gli ammalati dell'infermeria e infine i non lavoratori, i ragazzi e i bambini. All'interno dei lager, la maggior parte degli internati mangiava solo un po' di brodaglia e un pezzetto di pane al giorno, non riceveva adeguate cure mediche e viveva nella sporcizia. L'affamamento era causa di precise direttive dei vertici del governo fascista, oltre che di numerose speculazioni commerciali di ditte private. «Logico e opportuno che campo di concentramento non significhi campo di ingrassamento. Individuo malato = individuo che sta tranquillo», questo scriveva in un appunto del 17 dicembre 1942 il generale Gastone Gambara, l'allora comandante dell'XI Corpo d'Armata. Donne, bambini e anziani, stante questo scenario, morivano a migliaia di fame e malattie Morivano in silenzio e morendo facevano risparmiare altro denaro allo Stato. Il libro di Alessandra Kersevan ci ricorda tutto ciò. Emoziona e fa riflettere. Leggendolo si ha la sensazione di ascoltare le voci di donne, uomini e bambini che dai lager italiani del 1941-1943 urlano contro vecchie e nuove rimozioni della verità storica.</p>
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<title><![CDATA[Colonialismo francese e Berlusconi!]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/?p=975</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 22:12:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
<guid>http://myamazighen.ca.wordpress.com/2008/09/11/colonialismo-franceseje-accuse/</guid>
<description><![CDATA[Un blog di opinionisti sta&#8217; tenendo banco in questi giorni in Marocco creando non poche diverg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/09/medina4.jpg"></a><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/09/hassanii.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-982" title="hassanii" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/09/hassanii.jpg" alt="" width="200" height="253" /></a>Un <strong>blog</strong> di opinionisti sta' tenendo banco in questi giorni in <strong>Marocco</strong> creando non poche divergenze di opinione e scannamenti vari. Tutto é iniziato con un articolo del giornalista <strong>Rachid El Haibi</strong>, pubblicato su emarrakech, dal titolo: "Francia:  Alt all'arroganza coloniale". Questo articolo nasce, pensate, dall'atto di scuse offerto dal nostro Capo di Governo, <strong>Mr.Berlusconi</strong>, alla Libia, nella persona di<strong> Mr.</strong> <strong>Gheddafi</strong>. Una descrizione accurata relativa all'indennizzazione italiana di<strong> 5 miliardi</strong> di dollari, considerata un "<em><strong>gesto di buona intenzione e di umanità</strong></em>". L'articolo prosegue facendo dei paragoni con il <strong>coloniasmo francese</strong> in <strong>Marocco </strong>(ma noi italiani in<strong> Libia</strong> ed<strong> Etiopia</strong> abbiamo fatto solo dei danni!), scagliandosi sui danni provocati da questa "aggressione" e via dicendo. Chiama in causa il Presidente<strong> Sarkozy</strong> e le autorità francesi ponendo loro tutte le responsabilità del caso; i massacri di<strong> Selma</strong>, <strong>Guelma</strong> e <strong>Kherrata</strong>, nel maggio del 1945 e molto altro. E ovviamente chiede le scuse ufficiali, come quelle di Berlusconi a Gheddafi, avendo creato un precedente. Non sto' a tradurlo perché é un articolo molto di <strong>parte</strong>, condito da citazioni sul colonialismo <strong>tout court</strong>, senza una minima logica nell'esporre i fatti reali ed attenendosi solamente ad un certo tipo di "<strong>memoria</strong> <strong>storica</strong>". Bene, molti posts sono arrivati in risposta, eccetto un paio deliranti tutti sono concordi a grandi 