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	<title>ciencia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ciencia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ciencia"</description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:39:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Odiar, ¿nos vuelve más fe@s?]]></title>
<link>http://malamalisimaa.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:38:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>malamalisimaa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Está demostrado científicamente que cuando nos enamoramos o cuando encontramos soluciones a los pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Está demostrado científicamente que cuando nos enamoramos o cuando encontramos soluciones a los problemas, (Es decir estamos felices) liberamos unas hormonas denominadas <strong>Endorfinas</strong>, las cuales son segregadas por la glándula pituitaria en el centro del cerebro, actúando sobre nuestro sistema nerviso central y  provocándonos sensaciones placenteras.</p>
<p>Sin embargo, las endorfinas no son las únicas hormonas implicadas en la felicidad, encontamos un sin fín de reacciones en nuestro organismo que nos ayudan a alcanzar ese estado de bienestar (adrenalina, serotonina...).</p>
<p>De manera que nuestra apariencia externa se vé influenciada positivamente por este cambio hormonal tan agradable.</p>
<p>Pero,<strong> ¿y si en vez de felicidad sentimos emociones negativas?<br />
</strong>Es curioso, pero la reacción hormonal contraria ocurre cuando nos sentimos angustiados, o cuando odiamos de forma excesiva, las endorfinas disminuyen, la neurotransmisión de serotonina decrece, así como otras múltiples reacciones órganicas se producen ante tales sentimientos...</p>
<p>De manera que nuestro físico también se vé afectado durante estos cambios, que pueden llevarnos a estados depresivos, afectividad negativa entre otras.</p>
<p><strong>¿</strong><strong>Qué debemos hacer por lo tanto para estar guap@s?<br />
</strong>Es aconsejable, buscar salidas a nuestras emociones negativas, la rabia, el odio, además de producirnos sensaciones displacenteras, provocan tanto interna como externamente una apariencia mucho menos bella.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-126" src="http://malamalisimaa.wordpress.com/files/2008/07/felicidadd.jpg?w=97" alt="" width="97" height="129" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pais Bebês]]></title>
<link>http://edsongil.wordpress.com/?p=1336</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 17:03:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Dognaldo Gil</dc:creator>
<guid>http://edsongil.wordpress.com/?p=1336</guid>
<description><![CDATA[http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=1534]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&#38;Itemid=18&#38;task=detalhe&#38;id=15341</p>
<p>IHU 18/7/2008</p>
<p><strong>Recém-nascidos poderão ser pais</strong><br />
<em><br />
Há 30 anos, o nascimento de Louise Brown, o primeiro bebê de proveta, marcou uma genuína revolução na medicina — um dos poucos avanços que realmente merecem a qualificação. A reportagem é do jornal O Globo, 17-7-2008.<br />
</em></p>
<p>Até então, os médicos tinham quase nada a oferecer a casais estéreis. O nascimento de Louise, em 25 de julho de 1978, mostrou que havia um caminho. Hoje, estima-se que quatro milhões de pessoas em todo o mundo foram geradas por fertilização assistida.</p>
<p>A área não parou de se desenvolver e, numa série de artigos publicados na revista “Nature” esta semana, especialistas prevêem que os próximos 30 anos haverá novas revoluções. Nenhuma área da medicina teve tantos avanços técnicos e criou tantos problemas éticos.</p>
<p>Filhos gerados após a morte dos pais, crianças com duas mães biológicas, úteros de aluguel e óvulos à venda são apenas algumas das questões atuais.</p>
<p>Davor Solter, um dos maiores inovadores em biologia do desenvolvimento, atualmente no Instituto de Biologia Médica de Cingapura, está convencido de que a infertilidade terá fim. Com o uso de células-tronco pluripotentes induzidas para gerar óvulos ou espermatozóide qualquer um poderá ter filhos, a despeito de sua idade.</p>
<p>“Recém-nascidos poderão ser pais, assim como pessoas com mais de 100 anos. Isso poderá facilmente acontecer em 30 anos”, escreveu Solter.</p>
<p>Scott Gelfand, diretor do Centro de Ética da Universidade Estadual de Oklahoma, diz que não demorará muito até que fetos possam se desenvolver fora do útero. Para ele, é um avanço fascinante e assustador.</p>
<p>Mulheres poderiam ser obrigadas a abrir mão da gestação normal e optar pelo útero artificial para evitar, por exemplo, nascimentos prematuros ou síndrome álcool-fetal, observou.</p>
<p>Alguns especialistas acreditam que os altos custos da reprodução assistida poderão ser drasticamente reduzidos. Alan Trounson, um dos pioneiros da reprodução assistida e diretor do Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia, disse à “Nature” que drogas baratas e a redução do uso de equipamentos caros baixará o preço do tratamento para menos de US$ 100. Isso tornará a fertilização in vitro acessível para muitas mulheres de países pobres, que sofrem discriminação por serem inférteis, afirmou Trounson.</p>
<p>Quase todos os especialistas não têm dúvidas de que a clonagem reprodutiva irá acontecer. Porém, bebês clonados não serão comuns, principalmente por restrições éticas.</p>
<p>Já a seleção de embriões deverá se disseminar. Hoje, as técnicas de pré-implante de embriões permitem selecionar não só o sexo quanto verificar se um embrião tem pelo menos 200 doenças.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soterio-eco-logia]]></title>
<link>http://edsongil.wordpress.com/?p=1334</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:52:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Dognaldo Gil</dc:creator>
<guid>http://edsongil.wordpress.com/?p=1334</guid>
<description><![CDATA[http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=1533]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&#38;Itemid=18&#38;task=detalhe&#38;id=15337</p>
<p>IHU 18/7/2008</p>
<p><strong>A religião para conter o deserto?</strong></p>
<p><em>“A extrapolação das tendências atuais na redução da biodiversidade implica um desfecho para a civilização dentro dos próximos cem anos.” E o único caminho para reverter esse quadro, propõe o biólogo Paul R. Ehrlich “talvez seja uma transformação quase religiosa, que leve à apreciação da diversidade por si própria, independentemente de seus benefícios diretos para a humanidade”. É o mesmo caminho proposto pelo coordenador da obra, o biólogo Edward O. Wilson", escreve Washington Novaes, jornalista, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 18-7-2008.</em></p>
<p>por WASHINGTON NOVAES</p>
<p>A recente divulgação de mais um relatório da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) da ONU, assim como novos congressos sobre desertificação no Brasil, trazem de volta o tema. O relatório da FAO, com um balanço dos últimos 20 anos, diz que a degradação do solo no mundo - medida pelo declínio nas funções e na produtividade de um ecossistema - já atinge mais de 20% das terras ocupadas pela agricultura, 10% das pastagens, 30% das áreas de floresta. E afeta 1,5 bilhão de pessoas, com insegurança alimentar, perdas agrícolas, perda da biodiversidade, necessidade de migrar. Também influi no clima, porque a perda de biomassa e de matéria orgânica no solo desprende carbono. E leva à redução do fluxo hidrológico, porque se reduz a capacidade de a terra desmatada reter água. A China está com 457 mil km2 afetados; a Índia, com 177 mil; a Indonésia, 86 mil; Bangladesh, 72 mil. Para o Brasil, o relatório aponta 46 mil km2, embora nossos relatórios nacionais mencionem 180 mil km2 em diferentes etapas do processo de desertificação, principalmente no Semi-Árido nordestino, mais Espírito Santo e Minas Gerais (11 Estados ao todo).</p>
<p>Os relatórios apontam situações difíceis em áreas que o mundo se habituou a considerar desenvolvidas e ausentes de questões dessa natureza. É o caso da Espanha, por exemplo, onde um terço do território é considerado como de “risco significativo” nessa área, principalmente por causa da escassez de água. Até o fim deste século, prevê-se que o fluxo hidrológico ali, especialmente no sul do país, diminua 22%. Barcelona, cidade admirada e invejada, enfrenta uma escassez inédita, que a leva a disputar com outras zonas as águas do Rio Ebro (que quer transpor e captar, para diminuir a crise). E até a proibir que se encham piscinas.</p>
<p>A Austrália é outra área com graves dificuldades, já que o fluxo das principais bacias hidrográficas caiu 41% - é o mais baixo em 117 anos, desde quando se têm registros - e afeta a produção de frutas, grãos e outros bens. Certamente é essa uma das razões que levaram o país (o maior exportador de carvão no mundo) a mudar sua posição e aderir ao Protocolo de Kyoto, sobre mudanças climáticas. As previsões dos cientistas para lá são de que as “ondas de calor” se tornarão muito mais freqüentes e afetarão ainda mais o fluxo dos rios (cada grau Celsius de alta na temperatura média pode reduzi-lo em 15%, dizem alguns cientistas).</p>
<p>O fato é que o drama da desertificação avança à razão de 60 mil km2 por ano no mundo. E seriam necessários, diz a ONU, pelo menos US$ 12 bilhões anuais para programas de informação, monitoramento e recuperação de áreas. Mas esses recursos não estão disponíveis, embora os prejuízos anuais sejam muito maiores que isso, sem falar no drama das migrações e conflitos que provocam. No Brasil mesmo, os R$ 500 mil anuais teoricamente disponíveis para o Fundo de Iniciativas Sociais no Semi-Árido têm sido reduzidos a ridículos R$ 25 mil/ano. Quando deveríamos ser muito mais cuidadosos. Além do Semi-Árido, as imagens de satélites mostram cada vez mais pontos problemáticos em todo o território nacional, da fronteira gaúcha ao sudoeste goiano. E já há alguns anos o Ministério do Meio Ambiente apontava uma perda de 90 milhões de toneladas anuais de solo fértil por ano no Cerrado, por causa de erosão; no Rio Grande do Sul, 80 milhões/ano; no País todo, 1 bilhão de toneladas anuais. É possível que o plantio direto nas lavouras de grãos tenha reduzido esses números, mas eles ainda são altos. E a área de pastagens degradadas é enorme: em Goiás, na última negociação com o Fundo do Centro-Oeste, foram apontados 70% das pastagens em algum estágio de degradação. No mundo, estima-se que a perda seja de 23 bilhões de toneladas anuais de solo. E leva 30 anos para o solo em descanso recompor uma polegada de terra fértil.</p>
<p>Enquanto tudo isso acontece, ganha mais corpo uma discussão que ao longo das últimas décadas se desenvolveu timidamente, confinada quase apenas a áreas ditas “ambientalistas”. Um dos primeiros a expô-la foi o biólogo Paul R. Ehrlich, da Universidade de Stanford, na Califórnia - segundo quem o problema da relação do ser humano com seu meio físico e com as espécies das quais depende só terá encaminhamento com o que chama de “recuperação do sagrado”, quando nossa espécie reconhecer o direito à vida de todas as espécies, independentemente de sua utilidade para os humanos (como alimentos ou materiais). Diz ele (Biodiversidade, Editora Nova Fronteira, 1997) que “a causa básica da decomposição da diversidade orgânica não é a exploração ou a maldade humana, mas a destruição de hábitats que resulta da expansão das populações humanas e suas atividades”. Para ele, “muitos desses organismos que o Homo sapiens está destruindo são mais importantes para o futuro da humanidade do que a maioria das espécies sabidamente em perigo de extinção; as pessoas precisam mais de plantas e insetos do que precisam de leopardos e baleias (sem querer com isso menosprezar o valor dos dois últimos)”. Seu prognóstico: “A extrapolação das tendências atuais na redução da biodiversidade implica um desfecho para a civilização dentro dos próximos cem anos.” E o único caminho para reverter esse quadro “talvez seja uma transformação quase religiosa, que leve à apreciação da diversidade por si própria, independentemente de seus benefícios diretos para a humanidade”. É o mesmo caminho proposto pelo coordenador da obra, o biólogo Edward O. Wilson, em outro livro - A criação, Companhia das Letras, 2007) - já comentado neste espaço. Wilson acha que a única possibilidade de mudança rápida no padrão civilizatório, capaz de rever os rumos, está numa aliança entre a ciência e a religião.</p>
<p>Pois não é que o Equador está discutindo incluir em sua Constituição os “direitos da natureza”?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ajax encore.]]></title>
<link>http://plauchu.wordpress.com/?p=355</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:13:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Plauchu</dc:creator>
<guid>http://plauchu.wordpress.com/?p=355</guid>
<description><![CDATA[
BonJour!!,il y a un mois que je ne ecrirais pas rien, excusez-moi. J&#8217;ai retourné au monde de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://plauchu.wordpress.com/files/2008/07/version0.png" /></p>
<p>BonJour!!,il y a un mois que je ne ecrirais pas rien, excusez-moi. J'ai retourné au monde de Ajax la semaine avant. Je suis un train de programmer une application pour la Web 2.0 (point du vente) en XHTML, AJAX et PHP (plus tard le contrôle modèle va être en Python ou Perl, je ne le décide pas encore).<br />
C'est pour ma magasin (de ma fiancée aussi) en Durango... Chacharinez :) (le logo qu'est là-haut, je l'ai fait en GIMP jeje),<br />
Je suis à Monterrey mais On est (la magasin) à "Victoria 211 Sur Interior 3, Durango, Dgo, México" vous pouvez achète-nous du choses!!! (accesorios pour femmes uniquement).<br />
Salut à ma fiancée, je l’aime. Au Revoir!!! :).</p>
<p align="center"><img src="http://www.nosolocodigo.com/wp-content/uploads/2008/02/ajax_p.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[QUANDO MORRE UM POETA por pedro salgueiro]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3002</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:56:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3002</guid>
<description><![CDATA[“Eu sou eu, íntegro e inviolável dentro de mim mesmo. (&#8230;) O que está no limiar e afogado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:right;margin:0 0 0 106.2pt;" align="right"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">“Eu sou eu, íntegro e inviolável dentro de mim mesmo. </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(...)<em> O que está no limiar e afogado no abismo.”</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">(José Alcides Pinto, 10/09/1923 — 03/06/0 oito)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Quando morre um poeta o mundo fica lastimavelmente mais pobre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Terrivelmente mais triste. Inevitavelmente mais feio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Às 11h15min de um sábado, dia 31 de maio de 2008, um imenso dragão, disfarçado de motocicleta, atacou impiedosamente o velho poeta, de 85 anos, José Alcides Pinto, em plena Rua General Sampaio, bem em frente ao palacete conhecido como Vila do Barão, de ladinho da Praça da Bandeira, nos arredores da Faculdade de Direito do Ceará.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">O rapaz da banca de revista próxima disse que ele havia passado cedo com alguns envelopes na mão, “dessa vez não vinha com a moça loura”, completou; no envelope iam os dois livros recém publicados, mas ainda não lançados, que despacharia para alguns amigos do Rio e São Paulo. Voltava devagarinho (talvez ainda não recuperado do cobreiro que o maltratara meses atrás), esperou debaixo de uma árvore o trânsito acalmar, apressou o passo e... Parou no meio da pista ainda molhada pela garoa de fins de maio, quando finalmente avistou o pássaro enorme em vôo rasante, ainda deu pra notar o vermelho dos olhos da fera, as teias de aranhas das asas e o barro seco das garras, que era com certeza lá das coroas do rio Acaraú.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">O poeta saiu quebrado numa ambulância, o motoqueiro foi manquitolando atrás; a moto esquecida na sarjeta. 40 minutos depois sua filha passa tranqüilamente na mesma calçada; o rapaz da banca grita para avisar do acidente, ela apressa o passo fugindo do enxerimento. Quem deve ter lhe contado a triste notícia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">No dia 02 de junho a alma, também magérrima, do nosso saudoso poeta maldito foi, na frente, esperar pelo corpo que já ia em cortejo rumo a São Francisco do Estreito, Santana do Acaraú, Fazenda “Terras do Dragão”, comboiado por Sérgio Braga, Lustosa da Costa, Audifax, José Teles, Carlos Augusto Viana e outros amigos do peito. Deu tempo ainda de pôr os últimos números em sua lápide, que havia sido meticulosamente preparada por ele anos antes. Não havia tido coragem de adivinhar o último algarismo. Reencontrava enfim seu pai, sua terra, sua paz...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">SOB O SIGNO DA POLÊMICA</span></span></strong><span style="text-decoration:underline;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Na juventude freqüentava a casa de Otacílio de Azevedo, convivendo com os filhos do pintor e poeta, Rubens, Miguel Ângelo (Nirez) e Rafael Sânzio; já tinha um jeito despojado e falaz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua alcunha entre os estudantes era “Alma de Gato”, talvez pela magreza exagerada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua ida para o Rio, sua volta à terrinha, sua saída do emprego na Universidade Federal do Ceará, seu uso de um traje franciscano, sua adesão ao nascente concretismo, seus amores e desamores, enfim, seu comportamento de uma vida inteira foi marcado pela polêmica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Enquanto os outros grandes poetas de sua geração vestiram o paletó e(ou) a camisa da oficialidade e(ou) o da reclusão, ele arriscou a jaqueta surrada da marginalidade e da maldição; enquanto uns cavavam prêmios e condecorações e outros se fechavam mais e mais em seus casulos, ele corria calçadas, mexendo com as moças, instigando jovens poetas sujos e cabeludos, espalhando boatos difamatórios sobre si mesmo. Criou uma imagem tão forte e polêmica sobre ele próprio, que às vezes ele mesmo esquecia quem realmente era: um sujeito frágil e religioso, bom pai, que ia à missa toda semana e rezava antes de dormir. E tinha uma das gargalhadas mais sinceras que conheci.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sempre estava cercado (e ajudado) por uma leva de boas almas, mas também por uma corja de parasitas, cujas benesses (e elogios) ele sabia manipular com maestria; todos admiradores de seus poemas e de seu comportamento arrojado. Sobre os de boa-fé quase sempre despejava injúrias, não raro alguns de seus melhores amigos e colaboradores saíram magoados de seu convívio; em cima dos oportunistas jogava iscas, elogios falsos e prefácios não escritos. Sempre esteve acima do bem e, principalmente, do mal; todos debitavam suas ações polêmicas ao seu gênio literário. Os ofendidos perdoavam sempre; os canalhas engordavam à sombra de suas asas negras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Estava acima do bem e do mal: tanto fazia engendrar um poema genial (e pendurá-lo no arame do varal) como caluniar um amigo que tanto o ajudara. Todos o perdoavam com um rizinho de escárnio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Estava acima do bem e do mal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">UNS ALTOS MUITO ALTOS, UNS BAIXOS...</span></span></strong><span style="text-decoration:underline;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Ao amigo que me dizia que ele tinha altos e baixos, eu retrucava: “— E qual o poeta que não os têm!?”. Depois lembrava que para cada poema fraco dedicado a Lady Diana ou Chico Mendes (ou algumas rimas escatológicas) ele tinha no mínimo uma dúzia de versos endiabrados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Precisaríamos de alguém com muito talento, coragem e ética para fazer um inventário de sua vida e obra; alguém com isenção estética e moral para mapear suas forças e fraquezas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Talvez com a devida distância do corpo físico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">A CAVERNA DO DRAGÃO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Na minha “Crônica da Gentilândia”, do livro <em>Fortaleza Voadora</em>, digo: “...e o velho dragão Alcides Pinto sobrevoando as copas das árvores, com suas asas negras — quando ele se cansa de resmungar sozinho em sua caverna e sai para assustar os últimos bêbados da Gentilândia”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">À sua casa corriam as mais diversas faunas literárias; escritores de várias idades, ideologias e estéticas, principalmente os mais jovens, que ficavam embevecidos com as atitudes despojadas, estridentes e loquazes do velho poeta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Sua residência mais famosa foi a da Rua Rodrigues Junior, casa grande, sempre muito freqüentada; ainda hoje muitos contas histórias e causos nem sempre verídicos, muitas fantasias e traquinagens ficaram no anedotário boêmio-intelectual dessa nossa loirinha desmiolada pelo sol, tão pródiga em tipos populares e bodes YoYôs, literários ou não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Já o conheci na Vila Cordeiro, na Av. Tristão Gonçalves, bem próximo à vilinha em que ainda hoje mora minha mãe. Habitava uma casa conjugada, numa pobreza franciscana mas digna, com sua querida filha Jamaica. Também conheci seu filho Antonin Artaud, um rapaz magro como o pai, porém de temperamento calmo, com uma timidez oposta à tagarelice do seu progenitor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Convivi por um bom tempo com o poeta (era meados dos anos 1990), através dele e de suas muitas visitas fiquei sabendo dos subterrâneos de nossa literatura, tão pródiga em fofocas e vaidades. Ali tive um curso intensivo de como transitar, e sair sem arranhões (embora eu não tenha tirado boas notas em algumas matérias) da famigerada guerrilha literárias e suas disputas por farelos e migalhas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Um dia me pediu para que organizasse seus contos, que estavam dispersos em um livro, <em>Editor de Insônias</em> (1965), e uma miscelânea, <em>Reflexões, terror, sobrenatural</em> (1984), além de alguns inéditos datilografados em folhar amarelecidas. Em 1997, o Dr. Martins Filho publica essa edição de seus contos completos, <em>Editor de Insônias e outros contos</em>, pela Coleção Alagadiço Novo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Depois soube que ele andou criticando umas palavras que inseri como “Nota do Organizador”, ou sugerindo que eu estava querendo aparecer às suas custas. Nunca passei recibo nem tomei satisfação, apenas me afastei um pouco de seu convívio. Depois disso ele sempre repetia para mim ou para alguns amigos: “Se não fosse você, o livro não teria saído”, no que eu sempre respondia: “Pois não é, poeta. Quem sabe se um dia a gente não tira uma 2ª edição, não é!?”. No seu último livro tem um poema dedicado a mim (quem sabe ainda resquício de uma consciência pesada) e a Nilto Maciel, a quem levei, depois da volta definitiva deste ao Ceará, à sua casa e anunciei alto da porta:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">“— Poeta, tô aqui com o maior contista do Ceará!”, no que ele perguntou lá de dentro: “— Quem, poeta, o Airton Monte?”, acabando de vestir as calças; caímos na gargalhada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">A última vez que o vi ele estava saindo da sua vilinha com a Jamaica, cumprimentei-o e ele me perguntou onde era o “Buraco da Gia”, pois estava querendo arranjar uma empregada e lhe deram um endereço, falei que era na Princesa Isabel, vizinho à minha casa, e fomos caminhando devagar. Quando chegou perto do beco ele parou, receoso, e disse que só entraria lá se eu fosse com eles, depois puxou uma pequena faca de mesa, dessas de cortar bife, e disse que estava preparado (mas que era bom eu entrar com ele, disse assombrado). Olhei para Jamaica, que também estava rindo, e disse que não tivesse receio que ali só morava gente de bem, e me despedi alegando ainda ir pegar minha filhinha no colégio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">Não tive coragem de ir vê-lo em seu velório na Academia Cearense de Letras. Queria ficar com a lembrança dele vivo, alegre e brincalhão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">E parece que estou vendo aquele sujeito magro (“tão magro que parecia estar sempre de perfil”, como bem disse, em seu <em>A Guerra</em><em> do Fim do Mundo</em>, Vargas Llosa), com sua gargalhada sempre sincera, dizendo — e apontando pra si mesmo — para os muitos anjinhos (ou demoninhos, tanto faz) que lhe cercam em algazarra:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:200%;font-family:&#34;">“— Agora quem manda aqui é esse poeta ‘Viadão Pós-Moderno’!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;line-height:200%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45.1pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">“Eu sou aquele que come as flores do aniversário.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45.1pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">(José Alcides Pinto, </span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">10/09/1923 — 03/06/2008</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:&#34;">)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="text-decoration:underline;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:right;margin:0;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:45pt;line-height:200%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/pedro-salgueiro-foto-poema_jose_alcides_pinto.jpg"><img class="size-full wp-image-3003  aligncenter" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/pedro-salgueiro-foto-poema_jose_alcides_pinto.jpg" alt="" width="500" height="475" /></a> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></em></strong></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong>Pedro Salgueiro</strong> tem dois filhos, dez irmãos e derrubou algumas árvores para fazer diversos livros. Faz uns continhos que, de tão curtos, estão quase desaparecendo. Tem uma mãe que faz o melhor capote da cidade. Sente muita saudade de um pai que era sapateiro de chinelos e idéias.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prueban con éxito el transplante de neuronas [por Jose Megias Verges]]]></title>
<link>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=525</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:35:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>emulenews</dc:creator>
<guid>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=525</guid>
<description><![CDATA[El descubrimiento ha sido publicado en la revista Journal of Neurosurgery y lo han logrado científi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El descubrimiento ha sido publicado en la revista Journal of Neurosurgery y lo han logrado científicos del Centro de Trauma Cerebral y Reparación (University of Pennsylvania School of Medicine).
</p>
<p>
El trasplante de neuronas para reparar el sistema nervioso ya se había logrado con animales, pero en la práctica existen pocas fuentes viables de neuronas que resulten útiles para su utilización clínica. Ahora el equipo de investigadores, liderado por Douglas H. Smith, demostró que se podía inducir el crecimiento de fibras nerviosas (conocidas como axones) en respuesta a una tensión mecánica.
</p>
<p>
Para conseguirlo, utilizaron neuronas de rata obtenidas de los ganglios de la raíz dorsal en recipientes repletos de nutrientes, conectando entre sí los axones de las neuronas de platos diferentes. Un sistema mecánico controlado por ordenador haría el resto, encargándose de ir separando lentamente los platos, a lo largo de varios días. El largo de los axones aumentó a la par del movimiento de las placas. Luego se incrustaron estas neuronas en una fina película de colágeno y se implantaron en bloque en una rata que tenía una lesión en la médula espinal.
</p>
<p>
Cuando pasaron 4 semanas del implante se observó cómo la geometría del bloque trasplantado se mantenía, y las neuronas sobrevivian, y lo más importante, los axones de los extremos de la lámina se habían conectado con los de la rata receptora, formando un puente de tejido nervioso funcional.
</p>
<p>
Ahora, el gran reto es conseguir esto humanos. El equipo de investigadores ya está trabajando en esta dirección, de hecho, ya han obtenido neuronas humanas cosechadas de 16 pacientes seleccionados. Las neuronas en cuestión han sobrevivido más de tres meses en el cultivo de los científicos y sus axones han crecido a razón de casi 1 milímetro por día, hasta alcanzar una longitud de 1 centímetro. Estas neuronas siguen siendo perfectamente funcionales.
</p>
<p>
De lograrse, el trasplante de neuronas puede cambiar drásticamente la calidad de vida de muchos pacientes con lesiones cerebrales, podrían interactuar con el sistema nervioso del paciente y cumplir perfectamente con las funciones que se encuentren dañadas.
</p>
<p>
<a href="http://www.neoteo.com/prueban-con-exito-el-transplante-de-neuronas.neo">Noticia relacionada</a>.
</p>
<p>
<a href="http://www.newswise.com/articles/view/538087/">Researchers Engineer First System of Human Nerve-Cell Tissue</a>.
</p>
<p>
Artículo técnico: Jason H. Huang et al. "<a href="http://thejns.org/doi/abs/10.3171/JNS/2008/108/2/0348">Harvested human neurons engineered as live nervous tissue constructs: implications for transplantation</a>,"  Journal of Neurosurgery, Volume 108, Number 2, February 2008 .</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colonizar Venus con ciudades flotantes]]></title>
<link>http://agaudi.wordpress.com/?p=10430</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:04:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jordi Guzman</dc:creator>
<guid>http://agaudi.wordpress.com/?p=10430</guid>
<description><![CDATA[
Aparentemente, la gente de la comunidad espacial tienen una tendencia a empujar los límites del pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   &#60;![endif]--></p>
<p style="text-align:justify;">Aparentemente, la gente de la comunidad espacial tienen una tendencia a empujar los límites del pensamiento sobre todas las posibilidades que nos esperan en el universo. Uno de los casos: Geoffrey Landis. Landis es un científicos de la NASA en el Centro de Investigación Glenn que escribe sobre ciencia-ficción en su tiempo libre. La semana pasada Landis compartió con nosotros sus ideas para el uso de un aeroplano alimentado por energía solar para estudiar Venus. Esta semana, Landis va un paso más allá (en realidad, varios pasos más allá) con sus <a href="http://agaudi.files.wordpress.com/2008/07/cloudcity.jpg"><img class="size-full wp-image-10431 alignright" src="http://agaudi.wordpress.com/files/2008/07/cloudcity.jpg" alt="" width="350" height="225" /></a>ideas sobre la colonización de Venus. Sí, Venus, nuestro caliente planeta vecino con un efecto invernadero desbocado y una aplastante presión en la superficie que ha condenado a las pocas naves que han intentado alcanzar el misterioso paisaje del planeta. Landis que la superficie de Venus está bastante fuera de la cuestión de la habitabilidad humana. Pero por encima de aproximadamente 50 kilómetros de la superficie, Landis dice que la atmósfera de Venus es el entorno más parecido al de la Tierra, en el Sistema solar. Lo que Landis propone es crear ciudades flotantes en Venus donde la gente podría vivir y trabajar, así como estudiar el planeta que tienen abajo.</p>
<p>“Hay un montón de gente que ha propuesto colonias espaciales, como colonias que está en el espacio libre, separadas del planeta”, dijo Landis. “Y yo dije, bueno, si piensas en un futuro lejano, por qué no pensar en algo más innovador”.</p>
<p style="text-align:justify;">50 km por encima de la superficie, Venus tiene una presión del aire de aproximadamente 1 bar y temperaturas en un rango de entre 0°C y 50°C, un entorno bastante confortable para los humanos. Los humanos no requerirían trajes presurizados cuando salieran al exterior, pero tampoco sería un entorno para ir en mangas de camisa. Necesitaríamos aire para respirar y protección del ácido sulfúrico de la atmósfera.</p>
<p style="text-align:justify;">En la observación de Venus, el hecho que impactó más a Landis es que la atmósfera de la Tierra de nitrógeno y oxígeno en realidad flotaría en la atmósfera de Venus de dióxido de carbono. “Debido a que la atmósfera de Venus es de CO<sub>2</sub>, los gases en los que vivimos habitualmente, nitrógeno y oxígeno, sería un gas que se elevaría”, dijo. “En la Tierra, sabemos cómo lograr que algo se eleve, necesitas algo más ligero que el aire. Bien, en Venus, ¿lo adivinas? Nuestro aire es más ligero que el aire, o al menos, más ligero que la atmósfera de Venus”.</p>
<p style="text-align:justify;">Entonces, creas una burbuja, la llenas con aire similar al de la atmósfera terrestre, y flotaría en Venus. “Si pudieras simplemente tomar la sala donde estás sentado y reemplazar los muros por algo más delgado, la sala flotaría en Venus”, dijo Landis.</p>
<p style="text-align:justify;">El mayor reto sería usar una sustancia resistente al ácido sulfúrico para formar las capas exteriores de la burbuja; los productos cerámicos o sulfatos de metal podrían posiblemente servir para este papel, pero por supuesto, te gustaría ver lo que hay en el exterior también. “Simplemente piensa en las fantásticas fotografías que podrías tomar”, dijo Landis.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuando se le pregunta si alguna vez ha pensado en <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Terraformar" target="_blank"><strong>terraformar </strong></a>Venus, Landis dijo, “¡Oh, sí, por supuesto! Esa es una de las razones por las que empecé a pensar en las ciudades flotantes de Venus. Cuanto más miras a Venus, más dices, ‘oh dios mío, terraformarlo sería un proyecto realmente complicado’”.</p>
<p style="text-align:justify;">Mirando atrás, aproximadamente a 1962 cuando Carl Sagan habló por primera vez sobre la idea de terraformar Venus, no conocía el reto que sería Venus. “No tenían bastante conocimiento de cómo sería de difícil la terraformación de Venus, no sabían cómo de gruesa era la atmósfera y cómo de caliente era”, dijo Landis. “Sabían que tenía efecto invernadero, pero no sabían cómo de grave era. Pero cuanto más miras a los problemas, más dices, dios, terraformarlo es una propuesta muy compleja”.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero Landis cree que Venus ya tiene un entorno muy bueno. “Lo que quiero decir es que el problema con Venus es definir el nivel del mar como un lugar en el que la atmósfera es similar a la de la Tierra, el lugar del “nivel del mar” en Venus está muy por encina del suelo”.</p>
<p style="text-align:justify;">Mientras que los planes de Landis para un aeroplano alimentado por energía solar son una posibilidad real para una próxima misión a Venus, sus ideas sobre colonizar el planeta son un poco más especulativas. “Esto es sólo un ejercicio mental”, dijo Landis, “un ejercicio de imaginación más que algo probable para hacer a corto plazo. No espero que se construyan ciudades en Venus Venus, al menos probablemente no en este siglo”.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Alguien ha recordado a Bespin y Lando Calrissian en “El Imperio Contraataca”?</p>
<p style="text-align:justify;">Tal vez debería ser “Landis” Calrissian.</p>
<p style="text-align:justify;">Articulo posteado en <strong><a href="http://www.cienciakanija.com/2008/07/18/colonizar-venus-con-ciudades-flotantes/" target="_blank">Ciencia Kanija</a></strong>, el original apareció en <a href="http://www.universetoday.com/2008/07/16/colonizing-venus-with-floating-cities/" target="_blank"><strong>Universe Today</strong></a> y la autora es <strong>Nancy Atkinson</strong>.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O RESTO DA MINHA VIDA  poema de tonicato miranda]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3000</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3000</guid>
<description><![CDATA[para os amigos do Varandaes
Triste&#8230; é assim
meus olhos choram
cinza&#8230; o jasmim
refletind]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">para os amigos do <strong>Varandaes</strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Triste... é assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">meus olhos choram</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinza... o jasmim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">refletindo a cor do céu</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinzas no jardim e em mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer agora</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">ouvir Bill Evans, por horas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a tristeza escorrendo, se deixando levar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">rio abaixo, tempo afora</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O piano deixa cair um plim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">notas musicais em seqüência</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">lentamente caem também de mim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">são folhas da memória descendo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">calmamente do rio ao mar, e ao fim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer amanhã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">passear no parque envolto em lã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">sentar num banco, mirar passarinhos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">ver na pedra Bashô e o salto da sua rã</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O piano convida e eu vim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">emprestar o ouvido à emoção</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">a lágrima pulando do olhar assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">mais do que rio, ela é o barco da alma</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">reflexo musical, um acorde: meu plim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O que fazer na próxima semana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">com o resto da minha vida</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">papéis antigos, fumaça na cabana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">neste inverno rigoroso revejo amigos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">um bom vinho pode me levar a Havana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Triste... é assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">meus olhos choram</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinza... o jasmim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">refletindo a cor do céu</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">cinzas no jardim e em mim</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Último avistameinto ovni en China]]></title>
<link>http://enigmasymisterios.wordpress.com/?p=198</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:25:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>andersmalkav</dc:creator>
<guid>http://enigmasymisterios.wordpress.com/?p=198</guid>
<description><![CDATA[
A eso de las 5 horas 40 minutos de la madrugada del 13 de julio, el señor Cao, que tomaba fotos de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://spanish.peopledaily.com.cn/mediafile/200807/17/F200807171350591281627083.jpg" alt="Imagen captada por el Sr. Cao" width="450" height="300" /></p>
<p>A eso de las 5 horas 40 minutos de la madrugada del 13 de julio, el señor Cao, que tomaba fotos del paisaje “Hombre de piedra saludando a los huéspedes” en el área de paisajes Baligou del distrito de Huixian, Henan, China, vio de súbito la aparición de un punto brillante de color blanco en el cielo de frente, con velocidad de avión y en forma de aeronave, que con la parte delantera saliente se parecía a un OVNI.</p>
<p>Este objeto volador no identificado apareció por primera vez sobre la posición del mencionado paisaje a las 5 horas 39 minutos, pero sin chorro en la cola; 5 minutos después, a las 5 horas 44 minutos, apareció por segunda vez sobre el mismo lugar, pero con una larga cola, pareciendo que sobrevolaba con un radio no muy grande y sin producir ningún ruido.</p>
<p>El señor Cao lo fotografió (Véase la foto). Aunque no usó lente de foco largo, usó trípode, de manera que quedó clara la imagen del objeto volador no identificado.</p>
<p><!--more-->Siendo aficionado a fotografiar, el señor Cao expresó en términos inequívocos que el objeto en la foto fue fotografiado no por refracción de luz u otras razones e informó que varios aldeanos locales lo vieron también.</p>
<p><strong>Fuente:</strong> <a href="http://spanish.peopledaily.com.cn/92121/6452309.html">Pueblo en Línea</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos Senhores Burgueses e seus Capachos Políticos - poema de ubirajara passos]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2997</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:40:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2997</guid>
<description><![CDATA[Quando a revolução bater à vossa porta
Não  lamentareis pela expropriação
Dos vossos caros ja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a revolução bater à vossa porta</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não  lamentareis pela expropriação</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Dos vossos caros jatinhos e mansões.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a revolução interromper vossas orgias,</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Regadas a vinho cujo preço</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">De alguns milhares de reais é o máximo requinte,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não sofrereis com o clamor dos “peões”</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pelo fuzilamento imediato</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">De vossos corpos vestidos do glamour</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Que o trabalho exaustivo e acachapante</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Da manada humana propicia.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Quando a insurreição incendiar-nos</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">E a liberdade iluminar a Terra,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Quando perderdes a “celebridade”</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">E a adoração abestalhada e inciente</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Das mentes hipnotizadas</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pela vossa oca e envolvente “mídia”,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Não vos desesperareis, tanto,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Na falta do escravo assalariado,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com a extinção de vossa vadiagem chique.</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;">Vós sofrereis, sim,</span></em><em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Por não poder</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Pisotear mais as cabeças de bilhões,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Nem gozar, histéricos, babando,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com a tortura e o aniquilamento</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Quotidiano das nossas vidas simples,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Que desgraçais, tornando ocas e infelizes,</span></em><br />
<em><span style="font-family:&#34;">Com o sádico tacão de vosso mando!</span></em></span></em><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Mito do "Consenso" Científico]]></title>
<link>http://darwinismo.wordpress.com/?p=182</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:37:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mats</dc:creator>
<guid>http://darwinismo.wordpress.com/?p=182</guid>
<description><![CDATA[Uma das formas que os darwinisas usam para limitar discussões em volta da sua fé em Darwin é a de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das formas que os darwinisas usam para limitar discussões em volta da sua fé em Darwin é a de apontar para a dominância evolucionista entre os cientistas, os biólogos em particular.</p>
<p>A sua forma de pensar é a de apontar para o facto de a maior parte dos cientistas estarem do lado darwinista, e tentarem com isso validar a teoria.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://darwinismo.wordpress.com/files/2008/07/scientists.jpg"><img class="size-full wp-image-183 aligncenter" src="http://darwinismo.wordpress.com/files/2008/07/scientists.jpg" alt="" width="279" height="209" /></a></p>
<p>Para além do facto de consensos variarem com o tempo, nem sempre o consenso está certo.</p>
<p>Em séculos passados uma das maiores causas de morte entre as mulheres que davam à luz era a febre que ocorria depois da criança nascer. Uma mulher em cada seis morria devido a esta febre. No ano de 1795 <span style="font-size:x-small;">Alexander Gordon de Aberdeen sugeriu que as febres eram processos de infecção e foi capaz de curá-las. O "consenso" disse "Não!"</span></p>
<p>No ano de 1843 Oliver Wendell Holmes disse que a febre puerperal era contagiosa, e apresentou evidências. <span style="font-size:x-small;">O "consenso" disse "Não!"</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">No ano de 1849 Semmelweiss demonstrou que técnicas sanitárias practicamente eliminaram a febre <strong>Puerperal. </strong></span><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">O consenso disse que ele era um Judeu, ignorou-o, e ele foi removido da sua posição.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Estes e outros exemplos são suficientes para se vêr que os consensos não são sinónimo de veracidade. Consensos são sem dúvida importantes, mas uma teoria não é verdade apenas porque é "consensual".</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Cada vez que um darwinista usa o "consenso" como evidência, ele está a mostrar que ou não conhece a história da ciência, ou não quer (ou não consegue) defender a sua teoria dos ataques científicos que está a sofrer.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">............</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Ainda relativo a "consensos"; <a href="http://www.dailytech.com/article.aspx?newsid=12403">este artigo mostra que o "consenso" dos cientistas </a>em relação ao aquecimento global feito pelo homem não é assim tão "consensual".</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El pasado invisible (o las publicaciones que ya no son citadas)]]></title>
<link>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=519</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:18:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>emulenews</dc:creator>
<guid>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=519</guid>
<description><![CDATA[La internet ha cambiado el modo en el que se publica, lee, busca y cita a las publicaciones cient]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://francisthemulenews.files.wordpress.com/2008/07/dibujo20080718uno.jpg"></a>La internet ha cambiado el modo en el que se publica, lee, busca y cita a las publicaciones científicas. Un estudio de Evans, publicado hoy en Science, concluye que los investigadores citan a otros autores "mejor" que en el pasado: los artículos citados tienden a ser más recientes, se citan menos artículos, y la mayoría de estas citas son a un conjunto más reducido de revistas y artículos. ¿Por qué? Quizás como no disponían de buscadores automáticos y documentos repletos de hiperenlaces, las búsquedas individuales en la literatura impresa exponían a los investigadores a un conjunto de referencias mucho más amplio, por lo que las citas eran más dispersas, aunque con la ventaja de que también les exponía a un conjunto más amplio de ideas. Según el autor, la educación superior moderna sigue la línea marcada por el "publish or perish". Cada vez dura menos años, es más especializada y culmina menos frecuentemente en una tesis doctoral de "verdad" en lugar de un mero álbum expositor de artículos.</p>
<p style="text-align:left;">El estudio de James A. Evans, "<a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1150473" target="_blank">Electronic Publication and the Narrowing of Science and Scholarship</a>," Science, Vol. 321. no. 5887, pp. 395-399, 18 July 2008 , ha utilizado una base de datos con 34 millones de artículos de múltiples revistas disponibles online entre 1998 y 2005, que citan a artículos de 1945 a 2005. Se ha analizado el número de artículos (de una revista concreta) citadas por otros artículos en una año dado. Los resultados son consistentes en el tiempo, no dependen del año, e independientes del campo de conocimiento, es decir, independientes de la revista elegida.</p>
[caption id="attachment_520" align="aligncenter" width="554" caption="Figura 1. Número de artículos citados en función del número de años que lleva la revista disponible online en Internet."]<a href="http://francisthemulenews.files.wordpress.com/2008/07/dibujo20080718uno.jpg"><img class="size-full wp-image-520   " src="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/07/dibujo20080718uno.jpg" alt="" width="554" height="237" /></a>[/caption]
<p>La mayoría de los estudios sobre cómo los investigadores realizan búsquedas bibliográficas demuestran que el uso de fuentes impresas está en declive respecto al uso de medios electrónicos ya que la mayoría prefiere éstos últimos a los primeros porque facilitan el proceso de búsqueda de información más focalizada [yo mismo era un ratón de hemeroteca hace 10 años y ahora soy un fisgón de internet]. Desafortunadamente esto también sus problemas. Por un lado, la mayoría de los investigadores se limita a búsqueda en un núcleo muy reducido en número de revistas en las que suponen que se publican los artículos más relevantes para su área de conocimiento. Por otro lado, la mayoría de los investigadores hace búsquedas bibliográficas basadas en un tópico o concepto concreto, con lo que el porcentaje de artículos leídos ha decrecido significativamente apareciendo muchas citas a artículos sólo por su título o por su resumen (abstract) sin conocimiento detallado de su contenido.</p>
[caption id="attachment_522" align="aligncenter" width="554" caption="Figura 2. Número de artículos citados en función del número de años que lleva la revista disponible online."]<a href="http://francisthemulenews.files.wordpress.com/2008/07/dibujo20080718dos.jpg"><img class="size-full wp-image-522" src="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/07/dibujo20080718dos.jpg" alt="" width="554" height="231" /></a>[/caption]
<p>Sin entrar en los detalles del estudio del que hemos ilustrado dos Figuras representativas, los resultados ilustran un cambio en la manera en la que se cita artículos desde la introducción de los servidores electrónicos de revistas. Incluso teniendo en cuenta que cada día son más los artículos del pasado que pasan a formato online, los artículos recientes citan con preferencia a artículos recientes. Más aún, las revistas electrónicas están provocando que las ideas que no alcanzan cierto consenso científico rápidamente, reflejando las opiniones más citadas o preferidas por la mayoría, son rápidamente olvidadas ante la borágine de las ideas que sí lo alcanzan.</p>
<p>Irónicamente, uno de los grandes valores de la literatura impresa respecto a la electrónica es que está mal indexada, lo que obliga a los investigadores a ojear artículos aparentemente no relacionados, a rebuscar más en el pasado y a comparar ideas más diversas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[{ windows vista } 180 milhões de licensas vendidas]]></title>
<link>http://dropslight.wordpress.com/?p=804</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:02:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Olli Joe</dc:creator>
<guid>http://dropslight.wordpress.com/?p=804</guid>
<description><![CDATA[
A Microsoft anunciou
 ontem que vendeu até o momento mais de 180 milhões de licenças do Windows]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/10309-WinVista_h_oficial.jpg" alt="" /></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;"><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;">A Microsoft anunciou<br />
 ontem que vendeu até o momento mais de 180 milhões de licenças do Windows Vista. A empresa anunciou também uma receita de US$ 60,42 bilhões, um crescimento de 18% sobre o ano passado. </span></span><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;"><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;"><font face="Tahoma" size="2"></font><font face="Tahoma" size="2"><strong>Vejamos o trecho original, em inglês:</strong><br />
“Revenue growth was primarily driven by continued customer demand for all products, including Windows Vista, which has sold over 180 million licenses since launch, the 2007 Microsoft Office system, server software, and Xbox 360 consoles and games.”</p>
<p></font></span><font face="Tahoma" size="2"> </p>
<p></font></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800080;">-: Press release :-</span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La partícula divina]]></title>
<link>http://cienciayficcion.wordpress.com/?p=281</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 12:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>cienciayficcion</dc:creator>
<guid>http://cienciayficcion.wordpress.com/?p=281</guid>
<description><![CDATA[
Lederman, Leon ; Teresi, Dick: La partícula divina : si el universo es la respuesta, ¿cuál es la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a title="Lederman en Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leon_Lederman">Lederman, Leon</a> ; Teresi, Dick: La partícula divina : si el universo es la respuesta, ¿cuál es la pregunta?.  Barcelona : Crítica, 2008</li>
</ul>
<p><a title="El libro en la biblioteca" href="http://roble.unizar.es/record=b1505773"><img src="http://cienciayficcion.wordpress.com/files/2008/02/particula-divina.jpg" alt="particula-divina.jpg" align="left" /></a></p>
<p>La «Partícula Divina» es el bosón de Higos, «tan fundamental para la física de nuestros días –nos dice el autor–, tan crucial para el conocimiento final de la estructura de la materia y, sin embargo, tan esquiva».</p>
<p>Leon Lederman, <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/index.html">Premio Nobel de Física</a>, nos conduce en este libro a lo largo de la historia de la ciencia, desde <a title="Demócrito en Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3crito">Demócrito</a> hasta nuestros días, siguiendo las investigaciones y los hallazgos de los hombres que han tratado de penetrar los secretos de la materia, hasta llegar al momento presente, en que los científicos parecen hallarse en el umbral de ese último descubrimiento en que, gracias al gran acelerador <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/LHC">LHC</a>, que se está construyendo en el <a href="http://public.web.cern.ch/Public/Welcome.html">CERN</a>, podrá encontrar la «Partícula Divina» y, con ella, esa hermosa explicación final en que todas las leyes de la naturaleza pueden expresarse en una única y sencilla ecuación.</p>
<p>Lederman consigue el milagro de hacernos fácilmente comprensibles los aspectos más complejos de la física actual, nos lleva a apasionarnos por los misterios de la materia y, lo que puede parecer más sorprendente, consigue divertirnos. Porque su libro, entreverado de anécdotas y ocurrencias, está escrito con un profundo sentido del humor, hasta el punto que un crítico ha dicho: «A partir de ahora, ver a alguien leyendo un libro y riéndose a carcajadas no excluye la posibilidad de que se trate de una obra de física escrita por un consagrado Premio Nobel. Leon Lederman lo ha logrado. Su obra <em>La partícula divina</em> va cargada de un corrosivo sentido del humor.»</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los avances de la ciencia: autodestrucción.]]></title>
<link>http://todoynada.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 11:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>todoynada</dc:creator>
<guid>http://todoynada.wordpress.com/?p=58</guid>
<description><![CDATA[Recientemente se ha presentado una nueva vacuna viva que causa inmunidad contra la bacteria de la ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recientemente se ha presentado una nueva vacuna viva que causa inmunidad contra la bacteria de la neumonía (al menos en ratones). ¿Y que tiene de especial una vacuna contra la neumonía? ... cha chan, cha chan...se autodestruye!!!</p>
<p>Si señores, la bactería actúa y se autodestruye. Por un lado está bastante bien ya que evita que se liberen al medio ambiente bacterias modificadas genéticamente, pero por otro... asusta un poco, no?</p>
<p>Clonación, modificación genética que causa la autodestrucción (aunque sea en bacterias), inducción a distintos comportamientos mediante el empleo de ondas electromagnéticas...</p>
<p>¿Llegará el momento en el que vivamos en una sociedad como en la de "<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Un_mundo_feliz" target="_blank">Un mundo feliz</a>"?</p>
<h5>(Noticia encontrada en el portal: <a title="avances de la ciencia" href="http://www.biotecnologica.com/nueva-vacuna-contra-la-neumonia/" target="_blank">www.biotecnologia.com</a>)</h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Verdade Incoveniente]]></title>
<link>http://kalikalache.wordpress.com/?p=811</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 10:52:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
<guid>http://kalikalache.wordpress.com/?p=811</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Nós estamos emprestando dinheiro da China para comprar petróleo do Golfo Pérsico para quei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>"Nós estamos <strong>emprestando </strong>dinheiro da <strong>China </strong>para <strong>comprar </strong>petróleo do <strong>Golfo Pérsico</strong> para <strong>queimá-lo </strong>de maneira a <strong>destruir </strong>o planeta. Cada parte disso tem que mudar". <a href="http://www.nytimes.com/2008/07/18/washington/18gore.html?th&#38;emc=th" target="_blank">Ex-Vice-Presidente Al Gore</a>, num apelo para que os Estados Unidos substituam o uso de combustíveis à base de carbono por eletricidade em 10 anos. (The New York Times)</p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><a href="http://kalikalache.files.wordpress.com/2008/07/al-gore.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-812" src="http://kalikalache.wordpress.com/files/2008/07/al-gore.jpg" alt="" width="468" height="312" /></a></p>
<blockquote></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reservorio vegetal genético en el Ártico. Vacuna contra el hambre?]]></title>
<link>http://millenio.wordpress.com/?p=1683</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 10:11:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Augusto</dc:creator>
<guid>http://millenio.wordpress.com/?p=1683</guid>
<description><![CDATA[El fundador de  Microsoft, Bill Gates, financia un Banco de genes de todas las especies vegetales e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitle"><a href="http://www.zeit.de/online/2007/17/genbank">El fundador de  Microsoft, Bill Gates, financia un Banco de genes de todas las especies vegetales en el Ártico. El proyecto tambien recibe aportes desde la UE.</a></p>
<p class="subtitle">.</p>
<div class="articlebody"><!-- 2.8902528e+09--></div>
<div class="image_full"><img src="http://images.zeit.de/bilder/2007/17/aktuell/teaser_artikel/gendatenbank-4-410.jpg" alt="Entfernt von den Irrungen und Wirrungen der Welt" /></div>
<p>La puerta mide dos veces y media 2,5 metros y en el lado izquierdo tiéne dos cerraduras. El material de madera rústica está cubierto de una delgada capa de cristales de hielo, que reflejan la luz de las lámparas reflectoras de los cascos. Las varillas de hielo,  cuanto entran en contacto con nuestras manos, caen al suelo. Detrás de la puerta hay un contenedor de acero en dónde no vive Narnia, sino que es la parte exterior del Banco genético ubicado mas al Norte de nuestro Planeta. El tablero de medidas de temperaturas es del año 1984.</p>
<p>Está ubicado en  „Mine 3“,que es una mina de carbón, cerrada desde hace 10 años en la isla ártica de Spitzbergen, el suelo es permeable al frío y las semillias vegetales estan siendo conservadas desde hace mas de 20 años. Ya hay  10.000 muestras a una temperatura de -3,5 Grad.</p>
<p>Con la ayuda de  Bill &#38; Melinda Gates Foundation, el año que viene se construirá otro deposito de germenes vegetales, el  „Svalbard International Seed Vault“ (SISV). Allí se conservaran milliones de semillias de plantas alimenticias. La Fundación Gates que hasta ahora financiaba todo tipo de proyectos destinados a obtener vacunas contra el Sida, Tuberculosis y Malaria ahora financiará tambien este proyecto con 37,5 Milliones de dolares, el gobierno de Noruega y la UE aportan 7,5 Milliones de dolares.</p>
<p><!-- 2.8902528e+09--></p>
<div class="image_left"><img src="http://images.zeit.de/bilder/2007/17/aktuell/teaser_artikel/gendatenbank-3-210.jpg" alt="Bauplatz für den neuen Saatguttresor. Die Arbeiten sollen im Sommer starten" /></div>
<p>Los trabajos comenzaron en Marzo del 2008 y la construcción estuvo a cargo de la empresa constructora noruega  Statsbygg, quien realiza un túnel de 120 m de largo, en una montaña cercana a la ciudad de  Longyearbyen. Al final del túnel se encuentran dos cámaras de 15m x 4.</p>
<p>La construcción del túnel, costó 3,5 milliones de dolares y estuvo a cargo del  Büro Barlindhaug Consult aus Tromsö. El suelo de Perma-congelamiento garantiza una temperatura de - 18 Grados.</p>
<p>Alli de aseguraran plantas de cultivo y alimenticias, para el caso de que se extingan en el mundo por catastrofes naturales, guerras nucleares, o epidemias.</p>
<p>Se tiene especial cuidado en conservar las plantas de cultivo del tercer mundo. Se conservan especialmente las simientes de las 21 plantas alimenticias mas importantes, dice Cary Fowle el jefe del  Global Crop Diversity Trust, una organización internacional que se encargará de la administración del Banco genético.</p>
<p>Fowler, fue premiado con el premio Nobel alternativo, por su trabajos en la alimentación y conservación de especies alimenticias.  Los  "orphan crops", o sea los <em>frutos huerfanos</em> pueden tambien asegurarse para el futuro, y proveer de alimentación a los países en desarrollo.</p>
<p>Un ejemplo son las batatas o Yams que no crecen desde semillias, sino desde cortes de sus raíces o celulas germinales, su conservación es muy costoza y para ello se utilizará el dinero de Gates. La misma técnica se puede utilizar para las mandiocas, patatas y cocos, entre otras especies. Estas clases de plantas se prefieren porque son resistentes a los cambios climaticos y además ricas en elementos nutritivos.</p>
<p>El nuestro planeta existen ya  1400 Bancos Criogenéticos. Uno de los mas grandes está en Alemania, en Gatersleben en Sachsen-Anhalt. Sin embargo el proyecto de Noruega en Spitzbergen, es único, ya que se encuentra completamente alejado de cualquier acontecimiento mundial. A 1000 Km del Polo Norte a  78° y 13minutos, del paralelo Norte.</p>
<p><em>Me pregunto si todos estos reservorios genéticos seran destinados al consumo humano o al Biocombustible. Como no me creo tanto lo del cambio climatico en l sentido del calor, sino que mas bien creo que estamos entrando en una Era glacial, tal como lo pronostican los científicos serios, me prefunto tambien si lo que se teme no será  una posible guerra nuclear.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 grandes descubrimientos casuales]]></title>
<link>http://marcolos.wordpress.com/?p=646</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 09:22:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>marloco</dc:creator>
<guid>http://marcolos.wordpress.com/?p=646</guid>
<description><![CDATA[1. Viagra
Los hombres que reciben tratamiento contra la disfunción eréctil deberían saludar a los]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4>1. Viagra</h4>
<p>Los hombres que reciben tratamiento contra la disfunción eréctil deberían saludar a los trabajadores de Merthyr Tydfil, la villa galesa donde en 1992, durante unas pruebas efectuadas con una nueva droga contra la angina de pecho, surgieron los efectos secundarios que desafiaban la gravedad. Previamente esta villa, habitada por clase trabajadora, era conocida por producir un tipo distinto de hierro.</p>
<p><!--more--></p>
<p> </p>
<h4>2. LSD</h4>
<p>El químico suizo Albert Hofmann se tomó el primer ácido del mundo en 1943, cuando tocó una mica de dietilamida del ácido lisérgico, un compuesto químico en el que estaba investigando para estimular el parto. Más tarde, al tomar una dosis mayor hizo un nuevo descubrimiento: el mal viaje.</p>
<h4>3. Rayos-X</h4>
<p>Varios científicos del siglo XIX habían jugado con los penetrantes rayos que se emiten cuando los electrones golpean un objetivo metálico. Pero los rayos-x no fueron descubiertos hasta 1895, cuando el intelectual alemán Wilhelm Röntgen probó a colocar varios objetos en frente de la radiación y vio los huesos de su mano proyectados sobre la pared.</p>
<h4>4. Penicilina</h4>
<p>El científico escocés Alexander Fleming investigaba la gripe en 1928 cuando se dio cuenta de que un moho azul-verdoso había infectado una de sus placas Petri, y había matado a la bacteria staphylococcus que cultivaba en él. Todos recibieron con clamor su descuido en el laboratorio.</p>
<h4>5. Endulzante artificial</h4>
<p>Hablando de chapuzas en el laboratorio, tres falsos-azúcares han llegado a los labios humanos solo porque los científicos olvidaron lavarse las manos. El ciclamato (1937) y el aspartamo (1965) son subproductos de la investigación médica, y la sacarina (1879) apareció durante un proyecto con derivados de la brea de carbón. Riquísimo.</p>
<h4>6. Hornos microondas</h4>
<p>Los emisores de microondas (o magnetrones) proveían a los radares aliados en la segunda Guerra mundial. El salto de detectar nazis a calentar nachos llegó en 1946, después de que un magnetrón derritiese una barra de caramelo que llevaba en el bolsillo Percy Spencer, ingeniero de la empresa Raytheon.</p>
<h4>7. Coñac</h4>
<p>Los mercaderes de vino medievales solían extraer el agua del vino (hirviéndola) de modo que su delicada carga se asentara mejor y ocupara menos espacio en el mar; luego en destino volvían a añadirla. Mucho después, alguna alma intrépida – apostamos a que fue un marinero – decidió evitar el proceso de la reconstitución y así nació el brandy. ¡Abran paso a Courvoisier!</p>
<h4>8. Caucho vulcanizado</h4>
<p>El caucho se pudre de mala manera y huele peor, a no ser que se vulcanice. Los antiguos mesoamericanos tenían su propia versión del proceso, pero Charles Goodyear lo redescubrió en 1839 cuando se le cayó inintencionadamente (bueno, al menos es lo que dice la mayoría) un compuesto a base de caucho y azufre sobre una estufa caliente.</p>
<h4>9. Blandi-blub</h4>
<p>A comienzos de la década de los 40, el científico de General Electric James Wright trabajaba en una goma artificial que pudiese ayudar en la guerra cuando mezcló ácido bórico y aceite de silicio. El día de la victoria no llegó antes pero estirar la imagen de las tiras de cómic se convirtió en un pasatiempo nacional.</p>
<h4>10. Patatas chips</h4>
<p>El chef George Crum preparó el complemento perfecto para sandwichs en 1853 cuando – para fastidiar a un cliente que siempre se quejaba de que sus patatas fritas eran demasiado gruesas, las partió del grosor de un papel y las frió hasta que crujían. No hace falta decir que el comensal no pudo comerse solo una.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bancos de genómas animales destinados a la clonación.]]></title>
<link>http://millenio.wordpress.com/?p=1681</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 09:11:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Augusto</dc:creator>
<guid>http://millenio.wordpress.com/?p=1681</guid>
<description><![CDATA[Hace unos meses se dió la noticia de un enorme reservorio de semilias de toda la vegetación conoci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitle">Hace unos meses se dió la noticia de un enorme reservorio de semilias de toda la vegetación conocida, que la UE financia en Groenlandia.  Ahora le tocó el turno,  a los animales. Se estan  gigantescos bancos de genes con las células madres de las especies animales todavía existentes.</p>
<div class="articlebody"><!-- 2.8902528e+09--></div>
<div class="image_right" style="width:410px;"><img src="http://images.zeit.de/bilder/2008/23/wissen/wissenschaft/luchs/luchs-artikel.jpg" alt="Falls er für immer aus der Wildnis verschwindet, soll der Luchs nicht ganz verloren sein. Aber können tief gefrorene Stammzellen ihn retten?" /></div>
<p><a href="http://www.zeit.de/online/2008/23/genbank-artenschutz-interview?page=2"><em>Desde el  Frozen Zoo en San Diego hasta el </em></a><em><a class="textlink" href="http://www.zeit.de/online/2007/17/genbank" target="_blank"><span style="color:#000000;">Svalbard Global Seed Vault auf Spitzbergen</span></a> - desde hace años conservan en congeladores los ADN de animales y plantas.En  Saarland y en Lübeck existe ahora el Banco genético  "Cryo-Brehm" y es la primera Bio Biblioteca de Alemania. Günter Fuhr  dirige uno de esos Bancos genéticos: el  Fraunhofer-Institut für Biomedizinische Technik  en Sulzbach </em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Günter Fuhr: </strong>Es mas que un Banco genético, tenemos milliones de células vivas y capaces de reproducirse, de todos los animales existentes. Esas células son portadoras el genoma, como estan vivas pueden comenzar a reproducirse, alimentarse y diferenciarse.</p>
<p>En nuestro Banco no hay solamente animales salvajes y nuestras células estan en capacidad de reproducirse. Nuestros congeladores que desarrollan la Kryotecnología llegan a una temperatura de  196 Grados, por primera vez en el mundo.</p>
<p>Laa plantas en cambio no aceptan ese tipo de temperaturas. En el Banco de semilias, las temperaturas mínimas solamente pueden alcanzar -20° y tampoco se dejan conservar por mucho tiempo, deben ser continuamente renovadas. Las células animales se conservan en CO², líquido a temperaturas de - 150 o - 196 Grados  Celsius. Sus procesos a esa temperatura quedan interrumpidos y se dejan revivir luego sin dificultades.</p>
<p><strong>Por ahora nos limitamos a la población animal de Alemania pero planeamos extendernos. </strong> Hemos conservado con éxito peces lo cual  hasta ahora era imposible, nuestro objetivo es llegar a conservar Primates.</p>
<p>No matamos ningun animal para obtener las células. Esperamos a que éste deba ser matado o que muera al nacer.</p>
<p>El procedimiento debe relizarse muy rapidamente en cuanto el animal muere, solamente quedan pocas horas de tiempo.</p>
<p>Espermas y óvulos son muy dificiles de conservar, lo mismo que embriones.</p>
<p>Por esta razon no descartamos la clonación para retornar estas especies a la vida. Si no conservaramos las células, las generaciones de dentro de 100 o 200 años no tendrían ninguna oportunidad de volverlas a la vida.</p>
<p>Podríamos realizar ahora la clonación , tratando a los óvulos con hormonas, pero eso está prohibido por las organizaciones protectoras de animales.</p>
<p>Los Bancos Genéticos no solamente sirven para la informaión y conservación de las especies, sino tambien para la Biotecnología.</p>
<p>Volver a la vida especies de animales ya desaparecidos, puede ser muy interesante para la ciencia, pero para la Naturaleza en cambio, no lo es. Un animal ya desaparecido que fuera enviado nuevamente al reino natural, podría alterar el equilibrio ecologico que se desarrolló luego de que esa especie desapareciera.</p>
<p>Estos aspectos ecologicos y éticos son los que la Humanidad debe plantearse y para ello está la posibilidad que ofrecemos ahora de tenerlos congelados durante el tiempo necesario.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profecías apocalípticas para mañana y Septiembre]]></title>
<link>http://esencia21.wordpress.com/?p=1042</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 09:07:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>esencia21</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Sr. Nóbrega
Algunas veces ya hablamos aquí del psíquico brasileños Jucelino Nóbrega da Luz q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="alignleft" width="182" caption="El Sr. Nóbrega"]<img src="http://mediumchannel.com/images/stories/psychic.jpg" alt="El Sr. Nobrega" width="182" height="216" />[/caption]
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Algunas veces <a href="http://esencia21.wordpress.com/2007/11/22/medium-brasileno-insiste-en-un-tsunami-en-sumatra-para-el-23-de-diciembre/" target="_blank">ya hablamos aquí</a> del psíquico brasileños Jucelino Nóbrega da Luz quien se ha hecho reconocido por “presuntamente” haber profetizado sucesos históricos como los atentados de 11S, la muerte de Lady Di o el tsunami que arraso Indonesia el 26 de Diciembre. Ahora Nobrega ha profetizado que nada más y nada menos que mañana un seísmo de 8.1 grados podría arrasar Filipinas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">El seísmo de Sumatra, las guerras de Afganistán e Irak, e incluso el ganador del mundial de futbol de Italia han sido algunas de sus predicciones que parecen haberse cumplido y le han dado cierto reconocimiento internacional. Con 47 años de edad, Nóbrega es profesor y lleva realizando predicciones desde hace más de 30 años. Además de este seísmo en Filipinas para mañana, Nóbrega ha profetizado para este año un nuevo ataque terrorista en Nueva York en el Empire State Building, y un terremoto en China con 9,1 grados que sucederá en Septiembre.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Algunas de sus profecías han sido constatadas como la del tsunami de Indonesia o la ubicación de Sadam Hussein en Tikrit. Tanto es así que cuando predijo para diciembre de 2007 <a href="http://esencia21.wordpress.com/2007/11/22/medium-brasileno-insiste-en-un-tsunami-en-sumatra-para-el-23-de-diciembre/">un terremoto en Sumatra</a>, las autoridades le tomaron muy en serio. Pasado este tiempo, hemos comprobado que el 1 de Diciembre se produjo al Norte de Sumatra un seismo de 5.9 grados y el 22 de Diciembre otro de 5.8 en Simeulue a unos 220km de Sumatra.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudios genéticos personalizados y 2]]></title>
<link>http://yuntero.wordpress.com/?p=205</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 06:55:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>El niño yuntero</dc:creator>
<guid>http://yuntero.wordpress.com/?p=205</guid>
<description><![CDATA[Después de haber echado un vistazo a lo que hacen las empresas de estudios genéticos personalizado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Después de haber echado un vistazo a lo que hacen las empresas de estudios genéticos personalizados por internet, pues otro tema interesante es ver quién está detrás de estas empresas y qué intereses y colaboradores  tienen.</p>
<p>Uno se puede preguntar si negocios como éste, con grandes cantidades de dinero y un riesgo un tanto delicado, pueden tirar pa'lante. Porque lo novedoso de la idea no quita que la mayoría de la gente que conozco no vaya a hacerse un estudio de estos en su vida, y como ellos mucha gente más. Pero si han sido tan listos como para hacer las cosas que hacen, llevar el negocio tiene que estar chupao para ellos.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://yuntero.files.wordpress.com/2008/07/grande-795213-973510.jpg"><img class="size-full wp-image-206 aligncenter" src="http://yuntero.wordpress.com/files/2008/07/grande-795213-973510.jpg" alt="" width="296" height="452" /></a></p>
<p>La estrategia que han seguido ha sido la siguiente, primero las pelas. Por muy buena idea que tengamos necesitamos inversión para poder llevarla a cabo. Así por ejemplo, Anne Wojcicki cofundadora de 23andme, le dijo a su marido, "anda cari, dame 3,9 millones de dólares para montar un negocio". Y por supuesto, su marido ni se lo pensó, ahí va el taco. La cosa es que el marido de esta mujer es Sergey Brin, uno de los creadores de google, y ya os podéis imaginar el taco que maneja el muchacho. Pero como el negocio es bueno, el amigo Sergey también ha puesto perras en Navigenics.</p>
<p><!--more-->Esta gente de Navigenics ha cogido inversores con caché, así que el otro gran inversor que los mantiene es <a href="http://www.kpcb.com/" target="_blank">Kleiner Perkins</a>, que es un fondo de capital de riesgo, y entre sus líneas de inversión están las tecnologías verdes (placas solares, energías alternativas y cosas así), empresas de investigación médica y farmacéutica, y entre otras muchas cosas más, tecnologías de la información (google, netscape, sun, amazon, etc.). Y además de estas cosas, los chicos de Kleiner tienen el gustazo de tener como uno de sus socios a Al Gore, ese filántropo que va a salvar el planeta.</p>
<p>Pues ya que tenemos las pelas, ¿qué otra cosa puede hacer falta? Pues que la gente se lo crea. Y qué se puede hacer para que la gente diga ¡qué maravilla es eso, yo quiero uno! Pues apoyo científico para darle credibilidad al asunto. De esta manera estos chicos se han puesto manos a la obra y han conseguido el aval y el reconocimiento de gente como <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Genentech" target="_blank">Genentech,</a> compañía líder en biotecnología, y quienes abrieron este negocio allá por 1976.</p>
<p>Otro que ha puesto su granito de arena ha sido <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Francis_Collins" target="_blank">Francis Collins</a>, director del <a href="http://www.genome.gov/" target="_blank">National Human Genome Research Institute</a>, que dirige el proyecto de investigación del genoma humano. Éste, en el último Foro Económico Mundial de Davos expresó su apoyo explícito a 23andme. Que los que estaban escuchando al señor Collins pensarían: con la cantidad de dinero que estamos poniendo para investigación genética, esto servirá para algo ¿no?, se podrá hacer algún negocio con ello. Y por supuesto Francis los tranquilizó a todos y les dio una alegría a las carteras de los asistentes: "señores, aquí hay negocio".</p>
<p>Así que ya veis, el sostén de estas compañías son empresas que gestionan información, que visto así, todas las buenas intenciones y políticas de privacidad de los datos, pues da que pensar. Que si bien ahora son buenos y respetuosos, luego se pueden abrir nuevas líneas de negocio haciendo estudios genéticos o prestando la información a otra gente, por ejemplo, compañías de seguros. Siempre con el visto bueno del cliente, por supuesto. O quizás no.</p>
<p>Se abre un futuro lleno de genes, información, salud, pastillas y control. ¿Quién controlará todo eso?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un catalizador para obtener hidrógeno a partir de etanol]]></title>
<link>http://jgsaavedra.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 04:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgsaavedra</dc:creator>
<guid>http://jgsaavedra.wordpress.com/?p=160</guid>
<description><![CDATA[ 

MADRID.- Un equipo de investigadores del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="entradilla"><a href="http://jgsaavedra.files.wordpress.com/2008/07/catalizador_hidrogeno_etanol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-161" src="http://jgsaavedra.wordpress.com/files/2008/07/catalizador_hidrogeno_etanol.jpg" alt="" width="480" height="454" /></a></p>
<p class="entradilla"><span class="localizacion">MADRID</span>.- Un equipo de investigadores del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) y la Universidad Politécnica de Cataluña (UPC) ha desarrollado y patentado <strong>un catalizador para obtener hidrógeno a partir de etanol</strong> que, según sus diseñadores, podría constituir una solución definitiva para el transporte basado en hidrógeno.</p>
<p>El dispositivo permitiría generar este material dentro del propio vehículo, algo que hasta el momento no parecía viable y que reduciría los costes de la transición de una infraestructura basada en el gasoil a otra fundamentada en el hidrógeno.</p>
<p>El trabajo ha sido codirigido por el investigador del CSIC Elies Molins, del Instituto de Ciencias de Materiales en Barcelona, y el investigador de la Universidad Politécnica de Cataluña Jordi Llorca, profesor agregado en el Instituto de Técnicas Energéticas. También han participado los estudiantes de doctorado Montserrat Domínguez y Elena Taboada, de la Universidad y el CSIC, respectivamente.</p>
<p>El catalizador se compone de <strong>una pieza cerámica con canales en su interior y recubierta con un aerogel</strong>, un material muy poroso y transparente. El areogel contiene nanopartículas de cobalto, que son las responsables finales de la transformación del etanol en hidrógeno.</p>
<p>Las características de esta innovación le confieren un gran potencial para el desarrollo de pilas de combustible de hidrógeno, también llamadas células o celdas de combustible. Se trata de<strong>dispositivos electroquímicos de conversión de energía similares a los de una pila</strong>, pero con la salvedad de que no dejan de producir energía si se consumen los reactivos de su interior, ya que pueden restablecerlos.</p>
<p>Entre sus aplicaciones, resultan útiles como fuente de energía en lugares remotos, como dispositivos generadores de electricidad y luz para viviendas u oficinas y para el desarrollo de vehículos propulsados con hidrógeno.</p>
<h3>La viabilidad del hidrógeno</h3>
<p>En este sentido, el nuevo catalizador puede acercar la solución definitiva para el transporte por hidrógeno. En la actualidad, existen <strong>más de un centenar de prototipos de automóviles impulsados por hidrógeno</strong>, que transportan el gas en depósitos a altas presiones, así como algunas estaciones dispensadoras de hidrógeno.</p>
<p>Sin embargo, la extensión de este modelo supone una gran inversión económica, no sólo para reemplazar toda la infraestructura ligada a la gasolina, sino también para generar suficientes medidas de seguridad.</p>
<p>Los grandes costes de la operación para pasar de gasoil y gasolina a hidrógeno se verían reducidos si se dispusiera de un dispositivo para generar el gas en el propio automóvil. A pesar de los esfuerzos de la comunidad científica, hasta el momento ningún desarrollo parecía viable.</p>
<p>"Todos los catalizadores que se han investigado hasta la fecha necesitan de un tratamiento de reducción, un proceso químico destinado a disminuir el estado de oxidación, lo que supone dejar el dispositivo con hidrógeno y a altas temperaturas durante unas horas antes de cada uso", explica Jordi Llorca.</p>
<p>En cambio, este catalizador <strong>no necesita ningún tratamiento previo</strong> ni ser preservado del contacto con el aire o la humedad, con lo que no precisa de ninguna inducción ni acondicionamiento y puede ser reutilizado en ciclos de encendido/apagado de manera indefinida.</p>
<p>Para los autores, una de las ventajas del dispositivo es su capacidad de generar energía. "La energía de cada molécula de etanol corresponde a la energía que generan cinco moléculas de hidrógeno. <strong>El catalizador que hemos desarrollado, en cambio, obtiene seis moléculas de hidrógeno por cada molécula de etanol</strong>". La razón estriba en que el dispositivo absorbe el calor residual, propio de cualquier fuente de energía, lo que permite aumentar el rendimiento global del sistema.</p>
<p>Comparado con vehículos que consumen etanol, y según cálculos preliminares, el consumo podría reducirse en un 25%. Asimismo, la temperatura requerida es mucho más baja que la de otros catalizadores. Además, la producción de hidrógeno es rápida, sólo precisa de dos segundos.</p>
<p>En la actualidad, los investigadores estudian la posibilidad de implementar el desarrollo en aplicaciones reales. Éstas <strong>pueden llegar tanto del sector de la automoción como en la generación de energía de sistemas estáticos</strong>, como calderas o generadores auxiliares, o en el ámbito de los dispositivos portátiles.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El juicio del mono ]]></title>
<link>http://cristianismofeyciencia.wordpress.com/?p=253</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:49:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>pauloarieu</dc:creator>
<guid>http://cristianismofeyciencia.wordpress.com/?p=253</guid>
<description><![CDATA[El juicio del mono


por Bartolo Luque
PUBLICADO EN TECNOCIENCIA 10 (Febrero 2007)

En marzo de 1925]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color:#ff0000;">El juicio del mono</span></h3>
<div class="lic">
<div class="linot">
<h4>por Bartolo Luque</h4>
<p>PUBLICADO EN <a href="http://www.tecnociencia.org/archivo/1/">TECNOCIENCIA 10</a> (Febrero 2007)</div>
</div>
<p>En marzo de 1925, la asamblea legislativa de Tennessee aprobó la ley Butler, que prohibía la enseñanza de la teoría de la evolución de Darwin en el estado. Se consideraba delito proclamar que los seres humanos hubieran evolucionado a partir de otras especies. La enseñanza oficial debía estar en acuerdo con la Biblia: el hombre fue creado por Dios y la mujer a partir de una de sus costillas. Cuatro meses después, John Thomas Scopes fue arrestado mientras daba clases de evolución en un instituto de secundaria de Dayton (Tennessee). Las autoridades del pueblo consiguieron que William Jennings Bryan (derecha), tres veces presidenciable de los EEUU y fundamentalista religioso, se convirtiera en acusador. Clarence Darrow (izquierda), uno de los abogados más famosos del país por aquel entonces, se ofreció para la defensa. Según calificó el propio Bryan, el juicio, que comenzó el 10 de Julio, sería una «contienda entre la Evolución y la Cristiandad». De modo que la fotografía de este mes puede considerarse una alegoría del enfrentamiento entre ciencia y religión, entre evolución y creacionismo.</p>
<p>El veredicto pudo ser escuchado en directo por radio en todo el país. El 21 de Julio, en tan solo 8 minutos de deliberación, el jurado declaró a Scopes culpable, lo multaron con 100 dólares y quedó en libertad. Darrow apeló a la Suprema Corte de Tennessee y la batalla legal se saldó dos años después con una reducción de la multa a un dólar y una ley antievolución que a nivel práctico dejó de aplicarse. El juicio de Scopes se celebraba 65 años después de la publicación de El origen de las especies de Darwin. Durante todo ese tiempo la teoría de la evolución había madurado gracias a un torrente ininterrumpido de datos y estaba sólidamente fundamentada para la comunidad científica. En realidad el juicio de Scopes fue un contraataque a los vientos fundamentalistas que volvían a resoplar para derrocarla. George W. Rappelyea, un ingeniero que trabajaba en la mina de carbón de Dayton, deseaba la abrogación de la ley antievolución de Tennessee. Apoyado por la Asociación de Libertades Civiles Norteamericanas (ACLU), logró convencer a Scopes para que hablara a sus alumnos de evolución y fuese denunciado por ello. La prensa hizo el resto: Dayton se convirtió en un circo, bautizó el caso con el nombre con que pasaría a la historia, el juicio del mono, y dio la publicidad al asunto que la ACLU deseaba.</p>
<p><span class="izq" style="width:210px;"><a href="amplia('/ximg/noticias/g/380__3245d6d11c1ad84.jpg','611','480')"><img src="http://www.tecnociencia.org/ximg/noticias/p/380__3245d6d11c1ad84.jpg" alt="" width="190" height="149" /></a></span>¿Lejano en el tiempo? En 1999, el estado de Kansas decidió eliminar cualquier mención a la edad de la Tierra, la teoría de la evolución o el Big Bang en los programas de las escuelas públicas. Arrecia de nuevo el creacionismo, hasta el extremo de que se ha hecho portada en 2006 en Nature, donde leemos: «Esta revista contiene material sobre la evolución. La evolución por selección natural es una teoría, no un hecho. Este material debe ser leído con una mente abierta, estudiado cuidadosamente y considerado críticamente. Aprobado por el Consejo de Gobierno de las Universidades, 2006». Advertencia copiada de las portadas de los libros de Biología en los estados de la Unión donde los fundamentalistas han impuesto sus creencias. No se me ocurre mejor respuesta que este párrafo del libro Dientes de gallina y dedos de caballo del paleontólogo Stephen J. Gould: «Bien, la evolución es una teoría. Es también un hecho. Y los hechos y las teorías son cosas diferentes, no son peldaños en una jerarquía de certeza en aumento. Los hechos son los datos del mundo. Las teorías son estructuras de ideas que explican e interpretan hechos. Los hechos no cambian cuando los científicos discuten las teorías rivales para explicarlos. La teoría de Einstein de la gravitación substituyó la de Newton, pero las manzanas no quedaron suspendidas en el aire pendientes del resultado. Y los humanos evolucionaron a partir de antepasados simiescos tanto si lo hicieron por el mecanismo propuesto por Darwin o por algún otro que esté por descubrir».</p>
<p>Pero, ¿por qué es esta contienda tan importante? Lo expresaba magistralmente Spencer Tracy, interpretando al abogado defensor del juicio del mono, en la película Heredarás el viento (1960): «¿No lo entiende? ¿No entiende que si se toma una teoría como la evolución y se convierte en un crimen enseñarla en las escuelas públicas, mañana puede convertirse en un crimen enseñarla en las escuelas privadas? Y después en un crimen el leer sobre ella. Y seguidamente se podrían prohibir los libros y los periódicos [...]. Si se puede hacer una cosa, se puede hacer la otra. Porque el fanatismo y la ignorancia están siempre ocupados, y necesitan alimentarse». Y a esto añadiría algo más. Todos hemos leído alguna vez la famosa respuesta de Thomas Henry Huxley, a la pregunta de Samuel Wilberforce, obispo de Oxford, de que «si era a través de su abuelo o de su abuela, de quien declaraba descender de un mono» en la contienda más famosa entre evolucionistas y creacionistas. Es menos conocido el comentario por lo bajini que hizo una piadosa señora del público asistente: «Esto de la evolución es una aberración, pero si fuera verdad, lo mejor que podría ocurrir es que se enterara el menor número de gente posible». El fundamentalismo es un problema, pero como científicos poco podemos hacer contra él. El analfabetismo científico es otro, y ese sí es de nuestra responsabilidad.</p>
<p><strong>Trasfondo histórico</strong></p>
<p>Los medios de comunicación estatales españoles están desde hace largo tiempo en campaña constante para convencer al público de la factualidad de la doctrina evolucionista en cuanto al origen y desarrollo del mundo de lo viviente. Ejemplo de ello ha sido el pase de producciones como <em>Cosmos</em>,       <em>Era una vez el hombre</em>, y un largo etcétera. Por Radio 2 (FM) de Radio Nacional de España se ha retransmitido algunas veces la obra teatral en adaptación para la radio <em>La herencia del viento</em>. Esta obra pretende pasar por ser una representación del juicio que tuvo lugar en Dayton (Tennessee) en 1925 contra un maestro de escuela, acusado de enseñar evolución, lo cual estaba prohibido en las escuelas públicas de aquel estado por la ley Butler, y que no fue derogada hasta el año 1968. Se ha pasado últimamente por televisión en su última versión (1988) en forma de drama documental televisivo, y es esencialmente una repetición de la película del mismo título para el cine producida en 1960 con Spencer Tracy (personificando a «Henry Drummond» = Clarence Darrow, el abogado defensor), Gene Kelly (personificando a «Hornbeck» = Mencken, un famoso columnista de la prensa), y Frederick March (haciendo el papel de «Matthew Brady» = William Jennings Bryan, principal abogado de la acusación). En la versión de 1988, dirigida por David Green, actúan Kirk Douglas como William Jennings Bryan, y Jason Robard y Darren McGavin.</p>
<p>En toda esta cuestión del famoso juicio de Scopes se han levantado enormes pasiones, y esta película, ya desde su primera versión en 1960, ha contribuido a echar gasolina al fuego con su presentación de los hechos retorcida y parcial, como se demuestra en el cuerpo del artículo: Frente al mito de celudoide, Scopes jamás fue detenido en su clase, en presencia de sus alumnos, ni encarcelado, ni corría riesgo de pena de cárcel, que no estaba contemplada en la ley. Lo que es más chocante, y lo confiesa él mismo en diversas ocasiones, <em>él no enseñó evolución</em>, sino que aceptó voluntariamente ser acusado de ello para poner a prueba la mencionada ley Butler.</p>
<p>Y antes de seguir, se debe poner en claro que este artículo es un examen de la factualidad de los hechos de la película, en comparación con la transcripción del juicio y otras fuentes históricas. Dicho todo esto, pasemos a examinar la cuestión.</p>
<p>¿Qué era esta Ley Butler? ¿Se trataba acaso de una posición cerril de los antievolucionistas, dispuestos a perseguir inquisitorialmente a los que mantuvieran ideas evolucionistas, según la idea que se puede desprender fácilmente de esta situación? Para contestar a esta pregunta se debe comprender la situación política y social de los Estados Unidos. Allí siempre se había protegido el libre tráfico de las ideas sin censura. Pero cuando llegamos a la concepción de qué es la educación, y a quién compete administrar la educación <em>a los niños</em>, había y hay, tanto allí como en España y en todos países, el choque entre la idea de que <em>el contenido y la orientación filosófica</em> de la educación competen a los padres, y que los poderes públicos deben garantizar que esto se respete estrictamente (como reza el artículo 27.3 de la Constitución Española), y la despótica, en la que el Estado usurpa el lugar de los padres en esta cuestión.</p>
<p>En Tennessee, como en todos los estados de la Unión, regía el principio de separación de iglesia y estado, por lo que no se podía enseñar la Biblia en las escuelas públicas. Sin embargo, atendiendo al sentir general de la población, que no quería que <em>la escuela pública</em> fuera empleada para subvertir las creencias cristianas que los niños aprendían en sus hogares o en la iglesia (por cuanto el concepto de escuela pública era que cumplía una misión <em>subsidiaria</em> a los padres), la Ley Butler prohibió enseñar que <em>el hombre</em> provenía de órdenes animales inferiores como contraria a la enseñanza bíblica admitida por la generalidad de la población. No se prohibía enseñar la evolución de los animales y de las plantas, y tampoco se mandaba afirmativamente enseñar la Biblia, lo que estaba constitucionalmente prohibido: sólo se prohibía enseñar una hipótesis subversiva de la fe cristiana <em>a niños</em> de padres en medio de una cultura cristiana en instituciónes <em>públicas</em> de enseñanza. Los maestros que quisieran fundar una escuela privada para enseñar su concepción particular del origen del hombre y filosofías anticristianas no eran en absoluto molestados. Pero en la cuestión de la enseñanza <em>pública</em> se imponía esta limitación, en atención a la postura mayoritariamente cristiana de la población.</p>
<p>Aquí se debe insistir que a pesar de toda la propaganda en contrario, el evolucionismo no ha sido demostrado como un hecho, aunque algunos de sus partidarios lo repitan constante y estridentemente, sino que sigue siendo una <em>doctrina </em>hija de la filosofía naturalista, cuyo método excluye a Dios <em>a priori.</em> Dentro de su marco se intenta dar explicación al mundo de lo viviente dejando expresamente a un lado toda posible acción divina. Así, el Evolucionismo <em>no es una conclusión</em> dictada por el estudio del mundo de lo viviente, sino <em>una filosofía formalmente atea</em> que se impone sobre el estudio del mundo de lo viviente como punto de partida metodológico necesario por parte de sus creyentes. «No es por sus conclusiones, sino por su principio metodológico que la ciencia moderna rechaza la creación directa» (véase Weizsäcker, C. F. von, <em>La importancia de la ciencia</em>, Ed. Labor, Barcelona 1976, pág. 125).</p>
<p><a href="http://www.tecnociencia.org" target="_blank">http://www.tecnociencia.org</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Einstein  ]]></title>
<link>http://alfatauri.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>France</dc:creator>
<guid>http://alfatauri.wordpress.com/?p=72</guid>
<description><![CDATA[Bern, Switzerland 1905. Home of cheese, clocks, chocolate and neutrality&#8230;  but mostly, chocola]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bern, Switzerland 1905. Home of cheese, clocks, chocolate and neutrality...  but mostly, chocolate...<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-m0ue3b2fqs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-m0ue3b2fqs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>¿Qué se le va a hacer?... siempre he sido fan</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
